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NOVA COLETA DE LIXO NA ZONA SUL/FAELBA: COMEÇOU A MELHORAR

Enfim, o “cantinho esquecido da zona sul” parece ter sido lembrado. Após um primeiro dia frustrante (clique aqui), já dá pra perceber uma regularidade na coleta e, principalmente, um novo visual na rua, sem montanhas de lixo nas portas das casas, dias e mais dias a recolher. A pouca divulgação desse importante projeto contribui para alguns casos isolados de gente desavisada ou que insiste em não cumprir regras. Ainda é possível ver lixo na porta de algumas casas em horário indevido mas, no geral, mudou muito e mudou pra melhor. Espero que se consolide em toda a cidade.
Contudo, o logradouro Santo Antônio de Pádua/Faelba ainda tem um outro problema emergencial a ser resolvido: os incontáveis buracos, principalmente ao redor da praça, e a própria praça, que carece de uma revitalização.

Nilson Pessoa

Prefeitura Municipal de Ilhéus

Prefeito de Ilhéus reivindica ao Estado obras paras as zonas urbana e rural
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ESGOTO NO PONTAL

Amigo Rabat andei lendo ha alguns dias atrás uma nota em seu site sobre o esgoto enfrente ao embarque do aeroporto, até o momento não tivemos nem melhoramento, continua lá com o canal aberto, os operários abandonaram a obra, que está com esgoto a céu aberto causando mal cheiro e oferecendo perigo aos moradores que moram próximo, a dengue está aí de volta.

Grato.
CAMPOS LOPES

Assaltos aos ônibus de Olivença

De: Osvaldo Nobre Assunto: Assaltos aos ônibus de Olivença

Corpo da mensagem:
Quero tornar pública a indignação que os moradores de Olivença estão sentindo diante de TOTAL DESCASO para com os assaltos diários a que são submetidos moradores de Olivença e dos condominios da rodovia. NÃO AGUENTAMOS MAIS SER ASSALTADOS!!!

Nenhuma providencia é tomada por parte da policia. Nenhuma blitz, NADA!!

Será que a polícia não tem capacidade de prender 1 assaltante desses?? Nem 1 sequer??

Somos trabalhadores, estudantes, crianças, mães e pais de família que diariamente colocamos a vida em risco.

Oa ônibus que fazem a linha Ilhéus-Olivença estão rodando de luz apagada quando escurece. Todos ficam completamente tensos e com muito medo.

Cobradores e motoristas das empresas estão se recusando a trabalhar nesta linha.

E a policia?? O que esta sendo feito?? Quando sera feito??? Vai ficar assim?? Chegam e assaltam a vontade?? Com toda essa tranquilidade???

Existe segurança publica?? Onde?? Entre Ilhéus e Oliveça a terra é de ninguém.

Que DEUS NOS PROTEJA!!


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ESTUDANTES DE ILHÉUS VALORIZAM AÇÕES DO PROJETO RONDON 2012

Equipe da Faculdade de Ilhéus participante da Operação Babaçu pelo Rondon 2012

De um modo geral, os estudantes e professores da Faculdade de Ilhéus que foram participar da operação Babaçu doProjeto Rondon 2012, coordenado pelo Ministério da Defesa, em Amarante do Maranhão,município de aproximadamente 40 mil habitantes,no Maranhão, avaliaram a experiência extensionista como muito positiva para a formação superior e para a vida de cada um, de modo especial. A Operação foi realizada entre os últimos meses de janeiro e fevereiro.

Fizeram parte da equipe as professoras Cristiane Nunes (participou do projeto pela sexta vez), do curso de Administração, e Silvana Vieira Lins, de Direito, e os estudantes Camila Sandes Simões, de Administração, Carlos Henrique Souza Gundim e Gabriel dos Santos Machado, do curso de Direito, Catharina Cordeiro Fernandes e Fábio Andrade dos Santos, de Nutrição, Lorena Feitosa Zugaib, de Enfermagem, e Tassiane Cardoso Almeida, de Ciências Contábeis.

O aluno Gabriel Machado destacou, durante a reunião de avaliação ocorrida na Faculdade, as oficinas de elaboração de projetos e deGestão Pública, que contou com a presença de servidores públicos. “Nessa oficina, a gente pôde contar com a participação de membros do Poder Público, inclusive assessores e secretários da Prefeita, quando mostramos projetos que poderiam ser elaborados para o bem-estar social da própria comunidade. Também foi importante a oficina de estruturação deuma associação comercial, pois lá o poder do comércio é muito grande”, acrescentou.

Lorena Zugaib, que cursa Enfermagem, disse que a oficina Educação Ambiental para professores, ministrada com Fábio Andrade, foi superprodutiva. “Depois a gente fez as oficinas sobre a água, o lixo e a reciclagem, porque lá eles não têm saneamento básico, nem rede de esgoto. Então, tudo é muito difícil em relação a isso, e as doenças são mais propícias a acontecerem”, declarou, ressaltando ainda o interesse das pessoas pela oficina de artesanato.

– Então, as meninas ensinavam a fazer artesanato e nós ensinávamos a contabilidade, como formar o preço de venda. Isso era o legal do projeto, era a interação, todo mundo trabalhava junto e o mesmo público que participava de uma oficina agente encaminhava para outra. Tinha uma família que acompanhou a gente, que viajava todos os dias 26 km pra ir nossas oficinas, só pra poder ver a gente – contou a estudante Camila Simões, de Administração.

Cada estudante falou de sua experiência em Amarante do Maranhão, pelo Rondon.

“Uma coisa que a gente se preocupou em fazer foi incentivar aformalização ea organização dos trabalhadores de lá. Acho que foi a maior oficina do projeto, durante três noites seguidas. Com Camila falei sobre o microempreendedor individual, e com Henrique tratamos sobre associativismo,também para mulheres, que são, na maioria, quebradeiras de cocode babaçu, e a gente deu muitas orientações”, informou Catarina Fernandes, do curso de Nutrição. A equipe também realizou oficinas em duas aldeias indígenas.

Emoção – Os alunos Lorena, Fábio e Henrique contaram da emoção que sentiram ao ver o permanente interesse de um menino chamado William para tocar violão, “porque o sonho dele era aprender a tocar”. Segundo Fábio, durante tempo todo queagente estava fazendo as palestras, as oficinas, ele ficava passando amão no violão. “Quando eu era pequeno – contou Fábio – o meu pai quis me dar um violão e eu disse a ele que não.Então, aprimeira coisa veio na minha cabeça, foi o meu pai falando comigo e eu dizendo que não. Aquilo me deu vontade de chorar muito forte, e depois, no dia do encerramento,chorei por causa disso, fiquei pensando naquilo por muito tempo”, acrescentou.

Catarina disse ainda que no assentamento onde ensinousobre a manipulação de alimentos, “repetíamos sempre a importância da higienização das mãos. Então a gente sempre ensinava e simulava a pia, outro a torneira, para mostrar a forma correta de lavar as mãos. Foi uma grande surpresa quando fomos almoçar na casa dos assentados e, chegando lá, a dona da casa nos chamou pra lavar as mãos e verificamos que a casa não tinha pia, não tinha torneira, então, era um balde e uma bacia onde a gente pegava um canequinho e lavava a mão. Foi aquele choque de realidade: a gente estava ensinando a forma correta de lavar as mãos, abrir a torneira, evitar o desperdício de água, ou seja, falando de umacoisa e quando a gente foi ver a realidade era completamente diferente”, afirmou.

Na avaliação de Gabriel, que é intérprete de libra em dois colégios públicos de Ilhéus, e que integrou também a equipe da Universidade de Marília em uma oficina sobre inclusão social, ele se sentiria mais útil em Amarante que em Ilhéus. “A vontade de voltar é essa, pra me sentir útil socialmente, para tentar colaborar com alguma coisa.A gente associa felicidade às coisas materiais, ao nosso bem-estar, aos objetos que nos cercam, e não observamos o conforto que a gente tem. Lá, percebemos que a gente consegue ser muito feliz com coisas muito mais simples, como a amizade e a troca de experiências”, concluiu.

C O N V O C A Ç Ã O

Alfredo Amorim da Silveira em: Contra Foto Não Há Argumento


D P T

De: ZÉCARLOS JUNIOR
Assunto: D P T

Corpo da mensagem:
Caro Jornalista Roberto Rabat,

Alguém de bom senso e responsável, resolveu tirar o box lanchonete que enfeitava a fachada do nosso DPT.

Louvável e saudável iniciativa. Espera-se que não apareça outra novidade.

Agora e apenasmente, vamos aguardar a sua inauguração.

Pelo andar da carruagem e vontade do galego, espera-se que algum presunto apareça e motive a sua inauguração.

Já pensou se o presunto for alguém do ramo da política? nessa vida tudo pode acontecer.

Sucupira continua sendo aqui!

ZÉCARLOS JUNIOR


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Festival da Tilápia é lançado e traz pratos a partir de R$ 15

Boa gastronomia, comida saudável e um preço convidativo. O Festival da Tilápia 2012 foi lançado oficialmente em Salvador na noite de ontem (28) em solenidade para 200 convidados no Restaurante Yemanjá. Durante o festival, que acontece até 16 de abril, serão oferecidos ao público 44 pratos à base de tilápia de dar água na boca, com preços que variam de R$ 15 a R$ 55.
Cada receita é servida por um restaurante em uma das sete cidades participantes da Bahia. Além dos 19 restaurantes em Salvador, o evento acontece em estabelecimentos de Lauro de Freitas, Camaçari, Porto Seguro, Ilhéus, Paulo Afonso e Vitória da Conquista.

Fotos: Heckel Junior

O festival é promovido pela Bahia Pesca, empresa vinculada à Seagri, em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Os presidentes das duas entidades, Isaac Albagli (Bahia Pesca) e Luiz Henrique do Amaral (Abrasel) participaram da solenidade de lançamento e ressaltaram a importância do projeto na valorização da aqüicultura familiar na Bahia.
Nas mesas, delícias como a Tilápia virada no mói de coentro, do Restaurante Juca Cipó (Salvador), feita com tilápia encapotada acompanhada de molho tártaro e torradas, e vendida a R$ 15 para duas pessoas; ou a Tilápia ao Mediterrâneo, do All Saints (Lauro de Freitas), preparada com filé de tilápia ao molho de ervas finas enriquecido por ratatouille e arroz de açafrão, ao custo de R$ 29,90 para uma pessoa; entre outras.
Em Ilhéus três restaurantes participam da iniciativa, o Mar Aberto Music Bar que serve a Tilápia Mar Aberto, a R$26,90 para duas pessoas, o Mar e Amor com a Tilápia Afrodisíaca R$ 32,00 para 1 pessoa e o Maróstica que oferece o Filé de Tilápia Crocante a R$34,00 para 1 pessoa.

A lista completa de restaurantes participantes está disponível no site do evento:  http://www.festivaldatilapia.com.br/.

Comissão da OEA reabre caso Herzog

País foi notificado oficialmente e terá cerca de dois meses para explicar por que não puniu o assassinato do jornalista, morto no DOI-Codi de São Paulo, em 1975

Foto feita na cela do DOI-Codi, em outubro de 1975 - Reprodução/Arquivo AE Reprodução/Arquivo AE Foto feita na cela do DOI-Codi, em outubro de 1975

Foto feita na cela do DOI-Codi, em outubro de 1975 - Reprodução/Arquivo AE Reprodução/Arquivo AE Foto feita na cela do DOI-Codi, em outubro de 1975

RIO – A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA) sediada em Washington (EUA), abriu oficialmente processo para investigar por que o Brasil não puniu o assassinato sob tortura por agentes do DOI-Codi de São Paulo, em 25 de outubro de 1975, do jornalista Vladimir Herzog. O País foi notificado na última terça-feira, 20, da denúncia apresentada pelo Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL), pela Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos (FIDDH), pelo Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo e pelo Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo.

Agora, o Brasil deverá ter cerca de dois meses para se defender. Se considerar que essas explicações são insuficientes, a Comissão poderá remeter o processo para a Corte Interamericana de Direitos Humanos, onde o Brasil poderá ser condenado. Isso já aconteceu anteriormente: em dezembro de 2010, o Estado brasileiro foi condenado pela Corte por violações de direitos humanos ocorridas na repressão à Guerrilha do Araguaia (1972-1975).

No começo de março, reportagem do Estado mostrou que documento divulgado pelo deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) traria novas informações sobre a morte de Herzog. Uma carta enviada em 23 de janeiro do ano seguinte pelo general Newton Cruz ao general João Figueiredo, chefe dele no Serviço Nacional de Informações (SNI), serviria como mais uma prova de que a famosa foto do jornalista enforcado dentro da cela, divulgada pelos militares, foi manipulada pela ditadura.

Já na época da morte se questionou que o corpo não estava suspenso: os joelhos estavam dobrados no chão, um dos argumentos que derrubaram em 1975 a versão do suicídio. Mas a foto divulgada naquele ano pelo Instituto de Criminalística não exibia a parte superior das barras, para dificultar a compreensão de que Herzog foi amarrado e não se amarrou.

www.estadao.com.br

Prefeitura Municipal de Ilhéus

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PRODUTOS ESTRAGADOS no MEIRA

De: S. MOREIRA
Assunto: PRODUTOS ESTRAGADOS no MEIRA

Corpo da mensagem:
Atenção pessoal do Meira zona Sul, comprei um peixo congelado nesse supermercado e quando descongelei para cozinhar o peixe estava estragado. Será que vcs. andam desligando os frezes a noite?


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