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:: 26/fev/2012 . 20:10

A morte do tradutor de Guimarães Rosa para o alemão

Oi Rabat,

Só agora sei da notícia. Morreu em janeiro Curt Meyer-Clason, o grande tradutor de autores latino-americanos na Alemanha. Que coisa lamentável. Pessoas como Curt Meyer-Clason não deviam morrer. É uma perda sem tamanho para a humanidade, de grande tristeza para a literatura ocidental e, em especial, para os autores latino-americanos. A literatura brasileira chora muita essa perda.

Tive a sorte de ser traduzido por ele. E graças à sua tradução, meu livro “Zwanzig Gedichte von Rio und andere Gedichte” (Vinte Poemas do Rio e Outros Poemas” foi publicado na Alemanha, pela Projekte-Verlag, de Halle. Foi a maior alegria que tive em minha modesta carreira literária. O maior prêmio que recebi. Ele se correspondeu comigo. Guardo suas cartas como um tesouro que não tem preço. Pretendo publicá-las um dia.

Um grande abraço.

Cyro de Mattos

Curt Meyer-Clason, que morreu em janeiro, foi um dos maiores divulgadores da literatura latino-americana na Europa. Traduziu para o alemão obras seminais como “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, e “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez


Foto retirada por solicitação.
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Curt Meyer-Clason, o grande divulgador da literatura brasileira, latino-americana e portuguesa na Europa no pós-Segunda Guerra Mundial, morreu em Munique, sul da Ale¬ma¬nha, em janeiro, aos 101 anos.

Meyer-Clason, tradutor, escritor, editor, ensaísta e crítico, deixou uma obra incomparável — cujo volume e conteúdo só aos poucos é conhecida em sua profundidade. Seu nome não constava nas manchetes de primeira página — só nos círculos editoriais, entre autores e leitores. Os estudiosos do ramo terão décadas de trabalho para pesquisar, analisar e interpretar a enorme quantidade de documentos, registros, apontamentos que Curt Meyer-Clason produziu e deixou para a posteridade. Em seu acervo encontram-se, além disso, milhares de cartas de autores que traduziu.

Sua biografia é tão diversificada como os livros que traduziu. Por uma invulgar casualidade do destino, sua vida enveredou por um caminho que jamais planejara.

Curt Meyer-Cla¬son nasceu em 1910 em Ludwigsburgo, cidade próxima à Stuttgart, no sudoeste da A¬le¬manha. Seus ancestrais eram da nobreza; seu pai era oficial no exército prussiano. Frequentou o ginásio em Stuttgart e, em seguida, matriculou-se numa escola de co¬mércio. Era a carreira que pretendera seguir. Partiu para o norte da Alemanha. Em Bremen encontrou trabalho numa firma americana que atuava no ramo de importação de algodão e tinha filial em Le Havre. O jovem empregado aprendera, segundo suas próprias palavras, a “classificar algodão”. Do¬minava o inglês e o francês e por isso foi incumbido de tratar da correspondência da empresa, trabalho este que tornava necessário seu constante deslocamento entre Bremen e Le Havre.

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1° Domingo da Quaresma

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus

Na Quaresma celebramos a CF. No Texto base (n. 212-213) encontramos uma profunda reflexão sobre os enfermos dentro da Igreja: “Quem permanece por muito tempo próximo das pessoas que sofrem, conhece a angústia e as lágrimas, mas também o milagre da alegria, fruto do amor’. Com estas palavras, o Papa Bento XVI descreve uma experiência edificante do sofrimento. Na Igreja, os doentes evangelizam e recordam que a esperança repousa em Deus. Deste modo, no contexto eclesial, os doentes e os sofredores não se resumem a destinatários de atenções e de cuidados. Exercem o protagonismo na evangelização com um testemunho profundo, o do sofrimento aceito e oferecido, o milagre do amor”.
A Palavra de Deus, que ouvimos neste domingo, apresenta a destruição do mundo dominado pelo mal e pela morte e aponta o surgimento de um novo mundo e o nascer de uma nova sociedade. O dilúvio purifica o mundo do mal e faz surgir uma nova humanidade, plantada na gratuidade da aliança que Deus faz conosco.
A história  do dilúvio é muito antiga. Está na Bíblia porque tem ensinamentos muito importantes. Encontramos um ensinamento eterno sobre a justiça e a misericórdia de Deus, sobre a maldade do homem e a salvação concedida ao justo. Deus não castiga os homens. Somente tem amor por eles e os quer felizes. Deus não fica indiferente diante das ações e projetos dos homens. Suas obras boas e também maldades, egoísmos e injustiças não passam despercebidos diante de Deus.
Como Pai, Deus intervém para criar uma nova sociedade. O dilúvio não é um desastre provocado por Deus, mas um retrato da ruína que os pecados provocam.
No Salmo responsorial, cantamos: Deus eternamente fiel e amoroso, mostra-se como o Deus da salvação.
São Pedro proclama o kerigma, isto é, o conteúdo essencial da fé cristã: a morte do Cristo pelos pecadores e sua ressurreição. Acrescenta, todavia, um elemento original: “Ele foi também pregar aos espíritos na prisão”. O Catecismo nos ensina que: “Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados” (n. 632).

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ACIDENTE NO MALHADINHO DE AÇUCAR

Acidente a pouco aqui no malhadinho de açucar no canal… não se sabe se foi algum bebado ou se o carro foi roubado e bandidos abandonaram o carro e fugiram a pé.


Placa JSQ 5328 de valença. era +/- umas 15:30 quando cheguei da praia.

CEPLAC

Se aconteceu uma coisa boa na minha vida, foi o bom tempo da minha vida que passei na CEPLAC, dela recebi a régua, o compasso e o rumo na estrada.
Desfrutei do seu projeto inicial, de suas conquistas, dos inúmeros colegas professores, da sua estrutura e de sua meta social em benefício da região cacaueira da Bahia, Espírito Santo e outros estados do nosso Brasil.
Claro que dificuldades sempre existiram, mas eram passageiras e a gente tinha o domínio da situação e não dependia do governo central.
Neste sábado batendo um papo com amigos aqui no Bar de Leleco, inúmeros fatos foram lembrados dos bons tempos da CEPLAC, todos reconhecendo a importância que a empresa teve na região.
A conversa também girou nas dificuldades que os recém formados têm para encontrar um emprego e aí lembrei-me daqueles tempos que jamais voltarão.
Naquela época os concursos mais disputados na região eram os do Banco do Brasil e CEPLAC, e quem conseguisse passar era como tivesse tirado um prêmio gordo na loteria.
Os agrônomos formados na UFBA/Cruz das Almas e de outras universidades e os Técnicos e Práticos Agrícolas da EMARC/Uruçuca, ao concluírem seus cursos eram admitidos pela CEPLAC, passando por um pré-serviço e em seguida eram lotados nos diversos escritórios locais espalhados pela região.
Um detalhe interessante da admissão desses recém formados, era que os mesmos ao se apresentarem tinham a oportunidade de ter em mãos, via financiamento subsidiado, um veículo que serviria para os serviços de extensão rural e também para sua locomoção particular.
A maioria jamais tinha possuído um veículo, muitos nem a carteira de habilitação possuía, mas o veículo era um equipamento indispensável para a contratação do funcionário.
Não tenho conhecimento de que outra empresa tivesse esse tipo de procedimento.
Alguns ficaram tão excitados por ter em mãos um veículo próprio que na primeira viagem sempre acontecia algum imprevisto, tipo batidas, barbeiragens, fatos oriundos da felicidade e também ansiedade em segurar o volante do seu veículo.
A chegada de um agrônomo ou técnico agrícola numa cidade do interior era coisa de notícia em todos os locais, todos queriam conhecer o doutor que acabara de chegar.
Os escritórios locais tinham uma equipe da qual fazia parte o bravo pessoal administrativo, que era o grupo de apoio total e irrestrito ao pessoal de campo.
E com esse pessoal e o excelente trabalho realizado, a CEPLAC conquistou toda a região e tornou-se um modelo em assistência técnica, pesquisa e ensino.
E sua fama espalhou-se pelo país e no exterior.
Lá pras tantas da conversa no Bar de Leleco, alguns pitacos foram lançados quanto ao que restou da CEPLAC, dessa conversa me esquivei de participar, pois o que quero é ter na lembrança a CEPLAC que eu conheci, com sua estrutura sólida, com seus investimentos na mudança do perfil de uma região, dos inúmeros colegas que praticamente deram a vida pela instituição e da marca registrada de uma empresa vitoriosa no seu intento.
No concurso interno realizado para eleger uma frase que imortalizasse a empresa, saiu-se vitorioso o colega Florisvaldo Galvão (Flori), com a seguinte frase: “Aqui se faz sentir a força de uma lavoura.”
Se essa força ainda existe, só os colegas que ainda se encontram na ativa podem afirmar.
No mais, joguei num time que foi por várias vezes campeão, dando um show de capacidade técnica, administrativa e que contribuiu para a realização de inúmeras e importantes obras na região cacaueira da Bahia.
É muito bom lembrar o passado, principalmente quando esse passado foi cheio de glórias.

ZÉCARLOS JUNIOR

KILA HABIB PAIVA

“Guerreira e mãe. Essas duas palavras definem a indefinivel Kila. Mãe nossa e mãe de tantos outros que foram chegando ao longo da vida. Uma luz se apagou aqui na Terra, mas uma estrela brilha mais forte la no céu.


É assim que peço que lembrem dela, como uma estrela brilhante que nos conforta por conseguir brilhar numa imensidão negra. Enquanto ela brilhar no coração de cada um tenho certeza de que ela viverá, pois como um dia ela afirmou sobre meu tio, hoje digo por ela: Kila não morreu, ela apenas mudou de endereço! Agradeço a todos em nome de toda a familia pelo carinho e orações. Tenho certeza de que onde ela estiver estará olhando por nós e querendo que sejamos fortes e corajosos como ela sempre foi. E perto de partir ela disse: ” Posso partir, mas três coisas jamais perderei: minha família, minha dignidade e minha fé!”.

Kila – 16 de novembro de 1959 – 24 de fevereiro de 2012

A missa de sétimo dia será realizada na Paróquia Sagrado Coração de Jesus no Iguape no dia 1° de março (quinta feira) às 19h.

Bárbara Habib

PSICOMUNDO – FUNDAMENTAL SE TORNA OFERECER UM ABRAÇO

Diante de tantos acontecimentos bons ou ruins que a vida desse mundo nos apresenta, figuramos diante de um teste da nossa força de confiar e ter robusta fé na existência de Deus, pois são nos momentos de angustia que surge essa busca, e devia ser em todos os espaços da vida!Quantos sofrimentos surgem nesse universo de prantos e desencantos. Nunca foi tão importante à necessidade de oferecer um abraço ao nosso semelhante, principalmente, aqueles que às vezes fraquejam e duvidam da existência de um Ser Supremo e Onipotente no meio de todos nós.
Olhando o lado animalesco dos homens, indagamos: seria impossível imaginar se existe gente que quer se trucidar? Pois o que vemos atualmente são algumas casas vazias, móveis empoeirados, cadeiras que foram deixadas de ser usadas para um diálogo cordial e amigo entre as pessoas dentro do seio familiar. Olhando mais, vemos as paredes cheias de retratos de entes queridos! Pensando bem, nos preocupamos também com inúmeras igrejas espalhadas por nosso mundo, que estão se humanizando às vezes tarde demais para a grande necessidade da conquista da paz tão almejada e proclamada na vontade de Deus e tão amplamente divulgada nas manchetes de rádios, jornais e televisões.
Existe uma falta de atenção no detalhe que determina a preservação da espécie humana. Tem muita gente preferindo o exercício trágico de ser surdo, cego e mudo, criando seu próprio isolamento. Que tão longo se torna os caminhos da vida, se colocamos dificuldades em criar uma nova epopeia na nossa existência, deixando de destruir os alicerces arcaicos para uma nova estrutura. Ter uma visão das mudanças temporárias ou radicais para não sofrer com as transformações do mundo.Verificara ação do sentimento do abraço, porque é um ato de extrema importância para a espécie humana, em virtude de quedói muito se surgir aparente dúvidanessa atitude.
Tem muita gente necessitando de amparo e muita solidariedade! Imaginamos quantos gemidos enchem os hospitais; mulheres que se prostituem por chamados motivos honestos; mendigos e aleijados que anteriormente eram grandes profissionais receberam até medalhas de honras, hoje são restos heróicos! Inúmeras cruzes pela margem das estradas, deixando apenas lembranças de entes queridos.Foi à excessiva liberdade da pressa de chegar que deixou o apressado no meio do caminho, não mais seguirá a sua viagem.
Numa visão de conjunto com uma descrição abreviada, pois ao escrever o comentário de hoje, não estava muito satisfeito! Procurei analisar o que era tal estado de coisa, busquei os motivos, e nada! Julguei ser um mau humor passageiro, mas cheguei à conclusão finalmente do que era. E, talvez tardiamente descobrir por estava insatisfeito; foi que por momentos, por instantes vieram a minha mente recordações bonitas dos meus belos dias da minha infância, tempos estes que não voltarão jamais.
Estava descontente porque, hoje, adulto, por mais que queira, por mais que deseje, falta-nos algo de que tanto observo sua divulgação pelo mundo. Falta a compreensão robusta e sincera nos lares, falta o amor em sua essência maior, falta a amizade franca, falta a imensidão da confiança. Quando criança, a minha mãe num olhar sério e decisivo, observava quando eu passava por uma pessoa idosa! Seu desejo mais ardente sempre foi que eu pedisse a benção, era feita a sua sublime vontade, e nesse gesto quanto ganhei de carinho e proteção! Como seria diferente tudo, se houvesse mais comunicação, mais diálogo, mais abertura em torno de determinado assunto que fizesse bem a todos de forma indistinta. Descobri mais ainda, que a mentira era a grande responsável pelas discórdias, pelas guerras, pelas desordens em todos os setores da existência humana. Obrigado meus pais, descansem em paz, valeu a pena sua luta por mim, hoje venho oferecendo aos que me pedem honestamente a minha ajuda, lembrando sempre o que ouvia: ninguém vale nada sozinho.

Eduardo Afonso
73 8844-9147/9154-6888

Agradecimento

De: Pedro Ferreira Ramos Neto Assunto: Agradecimento

Corpo da mensagem:
MINHA ESPOSA FALECEU NO HOSPITAL CALISTO MIDLEJ EM ITABUNA

Faleceu no dia 24/02/2012 NO HOSPITAL CALISTO MIDLEJ EM ITABUNA minha esposa Conceição de Maria Habib Paiva Cajazeira Ramos (KILA) mas o objetivo desta mensagem não écomunicar ou publicar o seu falecimento e sim fazer três agradecimentos:
1º. Ao Deus que cremos e adoramos pelos 30 anos que me permitiu conhecê-la e conviver com ela;
2º. Aos médicos e funcionários do corpo de enfermagem do Hospital São José em Ilhéus pelo excelente atendimento quando do seu primeiro internamento.
3º. No seu segundo internamento no Hospital Calisto Midlej em Itabuna fui surpreendido por um fator que às vezes é pouco noticiado – o carinho, a humanidade, a dedicação e a eficiência que encontrei neste hospital. Minha esposa faleceu com dignidade e louvando a Deus, isto foi possível graças aos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, pessoal da limpeza e da nutrição e também aos recepcionistas e seguranças dessa instituição (não nomeei para não correr o risco de esquecer, por descuido, o nome de algum. Dentro de um mundo tecnocrata e impessoal encontrei no Pavilhão Maron amor, carinho, dedicação e profissionalismo, no melhor significado desta palavra. O corpo de enfermagem (enfermeiros e técnicos) superou em muito as minhas expectativas, apesar do seu número reduzido. Assim agradeço com todo meu coração a vocês que fizeram com que minha esposa realizasse sua última viajem dentro do que ela sempre pediu:”QUANDO EU MORRER NÃO QUERO TER PERDIDO TRES COISAS – MINHA FAMÍLIA, MINHA DIGNIDADE E MINHA FÉ”. Assim os meus profundos e sinceros agradecimentos a vocês, que Deus os abençoe e derrame bênçãos e bênçãos sobre todos vocês.
Ilhéus, 26 de fevereiro de 2012
Pedro Ferreira Ramos Neto


Esta mensagem foi enviada através do formulário de contato do site R2CPRESS | A Letra Fria da Verdade http://www.r2cpress.com.br/v1





















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