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No LEIAMAIS.BA / POSTAGEM FIXA


| Postado em Girando
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4 Responses to “No LEIAMAIS.BA / POSTAGEM FIXA”

  • NILZA RAMOS says:

    Hoje uma semana depois de toda manifestação, agora fica um bando de Brasileiros, fazendo manifestações e outros aplaudindo, como una feira HOJE de agronegócios no no Rio Grande dos Sul.

    Veio o escândalo da PETROBRAS para os Brasileiros esquecerem o da COPA DO MUNDO.

    Ai os Brasileiros que votam, ficam todos com cara de BUNDÃO.

    Nilza Ramos

  • Landulpho Moreira says:

    Quero deixar a minha insatisfação sobre OS CORREIOS BRASILEIRO , este órgão me parece o pior do mundo é um absurdo o preço cobrado a demora para entrega e uma vergonha, eu não espero nada deste País, vejo comentários desde minha adolescência que este País iria melhorar e estou já com 70 anos e só vejo piorar, só tem roubo , falcatruas, as leis fracas , Estou Indignado.
    Landulpho.

  • Luiz Carlos Santos Lopes says:

    Morar em áreas de risco
    Luiz Carlos Santos Lopes

    Ao contrário do que disseram dois renomados pensadores, a história dos grandes acontecimentos trágicos se repete sempre que chove muito em Salvador. Não como farsa, mas como tragédia em seu sentido lato e voltagem máxima. E as causas são sempre as mesmas: chuvas torrenciais, ocupações desordenadas nas encostas da cidade, desmoronamentos e mortes. Não obstante a tais acontecimentos, não culpo somente os fatores climáticos pelos infortúnios ocorridos na capital baiana neste ano de 2015, quando morreram 15 pessoas e 500 estão desabrigadas. Culpo também a irresponsabilidade dos Poderes Legislativos municipal e estadual por não criarem leis que proíbam ocupações desordenadas nas encostas dos morros e nas várzeas dos rios. Em minha opinião, faltaram também ações preventivas dos Poderes Executivos municipal e estadual, como mapear, combater desmatamentos e outras ações predatórias causadas pelos invasores desses tipos de terrenos. Fazer obras de contenção onde for possível ou, simplesmente, impedir a ocupação em tais lugares.
    A falta de ação das esferas políticas estadual e municipal para impedir construções em locais impróprios para moradia é comum a todas as cidades brasileiras. O Rio de Janeiro que o diga. Salvador não é exceção. Aqui, pobres ou ricos insistem em ocupar desordenadamente todos os cantos da cidade, inclusive as encostas, indiferentes aos perigos que tais atos possam representar para suas vidas, sem que nenhum governante municipal ou estadual refreie esse tipo de conduta. Parafraseando Arnaldo Jabor, quando chove muito em Salvador há sempre uma sensação de tragédia iminente.
    Um exemplo do descaso oficial em nossa cidade pode ser visto por quem segue do comércio para o Vale de Nazaré pelo túnel Américo Simas. Na encosta do morro em cima da entrada daquela via de acesso existe uma invasão perigosamente instalada, sem que os poderes constituídos tomassem quaisquer providências para evitá-la. Tomara que não se repitam outros fatos aterradores acontecidas anteriormente bem próximo dali nos séculos XVII e XIX, que abalaram a sociedade soteropolitana da época.
    Em 1813, por exemplo, “(…) a ribanceira, que se eleva em frente do trapiche do Barnabé ao Pilar, desabou de improviso com tal porção de terra e com tal ímpeto que só escapou aquela metade do trapiche que demora para a banda do mar. A rua ficou entulhada de um grande monte de terra e do arvoredo que cobria a ribanceira, e as casas que faziam o frontispício do trapiche ficaram demolidas. Morreram algumas pessoas que neste momento passavam pela rua; e das que habitavam as sobreditas casas mui poucas escaparam…”. Os dados são da professora Maria Beatriz Nizza da Silva (A primeira Gazeta da Bahia: Idade d´Ouro do Brazil, 2005, p. 50-51). Só depois do desastre, diz a autora, as autoridades despertaram e proibiram novas construções naqueles lugares.
    O tempo passou, e os poderes públicos que se sucederam não apreenderam as lições dos gestores antigos. Em nome de uma liberdade deformada (em que todos têm direitos, menos deveres) os políticos, para agradar e conseguir eleitores permitem ocupações desordenadas nas escarpas da cidade, sem se lembrarem de que os fenômenos causadores dos maus fados são sempre os mesmos: chuvas, construções em áreas de risco e falta de vontade política para proibir tais atos. Que as autoridades, se debrucem sobre assunto e proíbam qualquer tipo de edificação em lugares que não ofereçam segurança a quem busca construir um lugar para morar. Afinal, todo mundo tem direito à moradia. Mas não dependurado nos morros, ou próximo às várzeas dos rios, sem conforto, segurança, higiene, expondo suas vidas e a dos outros a perigos constantes.
    Jornalista –FENAJ –DRT 2482 – Salvador-Ba.

  • heraldo faskomy says:

    ILHEUS NAO EH DIFERENTE .. TODOS VOLTANDO.. TODOS

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