Os planos oferecidos por governantes para inúmeros servidores públicos, todos criados por escolhas alheias à sua vontade podem ser perigosos caminhos para a concretização dos ideais do povo do nosso país. São maldades criando percepções de fantasias, pois a felicidade não depende de fatores externos e quando assim acontece chama-se dependência e não qualidade de estado feliz. Precisamos ficar atentos porque o mal somente poderá nos atingir se houver permissão de nossa parte.

A nação brasileira vive instante em que os brasileiros devem olhar com muita atenção as intenções dos administradores públicos de forma geral. O mal só poderá atingir a nossa população quando não existirem projetos para a determinação da hora de fazer diferente no sentido de melhorar os percursos da existência humana na face da Terra. Perdura a urgente necessidade de entender que nós somos os que damos as necessárias perspectivas de segurança de bem-estar social e econômica a nós mesmos, buscando momentos daquilo que possuímos através das nossas convicções e atos.

Quem conheceu as lutas das pessoas boas e honestas em nosso mundo, com certeza lembrarão a Madre Tereza de Calcutá, quando deixou a mensagem: “são mais sagradas às mãos que trabalham do que os lábios que rezam”. Então, vale dizer que a serenidade perante qualquer situação é sempre necessária, tal como o cultivo da prece sempre com sentimento confiante, robusta e sincera e com palavras nossas, e jamais decoradas. Temos que ter a percepção em primeiro lugar de agradecer a Deus por todos os males dos quais já nos livrou, mesmo sem apercebermos.

Precisamos criar expectativa de agradecer pela nossa existência e pela oportunidade de nossa evolução, sobretudo, quando adquirimos a noção de que não devemos nos lamentar e que temos que pensar positivo, o que nos impede de fazê-lo, diante de que sabemos que atrairemos coisas boas. Precisamos lembrar que ninguém pode escolher por nós, porque verdadeiramente somos o arquiteto da nossa própria vida.

Em razão dos constantes relatos sobre a criação de efetivação de Programa de Demissão Voluntária – PDV, muitas coisas podem mudar nas ações ligadas ao aumento do desemprego no Brasil. Temos a obrigação de relatar, lembrando quantos brasileiros estão sofrendo as magoas dessas ações perniciosas dos governos e empregadores já produzidas em nosso País. São marcas tristes que deixaram lacunas de misérias em muitas famílias, inúmeras pessoas não estavam preparadas para o entendimento de administrar a sua própria vida.

Hoje, lamentamos a existência de muitas pessoas desempregadas e vivendo em razões das iludidas promessas perniciosas de dinheiro fácil, sofrendo as consequências dos Programas de Demissão Voluntária – PDV. Vale destacar que o pedido de demissão voluntária não está previsto nas leis trabalhistas brasileiras, ou seja, é uma espécie de “acordo inventado” mais recentemente. Todas essas anomalias do processo de vida dos brasileiros são atribuições das péssimas operações desastrosas que comandam os órgãos governamentais, criadas por Instituições e homens escolhidos pelo povo, e agora estão nas mãos de pessoas que perderam a seriedade para com a sociedade brasileira.

Diante de tantos atos e expectativas de arrochos de tantos impostos, informamos que há poucos meses, esta “novidade trabalhista” sofreu algumas mudanças nas regras decididas pelo ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. Isso porque, até pouco tempo atrás, quem aderia ao PDV poderia pleitear na Justiça seus direitos trabalhistas normais – que não estavam especificados no acordo de demissão. Contudo, a decisão do ministro entende que, se em uma das cláusulas for estabelecido que, quem aderir ao PDV não poderá entrar na Justiça, o empregado, portanto, fica impedido de reclamar.

São verdadeiramente impróprias às escolhas dos supostos benefícios de fantasiosas condutas dos governantes, e suas correções nem sempre visam corrigir seus erros criados contra a economia e finanças dos brasileiros, advindas das calamidades públicas nos desvios de verbas com atitudes irregulares. Sendo assim, quem vai continuar pagando é a sociedade brasileira, principalmente a classe mais pobre e desempregada. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia

PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 93ª PARTE