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:: 3/out/2016 . 20:43

Luiz Castro em: DECOLORES

                      CIVISMO E A CIDADANIA

Extrair do jornal da Academia Campinense Maçônica de Letras esse texto que trata de um assunto bastante importante para nós brasileiro.

Ainda me lembro como se fosse hoje. Todos os dias, antes do início das aulas, após uma correria de alunos de um lado para o outro, filas se formavam, divididas por classes e séries escolares, rapidamente se agrupando para ouvir uma breve mensagem da direção da escola. Após, fazíamos uma prece, cantávamos o hino nacional e, só depois deste ritual, íamos assistir as aulas. A cena era comum no nosso dia a dia no Prédio Escolar General Osorio, mas, em outras escolas, aqui em Ilhéus e pelo Brasil a fora, a rotina não era diferente.
Hoje, quase três décadas depois, são poucos os jovens que sabem cantar o hino nacional.

Verificamos uma verdadeira perda do sentimento de civismo. Em especial, na nossa mais jovem população.

A sensação mais próxima de amor à Pátria que muitos jovens conhecem, é torcer pela seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo. E, ainda que envolvidos por esse efusivo momento de ufanismo brasileiro, no momento do hino nacional, ou se calam — porque não sabem cantar —, ou continuam a algazarra farrista sem sequer notar, quão menos respeitar, o Símbolo Nacional.

Até os fins dos anos oitenta, haviam matérias dedicadas à formação cívica e cidadã da população: Educação Moral e Cívica, no então Primeiro Grau, e Organização Social e Política Brasileira, no Segundo Grau. Sob o argumento de que eram, ou ao menos foram, ferramentas do regime ditatorial que havíamos passado, extirparam-nas dos currículos de nossos alunos. Mas nenhuma matéria foi inserida para suprir o vácuo que ficou em razão da extração dessas disciplinas.

É bem verdade que, em setembro do ano passado, a lei 12.031/09 criou uma nova obrigação para os estabelecimentos públicos e privados de Ensino Fundamental em todo o Brasil: dali para a frente passou-se a ser obrigatória a execução semanal do Hino Nacional.

Com certeza foi uma boa notícia, mas só isso não basta!

Precisamos de uma séria reforma na grade escolar de nossas crianças e adolescentes. É salutar que os jovens tenham matérias especificamente focadas no civismo e no sentimento de cidadania.

É necessário que conheçam, com maior profundidade, os símbolos de seu País e o significado de cada um deles.

E, sobre o País, também é preciso que conheçam a estrutura básica de funcionamento da máquina administrativa estatal. É preciso preparar o jovem para que saiba quais as competências da União, dos estados e dos municípios. Até porque, quando o cidadão sabe o que cada órgão de governo deve fazer, consegue avaliar e melhor cobrar o Poder Executivo e Poder Legislativo, que por ele mesmo foram eleitos.

Uma reforma cívica verdadeira também deve passar pela informação que concerne aos direitos do cidadão. Uma disciplina escolar, voltada para uma formação cidadã, deverá também preparar a pessoa para exercer os seus direitos. É difícil exercer um direito, se não conhecemos este direito.

Mas, quem tem direitos, também tem deveres. Não basta saber que posso isso ou que posso aquilo. É necessário ter a consciência de que também tenho deveres. O cidadão que conhece suas obrigações pode, e deve, ser cobrado quando deixa de cumpri-las.

Tudo isso pode até nos parecer óbvio. Mas o dia a dia tem nos mostrado que grande parte da população não tem acesso a informações que sedimentem esses indispensáveis elementos de civismo e cidadania.

Acreditamos que tais mudanças, se aplicadas, em médio prazo, formarão cidadãos melhores, mais conscientes e com melhor condição de voto. Como conseqüência disso, também teremos um País mais justo, mais digno e melhor administrado para atender os verdadeiros anseios e necessidades da população brasileira.

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

Teatro Municipal de Ilhéus recebe o renomado biólogo e aventureiro Richard Rasmussen

No próximo domingo, dia 09, às 16 horas, o Teatro Municipal de Ilhéus apresenta, pela primeira vez na Região Sul da Bahia, a palestra “Superando Seus Limites”, do renomado biólogo Richard Rasmussen, que se tornou nacionalmente conhecido ao apresentar o programa “Aventura Selvagem” no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). O aventureiro é considerado, por muitos admiradores, como “o cara mais destemido da televisão brasileira”, por enfrentar situações adversas e ter contato com animais selvagens.

Richard Rasmussen_foto divulgação

Richard Rasmussen_foto divulgação

Grande conhecedor do meio ambiente, o biólogo divide, durante a palestra, suas experiências de como liderar uma equipe, e aborda também a dinâmica de grupo que usa em seu modo de viver no limite, para passar a mensagem de que qualquer pessoa pode conseguir se superar, independente do que faz ou sonha em fazer na vida.

De acordo com a produtora do evento, a médica veterinária Camila Calheira, a atividade também visa incentivar um projeto futuro, para que sejam realizadas algumas expedições filmadas no Estado da Bahia, dando visibilidade ao turismo sustentável local. “Pretendemos produzir filmagens e realizar transmissões, como por exemplo, na área de Rio de Contas, a fim de divulgar locais da Bahia, por meio de uma emissora de televisão de rede nacional, promovendo o turismo no Estado”, destacou.

Superando Seus Limites é uma palestra motivacional para toda família. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Municipal de Ilhéus, no centro da cidade, e na Clínica Veterinária Deavet, na Avenida Nossa Sra. Aparecida, 782, bairro São Francisco, zona sul. Os valores da entrada são de R$ 30,00 (meia) e R$ 60,00 (inteira). Os participantes do evento receberão certificados.

Violonista premiado se apresenta com a Orquestra Sinfônica da Bahia

O italiano Giulio Tampalini se apresenta com a OSBA, na Igreja de São Francisco

TAMPALINI

TAMPALINI

Considerado um dos mais conceituados e carismáticos violonistas clássicos da Europa, o italiano Giulio Tampalini é o convidado especial da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), em um concerto sob a regência do maestro Carlos Prazeres, curador artístico da OSBA, nesta quarta-feira (5), na Igreja de São Francisco, no Terreiro de Jesus. Além de Tampalini, que vem a Salvador numa cortesia do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, o concerto terá também como solistas Carlos Prazeres (oboé) e Ana Zanata (violino). A entrada é gratuita.

O programa da noite promete grandes momentos: do espanhol Joaquín Rodrigo (1901-1999), o famoso Concierto de Aranjuez e Fantasia para un Gentilhombre (solos de Giulio Tampalini); do maestro e compositor brasileiro Armando Prazeres (1934-1999), Improviso para Cordas, e do italiano Ennio Morricone (1928), Gabriel’s Oboe, da trilha sonora do filme “A Missão”, do diretor Roland Joffé.

Vale destacar que uma das obras mais executadas em todo o mundo, o Concierto de Aranjuez foi composto em Paris, em 1939, na Segunda Guerra, pelo músico espanhol Joaquín Rodrigo (1901-1999), um dos compositores que mais popularizaram o violão na música clássica do século XX. A obra foi criada para descrever os belos jardins do Palácio Real de Aranjuez, em Madri, uma das seculares residências do Rei da Espanha.

Giulio Tampalini, 45 anos, venceu o Prêmio de Arte e Cultura 2014 (Milão, Itália), e diversos prêmios em competições internacionais. Um virtuose no violão clássico, já gravou mais de 25 CDs e DVDs e realizou quase 2 mil concertos em todo o mundo, apresentando-se como solista junto a importantes orquestras e também conjuntos de câmara. É professor no Adria Conservatório de Música, na Itália e ministra concorridos masterclasses, em países da Europa.

A OSBA é um corpo artístico do Teatro Castro Alves mantido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb). Seu atual curador artístico e regente titular é o maestro Carlos Prazeres. Criada em 1982, a OSBA consolidou-se como um dos mais conceituados conjuntos sinfônicos brasileiros. Na sua vasta trajetória, destacam-se apresentações com grandes estrelas do canto lírico, como Luciano Pavarotti e Montserrat Caballé; companhias de dança como os balés russos Kirov e Bolshoi, além de músicos de nível internacional, a exemplo de Jaques Morelenbaum, Arthur Moreira Lima, Nelson Freire, Maria João Pires, Cristina Ortiz, Ray Lema e Hélène Grimaud, entre outros.

SERVIÇO:
ORQUESTRA SINFÔNICA DA BAHIA (OSBA) – Concerto
Solistas: Giulio Tampalini (violão); Carlos Prazeres (oboé) e Ana Zanata (violino).
Local: Igreja de São Francisco, no Terreiro de Jesus – Centro Histórico
Data: 05 de outubro, quarta-feira
Horário: 18h
ENTRADA GRATUITA

Nota de Pesar – Zé Maria

A Fundação Cultural do Estado da Bahia transmite seu pesar pela morte de José Maria Queiroz, um dos grandes mestres do circo baiano, nesta manhã. Zé Maria foi professor de vôos, com experiência profissional como trapezista voador e instrutor de vôos por mais de 65 anos.

Jose Maria Queiroz_Foto_ Arquivo do Núcleo de Artes Circenses

Jose Maria Queiroz_Foto_ Arquivo do Núcleo de Artes Circenses

O circense atuou no Circo Garcia, Norte-Americano Sarrazany, Águias Humanas, Circo Bartolo, Barnos Circus, Hingley Circus, Fumanchú, Circo Giovanini, Circo Nerino, Circo Washington, Circo Vostok e Escola Picolino de Artes de Circo. Em 2014 foi selecionado como instrutor de números aéreos no Programa de Qualificação nos Circos da Funceb, onde alegrou e compartilhou sua valorosa experiência com todos os envolvidos.

A Funceb, entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, transmite sua consternação a familiares e a toda a comunidade artística.

BOA SEMANA !

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