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:: 18/fev/2015 . 18:44

CARNAVAL 2015 EM ILHÉUS

Foi carnaval ou festa de largo? Não sei dizer, mas, quem gosta de carnaval – assim como eu gosto – não tem dúvida de que tivemos o menor carnaval de todos os tempos, no tamanho do circuito e, talvez, na participação do povo.

Parece que neste ano o governo se esmerou em apequenar alguns aspectos da festa popular: não contratou nenhum trio elétrico; não colocou nenhum tipo de decoração carnavalesca; não armou palanque oficial, quiçá para evitar constrangimentos; e reduziu o espaço físico do evento público à menor área ocupada de toda a sua história: iniciava-se junto à catedral e terminava primeira esquina mais próxima da Soares Lopes, concentrando ali barracas, palco, vendedores e foliões.

Por outro lado, quem é folião, quem gosta de brincar, sempre dá um jeito de aproveitar o carnaval e ser feliz, seja em um bloco popular ou afro; seja próximo à banda que toca no palco ou indo ao circuito junto com as pessoas de quem gosta.

Houve também acertos, o lado positivo: um deles é o carnaval iniciar-se à tarde e terminar às 2 horas da madrugada, evitando enorme quantidade de inconvenientes, principalmente relacionados à violência. A redução da área também facilitou o trabalho da Polícia, sobretudo militar, que atuou com bom efetivo e de forma adequada, trazendo segurança, o melhor possível, para este evento que é marcado tanto pela alegria quanto pela tragédia dos assassinatos que ocorrem na frente de todos, mas que permanecem sempre anônimos porque nunca são divulgados pela grande imprensa.

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OS FRANCOS – MAÇONS – PARTE XII

Ir.’. Everaldo

Ir.’. Everaldo

Por José Everaldo Andrade Souza

A partir do momento que compreende o primeiro passo na Maçonaria, o maçom é ensinado a viver a sua vida, dentro e fora da Loja, por meio de um conjunto de Princípios, de Ideais e de Virtudes…

IDEAIS E VIRTUDES

Sempre que estiver em uma Loja, o maçom não pode deixar de estar consciente do simbolismo do qual faz parte e do qual é uma parcela do seu feitio. A Loja é um símbolo do Universo, com o Sol iluminando a sua importância, para que todos a admirem e se surpreendam. As ornamentações nos Quadros de cada Grau e o significado simbólico de cada ferramenta servem para lembrar ao maçom o propósito da Maçonaria e os princípios pelos quais todos os membros da Loja são exortados a viver.

Os mais impressionantes desses símbolos, aqueles que ninguém pode deixar de notar ao entrar em uma Loja, são as três Colunas da Sabedoria, da Força e da Beleza. Elas servem para representar a Onisciência e a Onipotência do Ser Supremo e a perfeita simetria de Sua Criação. Elas são vistas fisicamente na Loja como as Colunas Jônica, Dórica e Coríntia, cada uma diferente da outra em formato e forma e também, metaforicamente, como os obreiros superiores da Loja – o Venerável Mestre, o 1° e o 2° Vigilantes. Nenhuma Loja pode ser aberta sem a sua presença.

Nem todos os maçons podem esperar demonstrar a sabedoria de companheiros maçons, como Benjamin Franklin e George Washington, e outros visionários, que acreditavam piamente na sabedoria de lutar pela liberdade de viver livre do domínio colonial. É como escreveu nos Estados Unidos uma figura importante da Franco-Maçonaria; é possível para todos os maçons se esforçarem para encontrar a sabedoria, para enxergar a vida simples e clara, o que é um dos presentes mais importantes que a Maçonaria pode conferir aos seus membros. “Todos nós cometemos erros; a sabedoria maçônica nos encoraja não apenas a aprender com eles, mas também a julgar o nosso desempenho em todos os aspectos de nossas vidas em comparação a certos padrões, ajustar e seguir adiante, havendo aprendido a comparar o seu desempenho e as suas ações com um padrão mais alto.”

AS VIRTUDES DA MAÇONARIA

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BARÃO DE POPOF

O devotado ilheense Raimundo Kruschewsky Ribeiro.

Benção

Amigo

Real

Amoroso

Original

 

Puro

Olhar

Prestativo

Obediente

Feliz sempre.

 

Canhão, Praça do Catete, humor, irreverência, amizade, embaixador, povão, colega, amigo, ilheense roxo, amor pela cidade, cidadão de primeiríssima qualidade, espaço turismo.

Para você meu inesquecível amigo e professor, dou-lhe a nota DEZ por tudo o que fez neste mundo e nesta cidade.

Você colocou na minha cabeça o sentido da palavra continência.

Lembra-se na última despedida prestada ao nosso amigo Jayrão?

Você naquele triste momento disse o seguinte: “as pessoas costumam bater palmas para um amigo que parte. Hoje vamos dar continência a um grande homem”.

E hoje solitariamente lhe prestei minha última homenagem com uma continência.

Vá em paz e que o Senhor lhe receba com todas as honrarias.

Obrigado por ter desfrutado de sua amizade.

ZÉCARLOS JUNIOR

Educação para o Trânsito

Com a chegada do carnaval, a Superintendência de Transportes e Trânsito de Ilhéus – SUTRAN, através da sua Equipe de Educação para o Trânsito, realizou durante o carnaval, várias blitz de educação e orientação para condutores, nos principais acessos ao circuito da festa, e nas principais rotas para quem vem curtir o carnaval ou as praias em nosso município.
O principal objetivo da ação educativa foi redobrar a atenção de todos os motoristas, principalmente daqueles que viajam, sobre o risco de misturar álcool e direção, visto que nessa época do ano os acidentes de trânsito aumentam em decorrência dessa atitude.
A equipe de Educação para o Trânsito trabalhou durante o carnaval conscientizando os condutores. A ação contou com distribuição de panfletos educativos, brindes e intervenção artística de atores da região, (com o objetivo de chamar a atenção de quem estivesse passando pelo local).
A atividade faz parte do cronograma anual do Programa Permanente de Educação para o Trânsito do setor de Educação da SUTRAN.
Foi mais um trabalho realizado dentro da normalidade. A população além de se divertir com a forma irreverente que foi realizada as blitz, parabenizou a equipe.
Os condutores e caronas abordados foram bastante receptivos, e de alguma forma se envolveram no trabalho. Isso é fundamental para que tenhamos o apoio da população nas campanhas contra a violência no trânsito.
Roberto Thadeu

Falecimento

Elvinho Menezes grande amigo de Ilhéus e dos ilheenses também faleceu hoje.

O corpo será velado na mesma Loja Maçônica (ao lado da São Jorge)que está o nosso  POPOFF.

Sepultamento e horário informaremos aqui.

Luiz Castro em: DECOLORES

Saudoso Amigo Barão de Poppof

O mundo nos prega muitas surpresas. Muitas nos fazem sofrer, trazem tristeza, dor e luto. A sua partida, tão prematura, foi uma dessas surpresas imprevisíveis do destino que nos tiram o chão. Ninguém poderia imaginar que você nos deixaria tão cedo, tão abruptamente.

Você deixou um imenso vazio em nossas vidas e em nossos corações. Depois da sua partida, a nossa vida nunca mais será a mesma. Você sempre estará vivo em nossas lembranças, sempre fará parte de nossas vidas nas grandes e pequenas recordações.

Você deixou muito amor em nós. O seu amor pela vida continua pulsando em nosso peito. Siga o seu caminho em paz, iluminado pelas bênçãos de Deus. Nós estaremos sempre aqui, orando por você e enviando as nossas energias positivas de amor e carinho.
Que Deus te conceda a paz dos justos!

Luiz Castro

Alfredo Amorim da Silveira em: “DESTAQUES”.

BARÃO DE POPOFF

Raimundo Kruschewsky Ribeiro (Barão de Popoff)

Raimundo Kruschewsky Ribeiro (Barão de Popoff)

Não é sempre que temos a oportunidade de juntar o passado com o presente. Desta vez estou aqui para fazer uma homenagem a uma grande figura de Ilhéus, descendente de uma das famílias mais tradicionais desta cidade, e também contar, em parte, como foi a emigração dos alemães para esta terra querida de todos nós.

Os Krushewsky vieram para Ilhéus entre 1822 e 1823, trazidos por Pedro Weyll (Holandês) e seu sócio (?) Saueracker. Junto com os Kruschewsky vieram também para Ilhéus os alemães, Sellmann, Schaun, Meffe, Lafit, Ninck, Hohlenwerger, Prezewodowski, Berbert, Steiger.

Estabeleceram-se em uma Sesmaria em terrenos à margem esquerda do rio Cachoeira adquirida em 1818 por Pedro Weyll e seu sócio, onde fundaram um pequeno núcleo chamado de Colônia de São Jorge da Cachoeira de Itabuna. Estes alemães tinham profissão de ferreiros, padeiros, relojoeiros, alfaiates, carpinas, maquinistas, etc.

Uma segunda leva de colonos chegou de Rotterdam na galera hamburguesa Anna Luiza em 1823. Por imprevidência de Saueracker, sócio de Pedro Weyll, que não providenciou com antecedência abrigo, ferramentas e instrumentos agrícolas para o trabalho, passaram os emigrantes por muitas necessidades muitos se retirando para a vila de Ilhéus, sendo amparados pela Câmara Municipal, para não morrerem de fome, sendo também amparados pelo Imperador D. Pedro I, que era protetor dos imigrantes alemães no Brasil.

Muitos deles se deram bem na política, na administração pública, na advocacia, na imprensa, nas letras, nas armas, na agricultura e na indústria.

Bem, terminado aqui as explicações da descendência do Barão de Popoff, vamos agora contar a sua história.

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Falecimento

FALECIMENTO POPOFF
Velório: Loja Maçônica Regeneração Sul Bahiana (Ao lado da Igreja de São Jorge).
Sepultamento: 16 ou 17 horas.

“O Barão faleceu na madrugada de hoje, no Pronto Socorro do Hospital São José, de parada cardio-respiratória.

Seu corpo será velado na Loja Maçônica, no Centro.
O sepultamento está previsto para o final da tarde, será confirmado após a chegada dos filhos.”

José Nazal Pacheco Soub e Lão.





















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