Assunto – Projeto Boca da Noite

Show – Raízes Brazilianas

Artistas – Paulo Mourão, Caê e Sérgio di Ramos

Local –  Teatro Sala – Zélia Lessa – Itabuna – Bahia

Endereço – Praça da Bandeira s/n – Centro

Data – 07 de dezembro – Sexta feira

Horário – 18.30 horas

Grande encontro reúne três artistas da música em Itabuna. Paulo Mourão,  Caê e Sérgio di Ramos. Dois baianos e um mineiro fazem a estreia do Projeto BOCA DA NOITE, coordenado pelo produtor Ari  Rodrigues, na sexta feira, 07 de dezembro, as 18.30 horas na Sala ZÉLIA LESSA, em Itabuna, Bahia.

O projeto busca evidenciar trabalhos de qualidade que tragam novas reflexões e percepções sobre a vida.

Raízes Brazilianas

Esse é o nome espetáculo que os três artistas, distintos em sua forma de criação e percepção do mundo, trazem para o povo de Itabuna. CAÊ, já reverenciado pelo público baiano tem história. Sérgio di Ramos, da mesma forma, artista plástico reconhecido em nível internacional, mostra agora, pérolas de sua veia musical. Paulo Mourão, violeiro, que já andou meio mundo e cantou “pro mundo inteiro” se une aos dois para uma noite iluminada.

Estrada

Paulo Mourão, integrou o casting da KUARUP DISCOS, tem 04 cds lançados e passeia tanto pelas raízes quando pelo que define como “pseudo-clássico”. Ele explica: “O coração é terra sem limites. A música, que nos toca, nos leva muito longe”.

CAÊ, tem a garra do criador. Vencedor de inúmeros festivais, sabe como chegar e tocar o coração do público. É um artista comprometido com o povo grapiúna. Seu trabalho chega a ser considerado épico. Mostra com beleza e poesia a cultura do cacau e sua gente.

Sérgio di Ramos, que ganhou o mundo com seu estilo ímpar de artista plástico, mostra agora que letras e melodias também fazem parte de sua rica expressão. Com 03 cds lançados, é parceiro de Paulo Mourão em novo cd em fase de estúdio: SETE SEGREDOS.

A viola

Pouco conhecida no sul da Bahia, veio para o Brasil com os portugueses, os padres jesuítas. Era utilizada para evangelizar “brutos e gentios”. Depois, ganhou vida própria. Tomou conta do Brasil e tem sua própria linguagem. Viola não é violão. Tem mistério e tem magia.