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ENTREVISTA DE EVA MARIA CHIAVON SÔBRE PORTO SUL

A Sra. Eva Maria Chiavon, Chefe da Casa Civil do Governo da Bahia concedeu entrevista, que foi publicada no Jornal  A Tarde de hoje, na qual fala sobre o Projeto Porto Sul.

Pela imprecisão e até alguma incoerência presentes nas respostas dadas por ela, fiquei bem assustado quanto ao que poderá ocorrer na apresentação do Projeto à imprensa e empresários que vai ocorrer nesta segunda-feira, 10.10.2011, às 9 horas, na Câmara de Vereadores de Ilhéus.

Transcrevo a seguir três respostas dadas pela Sra. Eva, e recomendo que vocês leiam a entrevista completa.

A Tarde – Quando o porto deve ficar pronto?

Eva Chiavon – Antes de lhe responder isso há um longo caminho a percorrer. Não tem como eu dizer quando ele vai ser entregue. Posso lhe dizer quando ele tem condições de iniciar (a operação) porque muitas coisas não estão na governabilidade dessa secretária, que são as questões ambientais que estão bem encaminhadas – estamos aguardando a licença prévia para o final deste ano ou no mais tardar no início do próximo. Essa licença é condição para poder “startar” (começar) qualquer processo de construção. Há a licença prévia e a licença de implantação. Outro ponto a ser considerado é a questão da modelagem institucional que está nas mãos da presidente Dilma, ou seja é tarefa da gestão federal. O governo da Bahia está dialogando para ver a melhor modelagem cabível no Porto Sul.

A Tarde – Qual a importância do Porto Sul para o desenvolvimento e a economia do Estado?

Eva Chiavon – O que é importante dizer é que coloca a Bahia e o Nordeste, pelo ramal que vai produzir com o advento da FIOL, com um potencial de utilização para os próximos 50 anos. Evidente que na medida que o projeto e a economia avançam e que a logística se completa pode até superar as expectativas, mas penso que é uma obra (para fomentar) cinco décadas de progresso, porque se você for ver, no 8º ano do projeto, só o minério de ferro terá 25 milhões de toneladas/ano. As perspectivas na área mineral são de grandes avanços. Do mesmo modo, acontece com os grãos (soja, milho) do oeste. O que a gente sabe é que estamos projetando um porto para os próximos 25 anos.

Finalizando a entrevista, A Tarde perguntou: A obra de implantação do Porto Sul vai gerar quantos empregos?

Eva Chiavon – De forma direta 2.030. Empregos indiretos multiplique isso por três, mas não dá para calcular.

É ou não é para ficar assustado com o que pode ocorrer na apresentação de amanhã???

Carlos da Silva Mascarenhas

[email protected]

2 respostas para “ENTREVISTA DE EVA MARIA CHIAVON SÔBRE PORTO SUL”

  • Maria do Socorro Mendonca says:

    Carlos Mascarenhas

    Isso é só o começo. Quando a Sra. Eva fala em 2030 empregos, está se referindo ao número máximo de empregos que serão gerados na contrução do Porto, o que deverá ocorrer no 13. trimestre (MOD e MOI – Diretos e Indiretos).
    Empregos durante a operação na BAMIN são 414 e número igual é o que está sendo estimado para o Porto Público que certamente não existirá. Temos um total de 828 empregos diretos. Para Ilhéus, nenhuma garantia de empregar alguém e que empregue 200 pessoas…
    Até hoje não me responderam como isso vai salvar a Região. Quem tem as respostas são aqueles que se empenham em ganhar alguma coisa hoje.
    Os passivos estruturantes do município como nova ponte, saneamento básico, requalificação do aterro sanitário do Itariri, construção de moradias para atender reassentamentos de famílias que hoje ocupam áreas de risco ou Áreas de Preservação Permanente (beira de rios e mangues, além de topos de morros e encostas),o problema do São Miguel, etc. estão sendo apresentados como “contrapartidas”, o que é um absurdo!
    Deveriam estar oferecendo e fazendo o que é necessário para atender a demanda futura, pois nós ficaremos com o custo do que poucos estarão tendo vultuoso lucros.
    Ela fala em 50 anos e depois? Que fossem 100 anos… Após 40 anos, estamos com o Porto do Malhado e os resultados negativos sem solução e ainda com risco de sucumbir.

  • Anisio Cruz says:

    Não adianta pretender respostas, de quem não as tem a dar. Na verdade, duvido muito que alguém, deste governo, possua boas respostas. O tal Porto Sujo jamais produzirá boas respostas para nós, pobres motais, que estamos a 5 anos aguardando que tomem posse efetivamente, e governem este Estado. No mais, só ouvimos o “Tem, tem, tem” das propagandas, nas quais se gasta fortunas, enquanto a saúde desanda, as escolas desabam, e a criminalidade recrudece assustadoramente. Querem acreditar em contos da carochinha? Então vão lá ouví-lo.

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