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:: 6/nov/2011 . 22:34

CINQUENTENÁRIO DA AABB – Ilhéus

No próximo dia 12, sábado, completaremos  50 anos de serviços prestados à nossa comunidade e em especial  aos associados da AABB e funcionários do Banco do Brasil.

São 50 anos de fundação. São 50 anos de amor, dedicação e cuidado com que as suas diretorias e associados cultivaram no decorrer destas décadas, buscando congregar os funcionários do Banco do Brasil, servir como opção de lazer nas horas vagas principalmente nos finais de semana e estabelecer vínculos com a comunidade.

A AABB de Ilhéus tem uma área privilegiada.   Nela os  associados das AABBs, convidados e funcionários do Banco do Brasil, dispõem de dois campos de futebol society e dois em fase de construção  sendo um deles de grama sintética (todos oficiais), quadra de areia para vôlei e futvolei, quadra esportiva, quadra de tênis, parque infantil com vários brinquedos,  parque aquático com duas piscinas, amplo estacionamento, sede social, salão de jogos, módulo com vestiários masculino e feminino  e bar na área esportiva, além de uma praia maravilhosa.

Para este final de semana, uma vasta programação esportiva e social está sendo agendado pela diretoria, a fim de comemorar esta data com muito jubilo.

Dia 11 (sexta) -18 horas

Torneio de Futebol entre os associados que participam dos campeonatos de máster e seniors. Logo após o torneio será oferecido aos participantes um suculento churrasco.

Dia 12 (sábado) 09 horas

Torneio de futebol (adulto e juniores)  futvolei,baralho e dominó, entre associados das AABB de Ilhéus e  região, convidados para o evento.

Logo após os torneios será oferecido almoço aos participantes.

23 horas – BAILE DANÇANTE

Animado pela excelente Banda Sobmedida e show da cantora Márcia Alencar. As mesas poderão ser adquiridas na secretaria da AABB ou pelo telefone 3632.2282. O interessado, através do mapa do salão do Clube, escolhe o lugar onde quer sentar.

Dia 13 (domingo) – 09 horas 

Manhã esportivo (várias modalidades),com a participação dos ex-presidentes da AABB, aposentados do BB e associados do Baba da AFABBI. Várias homenagens serão feitas pela diretoria da AABB

11 horas – SOM AO VIVO com  sorteio de brindes.

José Antonio Ocké   –   Vice-Presidente

 

Maria Regina Canhos Vicentin em: Inclusão x Exclusão

Interessante perceber como estamos despreparados para a inclusão quando convivemos há tanto tempo com as deficiências. É impressionante; mas ainda hoje não queremos ver; recusamo-nos a aceitar. Os espaços sociais não são para todos? Então, porque criamos projetos nos quais as pessoas portadoras de necessidades especiais, mesmo diante de sua limitação, necessitam brigar para usufruir? Tiramos o problema da sociedade e o colocamos no indivíduo. Quer um exemplo? As vagas para deficientes existem nos estacionamentos, mas normalmente são ocupadas por quem não possui deficiência alguma. Acaso desejamos que o portador de necessidades especiais saia no tapa para assegurar a sua vaga? Quem deve ser responsabilizado por isso? A coletividade, lógico.

A inclusão precisa ser feita com a responsabilização da coletividade. Necessitamos quebrar essas paredes quadradas nas quais estamos inseridos. Se o projeto não está surtindo resultado, devemos nos perguntar qual o problema do serviço oferecido, e não qual o problema do indivíduo. É muito fácil colocar a culpa na pessoa excluída, afinal, ela já está excluída mesmo. Quem vai defendê-la e assegurar o seu espaço social?

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ASFALTO

Estive em Itabuna e, pra variar e como é costume de todo ilheense, sem querer comprar nadica de nada, dei um pulinho no shopping, apenas para ver a beleza das lojas e sentir aquele cheirinho gostoso de iguatemi.

No retorno, como de praxe, uma paradinha básica no Banco da Vitória, de preferência no restaurante Nosso Lar, pra morder aquele churrasco e, claro, algumas bohêmias pra deixar as idéias em ordem.

Já acomodado no meu canto, algo me chamou a atenção e deixou a minha já preocupada mente em alerta.

Lembrei-me que tinha passado por algumas ruas de Itabuna e vi a abundância de asfalto novo, muitas ruas recebendo o betume e outras sendo recapeadas.

Pergunto: onde é que o glorioso Capitão está arranjando dinheiro pra manter uma usina de asfalto, máquinas e equipamentos? Não sei onde está conseguindo e nem quero saber, apenas fiquei muito puto da vida com a situação da minha querida cidade que não dispõe de nada disso.

É chato pra cacete a gente ficar retado com o progresso dos outros e sentir o caos instalado na nossa casa, onde não se faz e não acontece nada e os recursos ninguém sabe, ninguém viu.

Triste sina dispor de uma natureza intocável, belas praias e ter que ir a Itabuna pra sentir o cheiro forte de asfalto cobrindo as ruas.

Se não fosse as bohêmias com certeza iria ter dor de cabeça só de estar lembrando a nossa triste situação.

Mas como agora o partidão assumiu o comando (como eles dizem pra quem quiser ouvir e acreditar), quem sabe um dia poderemos ter a operação tapas buracos que está prometida há muito tempo, quem sabe…

Agora vai, vai, vai, venha logo que não agüentamos mais de tanto desprezo, falta de compromisso, de responsabilidade.

ZÉCARLOS JUNIOR

ILHÉUS BEM REPRESENTADA NA CORRIDA TRACK AND FIELD, EM SALVADOR

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No último dia 30/10 milhares de corredores tomaram as imediações do Shopping Salvador, naquela cidade, para disputar os 5 e 10 Km de uma das corridas mais tradicionais do Brasil, o Circuito Track and Field, marca conhecida mundialmente no mercado esportivo.

Ilhéus esteve representada pelo Clube de Corrida VO3, com ótimo rendimento dos atletas, dentre estes Rita Márcia Kruschewsky, que cravou 48 minutos e 30 segundos, vencendo sua faixa etária e se colocando em sexto lugar no geral.

Outros atletas do Clube obtiveram excelente rendimento, dentre estes Leonilla Romero (Leo), Maria Isabel Pacheco (Bel), Juliana Midlej e Fábio Barreto.

O VO3 tem apoio da Bahia Mineração e coordenação de Alberto Kruschewsky e Francisco Bueno.

Assim nasceu o Tengão…

BLOCO CARNAVALESCO CAMPEÃO DOS CARNAVAIS DE ILHÉUS

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Em 1971, Zé Pretinho (Jose Carlos dos Santos) e Chico Cabeção (Eronildes Miguel dos Anjos) foram à cidade de Vitória da Conquista para assistir a uma exposição de animais/agropecuária. E naquela cidade só ouviam falar: Tengão vem ai, cuidado com o Tengão! Ai perguntamos: “o que é Tengão?” nos informaram que era um bloco de carnaval.

Chegando a Ilhéus, resolvemos após de uma dissidência de Caixambi de Jovelino a fundar o bloco com o nome do Tengão.

Saímos no ano de 1973 com a fantasia de mini-saia e frente única, com caixa de nylon e 01 surdo (105) e alguns instrumentos pequenos como: tan tan, panelinha, reco reco, agogô, pandeiro, etc…

Em 1974 com vários amigos, conseguimos fundar uma Associação  que foi considerada de utilidade pública municipal através de lei.
RELATO

Em 1975, no governo do Prefeito Ariston Cardoso, descemos para competir e concorrer com outros blocos como CAXAMBI, SÓ O AMOR CONSTRÓI, BLOCO DOS TRINTA, ARRASTÃO, ABÓBORA SELVAGEM, ADEP e A ZORRA.
Em 1975 fomos campeões, em 1976 bi campeões e  em 1977 tri ca

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mpeões

Fomos tetra, penta e chegamos ao hexa. Depois teve um ano que descemos só para se apresentar com hos com cour.

A bateria do Tengão era composta de 90 componentes, 12 músicos de sopro e mais de 200 foliões.

Que me lembro: 04 bombos, 12 caixas de nylon, 10 surdos (105), 02 treme treme, 15 marcações, 15 tamborins, panelinhas, cuíca, prato, reco reco e ganzá.

Bateria esta que era comandada por Manoel Ferreira Costa, conhecido como Manoel do Cartório.

  A estrada para o SUCESSO não é uma reta! Há curvas chamadas fracassos. Quebra-molas chamados AMIGOS. Farois de advertências chamado FAMILIA. Pneus furados chamados desemprego. Mas se voce tiver um stepe chamado FE e um motorista chamado JESUS, voce chegará em um lugar chamado SUCESSO…     

Fotos Jesus Cristo
Enviada por

Sérgio Luiz Cardoso Leal

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) O AGRADECIMENTO DE IRMÃ DULCE A UM ILHEENSE.
2) A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO DA PONTE ILHÉUS-PONTAL EM FOTOS (2)
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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ILHÉUS / Lavagem Ecológica de Veículos

TRAGEDIA

De: JB DE ILHEUS
Assunto: TRAGEDIA

Corpo da mensagem:
ACABOU DE FALECER A POUCO O MOTORISTA DE ONIBUS DA EMPRESA VIA METRO, AQUI NAS IMEDIAÇÕES DA ANTIGA RAMOS. ELE PASSOU MAL, MAIS COMO PROFISSIONAL QUE ERA, CONSEGUIU PARA O ONIBUS, DESLIGAR O VEICULO, SAIR DA SUA CADEIRA E PASSAR PARA A CADEIRA DE TRAS. ONDE JA COM UMA INTENSA DOR E EM ANDAMENTO COM O INFARTO. CHEGOU AO FALECIMENTO, DENTRO DO SEU TRABALHO. MAIS TEMOS QUE FALAR AQUI TAMBÉM, QUE VARIOS PASSAGEIROS E MORADORES DA IMEDIAÇÃO, LIGARAM VARIAS VEZES PARA O SAMU, QUE DEMOROU NO MINIMO 20 MINUTOS, ALEGANDO QUE ACHAVAM QUE SE PASSAVA DE TROTE(QUE INFELICIDADE) QUERO AQUI DAR MEUS SENTIMENTOS A FAMILIA DO MOTORISTA.
QUE DOMINGO TRISTE!.


Esta mensagem foi enviada através do formulário de contato do site R2CPRESS | A Letra Fria da Verdade http://www.r2cpress.com.br/v1

BOAS LEMBRANÇAS DO PORTO ANTIGO

De: Jose Renato Ribeiro
Assunto: BOAS LEMBRANÇAS DO PORTO ANTIGO

Corpo da mensagem:
Meu caro Joao Otavio, foi muito bom voce ter reativado minha memoria. Sinceramente eu sabia que existia um outro Rebacador, so nao lembrava o nome, como tambem qual dos dois, o Sampaio Ferraz ou o Romeu Bastos, naufragou apos sair da boca da barra, puxando alvarengas, deixando como vitima fatal o seu Comandante.Nao me lembro tambem do nome de um Rebocador todo quadrado e se nao me engano pertencia a Cia. D’BRUSSEL.Gostaria muito de rever essas fotos.Me ajude.Grato pela lembrança.


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Na Academia de Letras de Itabuna

(Discurso proferido por Cyro de Mattos na instalação da Academia de Letras de Itabuna – ALITA, auditório da Faculdade de Ciência e Tecnologia, 5/11/2011).

Ilustríssimo Senhor Presidente da Academia de Letras da Bahia, escritor Aramis Ribeiro Costa, Excelentíssimo Senhor Presidente da Academia de Letras de Itabuna, Dr. Marcos Bandeira, ilustríssimas autoridades presentes ou aqui representadas, meus senhores, minhas senhoras.

Começo fazendo dois registros. O alegre vem do  presidente da Academia de Letras da Bahia, escritor Aramis Ribeiro Costa, para  quem  o  jornalista e cronista Antonio Lopes já teceu   as merecidas referências e homenagens.  Ressalto que cada dia vou vendo  mais como a vida precisa de pessoas como Aramis Ribeiro Costa. Homem de finos tratos, culto, cordial, sincero. Formado em Letras, médico conceituado em Salvador. Participativo presidente da Academia de Letras da Bahia. Sobretudo é um escritor, que transita com facilidade no conto, romance, poesia e literatura infantil. Não posso deixar de considerar que para mim é no conto que desponta sua obra como uma das perpendiculares das letras brasileiras contemporâneas. Sou seu leitor e admirador, desde muito tempo,  daí incluir um de seus contos, “Dez Anos depois”, um primor de narrativa curta, na antologia  “O Conto em Vinte e Cinco Baianos”, livro que organizei e que foi adotado para o vestibular da Universidade Estadual de Santa Cruz, durante  o período de três anos. Aramis Ribeiro Costa possui uma fluência admirável na escrita que seduz. Imaginação fecunda quando desenvolve uma história para flagrar instantes críticos da vida. Sua prosa de ficção curta movimenta-se  na linhagem do conto tradicional,  à maneira de Guy de Maupassant e do norte-americano  O. Henry, com uma linguagem de apreensão fácil, que no seu escorrer espontâneo vai erguendo pequenos e grandes mundos.  Ele é   instigante nas observações que faz da vida,  através de  personagens frutos de um legítimo criador de gente, por quem conhece os seres e as coisas no lado invisível da alma,  no ilogismo das ilusões e decepções,  mas ainda assim auscultados com ternura. Expõe bem a psicologia das criaturas que pretende situar no discurso coeso. Uns autores  preferem armar  a história   com a palavra transgressora que  recria a vida. Outros, como Aramis Ribeiro Costa, prefere criar uma  história com a linguagem simples e comunicativa da vida. Senhor escritor Aramis Ribeiro Costa, amplo e denso ficcionista, competente  presidente da Academia de Letras da Bahia, Itabuna sente-se honrada com a sua presença, que abrilhanta e enriquece muito este momento.

O registro triste vem do escritor, tradutor e jornalista Marcos Santarrita. Pertenceu à minha geração, em Salvador, naqueles idos de 1959 a 1964,  juntamente com o Alberto Silva, Carlos Falck,   Adelmo Oliveira, Fernando Batinga, Ildasio Tavares, Oleone Coelho Fontes, Maria da Conceição Paranhos e  Ricardo Cruz, entre outros.   No final de cada semana, lá estavam alguns desses companheiros em algum bar, na  Rua da Ajuda,  para,  entre goles de cerveja e muita conversa, percorrermos   os jardins quentes da noite. Falava-se e discutia-se sobre Kafka, Sartre, Brecht, Proust,  Joyce, Faulkner, Camus. Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa,  Graciliano Ramos, Autran Dourado, Aníbal Machado, Lúcio Cardoso, Lima Barreto, Adonias Filho, Jorge Amado. Maiacowsky, Fernando Pessoa, Mario de Sá Carneiro,  Carlos Drummond de Andrade. Garcia Lorca, Robert Frost. Aristóteles, Carlos Bousoño, Dámaso Alonso, Kurtius, Oto Maria Carpeaux. Marx, Garaudy, Lukacs.   Ficávamos inflamados quando comentávamos algum livro desses grandes escritores. Nossos quase deuses no mundo. Nem sabíamos que estávamos sendo escolhidos pela orquestração do destino para exercer tempos depois  o solitário e solidário exercício da vida com a  arte da palavra. De todos nós, Marco Santarrita era o mais revoltado com as traições  da vida. Leitor voraz, buscando equilibrar-se entre as crenças e os vazios do desespero. Eu dizia que ele era o nosso Lima Barreto. Ele não gostava. Completava que ele seria o nosso Dostoievski, ela tinha aquele sorriso que alargava o rosto. Não havia outra opção para ele, a não ser o de se tornar um grande escritor.  Ah, o tempo, que sabe todos os transes e trânsitos,  une e dispersa. Cada um de nós depois tomou o seu rumo, empreendeu o seu vôo nos caminhos da vida.  Pensando naqueles anos adolescentes é que fiz esse poema:

Passarinhos

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GRUPO ESCOLAR GENERAL OSÓRIO. De quem será culpa se ele desabar/desaparecer?

CRONOLOGIA

1915 – Na gestão do Coronel Antonio Pessoa, em pleno apogeu do cacau, o Edifício do Grupo Escolar, posteriormente denominado Grupo Escolar General Osório, foi construído.

Os dados a seguir, que descrevem o edifício, foram extraídos de um artigo da Profa. Maria Luiza Heine, publicado no seu blog Ilhéus… com amor, em http://ilheuscomamor.wordpress.com/.

“O edifício é de um só andar, tendo de frente vinte e cinco metros por 26,60 metros de fundo, tendo um porão de 2,50 metros de altura.

As salas para as aulas têm todas entradas independentes e são em número de oito, todas de área de 48 metros quadrados, calculadas para uma lotação de 40 alunos; são todas bem ventiladas e recebem luz direta. O edifício tem no centro um pátio com 120 metros quadrados, onde serão feitas as instalações sanitárias e higiênicas; de cada lado do prédio há uma área destinada ao recreio dos alunos”. O prédio foi inaugurado em 31 de dezembro de 1915, na gestão do Coronel Antonio Pessoa, intendente que o construiu. Como curiosidade da época, ainda permanece, na parte frontal, a divisão em “sexo feminino” e “sexo masculino”, tendo sido a primeira escola pública do município.

Posteriormente a escola foi chamada de Grupo Escolar General Osório. Durante muitas décadas foi uma escola exemplar, tendo sido frequentada por alunos de todas as classes sociais. Manoel Carlos Amorim de Almeida, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Ilhéus, falecido há algum tempo, tinha muito orgulho de dizer que estudou lá.”

Fotografia da década de 30, com a praia urbanizada com o plantio dos pinheiros. À direita o busto de Castro Alves. Ao fundo, o “Sétimo Céu”, na Ladeira do Bispo. (Acervo: Maria de Lourdes Nora)

2002 – Com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, o Grupo Escolar General Osório foi transformado em Biblioteca Pública.

2004 – O prédio do Grupo Escolar General Osório, onde funcionava a Biblioteca Pública Municipal foi pintado pela última vez.

2005 – Newton Lima toma posse como Vice-Prefeito de Ilhéus.

2007 – Em virtude da cassação de Valderico, Newton Lima, na qualidade de Vice, toma posse como Prefeito de Ilhéus.

2009 – Newton Lima toma posse como Prefeito eleito de Ilhéus

Março de 2011 – Um laudo técnico assinado pelo engenheiro civil Hermano Fahning, Diretor de Operações da Secretaria Municipal de Planejamento, determinou a imediata suspensão das atividades na Biblioteca Pública de Ilhéus, que apresenta sérios problemas em sua estrutura e pode vir a desabar. O histórico prédio, localizado na Praça Castro Alves, Avenida Soares Lopes, vinha há anos sofrendo com problemas de infiltração e rachaduras nas paredes.

Novembro de 2011 – No dia de finados, 02.11.2001, até como uma crônica de uma morte anunciada, tirei as fotos a seguir, que mostram a atual do Grupo Escolar General Osório:

 

 

Em 2012 teremos uma festiva comemoração do centenário de Jorge Amado (1912 – 2012), mas do jeito que as coisas andam, e se nada for feito e com urgência, provavelmente não teremos, em 2015, a comemoração dos 100 anos do Grupo Escolar General Osório.

Mas uma coisa deve ficar bem clara aqui. Caso nada seja feito e o Grupo Escolar General Osório venha a desabar/ser demolido, para dar lugar, talvez, a um moderno prédio de apartamentos, pelo menos 3(três) pessoas ficarão para posteridade como diretamente responsáveis pelo desaparecimento do Grupo Escolar General Osório: Lidiney Campos, Secretária de Educação, Mauricio Corso, Presidente da Fundação Cultural e o principal responsável, Newton Lima, Prefeito de Ilhéus. Com certeza Ilhéus não os esquecerá NUNCA.

Mas na realidade os maiores culpados teremos sido nós, ilheenses, por nada fazermos para mudar esta vergonhosa situação em que vive o “General Osório”.

Carlos da Silva Mascarenhas

[email protected]





















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