WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
secom bahia policlinica itabuna secom bahia teatro itabuna


Março 2012
D S T Q Q S S
« fev   abr »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031






:: 30/mar/2012 . 20:00

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) CARTÕES POSTAIS QUE ME APAIXONAM (10).
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

:: LEIA MAIS »

Droga apreendida é incinerada em Itabuna

Da Redação, com informações de Joá Souza

Joá Souza | Ag. A TARDE

Entorpecentes foram apreendidos durante operações realizadas nos últimos seis meses

Entorpecentes foram apreendidos durante operações realizadas nos últimos seis meses

Cerca de 60 kg de drogas foram incineradas na manhã desta sexta-feira (30), em Itabuna (a 447 Km de Salvador), em uma empresa de incineração de dejetos. Os entorpecentes – cocaína, maconha, crack e remédios – foram apreendidos durante operações realizadas pelas polícias Civil, Militar e Federal nos últimos seis meses nas cidades de Ilhéus, Itabuna e regiões próximas.

Além da droga, um formo micro-ondas também foi incinerado. O aparelho eletrodoméstico era usado para secar a droga e foi apreendido em uma operação da PM, em um posto de gasolina, em dezembro do ano passado, no município de Itabuna. Na ação, Wesley Sales de Camargo, de 29 anos, foi preso em flagrante e a droga entregue a Polícia Federal da cidade.

A incineração, segundo a juíza da 1ª Vara Crime da Comarca de Itabuna, Antônia Marina Aparecida de Paula Faleiros, é uma medida de descarte seguro do material, pois não há um lugar adequado na região de se guardar a droga. Ainda de acordo com a juíza, as armas apreendidas nas operações também já foram retiradas da cidades. Na semana passada, o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) recolheu cerca de 100 armas envolvidas nos inquéritos policiais.

No A TARDE ON LINE

NOVA COLETA DE LIXO NA ZONA SUL/FAELBA: COMEÇOU A MELHORAR

Enfim, o “cantinho esquecido da zona sul” parece ter sido lembrado. Após um primeiro dia frustrante (clique aqui), já dá pra perceber uma regularidade na coleta e, principalmente, um novo visual na rua, sem montanhas de lixo nas portas das casas, dias e mais dias a recolher. A pouca divulgação desse importante projeto contribui para alguns casos isolados de gente desavisada ou que insiste em não cumprir regras. Ainda é possível ver lixo na porta de algumas casas em horário indevido mas, no geral, mudou muito e mudou pra melhor. Espero que se consolide em toda a cidade.
Contudo, o logradouro Santo Antônio de Pádua/Faelba ainda tem um outro problema emergencial a ser resolvido: os incontáveis buracos, principalmente ao redor da praça, e a própria praça, que carece de uma revitalização.

Nilson Pessoa

Prefeitura Municipal de Ilhéus

Prefeito de Ilhéus reivindica ao Estado obras paras as zonas urbana e rural
Prefeitura de Ilhéus entregará mais 80 casas para moradores do Teotônio Vilela
Coolimpa promove reunião com associados
Saúde amplia serviços para realização do cartão do SUS
Professores de Ilhéus participam de capacitação na obra de Jorge Amado

:: LEIA MAIS »

ESGOTO NO PONTAL

Amigo Rabat andei lendo ha alguns dias atrás uma nota em seu site sobre o esgoto enfrente ao embarque do aeroporto, até o momento não tivemos nem melhoramento, continua lá com o canal aberto, os operários abandonaram a obra, que está com esgoto a céu aberto causando mal cheiro e oferecendo perigo aos moradores que moram próximo, a dengue está aí de volta.

Grato.
CAMPOS LOPES

Assaltos aos ônibus de Olivença

De: Osvaldo Nobre Assunto: Assaltos aos ônibus de Olivença

Corpo da mensagem:
Quero tornar pública a indignação que os moradores de Olivença estão sentindo diante de TOTAL DESCASO para com os assaltos diários a que são submetidos moradores de Olivença e dos condominios da rodovia. NÃO AGUENTAMOS MAIS SER ASSALTADOS!!!

Nenhuma providencia é tomada por parte da policia. Nenhuma blitz, NADA!!

Será que a polícia não tem capacidade de prender 1 assaltante desses?? Nem 1 sequer??

Somos trabalhadores, estudantes, crianças, mães e pais de família que diariamente colocamos a vida em risco.

Oa ônibus que fazem a linha Ilhéus-Olivença estão rodando de luz apagada quando escurece. Todos ficam completamente tensos e com muito medo.

Cobradores e motoristas das empresas estão se recusando a trabalhar nesta linha.

E a policia?? O que esta sendo feito?? Quando sera feito??? Vai ficar assim?? Chegam e assaltam a vontade?? Com toda essa tranquilidade???

Existe segurança publica?? Onde?? Entre Ilhéus e Oliveça a terra é de ninguém.

Que DEUS NOS PROTEJA!!


Esta mensagem foi enviada através do formulário de contato do site R2CPRESS | A Letra Fria da Verdade http://www.r2cpress.com.br/v1

ESTUDANTES DE ILHÉUS VALORIZAM AÇÕES DO PROJETO RONDON 2012

Equipe da Faculdade de Ilhéus participante da Operação Babaçu pelo Rondon 2012

De um modo geral, os estudantes e professores da Faculdade de Ilhéus que foram participar da operação Babaçu doProjeto Rondon 2012, coordenado pelo Ministério da Defesa, em Amarante do Maranhão,município de aproximadamente 40 mil habitantes,no Maranhão, avaliaram a experiência extensionista como muito positiva para a formação superior e para a vida de cada um, de modo especial. A Operação foi realizada entre os últimos meses de janeiro e fevereiro.

Fizeram parte da equipe as professoras Cristiane Nunes (participou do projeto pela sexta vez), do curso de Administração, e Silvana Vieira Lins, de Direito, e os estudantes Camila Sandes Simões, de Administração, Carlos Henrique Souza Gundim e Gabriel dos Santos Machado, do curso de Direito, Catharina Cordeiro Fernandes e Fábio Andrade dos Santos, de Nutrição, Lorena Feitosa Zugaib, de Enfermagem, e Tassiane Cardoso Almeida, de Ciências Contábeis.

O aluno Gabriel Machado destacou, durante a reunião de avaliação ocorrida na Faculdade, as oficinas de elaboração de projetos e deGestão Pública, que contou com a presença de servidores públicos. “Nessa oficina, a gente pôde contar com a participação de membros do Poder Público, inclusive assessores e secretários da Prefeita, quando mostramos projetos que poderiam ser elaborados para o bem-estar social da própria comunidade. Também foi importante a oficina de estruturação deuma associação comercial, pois lá o poder do comércio é muito grande”, acrescentou.

Lorena Zugaib, que cursa Enfermagem, disse que a oficina Educação Ambiental para professores, ministrada com Fábio Andrade, foi superprodutiva. “Depois a gente fez as oficinas sobre a água, o lixo e a reciclagem, porque lá eles não têm saneamento básico, nem rede de esgoto. Então, tudo é muito difícil em relação a isso, e as doenças são mais propícias a acontecerem”, declarou, ressaltando ainda o interesse das pessoas pela oficina de artesanato.

– Então, as meninas ensinavam a fazer artesanato e nós ensinávamos a contabilidade, como formar o preço de venda. Isso era o legal do projeto, era a interação, todo mundo trabalhava junto e o mesmo público que participava de uma oficina agente encaminhava para outra. Tinha uma família que acompanhou a gente, que viajava todos os dias 26 km pra ir nossas oficinas, só pra poder ver a gente – contou a estudante Camila Simões, de Administração.

Cada estudante falou de sua experiência em Amarante do Maranhão, pelo Rondon.

“Uma coisa que a gente se preocupou em fazer foi incentivar aformalização ea organização dos trabalhadores de lá. Acho que foi a maior oficina do projeto, durante três noites seguidas. Com Camila falei sobre o microempreendedor individual, e com Henrique tratamos sobre associativismo,também para mulheres, que são, na maioria, quebradeiras de cocode babaçu, e a gente deu muitas orientações”, informou Catarina Fernandes, do curso de Nutrição. A equipe também realizou oficinas em duas aldeias indígenas.

Emoção – Os alunos Lorena, Fábio e Henrique contaram da emoção que sentiram ao ver o permanente interesse de um menino chamado William para tocar violão, “porque o sonho dele era aprender a tocar”. Segundo Fábio, durante tempo todo queagente estava fazendo as palestras, as oficinas, ele ficava passando amão no violão. “Quando eu era pequeno – contou Fábio – o meu pai quis me dar um violão e eu disse a ele que não.Então, aprimeira coisa veio na minha cabeça, foi o meu pai falando comigo e eu dizendo que não. Aquilo me deu vontade de chorar muito forte, e depois, no dia do encerramento,chorei por causa disso, fiquei pensando naquilo por muito tempo”, acrescentou.

Catarina disse ainda que no assentamento onde ensinousobre a manipulação de alimentos, “repetíamos sempre a importância da higienização das mãos. Então a gente sempre ensinava e simulava a pia, outro a torneira, para mostrar a forma correta de lavar as mãos. Foi uma grande surpresa quando fomos almoçar na casa dos assentados e, chegando lá, a dona da casa nos chamou pra lavar as mãos e verificamos que a casa não tinha pia, não tinha torneira, então, era um balde e uma bacia onde a gente pegava um canequinho e lavava a mão. Foi aquele choque de realidade: a gente estava ensinando a forma correta de lavar as mãos, abrir a torneira, evitar o desperdício de água, ou seja, falando de umacoisa e quando a gente foi ver a realidade era completamente diferente”, afirmou.

Na avaliação de Gabriel, que é intérprete de libra em dois colégios públicos de Ilhéus, e que integrou também a equipe da Universidade de Marília em uma oficina sobre inclusão social, ele se sentiria mais útil em Amarante que em Ilhéus. “A vontade de voltar é essa, pra me sentir útil socialmente, para tentar colaborar com alguma coisa.A gente associa felicidade às coisas materiais, ao nosso bem-estar, aos objetos que nos cercam, e não observamos o conforto que a gente tem. Lá, percebemos que a gente consegue ser muito feliz com coisas muito mais simples, como a amizade e a troca de experiências”, concluiu.

C O N V O C A Ç Ã O

Alfredo Amorim da Silveira em: Contra Foto Não Há Argumento






















WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia