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:: 14/fev/2018 . 11:27

Detento do presidio de Ilhéus queria pular o carnaval mais foi descoberto

Um detento, de nome não revelado, tentou fugir do presídio Ariston Cardoso, em Ilhéus, na manhã desta segunda-feira (12).
Segundo informações, o detento tentou fugir por uma das áreas de ventilação das celas, que dá acesso à área externa do presídio. Por pouco ele não ficou sem conseguir descer do local.
 O detento, que cumpre pena por roubo, conseguiu pular para o lado de fora e foi conduzido novamente por policiais militares para dentro do presídio.

CARNAVAL ESPONTÂNEO É REALIZADO SEM REGISTRO DE OCORRÊNCIA

Nos dois últimos dias de carnaval em Ilhéus, Segunda, (11) e terça-feira, (12), com inicio às 15h e término às 21h, a Av. Soares Lopes viveu momentos de paz e alegria, sem registro de ocorrência.

Com público estimado de aproximadamente 2.000 pessoas, o policiamento teve o apoio do Esquadrão de Polícia Montada/Itabuna, Rondesp, CIPPA, Bombeiro Militar, Guarda Municipal, Sutran entre outros.

A 68ª CIPM, concluiu com êxito a missão de proporcionar um Carnaval de paz para os foliões, moradores e turistas, que passaram pela Av Soares Lopes nestes quatro dias de festa.

COLOQUEMOS CINZAS NAS TESTAS

Anísio Cruz – fev. 2018

Silêncio na grande cidade. Os tambores que antes rufavam, marcando o passo alegre da multidão, foram deixados de lado junto a outros apetrechos da folia. Para onde foram os clarins que soavam forte, enchendo o espaço com seus sons estridentes? E as guitarras elétricas, que puxavam músicas entoadas aos brados, através dos “cinco mil alto-falantes” instalados nos imensos trios? E porque pararam eles, os trios, nas ruas desertas da cidade? E os seus puxadores, músicos, cordeiros, por onde andarão nessa madrugada cinza, de uma quarta-feira triste? Para onde foi a grande multidão de alucinados coloridos, que dançava e pulava, aos beijos e afagos, como se não houvesse amanhã? Para onde foram todos?

Nas ruas antes iluminadas feericamente, os restos da folia amontoam-se, a cada canto, fedendo a mijo, e vômitos, à espera de que chegue um outro bloco, menos festivo, para executar o seu trabalho. Seus instrumentos não são sonoros, e ao contrário dos outros, varrem o lixo deixado durante a festa. São vassouras, e pás, manejados por outras mãos calejadas, que assumem as ruas no seu trabalho de limpeza. Os caminhões que os seguem, apenas engolem, e trituram o lixo, para conduzi-lo ao seu destino final. Aqui e ali, ágeis catadores de latinhas, buscam recolher o maior número possível, para vendê-las e garantir o alimento, ou as sandálias dos filhos. Esse é o panorama da cidade, que se fez silenciosa, após o reinado do Momo. Findou-se mais um carnaval. :: LEIA MAIS »























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