Foi com título dessa reportagem, que ouvimos dos visitantes que chegam à nossa cidade, afirmando que ficam completamente sem segurança para ir e vir dentro de Ilhéus.Não existe comunicação, tudo pela falta de planejamento no Setor da Administração de Turismo.

De um lado os assaltos em que são subtraídos os pertences pessoais, no caso bolsas de mulheres, máquinas fotográficas, filmadoras e o tradicional celular, o mais querido da turma do arrastão.

Por outro lado, a falta de orientações para se acomodarem e dando margem realmente do alcance de um hotel seguro, onde ficar e qual o custo. Esse qual o custo, refere-se ao fato de cobranças exorbitantes, tanto nos pernoites, como nos serviços prestados em bares, restaurantes, hotéis e pousadas com fornecimentos de alimentações.

Na orla que dá acesso ao balneário de Olivença, o almoço, o tira-gosto, e as bebidas em geral são de matar, não só à vontade de alimentar-se, como o desejo de pagar a conta e não voltar mais a Ilhéus.Sem contar com o tradicional 10% do garçom, depois de todas as transformações nas arrumações para levar as despesas aos clientes, e claro que não todos os donos de barracas de praia, pousadas e hotéis que agem assim, apenas os “espertos”.

Não estamos denunciando ninguém, somente pedindo menos nas atitudes na falta de transparências nas cobranças de contas, e esperando maior respeito com melhor atenção com os cidadãos que nos visitam.Eles lá em suas cidades quando do seu retorno, dirão o que viram em nossa cidade e como faram realmente tratados.

Finalmente, um assunto muito sério são os locais das praias da nossa imensa orla litorânea, que não possuem placas informativas, onde os banhistas podem ficar à vontade para tomar seu banho de mar.

Devemos lembrar que têm banhistas que muitas vezes se excede na bebida alcóolica e vão tomar banho de mar sem condições de imaginar os locais seguros e quando não sabem nadar é um Deus nos acuda. Quantos freqüentadores das praias de Ilhéus perdem suas preciosas vidas morrendo afogado.

Vale essa observação aos amigos que nos visitam e não conhecem os perigos das nossas praias, que sejam mais comedidos, atenciosos e perguntem como se protegerem dos perigos das ondas do mar e os locais impróprios e proibidos. Assim, se as autoridades responsáveis por essas providências vitais para a sobrevivência das pessoas, seres humanos, não assumem à sua parte, então cada um cuide da sua própria vida.