Caça aos LEÕES. Participe!
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oNDE ESTÃO OA LEÕEZINHOS
PEÇO QUE ME INFORMEM, DE ONDE ESTÃO OS MESMOS QUE IREI PROCURAR,
guimres@hotmail.com
estarei enviando os resultados das investigaçoes aqui a Rabat que saberá se deve publicar.
irei nos locais, ja informados aqui.
Grato,
Guilherme
LEÕES DA PÇA D. EDUARDO
Caros amigos,
Não vamos desvirtuar do Tema em questão. Esse artificio já é bastante utilizado pelos nossos "GLORIOSOS POLITICOS" da região e de BRASILIA.
Essa matéria já foi debatida em outra data, mas no entanto a resposta foi evasiva, por parte dos representantes do Patrimonio Historico de Ilhéus.
LssdSANTOS
Gatos / gatunos
Parece que, mais uma vez, um funcionário do povo interpreta como à sua disposição, um patrimonio do povo. E, por isso, fica com ele. Como é feito com outros, como carros, combustíveis, material hospitalar, material de construção, etc. Comum.
Pior é que a culpa não é do povo, que elege. O cara vira ladrão depois que assume; e o povo não tem como destituí-lo, JÁ QUE NÃO POSSUI REPRESENTANTES (alhures).
A "casa dos escândalos" em que se transformou o senado, cabe em várias instituições públicas . E, como diria Michael Jackson, "they don't care about us", ou seja, estamos sós e abandonados; até que apareça outra eleição, quando poderemos recomeçar, elegendo novos ladrões e vagabundos do poder.
abs, uaquim
VIDE RELEASE DA PREFEITURA NO R2CPRESS DO DIA 23/06
Ilhéus sediará a I Conferência Municipal de Cultura, programada para setembro, no Teatro, e a III Conferência Estadual de Cultura, que será realizada no Centro de Convenções, no mês de novembro. Terá representantes na II Conferência Nacional da Cultura, em Brasília, no período de 11 a 14 de março de 2010. Interessante...mas em termos de proteçao a seu patrimônio histórico, como os leões, o trem, a primeira usina na antiga área da Chesf, o que tem feito? É o momento de unir forças, cobrar, mas também auxiliar na preservação da história de Ilhéus.
Dando nomes aos bois
Usina da CHESF, em Ilhéus? Jamais! Havia alí, onde hoje existe um posto temático, a usina da LUZ E FORÇA, que foi desativada, tão logo entrou em funcionamento a antiga CERC - Centrais Elétricas Rio de Contas (em Ubatã), que abasteceu a nossa região, até entrar em funcionamento o sistema CHESF- Centrais Elétricas do S. Francisco, situada em Paulo Afonso.
Talvez a lembrança seja da antiga USINA VITÓRIA, alí no terminal de ônibus, que foi demolida, e da qual, lamentavelmente, só restam escombros.
A. Cruz
Usina de Castelo Novo e Chesf
Havia relação entre a Usina de Castelo Novo e a Chesf, tanto que a Chesf foi consultada sobre ser proprietária das ruínas. Houve subtração de materiais da Usina, fato descoberto por professores da UESC de História Regional. Houve até manifestação favorável ao tombamento pelo Conselho Municipal de Cultura, mas depende de acordo com o proprietário, se o tombamento for voluntário, ou de decisão do poder executivo.
Mas vamos voltar aos leões que a caça está interessante. No entanto, temo que a colocação das pistas aqui possa fazer que sejam novamente ocultados. Talvez fosse melhor não divulgar as dicas mais precisas e repassar a algum historiador interessado ou ao próprio Conselho Municipal de Cultura para que adote as providências.
Usina do Almada
Prezado Anísio,
Sei que o enfoque principal é para os leões da Praça D. Eduardo, gostaria, entretanto de efetuar os comentários qure se seguem sobre o assunto Usina do Almada:
A CHESF foi criada através do Decreto Federal 8300/45, de 03 de Outubro de 1945 e nessa mesma data um outro decreto federal determinou que a área de concessão da nova empresa se estenderia ao longo do Rio São Francisco, no trecho que vai de Juazeiro(Ba) até Piranhas(Al).
No início dos anos 70, mais precisamente em 1972, com os estudos do ENENORDE e a decisão de construir Sobradinho, o trecho da concessão foi estendido de Juazeiro até Xique - Xique.
Ainda nos anos 70, essa área de concessão foi estendida a todo o nordeste, ocasião em que a CHESF incorporou a Usina de Funil da antiga CERC, no rio de contas e também a Usina de Boa Esperança da antiga COHEBE, no rio parnaíba e inúmeras outras usinetas menores. Só com a criação da ELETRONORTE, já na segunda metade da da década de 70, o Maranhão saiu da esfera da CHESF.
Em outras palavras, tudo que dissesse respeito á geração de energia na área de concessão- aproveitamentos implantados ou a implantar- estava na esfera técnica da CHESF. Por esta razão, é certo que o pessoal de PCH'S da empresa deve ter andado por aqui fazendo inspeções na Usina do Almada. Imagino que tenham ficado horrorizados tanto quanto eu, em 1993, quando já na Prefeitura de Ilhéus, visitei as ruínas da usina.
Para ilustrar este aspecto, lembro-me que quando trabalhei na sede da CHESF em Recife, embora a minha função fosse específica nos estudos básicos da UHE Xingó, cheguei a visitar a barragem de Pedra do Cavalo, na epoca em construção pela DESENVALE, tendo em vista a disposição reinante na epoca de se implantar uma usina reversível aproveitando-se o barramento. Tal alternativa foi abandonada pois a "ponta" de Salvador foi suprida através de linhão vindo de Paulo Afonso.Também nessa epoca, cheguei a visitar pequena central hidrelétrica na cidade de Rio Largo em Alagoas. Este pequeno aproveiamento estava desativado e não havia sido construído pela CHESF e sim pela Prefeitura local, todavia, no ensejo dos serviços de recuperação, obrigatoriamente a CHESF ficaria responsável.
Em 1994/1995, em FHC I, o modelo enérgetico brasileiro aboliu a concessão pelo curso d'água e passou a efetuar leilões para novos aproveitamentos com uma diferença em relação à regra atual: Antes, era efetuada oferta de valor global pela concessão do aproveitamento, hoje o certame é feito pelo menor preço do Mw gerado. As usinas do rio Madeira, Santo Antônio e Jirau, recém adjudicadas, respectivamente aos consórcios Furnas - Odebrecht e Suez - Camargo Correia, já seguiram esta modalidade.
Desde que retornei á Ilhéus em 1993, fico estarrecido em constatar que é um município sem qualquer preocupação com a preservação de sua memória. Não é só a Usina do Almada, também os belíssimos pontilhões metálicos fabricados na Inglaterra e aqui rebitados, deixados apodrecer ao tempo sem qualquer trabalho de manutenção ou recuperação! Em 1993 , quando assumi a Secretaria de Obras da Prefeitura, tentei inutílmente recompor aquilo que havia sobrado do acervo técnico municipal. Enquanto lá estive, esbarrei na dificuldade de adquirir singelas mapotecas, simplesmente não consegui!
Já me alonguei em demasia, fugindo do tema principal a respeito do qual,registro o meu protesto: É uma vergonha o que fizeram com os leões da Praça D. Eduardo, o chafariz e uma outra estátua que retirada de uma das nossas praças, ficava no patamar das escadarias do Palácio Paranaguá até 1996.
Esta é uma cruzada que deve ser levada até o fim!
Um abraço
Franklin Albgli
VC==ERROU=FEIO
MOREI EM CASTELO NOVO,TODALUZDEILHEUSVINHADELÁ.
Havia, sim.
Não errei, meu caro. Omiti, por esquecimento. Havia uma usina em Castelo Novo, movida por uma turbina hidráulica, na Faz. Almada, salvo engano. Mas não recordo a época. Era operada pela Cia. Luz e Força, que por muito tempo funcionou com motores, no local que me referi, suprindo as naturais oscilações, devido a precariedade. O sistema possuia, tanques de resfriamento, que aspergiam a água, e quem passava nos vagões da antiga Estrada de Ferro, podia contemplar. No local aonde ficavam os motores, hoje está sendo construido um edifício. As demais informações, estão corretas.
Tem um professor da UESC precisando de informações sobre a geradora do Almada, para um trabalho de pós graduação. Se puder ajudar, coloque aqui uma forma de comunicação, que ele certamente entrará em contacto.
A. Cruz
ESQUECEU??
USINA
DE
CASTELO
NOVO======TODO
MAQUINÁRIO ALEMÃO;
CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA
Gente, é para isso que existe um Conselho Municipal de Cultura: tombar, inventariar bens, proteger o patrimônio Histórico. Que tal começar a cobrar o quórum nas reuniões e efetivas deliberações? Outros Conselhos, a exemplo do Conselho Municipal de Saúde, são bem atuantes no Município e estão efetivamente cumprindo seu papel.