TUPINAMBÁ: SER OU NÃO SER
Alcides Kruschewsky Neto

Dezenas de pessoas estão se dirigindo à Fundação Nacional de Saúde
para exigir a retirada dos seus nomes de um cadastro que vem sendo
utilizado pela FUNAI para forjar aproximadamente três mil supostos
índios, na região onde pretende demarcar - 47.376 hectares - em Ilhéus,
Una e Buerarema. Denunciando irregularidades que incluem desde
financiamentos bancários até terras, para se cadastrarem - decidiram
pública e regularmente - não mais avalizarem o movimento por terras e
teto, denominado Tupinambá. O episódio deve ser visto como um “não”
potencial à utilização de grupos de incautos, como “massa de
manobra” política.
Depois do ato coletivo de descadastramento, alguns mentores políticos do
“movimento indígena” mudaram de um tom de vítimas para um mais
ameaçador e, vem tentando coagir aqueles que querem renunciar a identidade
tupinambá, ameaçando-os com um processo por falsidade ideológica. A Guerra dos Ilhéus ou Guerra dos Tupiniquins, em meados do século
dezesseis, foi descrita com detalhes impressionantes pelo jesuíta Manoel
da Nóbrega em “Cartas do Brasil”. Aliados aos portugueses, os
tupinambás lutaram ao lado de Mem de Sá, contra os tupiniquins. A fim de
libertar a Vila de Ilhéus, então sitiada, os tupinambás foram recrutados
e trazidos pelo Governador Sá, formando um exército juntamente com os
soldados portugueses, com quem protagonizaram o episódio conhecido como
“a batalha dos nadadores”, quando muitos tupiniquins foram mortos, no
Cururupe.
Na briga no mar, os tupinambás - exímios nadadores - perseguiram e
mataram centenas de tupiniquins por afogamento e asfixia, a uma légua
“mar à dentro”. Foi uma batalha única ou como poucas na história,
uma luta na "mão grande". Os que restaram foram arrastados para a praia
onde foram abatidos, mortos. Um cenário macabro, formado por corpos e um
“rio de sangue”: sangue tupiniquim derramado por armas portuguesas e
mãos tupinambás. A grande ironia é acusar de falsidade ideológica os que rechaçaram a
teoria “Tupinambá” e querem seus nomes fora da fraudulenta relação
constante na FUNASA. Chega a ser hilário porque, ao estuprar e adulterar a
história, afrontam os descendentes indígenas desta região, forçando-os
a assumir a identidade dos seus algozes, ou seja: renegando seus
antepassados e se auto-intitulando tupinambá, que foram um braço armado
de Mem de Sá na matança dos tupiniquins, seus verdadeiros ancestrais.
Uma rápida passagem por Olivença para uma conversa com os mais idosos -
não orientados - será esclarecedora: “Aqui era tupiniquim”,
asseguram. Em 1998, os supostos índios tentaram, sem êxito, o
reconhecimento como pataxós hã hã hãe. Posteriormente, foram
convencidos a adotar a contraditória etnia tupinambá, desprezando que
estes eram inimigos dos tupiniquins. Distantes da verdade, embaraçados na
sua própria cilada histórica, viram-se num “beco sem saída”, sendo
obrigados a prosseguir com o erro grosseiro.
Ainda há tempo para que a FUNAI, grande produtora deste deprimente
espetáculo, peça desculpas à sociedade, evitando que se deposite mais
suspeitas sobre as legítimas causas dos índios do Brasil, podendo
prejudicar outras demandas por conta desta desastrosa “tese
Tupinambá”, nestas paragens. Das notícias históricas, Silva
Campos(Crônica da Capitania de São Jorge dos Ilhéus) e o jesuíta Pe.
Manoel da Nóbrega(Cartas do Brasil). Nada mais a dizer.
Alcides Kruschewsky Neto
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FÁBRICA DE ÍNDIOS
A politica indigenista em nosso país está virando um caso de polícia. Fato correlacionado vem ocorrendo no município de Santarém/Pará, onde ONGs em particular o Greenpeace promove no bastidor, a criação de 12 áreas indígenas com etnias extintas da região e, outras etnias que nunca habitaram o nosso município, entre elas Os Tupinambás. Para isso, as ONGs vem tentando convencer nossos riberinhos, originários de vários estados como; Maranhão, Piauí, Ceará, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e, até do Paraguai e da Colômbia a se AUTO-DECLARAREM INDÍGENAS. O processo de conversão vai de favorecimento pessoais como fornecimento de cesta básica, até ameaças de cortar o Bolsa Família daqueles que não aceitarem a conversão.
Na obra ÍNDIOS NO BRASIL(p.49...61), editado em novembro/1994 e publicado pelo Ministério da Educação e do Desporto, ao discorrer sobre a história da viagem a terra do Brasil, realizada por Theodore De Bry, retratada por Jean de Léry, dá-nos conta que:
“Os TUPINAMBÁS eram ANTROPÓFAGOS, habitavam o litoral norte de SÃO PAULO onde hoje encontra-se a cidade de UBATUBA. É uma etnia EXTINTA DESDE O SÉCULO XVII. Seus mantos de penas são célebres. Vestiam os homens do mais alto grau na hierarquia social Tupinambá. HOJE SÓ EXISTEM 6 (seis) desses mantos NO MUNDO e, todos estão expostos em museus da Europa”.
Logo, só através do processo de MUTAÇÃO GENÉTICA INDUZIDA como o que vem ocorrendo em Santarém, será capaz de transformar nossos ribeirinhos nesses primitivos CANIMBAIS que, habitavam a costa do Brasil a época de nosso descobrimento.
UMA VERGONHA, UM CASO DE POLÍCIA!!!
TUPINAMBÁ SER OU NÃO SER
PENA QUE NEM TODOS IRÃO LER ESSA REPORTAGEM. APESAR DE NÃO SER AGRICULTORA E NÃO POSSUIR NEM UM PEDACINHO DE TERRA, ESTOU TOTALAMENTE A FAVOR DOS QUE ESTÃO LUTANDO CONTRA ESSE MOVIMENTO "TUPINAMBALÍSTICO" RSRS.
JA OUVI MUITA GENTE EM TOM DE BRINCADEIRA DIZER QUE IRIA JUNTAR-SE A ESSE GRUPO PARA USUFRUIR DAS BENESSES. É CADA UMA! CONTINUE LUTANDO ALCIDES EM DEFESA DOS AGRICULTORES HONESTOS E REAIS DONOS DOS HECTARES. FALSIDADE IDEOLOGICA É CRIME! CHAVE NELES.
Anne Pacheco
Você afirma que somos Indios.
Sim, o proprio Alcides se dizia indio, dizia que a avo dele era India, que ele era da familia Amaral, e agora por ter uma bela casa em Olivença e ter feito uma escada e um quiosque na frente da sua casa que ser dono de Olivença, não importa o que vai acontecer o importante é que estamos nos assumindo o que somos. Para esclarecer oa senhor desde unicio do nosso movimento que vc ficava fazendo suas campanhas, lembra onde vc aindava na campanha Politica?
È exatamente isto que vc esta fazendo agora, vc inludio os indios e conseguiu o voto e não fez nado por nossa comunidade e Agora que já sabemos como vc é que mostrar para os pobres agricultores que vc estar preocupado só que é mentira vc quer é VOTO.