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:: 10/nov/2012 . 21:31

SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPREAS DE RADIODIFUSÃO E TELEVISÃO EM ILHÉUS

Elias Reis, Presidente do STERT-Ilhéus

A prestação anual/parcial de contas do SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPREAS DE RADIODIFUSÃO E TELEVISÃO EM ILHÉUS, ESTADO DA BAHIA, referente a 2012, aconteceu na última sexta-feira, (09/11), em reunião ordinária geral realizada no Comitê de Imprensa Sala Radialista Edinho Nascimento, na cidade de Ilhéus. Foram apresentadas detalhadamente as despesas e receitas do período, bem como movimentos financeiros bancários.

Todos os participantes receberam documentação para apreciação, análise e parecer dos balancetes. O Presidente da entidade, Sr. Elias Ferreira dos Reis, seguindo e fundamentado no Estatuto do sindicato, fez uma explanação acerca do movimento financeiro até a presente data do ano base de 2012, justificando cada item da documentação, bem como tirando as dúvidas.  A aprovação foi unânime. TUDO REGISTRADO EM LIVRO PRÓPRIO e encaminhado para os devidos registros contábeis.

“Como nos anos anteriores, as contas do sindicato foram mais uma vez aprovadas pelos associados. Isso demonstra a responsabilidade e seriedade desta direção em relação também aos recursos da entidade, que são oriundos somente da mensalidade paga pelos associados”, comentou o diretor sindical, Jael Silva Nascimento, membro efetivo do Conselho Fiscal.

Seguindo o Estatuto do STERT-I, o fechamento geral das prestações de contas ano base 2012, acontecem no primeiro trimestre 2013, em Assembleia Geral com todos os associados da entidade, com publicação de convocação em jornal local de circulação diária.

 

SINDICATO DOS RADIALISTAS DE ILHÉUS

DINO ROCHA

Secretário Geral

PSICOMUNDO – CONSCIÊNCIA HUMANA REFLETIDA

A consciência humana refletida sobre atitudes e deveres que os cidadãos devem ter dentro das suas atribuições e convicções para viver bem, formaliza um estado de benefícios que poderão trazer bons rendimentos para si e a sociedade que ele pertence! Basta ter a honestidade de enfrentar as suas próprias qualidades ou imperfeições, medindo-as ele fará com plena convicção se trouxe ou não um bem-estar do dever cumprido na sua vida em família e na comunidade que reside.

O maior problema que surge diante dessa inicial afirmativa é a falta do cumprimento do dever, a inexistência da solidariedade, do desconhecimento das suas atribuições e que as pessoas não têm nada a ver com tudo que se passa no mundo em que o homem habita, simplesmente observando a ótica de que muita gente não tem nenhuma responsabilidade no cumprimento do direito e do dever!

É o que se pode observar atualmente na cidade de Ilhéus, diante de tantas mazelas da administração pública, são lançados fortes atributos ao seu corpo formado por políticos que, na realidade pouco fizeram. E assim, perguntamos aos moradores da nossa comunidade enfim, por que existem tantos destroços denominados “lixos cheios de imundícies” espalhados por toda a nossa cidade?

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Maria Regina Canhos Vicentin em: A violência e a omissão

Vivo um momento de dor. Dor moral. Dor que surge da perplexidade diante dos rumos que a humanidade vem tomando. Grassa a violência e o desrespeito por toda à parte. É morte aqui, lá e em todo o lugar. Vive-se em clima de terror e medo. Nunca se sabe quem vai ser a próxima vítima de mãos impiedosas e intolerantes. Procuro meditar sobre as teorias psicológicas e suas explicações para certas atitudes humanas. Percebo, lamentavelmente, que a prática é muito diferente da teoria. Ela a submete com tal facilidade que surpreende até mesmo os teóricos que a criaram. Reformulações vão sendo feitas, no intuito de abarcar as modificações sempre crescentes; possibilidades infinitas como a singularidade humana.

Nesta era individualista que atravessamos poucos se importam em assegurar ao outro condições mínimas para se desenvolver com saúde e dignidade. A maioria preocupa-se somente consigo mesmo. A violência tem chocado porque assume proporções assustadoras e, por incrível que pareça, isso tem sido necessário para atingir uma série de corações endurecidos por tanto egocentrismo. E há quem diga: matou tem que matar! É por isso que vamos prosseguindo assim, de forma cada vez mais violenta. Não existe compaixão pelo próximo. Não existe amor! Milhares de crianças morrem de fome ao nosso lado. Milhares de pessoas precisam de uma oportunidade, um trabalho, uma chance na vida. Quantas vezes cerramos nossos ouvidos diante de apelos aflitos? Fechamos nossas mãos, nossos olhos e, por que não dizer, nossas carteiras diante da carência alheia? Preocupa-nos nossa própria mesa e a fartura que pode abrigar. Nem todos são tão pobres a ponto de nada terem para dividir. Muitos há que necessitam somente de uma palavra de encorajamento, mas alguém tem que dizê-la.

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Novos comandantes, velhos problemas: POLUIÇÃO SONORA II

Olá autoridades desse município,

Eu sei que vocês não atendem pelo telefone e quando atendem enrolam, mais leem os blogs todos os dias. Nesse momento, mais uma vez ou milhões de vezes, o veículo, UNO verde, Placa JKT 59…, está na Praça dos Ex-combatentes (Praça Pública), próximo ao viaduto Catalão, com o som bem alto e transformando a praça em bainheiro público, causando sérios transtornos para o bairro.

E continua a reclamação: Ligo para as autoridades e a resposta (quando atendem), “a viatura está quebrada”, “não tenho viatura”, “não tem combustível para ir nesse momento” e a melhor de todas, “a viatura já está indo” – mais nunca aparece. Até hoje não apareceu.

Agora, só me resta apelar para São Pedro mandar uma chuva e acabar com esse problema, porque a quem é direito, não adianta mais.

Att.,

Maria José

Inscrições abertas para as rodas de conversa com Mãe Ilza Mukalê

Projeto visa difusão de histórias e saberes da líder religiosa

Mãe Ilza

O projeto “Mãe Ilza Mukalê” vai promover oito rodas de conversa para registrar e difundir a tradição oral do Candomblé Angola-Congo, a partir das histórias contadas pela líder religiosa do Terreiro de Matamba Tombenci Neto, localizado no Alto da Conquista. Até o dia próximo dia 12, estão abertas as inscrições para o preenchimento de 40 vagas para os interessados em participar dos encontros. Para isso, basta enviar e-mail para: [email protected]

Além de Mãe Ilza Mukalê, estarão presentes nas rodas de conversa alguns palestrantes que participarão dos encontros em momentos pontuais. Serão trabalhados, oralmente, diversos elementos da tradição da nação angola do candomblé, como: Histórias e lendas dos inkices; as danças; os ritmos; as músicas; a culinária; a indumentária e os adereços adotados nessa religião; conhecimentos sobre a natureza, plantas e medicina tradicional; história e atuação do Terreiro de Matamba Tombenci Neto; dentre outros temas.

As datas dos encontros nos meses de novembro são: 17 (tarde), 19 (noite), 20 (tarde), 24 (tarde) e 27 (noite) e, em dezembro, nos dias 01 (tarde), 08 (tarde) e 15 (tarde). À tarde, o horário será das 14h00 às 18h00 e, à noite, das 19h00 às 22h00. Todos ocorrerão no Terreiro de Matamba Tombenci Neto.

O objetivo deste projeto é, além do compartilhamento das histórias e saberes de Mãe Ilza, produzir uma cartilha sobre as temáticas abordadas por ela nas rodas de conversa, a fim de oferecer conteúdo didático e contribuir para a aplicação da Lei 10.639, que visa incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”. Também será realizado um registro audiovisual dos encontros, em formato de DVD, que acompanhará a cartilha impressa.

O projeto “Mãe Ilza Mukalê” será integrado à programação do Novembro Negro do terreiro e prevê, ainda, um festejo em memória à Zumbí dos Palmares e em comemoração à consciência negra no Brasil no dia 24 de novembro, no Terreiro.

Esta é uma realização do Terreiro de Matamba Tombenci Neto e da Organização Gongombira de Cultura e Cidadania. Este projeto foi contemplado pelo Edital nº 07 / 2012 – Culturas Identitárias – da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

Ascom Tacila Mendes

Alfredo Amorim da Silveira em: Contra FOTO não há argumento

Exposição fotográfica / Bataclan – Ilhéus


Para ver em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito).

OAB / ELEIÇÃO

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UMA FATALIDADE QUE PODE SER EVITADA

Eventualmente, vêm a público casos chocantes de pais que esquecem filho pequeno dentro do carro, causando-lhe a morte por asfixia. Acho que não existe fatalidade maior, nem como esse pai levar uma vida normal pelo resto de sua existência.
No mundo atribulado de hoje, cheio de pressa e estresse, esquecer coisas é muito fácil, esquecer filhos pequenos é muito difícil, porém possível, tanto que acontece. Se existe uma coisa chamada “força do hábito”, existe também uma coisa que chamo de “força da falta de hábito”. É aí onde mora o perigo. Se não estou enganado, todos os casos de esquecimento de filho dentro do carro que soube até hoje, era o pai, e não a mãe, que estava ao volante, fazendo um transporte não costumeiro, ele e o filho sozinhos. Traído tragicamente pela “força da falta de hábito”.
Como evitar tamanha fatalidade? Não sei se alguém já criou uma técnica, mas eu teria criado a minha própria, caso tivesse filho pequeno. Seria um condicionamento preventivo, uma aquisição forçada do hábito de sempre checar o banco de trás ao parar, antes de sair do carro, em absolutamente todas as ocasiões, seja só, com mais alguém, ou com toda a família no carro, da mesma forma que criamos outros diversos hábitos na vida, como escovar os dentes, pentear o cabelo, alimentar o animal de estimação, verificar portas e janelas de casa antes de ir dormir. Seria só um simples hábito a mais, que tomaria não mais do que dois segundos de tempo e poderia evitar o pior.

Nilson Pessoa

ACABOU! ACABOU! ACABOU!

Aqui jaz uma infeliz administração municipal


Não deu para esperar.
Enfim chegamos ao final de uma grande falsa odisséia cheia de contradições, erros, incompetência, irresponsabilidade, desleixo com a coisa pública.
Tudo isso aconteceu com uma cidade que pelo seu passado, sua cultura, seu povo e sua beleza natural, não merecia ser nocauteada com tanta esculhambação.
Enfim, ACABOU! ACABOU! ACABOU!
Não vamos agora chorar sobre o leite derramado, vamos reerguer a cabeça e partir para uma nova administração.
Sobre isso devemos apostar todas as nossas fichas para que dê certo e possamos resgatar o que foi perdido, o que foi jogado fora.
As promessas de campanha foram muitas, vamos aguardar.
Também não devemos esquecer que o novo mandatário eleito, em seu último mandato, foi o patrocinador oficial desses oito anos de terror, as pessoas de sã consciência e amantes da cidade sabem muito bem do que aconteceu, não podemos tapar o sol com a peneira, muito embora alguns não aceitem esta verdade.
Queremos de todo coração que desta vez, aliado ao conhecimento, experiência, maturidade e uma equipe comprometida com a nova oportunidade, possa surgir uma administração pública municipal com mais seriedade e com os interesses voltados para recuperar o tempo perdido e colocar a cidade no bom caminho.
Chega de lixo, dos inúmeros secretários de saúde, dos factóides confeccionados pela assessoria de imprensa, das obras iniciadas e nunca acabadas, da falta de respeito com a centenária cidade de São Jorge dos Ilhéus.
Mais uma vez peço desculpas aos meus amigos ilheenses por ter contribuído com meu voto para eleger essa turma que está saindo, todos nós cometemos erros na vida, mas o meu foi irreparável, pois atingi duramente a cidade que tanto amo, aqui nasci, me criei, constituir família e com as graças de Deus ainda estou por aqui.
Vamos em frente que atrás vem gente, Ilhéus deve estar sempre em primeiro lugar. Vamos todos ficar atentos e vigilantes, afinal este paraíso de tanta beleza natural pertence a todos os ilheenses e adotivos, nenhum político e/ou partido pode se arvorar como dono da área.
A convocação é geral: devemos ficar todos de prontidão e exigir seriedade, compromisso, responsabilidade, ética, respeito pela coisa pública, é a vida de um povo que está em jogo.
“A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!” Lucas 12, 39-48.
ZÉCARLOS JUNIOR

























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