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ASSOCIAÇÃO DOS PEQUENOS AGRICULTORES DE ILHÉUS, UNA E BUERAREMA

Nota Pública

Em decorrência das sucessivas invasões de pequenas propriedades que vêm sendo deflagradas em nossa região, nós, agricultores e demais vítimas desse crime até agora, impune, encurralados e sem chance de reação, vimo-nos obrigados a permanecer em nossas terras montando guarda. Impedidos, por conseguinte, de exercermos nosso direito de votar no próximo dia 31.
Tal é a ausência do Estado diante do nosso clamor por justiça, que as invasões já acontecem como tragédias anunciadas, mesmo com os devidos boletins de ocorrência registrados em tempo flagrante. A PF alega as mais diversas dificuldades de recursos para agir em tempo hábil. E não cumpre seu papel constitucional.
Danam-se o direito de propriedade, o direito de ir e vir para trabalhar em sua própria terra, e dela retirar seu sustento. Já não contamos mais nem com o direito à vida.
A omissão do Estado e da sociedade local indica que se ignoram os indesejáveis desdobramentos, que advirão dessa situação conflituosa, os quais atingem-nos a todos da região, com negativo impacto sócio-econômico.
Esperamos em Deus, que algo seja feito para que, enfim, a paz volte a reinar.

Luiz Henrique Uaquim
Associação dos Pequenos Agricultores

2 respostas para “ASSOCIAÇÃO DOS PEQUENOS AGRICULTORES DE ILHÉUS, UNA E BUERAREMA”

  • Rabat

    Nossa região não tem união. Veja que são 4 municípios que estão sendo ameaçados por pseudo-s índios, segundo tomei conhecimento em matéria divulgada neste mesmo Blog, o CIMI esta por trás disto. Os conflitos com os indios se arrastam ha muito tempo e não só aqui em nossa Região. Já aconteceu problemas em Coroa Vermelha, hoje os índios vivem em harmonia naquela localidade. No Norte do Pais também já não existe mais este conflitos por terra. Agora aqui em nossa região isto se arrasta por longos anos sem solução dos Governantes. O IBAMA impõe, analisa as questões nos gabinetes em Brasília e não enxerga o problema “in-loco”, toma decisões baseados em relatórios, as vezes direcionados, como o caso de Canavieiras, onde foi criada uma RESEX sem ouvir a parte maior interessada, que é a população do município sede. A criação se deu em reunião com um pequeno grupo de pescadores, mas pessoas de fora do município trazidas por ONG´s, como a Pangea, em um local de difícil acesso para comunidade e criou-se um ata com varias assinaturas falsas e deu no que deu a RESEX esta criada e dificultando o desenvolvimento de Canavieiras. Aqui em Ilhéus estava para acontecer o mesmo com o Porto Sul, arquitetaram um movimento como “o abraço da lagoa” com ONG´s diversas, interesses diversos, pessoas que nada tinha ou tem haver com nossa região, etc…, mas a nossa população conseguiu ha tempo reverter a situação. Agora vemos nossos pequenos produtores envolvidos nesta guerra, defendo seu patrimônio, sem apoio dos governantes, dos políticos e principalmente dos órgãos de classe do nosso Comercio. Vocês imaginaram o prejuízo que terão o comercio de Ilhéus, Una, Buarerama e Itabuna caso se concretize esta demarcação conforme esta sendo proposta 45000 ha. Sei que existem índios sim neste grupo, mas é uma minoria. Sei que estão sendo manipulados por pessoas e entidades que nada tem haver com a causa. Mas nos o que estamos fazendo? Precisamos nos mobilizar? Precisamos dar uma resposta nesta eleição. Tenho acompanhado a luta do Luiz Henrique a frente da sua Associação, precisamos ajudá-lo.
    Vou relator uma pergunta feita ao CIMI por um cidadão brasileiro em 2005:
    “Índio vale mais que cidadão?”.
    Sou seu leitor de longa data, seu grande fã e defensor de nossos problemas e mazelas amazônicas. Sou caboclo Amazônia e manauara assim como o senhor, mas gostaria que reformulasse seus conceitos sobre os cidadãos de Roraima, também sou contra seus governantes, inclusive o TOTÓ, mas o povo formado por trabalhadores, que culpa tem nisso? Por que destruir cidades e municípios que são produtivos, em nome somente dos índios? Porque não colocá-los em uma área desocupada e que ainda não produza? Eu também gosto dos índios, mas não a ponto de sacrificar trabalhadores. O bom seria que houvesse bom senso. Gostaria de deixar claro que não moro, não tenho nem um parente ou amigo no estado de Roraima, mas se lá estivesse iria até participar de luta armada contra os índios, a policia federal e o LULA, que já não tem mais o meu voto e respeito. Quanto ao senhor, sou seu assinante e leitor, mas não concordo com seu amor exagerado pelos índios e o ódio incondicional aos moradores e trabalhadores do estado de Roraima. Com todo respeito.
    P.N. Obrigado. 24/05/2005
    Veja a resposta do Sr. Ribamar Bessa Freire – Do CIMI

    “A resposta parece ser tão simples e cristalina. Os cidadãos indígenas Makuxi, Wapixana, Ingarikó, Taurepang e Patamona habitam aquele território desde tempos imemoriais e têm seus direitos garantidos pela Constituição. Foi nesse território que eles classificaram as plantas, os animais e todo o ecossistema, produzindo conhecimentos úteis para o Brasil e para a humanidade. Foi lá que eles criaram diversas línguas, uma literatura oral vigorosa, poesia, música, arte plástica, tão importantes que a literatura brasileira contraiu uma dívida com eles, através de Mário de Andrade, Raul Bopp e outras figuras do modernismo. Foi lá que eles domesticaram plantas e fizeram suas roças tradicionais. Lá, eles enterraram seus mortos, e desenvolveram expressões religiosas e artísticas. Não existe nenhum argumento válido capaz de justificar o roubo das terras indígenas. O cidadão índio vale mais do que os outros cidadãos? Depende. Se os outros forem ‘gafanhotos’, ou arrozeiros embrutecidos pela cobiça do lucro, certamente que valem”.

    Então eu pergunto as nossas autoridades, a vocês, ao CIMI, podemos defender estas terras como indígenas?

    Eduardo Carvalho – Siri

  • LIli Bolero says:

    Aos demais leitores deixo a minha indiguinação aos nossos governantes e a justiça pela falta de apoio e respeito aos agricultores, aqueles que poem na mesa dos brasileiros a comida que cada um ingere e mantem seus corpos alimentados e suas barriga cheias, também ao sr. Ribamar Bessa Freire (CIME) e ao presidente da FUNAI que nunca deve ter ido a um supermercado ou nem mesmo a uma feira saber o sacrifício que cada um agricultor sofre para trazer suas mercadorias até as cidades. É dereispeitoso a forma como se trata o agricultor, como bandidos fora da lei, como se estivessem roubando terras infligindo leis, que ao invesso a tudo isso pagam seus impostos, seus imprestimos, e seus funcionários, não matam, não roubam, não tiram nada de ningém que não lhes perteçam no caso das terras que foram compradas medidas e tituladas pelo estado, pessoas que deram seu sangue e suor para contruir um pequeno patrimônio com honestidade e luta, ao contrario dos supostos indios que não dão emprego, não pagam impostos, não quitam seus imprestimos como o caso do ‘BANCO DO NODESTE” o rombo está lá para todos que quiseram saber, invadem proriedades aleia, dizendo que é retomada. Retomada do que? se muitos desses pretenciosos indios são até mesmo parentes dos pequenos agricultors. Eles que foram para a faculdade da bandodagem em São Paulo, Rio de Janeiro etc… e voltaram escolados dezendo que foram enganados e injustiçados a (510) quinhentos e dez anos atrás, pelo amor de Deus deixem de piada isso chega a ser patético na visão de muitos, os verdadeiros indios vivem por aí passando fome e nescessidades, enquanto vocês ficam fazendo indio de proveta, sustentando malandros e bandidos, subistimando a inteligência das pessoas , como se não solbece-mos dos seus planos, afinal vocês analizam que os indios tem mais valor que os demas cidadãos, nos chamam de gafanhotos, ladrões de terras, ambiciosos, etc…
    Quem nos defende como brasireiros, é derespeitoso o comportamentos desses orgãos em respeito a nós agricultores, como podem falar dessa forma com pessoas responsáveis pelo sustento das nossas mesas.
    Nós só queremos nossos direitos como cidadãos brasileiros que somos, independente de ser indio, branco, preto, agricultor, empresário, industriário, rico, pobre, etc… somos brasileros, merecemos respeito e isso compete às autoridades mostrar o quanto somos importantes e merecemos esse respeito.
    Afinal não somos o culpados por essa situação e todos sabem disso.

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