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Poema da Água

ÁGUA
(Kátia Silva)*

Sou cristalina e fresca,
salgada e doce.
Todos dependem de mim;
Sou Vida.
Existo nas nuvens em forma de gotas,
e quando caio me chamam de chuva.
Existo nos rios, nos lagos, nos mares,
nas geleiras e até nos lençóis subterrâneos.
Corro nos leitos e pulo de altas quedas;
muitas vezes me chamam de cachoeira.
Banho-te todos os dias e mato sua sede;
alegro as plantas quando as rego,
e balanço os barcos nos mares.
Você acha que sou abundante, por isso me desperdiça.
Você me polui me maltrata;
estou morrendo e você nem percebe, esquece.
Estou ficando escassa, ontem fui muito abundante,
amanhã serei motivo de guerras.
Por isso, não me mate,
não me maltrate e nem me jogue fora.
Me salve, sou essencial a sua vida.

*Kátia Silva é funcionária do SINDAE


| Postado em Espaço do Leitor
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