1° Ato  – O contra regra abre a cortina

Candidatos e partidos ensaiam os primeiros movimentos rumo as eleições de 2012. O governo faz sua parte, forçando e sugerindo o troca-troca de  partidos para que a oposição mostre sua cara. Cara esta, que até o momento o Brasil, não conhece. Claro, conveniências à parte, o que se percebe à primeira vista, ainda é pedidos de toda sorte para nomeações de cargos de 3°, 4° e 5° escalões, tanto nos Estados quanto nos municípios e, enquanto isso a economia para de crescer (descoberta do próprio governo) e alguns setores da indústria simplesmente dão marcha-ré.

2 ° Ato-  Diretor manda que entrem os palhaços.

O cidadão comum, já começa a ver novamente os muros e as ruas ficando sujas com propagandas que mais parecem anúncio de motel barato. Estamos mais uma vez iniciando um período de santas promessas, promessas que nem mesmos os candidatos acreditam no que estão prometendo. O mais engraçado são os nomes desses indivíduos que se propõem a sair em defesa do povo (tem até “picareta”). Enquanto os pretensos candidatos sujam os muros emporcalhando a cidade a situação trabalha na calada da noite aprovando centenas de pacotes que serão despejados em forma de mais impostos para aumentar a arrecadação (a gastança continua).

3° Ato – Entra o povo cantando…

            Natal, Natal das crianças/ Natal cheio de luzes/ Natal da fome Zero/ natal da cidade de Ilhéus/ Maravilhosa cidade dos buracos/ do terminal urbano/ das praias belas / das favelas plantadas nos manguezais/ cidade das ruas lotadas pelos flanelinhas/ dos castelos/   belos castelos na praça JJ SEABRA/ do esgoto a céu aberto / Por toda cidade/ Curtindo saudades/ vou por aí…/ Natal, Natal das crianças.

Feliz natal, feliz natal, feliz natal! Ôh! Ôh! Ôh!