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:: 1/dez/2012 . 22:41

CArnaval, FUtebol, SAmba

Toda copa do mundo de futebol tem seus dois personagens – o mascote e bola – ambos batizados com nomes geralmente escolhidos por votação do público.
A bola da Copa de 2014 recebeu o nome de Cafusa. É até legal, tem a ver com a miscigenação, característica marcante do nosso País. Mas acharam de dar o significado CArnaval, FUtebol e SAmba às três sílabas. Aí eu não gostei. Pode ser implicância da minha parte, mas acho que foi-se o tempo de se propagar e sustentar a imagem do Brasil no manjado e pejorativo tripé carnaval/futebol/samba. Não me pergunte por quê, mas me faz lembrar da época da ditadura militar, me traz de volta à mente a dolorosa frase de Charles De Gaulle “O Brasil não é um país sério”, me remete ao século passado, quando o País era uma republiqueta de bananas, subdesenvolvida, submissa e sustentada pela agiotagem do FMI; tempos em que o Brasil, perante a comunidade internacional, era só um imenso balneário turístico para lazer nas suas praias e safaris nas suas selvas, o país cuja capital era “Buenos Aires”, o país que eles imaginavam “selvagem”, onde seu povo indígena circulava nu pelas ruas, armado de arcos, flechas e tacapes, o país onde se falava um dialeto estranho e onde ninguém conhecia o idioma inglês, o país do povo preguiçoso e alienado que só pensava em festa.
Tudo bem, continuamos sendo o país do carnaval, futebol e samba, mas o mundo todo já está careca de saber (e boa parte dele não vê nada de importante nisso). Basta, vamos começar a divulgar a outra face, a nova face do Brasil do século XXI que, apesar dos pesares, se desenvolve e se moderniza. Ainda estamos longe de alcançar uma condição satisfatória, principalmente no campo social, mas é fato, avançamos bastante nos últimos doze anos. Lembro que passei toda minha vida escolar ouvindo que “o Brasil é um país em desenvolvimento”. Mentira, éramos completamente subdesenvolvidos, éramos apenas carnaval, futebol e samba, e só recentemente começamos a engatinhar rumo ao desenvolvimento.
Opa, mas lá no início o assunto era o FUtebol… o Brasil pegou uma chave difícil, osso duro. Atenção jogadores e técnico, cuidado com aquela desculpa esfarrapada de sempre: “É, não começamos bem, mas vamos crescer na competição”. Vão abrindo logo os olhos pois, dessa vez, se não começar bem, SAmba. E nada de CArnaval.

Nilson Pessoa

PSICOMUNDO – PASSEIO NA MAJESTOSA CIDADE DE ILHÉUS

Diante de tantas desordens que o mundo passa a nossa cidade está numa lamentável situação caótica. Tem muitas coisas e nada funciona na sua intensidade de benefícios que tragam progresso e dinamismo! E procuramos quais as causas ou causadores dessas incessantes maleficências, quem ou quais foram os autores intelectuais de tudo isso que estamos verificando quando provocamos um passeio por nossa cidade, afinal quem é ou quais são?
Incrivelmente nada nos faz ficar satisfeito, exceto o desejo de vê-la novamente na sua qualidade exuberante, lembrando os tempos bons que tememos que não volte mais! E essa imaginação que nos invade o sentimentos de preocupação não recai sobre o poder financeiro dessa Terra. Recai sobre a forma pela qual muitos políticos tratam o erário público de município! Não há dinheiro que dê para tantos descasos das péssimas gestões que ultimamente foram instaladas em nosso município. Ilhéus precisa urgentemente de especialistas em descobrir minas de ouro para abastecer as vontades de quem gosta de ganhar tudo na facilidade, e ficar rico misteriosamente.
A cidade de Ilhéus está quebrada em todas as suas extremidades e só Deus poderá trazer de volta os mais puros desejos da nossa população de ver novamente o seu progresso. Quem vive nessa cidade e gosta dela, com certeza não entende como acontece tanto maltrato e as autoridades precisam fiscalizar, e infelizmente não nos dão uma resposta, obrigando aos desastrados administradores a usarem a pratica do bem em benefícios de sua população! Existe tanta frieza de muita gente no desconhecimento de levar a sério uma cidade tão querida por inúmeros turistas que nos visitam e que saem daqui tristes por não acreditar em ver Ilhéus estado de decomposição.

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Passeata do aprova Dilma

Jailton Batista

nada menos que 45 milhões de eleitores. Este é o numero que motivou(RAM) Lula e agora a então presidente Dilma a vetarem a divisão dos Royalties do petróleo. A desculpa foi em respeito aos contratos preexistentes…
A passeata do “veta Dilma” mobilizou 200mil pessoas no Rio de Janeiro. Acredita-se que elas devem ter seus motivos para isso, mas duzentas mil pessoas não representam a maioria da população brasileira. Principalmente a população do Norte e Nordeste. A nós agora cabe esperar pelos futuros contratos do pré-sal e todos os Royalties da união serão investidos na educação. Vamos reza! Caso novos contratos não surjam, a educação continuará sem investimentos.
O Brasil como sempre caminha na contra mão do desenvolvimento sustentável: faltam ferrovias, hidrovias, portos, e aeroportos. Quando a corrupção não destrói os sonhos, a politicagem o faz.
Enquanto o mundo se prepara para soluções alternativas de combustível – A Inglaterra por exemplo desenvolveu uma nova técnica para produzir gasolina: A técnica envolve a extração de carbono do ar e hidrogênio da água, e combiná-los em um reator com um catalisador para a produção de metano, o metano é então convertido em petróleo), o Brasil espera novos contratos de pré-sal para investi em educação.
Mas, cadê a passeata do “aprova Dilma”? Acredito eu que em menos de um dia sem precisar sair de casa, com auxilio da internet agente teria mobilizado milhões de pessoas para um assunto tão sério como este dos Royalties do petróleo.

C O N V I T E

Caro Rabat,

Gostaria que fosse veiculado no seu site que eu, Herval Soledade Filho, produtor do Sistema Cacau Cabruca, vou conscientizar a população dos municípios de Coaraci, Ibicaraí, Floresta Azul e Almadina, à respeito do Projeto de Criação do Parque e Refúgio Nascentes do Almada, do Governo da Bahia através da empresa VALEC (http://200.187.22.136/upload/Parque.pdf) por causa do desmatamento que vai ser ocasionado pela construção da FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE-LESTE. Este projeto visa desapropriar mais de 200 mil hectares das regiões citadas.

Convite aberto à todos os produtores, trabalhadores, políticos, imprensa e sociedade civil.

Amanhã dia 02 de dezembro de 2012 a partir das 09:00 h em Ibicaraí/BA, na região do Ponto do Jacarandá.

Transporte gratuito (saindo do Posto Rio Salgado em Ibicaraí, BR 415).

ADVENTO

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus

No domingo, dia 2 de dezembro, iniciamos mais um ano litúrgico com o tempo do Advento.

Advento, ou o “dia da vinda”, é um tempo de preparação para receber o Senhor que vem e se manifesta a nós. Sua manifestação tem dois aspectos:

1. Sua manifestação em nossa carne ao nascer, e constitui a sua 1ª vinda.

2. Sua manifestação em glória e majestade no final dos tempos, e constitui a 2ª vinda.

Rezamos na oração do Prefácio I: “Revestido da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos que hoje, vigilantes, esperamos”.

O tempo de advento tem dupla estrutura: advento escatológico e advento natalício. O primeiro compreende o tempo que vai do 1° domingo do advento ao dia 16 de dezembro; o segundo vai do dia 17 a 24 de dezembro, que é o tempo de preparação mais imediata para a festa do natal.

É importante compreender bem esta distinção para se poder celebrar com mais proveito para a nossa vida espiritual o tempo de advento. Infelizmente já estamos focados na festa do natal com todos os enfeites, sons e cores e nos esquecemos da preparação do coração e da mente. Sendo assim, devemos deixar para colocar os enfeites natalinos, inclusive a montagem do presépio, para o tempo do advento natalício, depois do dia 16 de dezembro.

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ILHÉUS – ENTRE ÍNDIOS E FAZENDEIROS

DIREITOS E DEVERES

Tomamos a liberdade para de uma forma sintetizada informar sobre a delimitação, através de um croqui sem precisão cartográfica, apenas como ilustração para melhor entendimento prático da área.

No Diário Oficial da União do dia 20 de abril de 2009, foi publicado o resumo do relatório da delimitação destas terras para os índios de Olivença.
A área proposta abrange os municípios de Ilhéus, Buerarema e Una, num total de 47.376 hectares, para proteger cerca de 3.000 índios.

Destes 47.376 hectares, aproximadamente 45.000 hectares estão no município de Ilhéus, que correspondem a 25% da área total do município (180.000 ha). Já com relação à área total do Projeto, 95% serão cedidos por Ilhéus e os 5% restantes divididos entre os municípios de Buerarema e Una.

Outra coisa que chama a atenção é que as áreas urbanas de Olivença e Cai N’Agua estão dentro do polígono e a maioria do limite percorre pelo litoral próximo da BA-001, isto para não incluir os empreendimentos hoteleiros e casas de veraneios e ou residenciais em todo litoral do município. Apenas no Loteamento Águas de Olivença, vizinho ao Cana Brava Resort, no lugar chamado Ponta de Itapoã, é que o polígono vai até a praia, por onde os índios terão acesso ao mar.

De um modo geral, a área dentro do município de Ilhéus é composta por vegetação da Mata Atlântica, que está consorciada com 95% do piaçaval de todo município, além de áreas de coco, cacau, mamão, mandioca, seringueira, e de vegetação de capoeira, capoeirão, restinga, várzea e brejos, com uma riquíssima reserva de recursos hídricos e solos variando de pobres a média fertilidade.

Todo levantamento já foi realizado, inclusive com todos imóveis rurais envolvidos. Deste modo, a proposta de identificação e delimitação apresentada pelo Grupo de Trabalho (GT), atendeu todos os requisitos estabelecidos pelo artigo 231 da Constituição Federal. Assim sendo recomendou a continuidade do procedimento de regularização da Terra Indígena Tupinambá de Olivença.

Mais recentemente a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), fez com que se prolongasse a decisão da União a indenizar os proprietários de títulos de domínio de terras indígenas, até 05 de outro de 1998. (Promulgação da Constituição Federal)

A Constituição Federal com relação a estes casos diz textualmente que: “a nulidade ou a extinção de atos de domínio e posse de terras tradicionalmente ocupadas por indígenas não gera direito a indenização pela terra nua, ou ações contra a União. A única hipótese admitida de compensação aos proprietários rurais é em relação a benfeitorias derivadas da ocupação de boa fé.

A PEC 71/2001, vem de encontro a tudo isso, que já alivia em parte tal situação, senão a meu ver não tem como se fazer uma decisão justa.

Eis as perguntas: como ficam os proprietários dos imóveis envolvidos, pois a maioria deles possui o Título de Domínio da Terra, dado pelo governo do Estado? Quem tem razão nesta história toda? Para onde irão os fazendeiros? E os descendentes de índios como vão provar isto? Pois, tem até “índios galegos”!…

Vejam que é uma situação que merece um estudo mais profundo, com cautela, sem atropelos, senão poderemos ainda ter muito derramamento de sangue. E não seria bom, repetir a história do passado no lugar Cururupe.

Rezende





















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