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:: 15/jan/2018 . 21:20

FEMININAS E PODEROSAS

Poderosas, as Rainhas Hatshepsut e Nefertiti (“Chegou a Bela”), no Novo Império do Antigo Egito.

E a Rainha de Sabá, que foi a Jerusalém visitar Salomão por uns dias, lá ficando uns meses.

E Aspásia , mulher de Péricles, o governante no período de maior prevalência política grega, no Mundo Antigo, que não perdia reuniões, interrompendo falas masculinas para expressar as suas idéias.

E Cleópatra, baixinha, gorducha, prognata, nariguda, esfogueada, nem por isso deixando de ficar emblemática, na História Geral da Humanidade.

E a Maria Hebréia, alquimista judia do Egito Romano que inventou o sabão e o “banho maria”? :: LEIA MAIS »

LUIZ CASTRO EM: DECOLORES

O ESTADO LIVRE DO PONTAL – I

Este artigo foi escrito pelo saudoso Sá Barretto em 30/09/94 através do Diário da Tarde, e devido a minha admiração e amizade profunda pelo mesmo achei por bem reeditar, pois achei muito interessante focalizar aspectos pitorescos daquele bairro que sempre gostei desde o tempo das lanchas e besouros, únicos meios de transporte para atravessar a baia do Pontal.

“O Pontal já foi considerado Estado livre. Os seus habitantes agiam com tanta desenvoltura e independência, que, Eusinio Lavigne temendo um movimento separatista para criação de outro Município, conseguiu com o Governo do Estado da Bahia extinguir o distrito de São João do Pontal, transformando-o em bairro de Ilhéus. Até a construção da ponte o Pontal era uma só família. Havia maior entrosamento e intimidade nos bate papos à sombra do tamarineiro regado com cerveja e cachacinha do bar de Mariana, depois de propriedade do seu genro Quintino. Lá pontificavam os Pintos que se tornaram famosos por muitos nativos. Afonso, Cicinho, Astor, Juca Afonso era o líder do grupo. Amigo e admirador de João Mangabeira. Militou no Partido Comunista liderado pelo professor Nelson Schaum uma extraordinária figura humana, cultor da língua portuguesa. Já morava Galório, funcionário das Docas, muito inteligente, dono de invejável verve mordaz e gozador nos seus pronunciamentos. :: LEIA MAIS »

PSICOMUNDO <> O MUNDO DO FAZ DE CONTA <>

O mundo em que vivemos realmente é um “Planeta que habitamos chamado terra do faz de conta”! Faz de conta que temos muitas escolas bem elaboradas; faz de conta que tem merenda escolar e as verbas destinadas não são desviadas, e os estudantes estão obtendo um aprendizado de primeira qualidade. Faz de conta que o nosso País tem o menor índice de desemprego e não existe ninguém pelas ruas sem fazer nada, usando drogas, outros passando fome e com frio debaixo das marquises públicas. Faz de conta que os nossos representantes políticos são fortemente organizados em administração pública e possuem ilibados exemplos de honestidade em todos nossos Estados e no país inteiro. Faz de conta que hospitais e casas de saúde, não estão fechando, sem assistência de péssimas administrações e por sérias dificuldades de crises financeiras.Faz de conta que tudo em nossa cidade e em todos os Estados brasileiros são maravilhosos, principalmente, as estradas e a segurança pública. Faz de conta que pacientes quando procuram atendimento médico são bem tratados e nunca ficam esperando horas e horas nas filas do SUS e dos hospitais com atividades às vezes precárias dos serviços emergenciais, e mesmo assim, até pessoas que representam o poder público também não morrem como indigentes. Faz de conta que tudo isso não é porque somente o dinheiro, o cheque de fiança para caução é muito mais exigido e urgente, porque esse ou aquele plano de saúde naquele hospital ou naquela clinica é aceito. Faz de conta que não é assim que acontece quando as pessoas necessitam de cuidados médicos aqui no Brasil, pois a Lei existe e funciona, sempre é cumprida respeitando à Constituição Brasileira. :: LEIA MAIS »

MOTORISTA É PRESO APÓS PROVOCAR GRAVE ACIDENTE COM VÍTIMA EM ILHÉUS

O motorista do veículo Uno, placa JLM-4914, com licença de Ilhéus, apontado como causador do grave acidente, que fugiu sem prestar socorro, ocorrido por volta das 12h15 desse domingo, 14, na curva do viaduto Catalão, que vitimou o jovem Gabriel Almeida, foi detido por policiais militares e conduzido para o plantão da 7a Coorpin.

Conforme informações da PM, o condutor do carro, que não teve a identidade revelada, atropelou violentamente o motociclista, que acabou sofrendo fraturas expostas na perna e com suspeita de amputação. A vitima foi encaminhada às pressas para emergência do hospital  Regional Costa do Cacau, para procedimento cirúrgico. Do FRN.

LUIZ CASTRO EM: DECOLORES

O ESTADO LIVRE DO PONTAL – II 

Morava ainda no Pontal, Aulo e Alciato de Carvalho, desde os tempos de jovem quando ainda vivo eu pai Dr. Afonso de Carvalho, político e advogado de notável saber jurídico, casado com Autinha Berbert, sempre alegre, otimista de gestos impregnados de ternura e bondade. Souza Pinto, que se ofendia quando perguntava a ele se era filho de Souza Galo. O José de Goes agrimensor que mesmo idoso nadava atravessando o Pontal a Ilhéus e vice-versa. Usava uma cartola coco e quando deixaram de fabricar aquele tipo de cartola, ele deixou de usar chapéu. Adelino Roberto da Costa, poeta porteiro do Foro. Presidente da Colônia de Pesca. . Leolindo Marques, Oficial de Justiça, chefe político do PSD chegou a ser suplente de vereador. José Pedro dos Santos, Escrivão de Paz, dizem que tinha cerca de 40 filhos, talvez seja por isso que em uma eleição foi eleito vereador com expressiva votação. Meus parentes Silvio Amaral e os descendentes de Macedônio de Castro, sempre moraram no Pontal. Moradores mais antigos, José Gaudencio, que eu e meus irmãos chamávamos de tio José Pequeno. . Com suas filhas Francisquinha e Sil, Sebastião Fragoso, João de Goes, Erotildes Melo, Adalgisa e sua irmã Estefania, Passinho, corregionario e cabo eleitoral do Pedro Catalão. Trajano e Aristarcho Weil, moraram uma temporada por lá. Ataide sempre em lutas com Arnaldo Badaro., vez por outra saiam uns tirinhos de leve. :: LEIA MAIS »

ACUSADOS DE ASSALTO SÃO PRESOS EM ILHÉUS

Por volta das 15hs desse domingo, 14, uma equipe da Rotam 69, pertencentes a 69 CIPM, foi procurada por uma mulher identificada por Larissa, informando que foi assaltada por um indivíduo trajando camisa vermelha e tatuagens no braço esquerdo e que havia roubado o seu celular Motorola Moto G4 de capa vermelha, e ainda simulou estar com uma arma na cintura por baixo da camisa.

De imediato, os Pms empreenderam diligência na tentativa de capturar o meliante. Por volta das 18h30 populares comunicaram que dois indivíduos, um de camisa vermelha e outro sem camisa estavam correndo nas imediações da Av. Nossa Senhora Aparecida, onde, logo após pularam um muro de uma escola cada um pegou um motoboy, mas foram alcançados pela polícia, onde estava o individuo de nome Ian Silva da Sá. No momento da abordagem, chegaram mais duas pessoas de nome José Francisco e Sandro Oliveira, informando que Ian mais outro comparsa haviam lhe subtraído também a quantia de 250,00, dinheiro este da venda de picolés de um dia inteiro na praia. Ao indagar Ian sobre as acusações, ele informou que o outro comparsa era Felipe, vulgo batoré, confessou que haviam roubado o dinheiro e celular das vítimas.

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LEMBRANÇAS DE OUTRORA

Anísio Cruz – janeiro 2018

As vezes fico tentando lembrar como se chegava a Ilhéus, vindo de Itabuna, nas velhas “marinetes” que trafegavam entre as duas cidades, nos anos de 1950. A dificuldade é que, com menos de cinco anos, dormia no percurso, embalado pelos solavancos da estradinha encascalhada, de manutenção precária, como de resto, tudo naquela época.

Morava “na roça”, como muitas famílias de então, e visitávamos a cidade, muito espaçadamente. Não haviam veículos, como hoje, engarrafados no trânsito caótico da cidade, e os poucos disponíveis, eram trazidos de navios, pois não havia outra forma de fazê-los chegar à “princezinha do sul”, como a próspera Ilhéus era tratada. Apenas famílias abastadas conseguiam ter um automóvel novo, pois ainda não eram criados tantos embaraços alfandegários, como agora, e eles nem eram fabricados no país. Lembro-me de alguns fords 49, dodges e studebaker circulando pelas ruas, ou servindo de “carros de praça”, como eram tratados os taxis. Ficavam estacionados na praça J.J. Seabra, em frente ao antigo Clube dos Comerciários, e os seus condutores se tornaram muito populares na cidade. Dudu, Miguel, Magalhães, Pacheco, dentre outros, estavam sempre prontos a uma corrida, principalmente para as fazendas próximas, quando existiam estradas vicinais. Era mais comum se viajar de jeeps, para romper as estradinhas, abertas a picaretas, e enxadetes, em hercúleos trabalhos dos garimpeiros, como eram chamados aqueles que faziam esse trabalho, numa alusão aos operários que buscavam enriquecimento nas escavações em busca de minérios, e pedras preciosas. Fora isso, os vagões das locomotivas, e as faíscas que eram lançadas ao ar, e sempre queimavam as roupas dos viajantes. :: LEIA MAIS »

























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