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:: 10/fev/2018 . 20:55

ZÉ PEREIRA

 

Anísio Cruz -fev 2018

Ouvem-se clarins rasgando o espaço,

Na madrugada de mais um sábado.

Anunciam eles, no seu compasso,

O evento louco, tão esperado.

Juntam-s e a eles, em descompasso,

Os passos trôpegos de um tresloucado,

Quem sabe um bêbado, rei do pedaço,

Ou só um homem apaixonado.

Seguem então no mesmo passo,

Vão conclamando quem passa ao lado,

Que venha ao bloco mais animado.

Do Zé Pereira e o clarinaço,

Segue na frente, mais um palhaço,

E o povo enfim, já animado.

LUIZ CASTRO EM: DECOLORES

ATORES E CANTORES NASCIDOS EM ILHÉUS – WALTER LEVITA – , cantor e compositor, nasceu em 1920 em Ilhéus na Bahia. Iniciou a carreira cantando músicas românticas, mas se especializaria depois no repertório carnavalesco, tendo participado de mais de 20 coletâneas do gênero, além de lançar outros 16 discos pelas gravadoras Copacabana, Continental e Odeon. Os críticos o apontam como seus maiores sucessos Índio quer apito e A Maria tá, até hoje lembradas em antologias carnavalescas. Estreou em discos em 1952 na gravadora Star lançando o baião Vamô misturá, de sua autoria e Mary Monteiro, cantado em dueto com Maria Celeste, e o samba Dilema, de Ataulfo Alves e Aldo Cabral. No mesmo ano, teve o samba Uma mulher é pouco, com Ernâni Seve, gravado na RCA Victor por Francisco Carlos, e na Copacabana o samba-canção Disfarce, com Mary Monteiro, registrado pelo cantor Hélio Chaves. Em 1953, foi contratado pela Odeon e gravou com acompanhamento de orquestra os xaxados Xaxado não é baião, de sua autoria e Rodrigues Filho, e Não me condenes, de Altamiro Carrilho e Armando Nunes. Em seguida, gravou também com acompanhamento de orquestra o fox Chora, de Kolman e Lourival Faissal, e o samba-canção Não devemos fingir, de José Batista e Jorge Faraj. No ano seguinte, gravou o bolero Sinceridade, de G. Perez e Ghiaroni, e a toada Meu erro, meu castigo, de Orlando Trindade e José Batista. Gravou, com acompanhamento de orquestra e coro em 1955, a marcha Montanha russa, de Arlindo Marques Júnior e Roberto Roberti, e o samba-canção Falam tanto de mim, de Alcir Pires Vermelho e Ivon Curi. Em seguida, gravou com acompanhamento de conjunto coral e orquestra de Severino Filho a toada Vento malvado, de Orlando Trindade e José Batista, e o samba-canção Drama conjugal, de Armando Nunes e Cícero Nunes. :: LEIA MAIS »

Olivença: Estância terá carnaval animado para turistas e moradores

Bairro abandonado

Venho através desse conceituado Blog, solicitar a Prefeitura de Ilhéus, que dê uma atenção no Bairro do Malhado, em especial a Av. Litorânea, onde o mesmo se encontra totalmente abandonado pelo pode Publico.
Em anexo segue algumas fotos tirada do canal de esgoto em que mostra o mesmo totalmente tomado pelo mato, e consequentemente os moradores estão convivendo com ratos, pernilongos, mosquito da dengue e até cobra.
Não bastasse tudo isso, os moradores ainda são obrigados a conviver com a fedentina do esgoto, onde o mesmo está totalmente empoçado pelo lado da praia. ( Faz mais de 45 dias que a PMI não envia uma retroescavadeira para abrir uma valeta para que esse esgoto seja drenado.
Os moradores fazem um apelo ao Sec. de Serviços Urbano para que seja feita uma limpeza do canal urgentemente.
Att. Os moradores do Malhado





















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