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Presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus Edivaldo Nascimento apoia familiares dos PMs.

Presidente da CMI, Dinho Gás (Foto: Alfredo Filho)

Com o fim da greve da policia militar, muitos questionamentos e problemas sugiram, inúmeros comentários, bem como retaliações a vários policiais que participaram do movimento grevista, dezenas deles receberam ordem de detenção para aquartelamento, sendo alguns dos PMs conduzidos para o batalhão do exercito.

Os familiares e amigos dos soldados que sofrem perseguição direta ou retaliação de quaisquer que sejam a forma decidiram não ficar calados, mobilizados e devidamente organizados reuniram-se e buscaram apoio da sociedade civil organizada e tornaram publico tal ação praticada contra os policiais. Inúmeras pessoas, sindicatos e solidários aos praças foram as ruas e conseguiram o apoio do presidente do poder legislativo ilheense, vereador Edivaldo Nascimento, popular Dinho Gás, o qual fez parte da caminhada e solidarizou com toda categoria, lamentando a atitude dos comandantes e bem como do governo que não cumpriu a palavra dada (não teria retaliações a nenhum PM que participou da greve sem ato de vandalismo) deixando os parentes e amigos desses praças apreensivos e temerosos.

Na oportunidade o vereador Dinho Gás se colocou a disposição e colocando o poder legislativo a inteiro dispor dos familiares e ainda informou que estará encaminhando ao governador Jaques Wagner uma nota pedindo tratamento respeitoso a todos os detidos, informou que a comissão de justiça da Câmara de Ilhéus irá desenvolver trabalhos voltados a apoiar os familiares dos afetados direta ou indiretamente pela forma grosseira que foi encontrada para inibir um direito que já é conquista de um pleito democrático, realizar suas manifestações passivas sem agressões de quaisquer que seja sua natureza.


AI/CMI.

2 respostas para “Presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus Edivaldo Nascimento apoia familiares dos PMs.”

  • Jose Augusto Halla de Sa says:

    O direito de greve é assegurado pela Constituição Federal, Art. 9º, cabendo aos trabalhadores decidir quando exercê-lo e os interesses que devam defender. Entretanto, o parágrafo primeiro do referido artigo, deixa claro que caberá a lei definir quais serviços são considerados essenciais, dispondo sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. Já o parágrafo segundo do citado artigo também é incisivo que havendo abusos os responsáveis responderão às penas da lei.
    Aplicando os dispositivos constitucionais acima mencionados à greve deflagrada pelos policiais militares, embora estivessem reinvidicando um pleito que, diga-se de passagem, considero justo, esqueceram que os serviços que prestam são mais que essenciais á população de um modo geral, o que vai de encontro ao parágrafo primeiro da citado artigo. Tanto que no periodo de greve os homicídios e delitos de toda a espécie, atingiram níveis assustadores. Por outro lado ocorreram atos de vandalismo provocados por alguns policiais mais exaltados e inconformados, o que abomino literalmente, passíveis de punição de acordo com a lei.
    Entretanto, não posso deixar de reconhecer que a classe policial, mormente a do Estado da Bahia, aufere um salário incompatível e injusto, considerando que, diferentemente de outras atividades, trabalham diariamente expondo suas vidas para segurança e tranquilidade da população,ou seja: nossa segurança. Cada dia que saem para trabalhar é uma incerteza se vão retornar aos seus lares, para suas mulheres e filhos.
    Por outro lado é mais que injusto e até inadmissível que um policial que trabalha no Congresso Nacional, na segurança dos senhores deputados e senadores – não sei qual a razão de ser – aufira mais de R$ 4.000,00 de salário mensal. Qual o risco de vida que eles correm? Cadê a isonomia salarial? Acontece, porém, que são policiais lotados em Brasília, onde a gastança corre solta.

  • Ivanildo says:

    Caro amigo José Augusto, minhas saudações! Você diz que mesmo sendo justo o pleito, o direito a greve não se aplica as forças policiais militares estaduais devido á caracteristica essencial dos seus serviços. Mas se vc analisar os serviços de saúde são tão essenciais quanto a segurança pública no entato seus servidores nas três esferas têm seu direito de greve assegurado. Assim como existem outras tantas classes que são de suma essencialidade e também têm direito a greve garantido. O problema no que se refere a Polícia Militar é que O governo quer os benefícios de ter um grande contingente policial a sua disposição, mas esquece-se que tudo tem um preço. O pseudo militarismo nas PM’s tem benefícios sociais que não se pode negar, mas nada é de graça, custa muito caro e alguém tem que pagar o preço. Somente quem é policial militar sabe o preço que se paga por envergar tal fardamento e brasão. O problema no sistema reside que o efetivo policial militar do Brasil está sendo sugado por interesses políticos e pessoais que nada tem haver com o beneficio para a sociedade ou melhorias para instituição, sob o pretexto da “vedação legal” do direito à greve(o que é questionado por alguns juristas),somos colocados a margem da condição de cidadão e também de servidor público. Vivemos num pleno estado de exceção, a nós muito pouco ou quase nada é permitido, não podemos nos sindicalizar, não podemos nos filiar a partidos políticos, não podemos votar nas eleições( para não ficar tão explícito nas eleições somos enviados para outras cidades, sob a desculpa de reforços policial) e pasmem até alguns anos atrás para casar era necessário pedir autorização do comando da PM. A condição essencial de cidadão para os Policiais militares foi abolida, a tempos se fazem remendos na segurança pública afim de amarrar e privar os policiais de seus direitos mais básicos, nos deixando numa situação insustentável. Para finalizar e responder ao seu comentário: Polícia Militar fazer greve é um absurdo,mas o governo se aproveitar de nossa condição de ” pseudo-militar” para nos explorar também é absurdo; Policial militar fecha ruas com passeatas, invadir e ocupar orgãos públicos e assim transgredir a lei é um absurdo,mas governantes não pagar benefícios aprovados em lei també é um absurdo.
    Certamente os maus tratos aos efetivos das PM’s continuarão durante alguns anos, pois os governantes se servirão da subserviência e amordaçamento garantidos pelos Código Militar, Código Penal Militar e RDPM para manter oprimido os verdadeiros hérois da nação.

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