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Mês fev/2012

Acho que agora vai

Oi,
Já estou em Salvador cercado e amparado pelos AMIGOS/IRMÃOS do GOEB. Cheguei cedo, fui com o ex gordo Omar Rabat para o aptoº de Tia Olguinha tomar café e esperar o horário da ida pro hospital conversar com a anestesista. Depois de senhas e esperas fui para a tal pré consulta. Depois, para a triagem que, ali, montam uma espécie de prontuário digital. Saí de lá com tudo dentro dos conformes e, praticamente definido: internamento amanhã lá para as 14 hs e a cirurgia dia 29.
Alguns problemas nos pulmões adiaram a cirurgia para segunda feira 5 de março, às 7hs30. Os problemas pulmonares foram corrigidos mas continua o monitoramente de maneira sistemática.
Estou confiante num resultado positivo. Essa PAZ que estou experimentando é a cara de ZOINHO DE MÃE. Importante dizer que com as correntes de orações (fiquei sabendo) o astral foi lá pra cima. A maneira como tratamos, aqui no site, as mais diversas/variadas “denominações religiosas” ao que parece nos credenciou a sermos alvos de tamanha deferência. Igreja Católica (3 paróquias com seis grupos de orações), Igrejas Evangélicas (3), Terreiros de Candomblé (1), Centros Espíritas (3), Leitores e Leitoras do site (incontável), uma coruja com o terço da misericórdia, dedilhando as contas e mandando seus pedidos lá pra cima com endereço para o povo que vai iluminar os procedimentos cirúrgicos, mostram que esses evolvidos (religiosidade) perceberam e aceitam a maneira como respeitamos, divulgamos e caprichamos nas montagens no sentido de mostrar – o que eles mandam – aqui no R2CPRESS.
O que, na verdade, estou mais sentindo é por esse tempo todo que o site ficará parado. Prometo que assim que eu tiver um pouquinho de condições vou arrumar uma maneira de colocar algumas coisas aqui mas, tenho consciência que vai demorar. Duas pontes de safenas não é brincadeira nem antes, nem durante e pior: depois …
Agora vou para um cantinho que tem aqui no GOEB conversar com o AMIGO/CHEFE Jota “GENTE BOA” Cristo.
Beijão pra todo mundo e se for da vontade da BARCA CELESTIAL em alguns dias estarei de volta.
Grande e Fraternal abraço e fiquem com DEUS (Sempre!).
Rabat .’.
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V FEIJOADA DO BODE. I M P E R D Í V E L !!!!!!

SE CONTAR, NINGUÉM ACREDITA

A péssima qualidade no atendimento do comércio de produtos e serviços não é coisa que só se vê em Ilhéus.
Há poucos dias, em Salvador, entrei numa dessas lanchonetes americanizadas, num shopping center, às 10:30 da manhã, e pedi um sanduíche de aparência bonita e nome pomposo, double cheddar. Pra minha surpresa e indignação, a atendente falou: “não dá pra sair esse, o pão ainda não chegou”.
O episódio me remeteu a alguns anos atrás, também em Salvador, onde passei situação semelhante. Num restaurante, pedi camarão empanado e o garçom me disse que aquele prato não poderia sair. Pensei, no ato, ser falta de camarão, período do defeso, etc; no que ele completou: “…estamos sem ovos pra fazer o empanado” (com uma mercearia a 50 metros e um supermercado a 100).
Coisas da nossa velha e querida Bahia…

Nilson Pessoa

Existe “ex-homenagem”?

Djalma Fernandes

Lembro de uma reportagem na época da copa da França, onde queriam homenagear um ex-jogador de futebol, Michel Platini, dando o seu nome a um dos estádios da copa.

Michel por sua vez, não aceiou a homenagem, por dizer “estar vivo”, e quem deveria receber esse tipo de homenagem, deveria estar morto. Achei uma falta de respeito de Michel.Do que adiantaria receber essa homenagem depois de morto? Ser lembrado vivo, reconhece que você esta no caminho certo, pensava eu assim.
Durante um boa parte de sua vida, meu pai se dedicou a AABB de Ilhéus. Foram dias dos pais, das mães, das crianças, de fim de ano de funcionários. Enfim, vários domingos que poderia estar em casa com família, estava com diversas famílias formando uma só família, que era a da AABB.
Fui testemunha das brigas em casa com sua esposa, por se dedicar demais ao clube. “as pedradas” que levou quando fez parte de várias diretorias(
agradar a gregos e troianos é difícil). Se dedicou em reformas de campos, salão de festa, dos bares, etc.
Quando se menos esperava,(pois nunca devemos ajudar esperando um reconhecimento, assim diz meu pai) na entrega da reforma geral do clube, meu pai foi agraciado com a placa dando seu nome a um dos campos que ajudou a reformar.
Foi um dos dias mais feliz de minha vida. Ver meu pai se reconhecido pelo homem que é, me sinto no dever de seguir seus passos. Ele se emocionou, junto comigo, minha mãe e minha esposa. Toda vez que entra no clube, ele olha a placa sabia? Ele me fala do orgulho que sente daquela placa, do orgulho de ter ajudado o clube.
Mas nesse final recebi meus pais aqui em Maracás. Como de praxe, meu pai toma um remédio para controlar a emoção(ele teve avc) quando rever a família, ou quando vai se despedir. No dia de ontem, domingo, que não era dia de despedir, tomou esse remédio novamente, o que achei estranho, pois ele retornaria no dia de hoje para Ilhéus.
Ele me procurou e queria fazer um desabafo. Fiquei preocupado. Pensei que era doença, dinheiro. Mas era pior. Era a dor do sentimento.
Informaram a ele que o campo que ele ajudou a reformar e que tinha seu nome, iria ser retirada a placa para homenagear um sócio clube já falecido.
Fiquei pasmo. Não esperava isso da clube que ele mesmo considera como sua segunda casa. Não tem um dia que meu pai não fale da AABB. Todo fim de baba dos aposentados e da maçonaria, ele me liga para falar como foi, se fez gol, a comemoração com dancinha(sem comentários).
Não sou contra a fazer homenagem ao Carlitão, que por sinal, foi uma grande amigo de meus pais. Ele também ajudou muito o clube, isso não se pode negar.
Não tive oportunidade de conversar com minha família, acredito que ninguém esteja sabendo. A tristeza é profunda, coração magoado com Ilhéus.
Sinto falta dos amigos dessa terra maravilhosa. Mas o grande defeito da sociedade de Ilhéus é esse: desrespeito.

O INFELIZ DISCURSO DE DANIELA MERCURY

Esta semana vi vinculado em vários meios de comunicação o discurso feito pela senhora Daniela Mercury acerca das mazelas sociais desse país, bem como, sua critica a Policia Militar da Bahia, e posso afirmar que em toda minha humilde vida nunca presenciei palavras tão hipócritas e vazias. Querer falar em igualdade social em um carnaval que se tornou um verdadeiro apartheid social é no mínimo um contra senso, basta observar a estrutura montada no circuito carnavalesco para perceber que tudo ali sugeri um divisão.

Para começar, vamos falar da pipoca, onde um amontoado de gente se diverte aos empurrões, já que o espaço delimitado para estes é o menor possível, e quem ousar invadir o espaço alheio vai sofre as consequências, pois, as cordas e os cordeiros dos blocos estão lá para demarcar ate onde eles podem ir. Logo depois vem os blocos, que tem dentro dessa divisão, os humildes, os intermediários e outros totalmente impermeáveis para as camadas mais inferiores da sociedade, já que estes custam cifras totalmente fora da realidade dos simples mortais . Por fim os camarotes, que tem em sua divisão uma característica bem parecida com a dos blocos, tendo os mais simples ate os mais caros, as babilônias flutuantes da avenida, com é o caso do Camarote Casa da Daniela Mercury, onde só que tem o privilégio de ter acesso a preço de ouro a mais alta burguesia, e não falo a burguesia baiana, falo a nata nacional, tirando os globais, os políticos e outras altas personalidades, porque esses não pagam, são convidados.

Em seu discurso ela fala em ética, democracia e respeito. Não entendo que democracia é essa, onde uns tem tanto e outros quase nada, não entendo que ética é essa onde uma mulher que não sabe nada de segurança pública emite sua opinião frente a milhares de pessoas, desqualificando profissionais que nada mais querem a não ser um salario digno para poderem dar uma vida melhor seus familiares. E o respeito? Porque a senhora Daniela não cobrou respeito ao Governo do Estado que em seus atos de prepotência e arrogância deixou a situação se agravar tanto? Porque não cobrou dos governos mais investimento na segurança, na saúde, na educação? Vocês podem ate me chamar de ignorante, mais tenho saudade daqueles tempos em que nossos atores, músicos, artistas emitiam opiniões sensatas e verdadeiras em prol dos mais necessitados, dos trabalhadores, da sociedade suas vozes sempre ecoavam a favor do justo. Hoje o que observamos são marionetes a serviço de determinadas redes de comunicação e de algum governo, pois o que se percebe é a total dependência desse profissionais as essas entidades. Temos que ter consciência de que a luta por uma democracia verdadeira nasce nos seios da massa, do povo, dos cidadãos.

Estamos cansados de ouvir pessoas que não tem nenhuma qualificação para falar de determinados assuntos, e só por que são pessoas publicas acham que podem emitir juízos de valores sem se preocupar com a repercussão. Chega de alienação, precisamos começar a pensar, sem a interferência dos meios de comunicação ou dos seus fantoches, precisamos começar a construir nosso próprio caminho, nossa própria história, pois só assim conseguiremos no futuro dias melhores.

José Adriano Nascimento Graduado em Filosofia pela UESC, aluno de Direito na Faculdade de Ilhéus e Policial Civil do Estado da Bahia.

Prefeitura Municipal de Ilhéus

Prefeito inaugura pavimentação da avenida principal em Inema
III Conferência Municipal de Meio Ambiente será realizada nesta quinta-feira em Ilhéus
Shows e mega produção musical marcam a programação de março do Teatro Municipal
Grupo Ki Dance vence o V Concurso de Dança do Projeto Ilhéus Fitness

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Zé Carlos Junior

De: Tyrone Perrucho
Assunto: Zé Carlos Junior

Corpo da mensagem:
Senti saudades da velha Ceplac ao ler sua matéria sobre a Ceplac de tempos idos. A cada vez que leio coisas assim, sinto mais saudades daqueles tempos gloriosos. Boas lembranças, as suas, que reativaram as minhas, sempre latentes. Envelhecer é o único meio que se encontrou de viver muito, já se disse por aí, e é envelhecendo que a gente sente saudades gostosas como essas, da querida Ceplac de antigamente, e de velhos companheiros de outrora, como você. Um abraço.


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Luiz Castro em: DECOLORES

AS SABADADAS
Lembro-me que até poucos tempos existia um grupo de amigos na cidade nova que se reuniam aos sábados para jogar conversa fora, a base de um bom whisky e um seleto almoço.
Também na casa de Sá Barretto tinha o habito de reunir seus amigos aos sábados para aquele bate papo . Os visitantes freqüentes moravam próximo a sua residência a exemplo de Hermilo Farias, Coronel Fonseca, Zito Cardoso, Cabo Asterio, Augusto Paraiso, Gastura, Chico do Povo, Mesquita, além da minha pessoa.
O bate papo era o mais variado possível. As bebidas eram servidas ao gosto do visitante, como também os deliciosos acepipes feitos pela cozinheira Alzira. Segundo Sá Barretto a cozinheira dormia com as mãos na virilha no intuito de acertar o tempero do manjar a ser servido.
Tive oportunidade de participar de vários encontros em sua residência, inclusive com os escritores Jorge Amado, Adonias Filho, Waldir Pires e a atriz Lucélia Santos, por ocasião de sua apresentação no Teatro Municipal de Ilhéus.
Sá Barretto sempre foi um homem espirituoso, tinha sempre uma estória para contar, era bastante versátil e engraçado.
Certa ocasião ele contou um episodio que aconteceu na pensão Vasco , que funcionava onde hoje é o prédio do Banco do Brasil.

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BOAS NOTÍCIAS DO NOSSO PÓLO DE INFORMÁTICA

Notícia publicada no site da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração do Estado da Bahia, em www.sicm.ba.gov.br , e que transcrevemos a seguir, mostra que o nosso Pólo de Informática, apesar dos seus muitos problemas e do pequeno apoio que tem recebido tanto do Governo municipal como estadual, AINDA VIVE, e poderá ter vida longa e produtiva se as ações governamentais que vem há muito sendo discutidas, forem tomadas com urgência.
Vamos cobrar do Governador Wagner, os investimentos e as políticas públicas que vêm sendo apontadas, desde a criação do nosso Pólo, como necessárias para a sua consolidação.

27 fevereiro 2012
Positivo atinge 1 milhão de monitores em Ilhéus
Instalada no Polo de Informática de Ilhéus, a empresa produz monitores LCD e computadores
Saiu da fábrica de Ilhéus, no sul da Bahia, o monitor de número 1 milhão da Positivo Informática, maior fabricante de PCs e líder de vendas no país. Instalada desde 2008 no Polo de Informática de Ilhéus, a empresa produz na unidade baiana os monitores LCD com tecnologia LED de 15,6 e 18,5 polegadas que acompanham parte dos desktops da marca.
A Positivo chegou ao milionésimo monitor em meados deste mês. A fábrica da Bahia produz também computadores, que são comercializados no mercado doméstico e na Argentina. Atualmente são produzidos na Bahia 10 mil computadores e 70 mil monitores por mês. Além de Ilhéus, a empresa mantém fábricas em Manaus e Curitiba.

Fonte: Correio da Bahia
Carlos da Silva Mascarenhas
carlos.consultic@gmail.com

VENDO MOTO HONDA BROS ESD 2008

De: VICTOR BADARÓ
Assunto: VENDO MOTO HONDA BROS ESD 2008

Corpo da mensagem:
VENDO MOTO HONDA BROS ESD 2008 COMPLETA! ÚNICO DONO, PERFEITO ESTADO DE CONVERVAÇÃO , KIT E PNEUS NOVOS E REVISADA! NÃO PERCA ESSA OPORTUNIDADE!


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Missa de 1 Ano

A família do saudoso advogado e professor DJALMA EUTÍMIO DE CARVALHO convida parentes, amigos e colegas para a Missa de Hum Ano do seu falecimento, que será celebrada nesta terça-feira, dia 28 de fevereiro de 2012, às 18 horas, na Catedral de São Sebastião, Ilhéus, Bahia.

AABB – INAUGURAÇÃO

De: jose antonio ocke
Assunto: AABB – INAUGURAÇÃO

A AABB de Ilhéus tem a grata satisfação de convidar os seus associados e familiares para prestigiarem a solenidade de inauguração do seu campo oficial de grama sintética, que acontecerá no próximo dia 03.02 (sábado) a partir das 19 horas.

PROGRAMAÇÃO:
* solenidade de abertura com a participação da banda de música da Policia Militar;
* inauguração da placa com o nome do campo “Carlitão”, em memória a Luiz Carlos Barreto de Figueredo;
* Concessão de diploma de Sócio Honorário a ALDAIR, ilheense, atleta da Seleção Brasileira que foi tetra-campeão mundial em 1994;
* homenagem a atletas que se destacaram no futebol de Ilhéus;
* amistoso de inauguração: Veteranos de Ilhéus x Veteranos destaques no futebol nacional;
* seresta – som ao vivo – nos salões da AABB

José Antonio Ocké
vice-presidente


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MENSAGEM DA SEMANA

Caros amigos e amigas,

BONDADE DE DEUS

Nós somos mendigos de Deus.

Os que têm dinheiro, pedem paz.

Os que têm paz, pedem amor. Os doentes reclamam saúde. Os oprimidos exigem justiça. Os errantes querem pouso. Os infamados suplicam verdade. Os intranqüilos mendigam a fé. Os orgulhosos esmolam humildade. Os humildes vêm a Deus e aí se tornam pequenos grãos de milho.

Não há quem fique sem pedir. Mas, não há quem, pedindo, fique sem receber.

É a infinita Bondade de Deus à qual nós temos que agradecer. (J.S.Nobre)

Diante deste texto, procuremos em todas as horas agradecer a bondade e caridade do nosso Deus.

Que todos tenham uma semana de PAZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.

ZÉCARLOS JUNIOR

A morte do tradutor de Guimarães Rosa para o alemão

Oi Rabat,

Só agora sei da notícia. Morreu em janeiro Curt Meyer-Clason, o grande tradutor de autores latino-americanos na Alemanha. Que coisa lamentável. Pessoas como Curt Meyer-Clason não deviam morrer. É uma perda sem tamanho para a humanidade, de grande tristeza para a literatura ocidental e, em especial, para os autores latino-americanos. A literatura brasileira chora muita essa perda.

Tive a sorte de ser traduzido por ele. E graças à sua tradução, meu livro “Zwanzig Gedichte von Rio und andere Gedichte” (Vinte Poemas do Rio e Outros Poemas” foi publicado na Alemanha, pela Projekte-Verlag, de Halle. Foi a maior alegria que tive em minha modesta carreira literária. O maior prêmio que recebi. Ele se correspondeu comigo. Guardo suas cartas como um tesouro que não tem preço. Pretendo publicá-las um dia.

Um grande abraço.

Cyro de Mattos

Curt Meyer-Clason, que morreu em janeiro, foi um dos maiores divulgadores da literatura latino-americana na Europa. Traduziu para o alemão obras seminais como “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, e “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez


Foto retirada por solicitação.
Ver comentário

Curt Meyer-Clason, o grande divulgador da literatura brasileira, latino-americana e portuguesa na Europa no pós-Segunda Guerra Mundial, morreu em Munique, sul da Ale¬ma¬nha, em janeiro, aos 101 anos.

Meyer-Clason, tradutor, escritor, editor, ensaísta e crítico, deixou uma obra incomparável — cujo volume e conteúdo só aos poucos é conhecida em sua profundidade. Seu nome não constava nas manchetes de primeira página — só nos círculos editoriais, entre autores e leitores. Os estudiosos do ramo terão décadas de trabalho para pesquisar, analisar e interpretar a enorme quantidade de documentos, registros, apontamentos que Curt Meyer-Clason produziu e deixou para a posteridade. Em seu acervo encontram-se, além disso, milhares de cartas de autores que traduziu.

Sua biografia é tão diversificada como os livros que traduziu. Por uma invulgar casualidade do destino, sua vida enveredou por um caminho que jamais planejara.

Curt Meyer-Cla¬son nasceu em 1910 em Ludwigsburgo, cidade próxima à Stuttgart, no sudoeste da A¬le¬manha. Seus ancestrais eram da nobreza; seu pai era oficial no exército prussiano. Frequentou o ginásio em Stuttgart e, em seguida, matriculou-se numa escola de co¬mércio. Era a carreira que pretendera seguir. Partiu para o norte da Alemanha. Em Bremen encontrou trabalho numa firma americana que atuava no ramo de importação de algodão e tinha filial em Le Havre. O jovem empregado aprendera, segundo suas próprias palavras, a “classificar algodão”. Do¬minava o inglês e o francês e por isso foi incumbido de tratar da correspondência da empresa, trabalho este que tornava necessário seu constante deslocamento entre Bremen e Le Havre.

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1° Domingo da Quaresma

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus

Na Quaresma celebramos a CF. No Texto base (n. 212-213) encontramos uma profunda reflexão sobre os enfermos dentro da Igreja: “Quem permanece por muito tempo próximo das pessoas que sofrem, conhece a angústia e as lágrimas, mas também o milagre da alegria, fruto do amor’. Com estas palavras, o Papa Bento XVI descreve uma experiência edificante do sofrimento. Na Igreja, os doentes evangelizam e recordam que a esperança repousa em Deus. Deste modo, no contexto eclesial, os doentes e os sofredores não se resumem a destinatários de atenções e de cuidados. Exercem o protagonismo na evangelização com um testemunho profundo, o do sofrimento aceito e oferecido, o milagre do amor”.
A Palavra de Deus, que ouvimos neste domingo, apresenta a destruição do mundo dominado pelo mal e pela morte e aponta o surgimento de um novo mundo e o nascer de uma nova sociedade. O dilúvio purifica o mundo do mal e faz surgir uma nova humanidade, plantada na gratuidade da aliança que Deus faz conosco.
A história  do dilúvio é muito antiga. Está na Bíblia porque tem ensinamentos muito importantes. Encontramos um ensinamento eterno sobre a justiça e a misericórdia de Deus, sobre a maldade do homem e a salvação concedida ao justo. Deus não castiga os homens. Somente tem amor por eles e os quer felizes. Deus não fica indiferente diante das ações e projetos dos homens. Suas obras boas e também maldades, egoísmos e injustiças não passam despercebidos diante de Deus.
Como Pai, Deus intervém para criar uma nova sociedade. O dilúvio não é um desastre provocado por Deus, mas um retrato da ruína que os pecados provocam.
No Salmo responsorial, cantamos: Deus eternamente fiel e amoroso, mostra-se como o Deus da salvação.
São Pedro proclama o kerigma, isto é, o conteúdo essencial da fé cristã: a morte do Cristo pelos pecadores e sua ressurreição. Acrescenta, todavia, um elemento original: “Ele foi também pregar aos espíritos na prisão”. O Catecismo nos ensina que: “Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados” (n. 632).

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ACIDENTE NO MALHADINHO DE AÇUCAR

Acidente a pouco aqui no malhadinho de açucar no canal… não se sabe se foi algum bebado ou se o carro foi roubado e bandidos abandonaram o carro e fugiram a pé.


Placa JSQ 5328 de valença. era +/- umas 15:30 quando cheguei da praia.

CEPLAC

Se aconteceu uma coisa boa na minha vida, foi o bom tempo da minha vida que passei na CEPLAC, dela recebi a régua, o compasso e o rumo na estrada.
Desfrutei do seu projeto inicial, de suas conquistas, dos inúmeros colegas professores, da sua estrutura e de sua meta social em benefício da região cacaueira da Bahia, Espírito Santo e outros estados do nosso Brasil.
Claro que dificuldades sempre existiram, mas eram passageiras e a gente tinha o domínio da situação e não dependia do governo central.
Neste sábado batendo um papo com amigos aqui no Bar de Leleco, inúmeros fatos foram lembrados dos bons tempos da CEPLAC, todos reconhecendo a importância que a empresa teve na região.
A conversa também girou nas dificuldades que os recém formados têm para encontrar um emprego e aí lembrei-me daqueles tempos que jamais voltarão.
Naquela época os concursos mais disputados na região eram os do Banco do Brasil e CEPLAC, e quem conseguisse passar era como tivesse tirado um prêmio gordo na loteria.
Os agrônomos formados na UFBA/Cruz das Almas e de outras universidades e os Técnicos e Práticos Agrícolas da EMARC/Uruçuca, ao concluírem seus cursos eram admitidos pela CEPLAC, passando por um pré-serviço e em seguida eram lotados nos diversos escritórios locais espalhados pela região.
Um detalhe interessante da admissão desses recém formados, era que os mesmos ao se apresentarem tinham a oportunidade de ter em mãos, via financiamento subsidiado, um veículo que serviria para os serviços de extensão rural e também para sua locomoção particular.
A maioria jamais tinha possuído um veículo, muitos nem a carteira de habilitação possuía, mas o veículo era um equipamento indispensável para a contratação do funcionário.
Não tenho conhecimento de que outra empresa tivesse esse tipo de procedimento.
Alguns ficaram tão excitados por ter em mãos um veículo próprio que na primeira viagem sempre acontecia algum imprevisto, tipo batidas, barbeiragens, fatos oriundos da felicidade e também ansiedade em segurar o volante do seu veículo.
A chegada de um agrônomo ou técnico agrícola numa cidade do interior era coisa de notícia em todos os locais, todos queriam conhecer o doutor que acabara de chegar.
Os escritórios locais tinham uma equipe da qual fazia parte o bravo pessoal administrativo, que era o grupo de apoio total e irrestrito ao pessoal de campo.
E com esse pessoal e o excelente trabalho realizado, a CEPLAC conquistou toda a região e tornou-se um modelo em assistência técnica, pesquisa e ensino.
E sua fama espalhou-se pelo país e no exterior.
Lá pras tantas da conversa no Bar de Leleco, alguns pitacos foram lançados quanto ao que restou da CEPLAC, dessa conversa me esquivei de participar, pois o que quero é ter na lembrança a CEPLAC que eu conheci, com sua estrutura sólida, com seus investimentos na mudança do perfil de uma região, dos inúmeros colegas que praticamente deram a vida pela instituição e da marca registrada de uma empresa vitoriosa no seu intento.
No concurso interno realizado para eleger uma frase que imortalizasse a empresa, saiu-se vitorioso o colega Florisvaldo Galvão (Flori), com a seguinte frase: “Aqui se faz sentir a força de uma lavoura.”
Se essa força ainda existe, só os colegas que ainda se encontram na ativa podem afirmar.
No mais, joguei num time que foi por várias vezes campeão, dando um show de capacidade técnica, administrativa e que contribuiu para a realização de inúmeras e importantes obras na região cacaueira da Bahia.
É muito bom lembrar o passado, principalmente quando esse passado foi cheio de glórias.

ZÉCARLOS JUNIOR

KILA HABIB PAIVA

“Guerreira e mãe. Essas duas palavras definem a indefinivel Kila. Mãe nossa e mãe de tantos outros que foram chegando ao longo da vida. Uma luz se apagou aqui na Terra, mas uma estrela brilha mais forte la no céu.


É assim que peço que lembrem dela, como uma estrela brilhante que nos conforta por conseguir brilhar numa imensidão negra. Enquanto ela brilhar no coração de cada um tenho certeza de que ela viverá, pois como um dia ela afirmou sobre meu tio, hoje digo por ela: Kila não morreu, ela apenas mudou de endereço! Agradeço a todos em nome de toda a familia pelo carinho e orações. Tenho certeza de que onde ela estiver estará olhando por nós e querendo que sejamos fortes e corajosos como ela sempre foi. E perto de partir ela disse: ” Posso partir, mas três coisas jamais perderei: minha família, minha dignidade e minha fé!”.

Kila – 16 de novembro de 1959 – 24 de fevereiro de 2012

A missa de sétimo dia será realizada na Paróquia Sagrado Coração de Jesus no Iguape no dia 1° de março (quinta feira) às 19h.

Bárbara Habib

PSICOMUNDO – FUNDAMENTAL SE TORNA OFERECER UM ABRAÇO

Diante de tantos acontecimentos bons ou ruins que a vida desse mundo nos apresenta, figuramos diante de um teste da nossa força de confiar e ter robusta fé na existência de Deus, pois são nos momentos de angustia que surge essa busca, e devia ser em todos os espaços da vida!Quantos sofrimentos surgem nesse universo de prantos e desencantos. Nunca foi tão importante à necessidade de oferecer um abraço ao nosso semelhante, principalmente, aqueles que às vezes fraquejam e duvidam da existência de um Ser Supremo e Onipotente no meio de todos nós.
Olhando o lado animalesco dos homens, indagamos: seria impossível imaginar se existe gente que quer se trucidar? Pois o que vemos atualmente são algumas casas vazias, móveis empoeirados, cadeiras que foram deixadas de ser usadas para um diálogo cordial e amigo entre as pessoas dentro do seio familiar. Olhando mais, vemos as paredes cheias de retratos de entes queridos! Pensando bem, nos preocupamos também com inúmeras igrejas espalhadas por nosso mundo, que estão se humanizando às vezes tarde demais para a grande necessidade da conquista da paz tão almejada e proclamada na vontade de Deus e tão amplamente divulgada nas manchetes de rádios, jornais e televisões.
Existe uma falta de atenção no detalhe que determina a preservação da espécie humana. Tem muita gente preferindo o exercício trágico de ser surdo, cego e mudo, criando seu próprio isolamento. Que tão longo se torna os caminhos da vida, se colocamos dificuldades em criar uma nova epopeia na nossa existência, deixando de destruir os alicerces arcaicos para uma nova estrutura. Ter uma visão das mudanças temporárias ou radicais para não sofrer com as transformações do mundo.Verificara ação do sentimento do abraço, porque é um ato de extrema importância para a espécie humana, em virtude de quedói muito se surgir aparente dúvidanessa atitude.
Tem muita gente necessitando de amparo e muita solidariedade! Imaginamos quantos gemidos enchem os hospitais; mulheres que se prostituem por chamados motivos honestos; mendigos e aleijados que anteriormente eram grandes profissionais receberam até medalhas de honras, hoje são restos heróicos! Inúmeras cruzes pela margem das estradas, deixando apenas lembranças de entes queridos.Foi à excessiva liberdade da pressa de chegar que deixou o apressado no meio do caminho, não mais seguirá a sua viagem.
Numa visão de conjunto com uma descrição abreviada, pois ao escrever o comentário de hoje, não estava muito satisfeito! Procurei analisar o que era tal estado de coisa, busquei os motivos, e nada! Julguei ser um mau humor passageiro, mas cheguei à conclusão finalmente do que era. E, talvez tardiamente descobrir por estava insatisfeito; foi que por momentos, por instantes vieram a minha mente recordações bonitas dos meus belos dias da minha infância, tempos estes que não voltarão jamais.
Estava descontente porque, hoje, adulto, por mais que queira, por mais que deseje, falta-nos algo de que tanto observo sua divulgação pelo mundo. Falta a compreensão robusta e sincera nos lares, falta o amor em sua essência maior, falta a amizade franca, falta a imensidão da confiança. Quando criança, a minha mãe num olhar sério e decisivo, observava quando eu passava por uma pessoa idosa! Seu desejo mais ardente sempre foi que eu pedisse a benção, era feita a sua sublime vontade, e nesse gesto quanto ganhei de carinho e proteção! Como seria diferente tudo, se houvesse mais comunicação, mais diálogo, mais abertura em torno de determinado assunto que fizesse bem a todos de forma indistinta. Descobri mais ainda, que a mentira era a grande responsável pelas discórdias, pelas guerras, pelas desordens em todos os setores da existência humana. Obrigado meus pais, descansem em paz, valeu a pena sua luta por mim, hoje venho oferecendo aos que me pedem honestamente a minha ajuda, lembrando sempre o que ouvia: ninguém vale nada sozinho.

Eduardo Afonso
73 8844-9147/9154-6888

Agradecimento

De: Pedro Ferreira Ramos Neto Assunto: Agradecimento

Corpo da mensagem:
MINHA ESPOSA FALECEU NO HOSPITAL CALISTO MIDLEJ EM ITABUNA

Faleceu no dia 24/02/2012 NO HOSPITAL CALISTO MIDLEJ EM ITABUNA minha esposa Conceição de Maria Habib Paiva Cajazeira Ramos (KILA) mas o objetivo desta mensagem não écomunicar ou publicar o seu falecimento e sim fazer três agradecimentos:
1º. Ao Deus que cremos e adoramos pelos 30 anos que me permitiu conhecê-la e conviver com ela;
2º. Aos médicos e funcionários do corpo de enfermagem do Hospital São José em Ilhéus pelo excelente atendimento quando do seu primeiro internamento.
3º. No seu segundo internamento no Hospital Calisto Midlej em Itabuna fui surpreendido por um fator que às vezes é pouco noticiado – o carinho, a humanidade, a dedicação e a eficiência que encontrei neste hospital. Minha esposa faleceu com dignidade e louvando a Deus, isto foi possível graças aos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, pessoal da limpeza e da nutrição e também aos recepcionistas e seguranças dessa instituição (não nomeei para não correr o risco de esquecer, por descuido, o nome de algum. Dentro de um mundo tecnocrata e impessoal encontrei no Pavilhão Maron amor, carinho, dedicação e profissionalismo, no melhor significado desta palavra. O corpo de enfermagem (enfermeiros e técnicos) superou em muito as minhas expectativas, apesar do seu número reduzido. Assim agradeço com todo meu coração a vocês que fizeram com que minha esposa realizasse sua última viajem dentro do que ela sempre pediu:”QUANDO EU MORRER NÃO QUERO TER PERDIDO TRES COISAS – MINHA FAMÍLIA, MINHA DIGNIDADE E MINHA FÉ”. Assim os meus profundos e sinceros agradecimentos a vocês, que Deus os abençoe e derrame bênçãos e bênçãos sobre todos vocês.
Ilhéus, 26 de fevereiro de 2012
Pedro Ferreira Ramos Neto


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