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Dia 25/jun/2017

Bahia inicia em Cachoeira as comemorações do 2 de Julho

O último capítulo da Independência do Brasil, a Batalha de Cachoeira, foi homenageado neste 25 de junho, no município do Recôncavo baiano, com atos cívicos, como a transferência da sede do Governo do Estado para a cidade, culturais e religiosos. Pela manhã, foram hasteadas as bandeiras do Brasil, do Estado e do Município, em frente à Câmara Municipal, cerimônia do tradicional Te Deum, uma missa em forma de canto, na paróquia local, e a sessão solene, também na Câmara.

Alberto CoutinhoGOVBA

No dia 2 de junho de 1822, moradores da cidade iniciaram as lutas pela Independência da Bahia, que em 2 de julho de 1823, resultaram na libertação baiana do domínio português. Pela tarde, os tradicionais desfiles com a imagem do Caboclo e das fanfarras escolares animam munícipes e turistas.

A jornalista Clarissa Beretz, de São Paulo, foi passar o São João em Cachoeira e disse que quer virar baiana. “Eu acordei com essa banda maravilhosa passando pela porta. Eu vim celebrar o São João e, caminhando, fui descobrindo a importância da cidade para história, pela luta que houve aqui, pela expulsão dos últimos portugueses. Li um pouco e estou orgulhosa e grata por esses heróis. Eu sou jornalista e não sabia dessa parte da história. Nunca li isso na minha formação. Não tinha ideia da importância de Cachoeira para a história do Brasil”.

Alberto CoutinhoGOVBA

Anualmente, no 25 de Junho, o Governo do Estado disponibiliza os serviços do SAC Móvel para a população do município. A atendente de Telemarketing Tatiane do Espírito Santo levou o filho Arthur Leão Cordeiro, de dez meses, para tirar a primeira identidade. “Ele é pequenininho, mas já exerce a cidadania. Se o SAC não estivesse aqui teria que me deslocar até Feira de Santana com ele, que não tem nem um ano ainda e seria muito difícil. Então, foi ótimo, tudo de bom”.

De acordo com o coordenador do SAC Móvel, Manoel Correia, são oferecidos emissão de carteira de identidade, antecedentes criminais, CPF, recadastramento de pensionistas e ouvidoria. “Atendemos a cerca de 500 pessoas em dois dias de prestação de serviço”.

Independência de fato

Durante o hasteamento da bandeira, os estudantes participaram, perfilando e cantando os hinos Nacional e da Bahia – o Hino ao 2 de Julho. A estudante Jamile Santos Cruz, do Educandário Paroquial, conta a história do Tambor Soledade. “Ele foi o primeiro homem a derramar seu sangue aqui em Cachoeira pela Independência do Brasil”, disse ela, referindo-se ao início da batalha, em 25 de junho de 1822, quando moradores da cidade iniciaram as lutas pela Independência da Bahia, que culminaram, em 1823, na batalha final de 2 de julho, que resultou na libertação baiana do domínio português.

O bispo Dom Estevam dos Santos explicou que o Te Deum é um canto litúrgico, um hino que é levado do povo até Deus. “O Te Deum é cantado em diversos momentos. Em Cachoeira, no dia 25 de junho de 1822, o povo se reuniu para que o eco de liberdade pudesse ecoar por todo o Brasil, desejando uma terra livre e independente. E hoje nós repetimos esse momento histórico, com os mesmos ideais de independência e liberdade, juntando a nossa voz a daqueles heróis que estavam nessa Igreja naquele dia”.

ESCULHAMBOU GERAL VI

Colunista da imprensa desonesta ,  anuncia que um bolchevique  será o homenageado da  Feira literária de Parati neste ano de 2017. Trata-se do Lima Barreto, autor no ano de 1911 de TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA, que  descreve a terra brasilis daquele ano como se hoje fosse. Em 1915,uma de suas crônicas  fala contra o feminicídio, “NÃO AS MATEM “,é mais uma prova da  atualidade do pensamento daquele negro,que  sofre ainda hoje termos pejorativo  ao ser anunciado.
“Eles se julgam com o direito de impor o seu amor ou o seu desejo a quem não os quer.Não sei se se julgam muitos diferentes dos ladrões à mão armada,mais é certo que estes não nos arrebentam se não o dinheiro,enquanto esses  tais cidadãos querem tudo que é de mais sagrado em outro ente, de pistola na mão.”Pelo amor de Deus não as matem.(Lima Barreto)
 E o Michel, Chegou? Reassumiu cagado,está calado e tudo indica se pica calado.As figurinhas carimbadas que o defende   o tosco do  Marum  e mais um punhado de puxas.
Em Sun Paulo, Serra declara  que vivemos uma crise pior que a de 1964, mentiroso contumaz  com certeza defende interesses escusos . Na verdade o partido deste senhor está onde sempre esteve, no muro, esperando para onde vai a maré.Coisa de vagabundos…….
 Jucá,senador, um dos maiores picaretas do congresso,propõe que o fundo partidário receba 3,5 bi para financiar a campanha de 2018. A preocupação da  picaretagem não é com o volume da dinheirama e sim que a partido do vagal seja o mais beneficiado. É  brincar com fogo.
O  congresso do Serra e do Jucá, aprovaram a PEC do teto do investimento que  congela por 20 anos  os gastos do governo no serviço publico. Educação e saúde estão um caos o  que acontecerá a partir de 2018. A lei da terceirização que  precariza ainda mais o trabalho  e finalmente, em analise  no senado  o projeto da lei  trabalhista,  que vai reduzir a proteção à saúde  e à segurança do trabalhador,  aumentando a lucratividade  dos empresários.Esse é o grande legado do Michel, que nos envergonhou na Rússia e Noruega, ou Suécia? Estou confuso…..não sei, me ajudem ….!!!!!!!!!!!
E o Judiciário? Está um brega. As divergências que surgem diz respeito a interesses obscuros.E assim, segue as pegadas do Executivo e Legislativo. Podridão  geral. Que Deus nos acuda.
Recente pesquisa,indica que os mais pobres e a classe média receberam a fatura  da crise econômica  no colo e estão caindo na real, não é por acaso que na mesma enquete os ricos estão muito satisfeitos como governo de Michel..Enquanto isso, torcidas do Vila Nova e Goiás se digladiam, promovendo mortes, por conta do futebol. Eta povinho bunda
TONHODEMACUCO
 junho/2017

V:

http://www.r2cpress.com.br/v1/2017/06/23/esculambou-geral-v/

No GOTAS DE PAZ

Amor maduro

O amor maduro não é menor em intensidade…Ele é apenas silencioso.
Não é menor em extensão…É mais definido colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações…Presenteia com a verdade do sentimento…Não precisa de presenças exigidas.
Amplia-se com as ausências significativas…O amor maduro tem e quer problemas, sim, como tudo.
Mas vive dos problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem, o prazer.
Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
Na felicidade está o encontro de peles, o ficar com o gosto da boca e do cheiro do outro – está a compreensão antecipada, a adivinhação, o presente de valor interior, a emoção vivida em conjunto, os discursos silenciosos da percepção, o prazer de conviver, o equilíbrio de carne e de espírito.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa.
Ele vive do que não morreu, mesmo tendo ficado para depois, vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.
Ele não pede, tem…Não reivindica, consegue…Não percebe, recebe…Não exige, oferece…Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.

www.gotasdepaz.com.br