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:: 16/dez/2012 . 20:52

PREOCUPAÇÃO

Neste domingo dei umas rodadas pela cidade.
O que vi e presenciei é estarrecedor.
Fiquei muito triste, e o que passou por minha cabeça foi algo que me deixou bastante preocupado.
SEM A PRESENÇA EFETIVA DO GOVERNO MUNICIPAL, o povo está perdendo a compostura, a educação, a decência, a cidadania, os valores, o bom senso.
Estão destruindo a nossa cidade aos poucos.
Agora vale tudo! Jogar lixo nas ruas e falta de varrição é normalíssimo, o problema se acentua, pois a ação agora é jogar ENTULHO de reforma e construção nas ruas e avenidas.
Posso estar enganado, mas contra fatos não existem argumentos, um dos inúmeros desafios que o novo gestor público vai enfrentar passa necessariamente por essa situação constrangedora: LIXO, VARRIÇÃO, ENTULHO e FALTA DE EDUCAÇÃO DO POVO.
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Maria Regina Canhos Vicentin em: Preparai o caminho…

Hoje acordei cantando aquela música: “Preparai o caminho, preparai o caminho, preparai o caminho do Senhor…”. E fiquei pensando como já estamos nos preparando para mais um Natal. Presentes, comidas gostosas, toalhas de mesa e guardanapos decorados, bebidas… Mas, será que estamos lembrando de preparar a nós mesmos também? Em Isaías 40, 3-5 encontramos: Uma voz grita: “Abri no deserto um caminho para Javé; na região da terra seca, aplanai uma estrada para o nosso Deus. Que todo o vale seja aterrado, e todo o monte e colina sejam nivelados; que o terreno acidentado se transforme em planície, e as elevações em lugar plano. Então se revelará a glória de Javé, e todos a verão, pois assim falou a boca de Javé”. Agora lhe pergunto: Que terra seca é essa? A que deserto Isaías se refere? Será que não é ao deserto do nosso coração, impróprio ao cultivo das boas sementes do Senhor?

Estamos nos aproximando do momento do novo nascimento de Jesus. Todo ano Deus espera encontrar nosso terreno preparado para a semeadura, mas parece que nos preocupamos mais com futilidades que com o verdadeiro presente do céu. Nosso coração continua pedregoso, desnivelado, acidentado. As sementes não brotam. Elas secam e morrem por falta de preparo do solo. A falta de atenção e cuidado com esse momento de preparação tão especial tem desperdiçado muitas sementes do Senhor. É no terreno plano que se revela a glória de Javé, pois as sementes brotam e produzem maravilhas visíveis a todos. Frutos de amor e bondade.

Novamente, muitos deixarão de ouvir o apelo de Deus. E Ele tornará a se esquentar junto aos animais da estrebaria. Mas, aqueles que ouvirem e se prepararem terão aquecidos seus corações e a oportunidade de seguirem uma nova vida, repleta de significado e propósito. O nascimento de Jesus nunca é em vão, pois para aqueles aos quais nasce: transforma, vivifica, plenifica a existência. Presente maior não há que a doação de uma nova visão, um sentido para a vida, onde todos se sentem amados e acolhidos como filhos. Quantos se queixam da solidão? Junto de Deus a solidão não existe!

Preparemos nossa morada para a vinda de Jesus. Aplainemos as elevações, aterremos os vales, transformando em planícies nossos corações. Terrenos propícios à semeadura do Senhor. Somente assim nosso Natal será completo, provido de essência. O Menino-Deus está quase surgindo e procura um local para nascer. Será que vamos disponibilizar um lugar para Ele em nossas vidas? Natal é isso! Jesus nascendo em nossos corações! Feliz Natal para todos!

Maria Regina Canhos Vicentin (e.mail: [email protected]) é escritora.

Acesse e divulgue o site da autora: www.mariaregina.com.br.

NATAL É SÓ UMA VEZ POR ANO

Poucos dias para o Natal. Estava eu num supermercado que serve um delicioso frango assado “pra viagem” (na minha modesta opinião, o melhor galeto da cidade). De repente, e por conta do galeto ser gostoso, me veio instantaneamente a pergunta que fiz aos funcionários da seção onde os frangos assados são oferecidos: “Vocês vão assar chester e peru pro Natal?”. Pegos de surpresa, se entreolharam como se ninguém da empresa tivesse pensado nisso e, após alguns segundos de silêncio, veio a resposta negativa.
Nesse mundo louco e corrido do século vinte e um, a palavra de ordem é “praticidade”. Imagine quantas donas de casa teriam poupado o trabalho de preparar o prato principal da ceia natalina? Já seria uma grande ajuda e sobraria um tempinho pra cuidar de outras coisas.
Entrando na seara do marketing e do negócio, seria uma maneira de cativar os atuais clientes e quem sabe até conquistar novos, com esse interessante diferencial frente à concorrência. Por outro lado, eventuais prejuízos ou encalhes de produto poderiam ser evitados através do sistema “sob encomenda”, caso o supermercado julgasse necessário; seria apenas uma questão do simples controle de nome/telefone/produto/quantidade encomendada, durante um período tal, antecedente ao 24 de dezembro.
O Natal é uma daquelas datas em que o comércio faz a festa, mas só existe uma vez no ano. É aproveitar ou aproveitar, sempre de olho nas expectativas e anseios do consumidor, peça fundamental dessa complexa engrenagem chamada Economia.

Nilson Pessoa

Matando a saudade

Este fim de semana foi marcante para o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles. Depois de muitos anos, ele retornou a Viçosa, (MG), para participar da festa dos ex-alunos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), onde formou-se em Agronomia, fez mestrado e parte do doutorado.

Durante as solenidades, Salles fez parte da mesa, ao lado do colega de turma e reitor em exercício da UFV, Demétrius David, e foi convidado para pronunciar-se em nome dos milhares de ex-alunos que participaram do encontro. No final da solenidade, assim como os demais ex-alunos, Salles recebeu das mãos do reitor um diploma comemorativo, em reconhecimento pelo trabalho em prol da sociedade brasileira.

A programação do encontro dos ex-alunos foi marcada por uma missa, assembléia, solenidade de diplomação e bailes.


Josalto Alves

ILHÉUS / Loja Maçônica Elias Ocké – Ceia de Natal – 2012.

Marcou!.

O ambiente de confraternização, alegria, sorteio de brindes, oradores destacando a unidade da Loja,  cunhadas, sobrinhos e convidados deram um brilho todo especial ao nosso evento.

Até 2013 !!!! porque o 2012 foi fechado com chave de ouro. Muitas realizações, muitas ainda por concretizar e, o mais importante: ratificada está a união dos obreiros da Loja.

Parabéns, Feliz Natal e que 2013 seja de grandes realizações…

… e que DEUS continue nos guiando (Sempre!).

Rabat.’.

MONT DOIS

Veja FOTOS clicando AQUI e depois na seta para AVANÇAR.
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Veja um pequeno vídeo

ILHÉUS – ONG(s), DESBUROCRATIZAÇÃO, PONTE E CARNIÇA

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Era 18 de julho de 1971, quando por Decreto de número 83.740, o presidente João Figueiredo, instituía o Programa Nacional de Desburocratização.

Dentre tantas finalidades, seus princípios básicos eram:

  1. Acreditar até prova em contrário, que as pessoas estão dizendo a verdade.
  2. Que o acúmulo de prova documental seria um dos entraves para a devida solução dos assuntos que tramitam nos órgãos e entidades da Administração Federal Direta e indireta.
  3. Que os casos de fraudes não representam regra, mas exceção, e não são impedidos pela prévia e sistemática exigência de documentação.
  4. Que qualquer falsidade documental, constitui em crime de ação pública punível na forma do Código Penal.

Com isso, eram abolidas diversas exigências e apresentações de atestados, declarações, autenticidade e reconhecimento de assinaturas num total de 15 artigos.

Já, em 06 de setembro de 1979, também por Decreto de número 83.936, o presidente Figueiredo e tendo a frente do novo ministério o Sr. Hélio Beltrão, a esperança de uma administração pública mais eficaz, é que foi publicada os por menores do Decreto, no D.O.U de 10.09.1971.

Até aí, tudo uma maravilha, tudo parecia correr muito bem, pois no decorrer desta agilidade criaram-se os Juizados de Pequenas Causas e o Estatuto da Microempresa.

Mas, em 1986, o Ministério da Desburocratização era extinto e incorporado sua pasta ao Ministério da Administração.

De lá para cá, a máquina pública parou de novo, e com isso, projetos para o

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desenvolvimento do país, esbarram-se numa papelada, muitas vezes necessária, mas alguns órgãos, entidades e ONG(s), se aproveitam de forma exagerada e às vezes até de forma radical, para agradar não sei a quem, e empurram o progresso a passos mais lentos.

Em razão disto, nenhum governante, tem mais como prevê o início e término de obras, pois pelo meio, nos parece que atendendo certos interesses, começam o drama de liberar, parar por ordem de liminares, e uma parafernália de ações na justiça, o que seria pra hoje, passa para o ontem sem fim.

Ora, ninguém de sã consciência irá admitir que certa ONG(s), muito das vezes patrocinadas por organismo internacionais, estejam realizando seu papel, simplesmente por amor a natureza. Claro que não. Por trás disso, deve ter outros interesses e para isso são remunerados, pois ninguém trabalha de graça e nem abriria mão de suas verdadeiras profissões, que na maioria das vezes é universitária, além de empregos garantidos, para submeterem-se a xingamentos, desrespeitos e tortura mental, em nome simplesmente das borboletas, do sapé, do sapinho, etc. E tudo isso, apenas para ajudar ao semelhante, que no pensar deles, seria a solução de todos os problemas. Minha avó já dizia: “ninguém faz nada por alguém, sem antes não visar seu próprio bem.”

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