Ontem, ao anoitecer, estranhei o fato das minhas moscas diurnas terem ido embora e as noturnas não terem chegado.
Aguardei o dia de hoje para dar uma olhada na tal “Zâmbia”.
O efeito foi instantâneo e imediato. Bastou o lixo acumulado ser recolhido, para as moscas desaparecerem. Só que as minhas ceias de Natal e Ano Novo foram prejudicadas (e muito) pelo lixo doméstico não recolhido na porta e pela “Zâmbia” abarrotada.
Fico devendo a foto da “Zâmbia” limpa. É que os urubus ainda estão por lá e a foto não ia ficar boa. Mas deixo aqui meu registro escrito: “Zâmbia” limpa é muito bom, pena que dura pouco.
Entrementes, as perguntas permanecem. O que foi que eu fiz para merecer esse martírio de passar as festas no lixo? Por que diabos não acabam de vez com essa maldita “Zâmbia”, vizinha dum colégio e cercada de residências? Porque não iluminam este lugar que, afinal, é uma via pública, uma rua que liga a URBIS à Faelba e ao Santo Antônio de Pádua? Por que um assunto tão relevante – saúde pública – não é tratado como prioridade e definitivamente resolvido?

Nilson Pessoa
com agradecimentos ao incansável Cesar Benevides e equipe