Não vejo ‘com bons olhos’ essa mobilização dos colegas que fazem questão de trabalhar na Câmara; isto porque, o alvo das informações, (O POVO) não está nem ai para o Legislativo. Pelo contrário, está enojado com a postura daquela casa de leis e decidiu optar por jogar dama na JJ Seabra ou conversa fora nos banquinhos ali existentes… O plenário vive às moscas e o que mais se espera de um ‘representante’ não acontece. O vereador por tantas ações incompatíveis com as necessidades da municipalidade despencou feio e é visto, sem ressalva, como um, apenas, ganhador de salário e no mole.

O questionamento pode ser feito no sentido inverso: gravando ou não, fotografandoi ou não, filmando ou não fará alguma diferença? O Termômetro é e sempre será a OPINIÃO PÚBLICA. Esse alvoroço todo fica mais parecendo que aquela casa é um exemplo de dedicação de sobrecarga de trabalho e , resumindo, de uma fonte inesgotável de boas notícias para a sociedade o  que, VERDADEIRAMENTE, NÃO É.

Estamos na era digital. Querendo – quem quer – grava nas barbas do vereador, filma de qualquer ângulo e todos eles comerão mosca em cima de uma imoralidade qualquer que cometam.

Uma casa que não reflete os anseios de uma população não pode ser levada a sério. Quem está querendo saber o que acontece entre um poder e outro se de benefício nada de concreto se verifica?

O povo, culpado disso tudo, tem que engolir em seco porque venderam voto e consciência e alguns cobram trasparência   numa vidraça embassada por ausência de caráter, compromisso e ética desses que se dizem vereador?

Dignos de um distanciamento cada vez maior… por parte daqueles que são ou  no mínimo se consideram sérios.

Rabat.