Defesa prevê mil homens das Forças Armadas para inspecionar presídios

O Ministério da Defesa prevê o emprego de cerca de mil homens das Forças Armadas em 30 equipes para realizar inspeções em presídios. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (18), o ministro Raul Jungmann disse que as equipes estarão em condições de atuar nas unidades em até 10 dias. Para auxiliar os estados a enfrentar o crime organizado, o presidente da República, Michel Temer, autorizou, na terça-feira (17), o emprego das Forças Armadas para realizar buscas e apreensões de armas, celulares, drogas e outros materiais ilícitos. Os militares, de acordo com Jungmann, não terão contato direto com os detentos. As inspeções serão feitas mediante pedido de governadores, que são os responsáveis pelos presídios estaduais. Os trabalhos serão articulados com as forças de segurança locais, que ficarão responsáveis por retirar os presos das celas a fim de iniciar as varreduras.

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 Sisu abre inscrições na próxima terça-feira (24)

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) abrem a partir da próxima terça-feira (24) e vão até a sexta-feira (27). Cada candidato pode fazer até duas opções de curso. Nesta edição, referente ao primeiro semestre de 2017, serão ofertadas 238.397 vagas em 131 instituições, entre universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais. A quantidade de oportunidades subiu 4,5% em relação ao primeiro semestre do ano passado, quando 228.071 vagas foram abertas. A inscrição deve ser feita na página do Sisu na internet e está restrita a participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 que não tenham tirado zero na redação.

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CNI: Confiança dos empresários começa o ano em alta

Os industriais começaram o ano com a confiança em alta. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), de dezembro para janeiro, o indicador que mede o otimismo desses empresários subiu de 48 pontos para 50,1. Essa alta colocou o índice acima da linha indiferença. Na prática, esse indicador é semelhante a um termômetro: quando ele está abaixo de 50 pontos, indica pessimismo; quando ele supera essa marca, representa otimismo. O nível do indicador de confiança de janeiro foi ainda 13,6 pontos maior que o registrado em janeiro de 2016, quando estava em 36,5 pontos. Esse movimento de alta, de acordo com a CNI, deve-se à melhora das perspectivas dos empresários. Para chegar ao número final do indicador de confiança, a CNI faz uma ponderação entre outros indicadores. O de indicador de expectativas registrou, entre dezembro e janeiro, crescimento de 3,1 pontos.

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Bolsa Família: crianças devem estar matriculadas para garantir benefício

Manter os filhos na escola deve ser um dos compromissos assumidos pelos beneficiários do Bolsa Família. Este ano, aproximadamente, 1,3 milhão de crianças com 6 anos de idade devem ser matriculadas nas escolas por meio do programa. O Bolsa Família exige uma frequência escolar mínima de 85% da carga horária mensal para estudantes de 6 a 15 anos e de 75% para estudantes de 16 e 17 anos. Os beneficiários receberam informações sobre a necessidade de efetuar a matricula dos filhos e atualizar as informações no Cadastro Único por meio do extrato de pagamento do mês de janeiro.

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 Brasil ratifica protocolo contra trabalho forçado

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, assina, nesta quarta-feira (18), o documento que ratifica o Protocolo à Convenção 29 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de combate ao trabalho forçado. Já enviado ao Congresso Nacional, o texto trata de medidas como a prevenção ao trabalho infantil. O documento reconhece o trabalho forçado como violação aos direitos humanos e instrumento de perpetuação da pobreza no mundo. “Além de proteger nossos trabalhadores e crianças, o documento combate um sistema medieval de relação de trabalho, com sanções previstas a quem descumprir suas normas”, disse o ministro. Uma das recomendações do documento estabelece que os países-membros do tratado devem orientar empregadores para que adotem medidas para “identificar, prevenir, mitigar e prestar contas sobre a forma como tratam dos riscos do trabalho forçado ou obrigatório em suas operações”.

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