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:: 18/out/2010 . 23:18

Francisco Brennand e a Arte Cavalheresca

Guilherme Albagli

As Artes florescem em todos os grupos sócio-culturais humanos, podendo ser classificadas, por este critério, em “arte cortesã”, produzida para as cortes reais; “intinerante”, quando os artistas se deslocam para apresentação do seu trabalho; “popular”, aprendida sem escolas formais; “erudita”, dependente de treinamentos especializados; “sacra”, aquela produzida para entidades religiosas; “totalitária”, produzida para enaltecimento e manutenção de grupos de poder; “industrial”, criada para a sua reprodução em massa; “tecnológica”, dependente de técnicas inovadoras; “folclórica”, uma arte de elite migrada a grupos sociais desfavorecidos; “profissional”, realizada por artistas que sobrevivem economicamente deste trabalho; “amadora”, a de todos nós, ao assoviarmos na rua, cantarolarmos ao banho ou escolhermos a nossa roupa ou as plantas do nosso jardim; e a “cavalheresca”, aquela de grupos favorecidos economicamente, próximos aos centros decisórios de poder, que produzem a sua arte por puro deleite, sem interesse ou necessidade da sua comercialização.

No Século XIX chegou ao Sul do Brasil um cidadão inglês de Manchester que, curioso das coisas do Nordeste do Brasil, passou à Bahia, Alagoas, se fixando em Pernambuco. Seus filhos e netos se casaram com mulheres da elite local, gente dos Albuquerque, Cavalcanti, descendentes dos primeiros donatários aparentados com as casas reais portuguesas do Século XV. Conjugando trabalho, estudo e honradez, os Brennand se tornaram uma poderosa família no ramo da indústria cerâmica e vidreira ao adquirirem, na Várzea do Capibaribe, uma gleba onde instalaram gigantescos galpões com fornos especiais que produziram porcelanas de qualidade comparável à de poucos países europeus.
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INFOILHÉUS 5.0 será aberta nesta quarta-feira

A INFOILHÉUS 5.0, considerado o maior evento de tecnologia da Bahia, será aberta nesta quarta-feira, dia 20 de outubro, 19 horas, no centro de convenções Luiz Eduardo Magalhães, com solenidade seguida da palestra do escritor e psiquiatra Roberto Shinyashiki, sobre o tema “Revolução dos Campeões”. A abertura contará com a presença do prefeito de Ilhéus, Newton Lima, do presidente do Sindicato das Indústrias do Pólo de Informática de Ilhéus (Sinec), Gentil Pires, entre outras autoridades, empresários, expositores e convidados.

A palestra de Shinyashiki, um dos mais renomados palestrantes do país, integra a programação do 3º CONTEC – Congresso de Tecnologia e Informática, que acontece até a próxima sexta-feira, abordando temas inovadores, oportunidades de investimentos e casos de sucesso na área de tecnologia. O ciclo de palestras tem continuidade na quinta-feira, dia 21, às 16 horas, com exposição sobre o tema “Tecnologia dos Bancos de Dados mais presentes nos sistemas desenvolvidos para mercados”, pelo professor doutor do Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), José Craveiro Neto.
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QUEM DISSE QUE DEBATE NÃO VIRA O JOGO?

Parece que vira, sim. Pelo menos é o que se vê na disputa presidencial entre Dilma e Serra.

No início do processo, antes dos debates, Dilma tinha larga vantagem sobre Serra, com chances de definir já no primeiro turno. Não por méritos próprios, mas pelo governo Lula, que tem méritos e maioria absoluta de simpatizantes Brasil afora diante de Serra/FHC.

Lula bateu pé firme em fazer Dilma sua sucessora. Bateu o pé esquerdo (sem trocadilho). Faltou aparar algumas arestas, alguns simples detalhezinhos aos quais não deram importância e isso pode custar a eleição que era certa. Falo de simpatia, de sinergia com o povo, de fluência nas falas e de argumentos consistentes nos debates. Não é o que estamos vendo. De todos os debates televisivos, desde o primeiro turno, se houve um perdedor, esse foi Dilma. Em todos. Seu gaguejar e seu nervosismo passaram e passam insegurança ao eleitor. Foi o suficiente para Serra encostar nas pesquisas e prometer uma disputa eleitoral indefinida e acirrada, voto a voto, para o segundo turno. Falta a Dilma, uma profissional técnica de valor, a tarimba de atriz do teatro político. Queiramos ou não, isso conta.

Que sirva de lição ao PT e ao presidente Lula. O povo brasileiro já deu sinais de que começou a aprender a votar, ao menos para presidente, com a eleição e reeleição do próprio Lula. Já não é mais tão fácil que um partido ou um antecessor faça presidente qualquer candidato escolhido.

Nilson Pessoa
Ilhéus-Ba.
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Lagoa Encantada !

DAS ACTAS À INTERNET

Anotações sobre a “Evolução Histórica do Jornalismo no Ocidente”, em Jorge Pedro Sousa.

Por Dirceu Góes – Jor. 967-DRT-Ba

Ao consultar o Dicionário Básico de Filosofia, organizado pelos pesquisadores Hilton Japiassu e Danilo Marcondes, obtêm-se a seguinte definição para o verbete “Dialética”: “Marx faz da dialética um método… a partir dele, mas graças, sobretudo, à contribuição de Engels, a dialética se converte no método do materialismo e no processo do movimento histórico considerando a Natureza: a) como um todo coerente em que os fenômenos se condicionam reciprocamente; b) como um estado de mudança e movimento; c) como lugar onde o processo de crescimento das mudanças quantitativas gera, por acumulação e por saltos, mutações de ordem qualitativa; d) como a sede das contradições internas, seus fenômenos tendo um lado positivo e outro negativo, um passado e um futuro, donde a luta das tendências contrárias gera o progresso (Marx-Engels)”.

Tal definição nos ajuda a aquilatar a importância da praxis renovadora dos pioneiros envolvidos com o fazer jornalístico em todas as épocas, das oportunidades sócio/econômicas e da introdução de inovações tecnológicas que possibilitaram a evolução histórica do Jornalismo, constituindo-se como terreno propício para o surgimento de teorias regimentais próprias à Disciplina. Além disso, auxilia-nos na análise do texto “Uma História Breve do Jornalismo no Ocidente”, de Jorge Pedro Souza, In: Jornalismo: História, Teoria e Metodologia – Porto: UFP, 2008. Nesta obra, na qual relata o transcorrer evolutivo do jornalismo em parte da Europa e dos Estados Unidos, o autor lusitano define o seu propósito: “A única tese que quisemos provar…é a de que o jornalismo surgiu noticioso e sempre houve jornalismo noticioso, com dimensão e impacto, até porque o jornalismo não teria sobrevivido sem aquilo que é próprio dele – as notícias. A distinção de épocas na história do jornalismo…pretende ser puramente historiográfica, sendo apenas baseada nos modos e meios jornalísticos dominantes em cada período”.

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