WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


Março 2018
D S T Q Q S S
« fev   abr »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031






:: 21/mar/2018 . 11:49

OPERAÇÃO DA PF É REALIZADA EM ITABUNA E MASCOTE, FRAUDE GEROU PREJUÍZO DE 11,4 MILHÕES

A Polícia Federal deflagou na manhã desta quarta-feira (21) juntamente com a Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda a Operação “Ventura” que apura fraudes na previdência social. Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Mascote e Itabuna, no sul da Bahia.

Funcionários da prefeitura de Mascote são acusados de inserir vínculos empregatícios falsos, através de Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP), para criar um tempo de serviço fictício e, assim, obter benefícios previdenciários. A fraude ocorre desde 2008 e o prejuízo é estimado em R$ 11,4 milhões de reais.

Os mandados são cumpridos na prefeitura de Mascote e na casa do principal investigado, que é servidor da prefeitura da cidade. A residência dele fica na cidade de Itabuna.  Os investigado responderão pelo crime de estelionato qualificado (artigo 171, §3º, do CPB) e inserção de dados falsos em sistema de informações (artigo 313-A do CPB).

Porto Seguro: Grávida de oito meses morre após ser baleada; bebê não resistiu

Uma jovem gestante de 19 anos morreu após ser baleada três vezes na cidade de Porto Seguro, na madrugada desta terça-feira (20). O bebê também não resistiu aos ferimentos e morreu. A autoria do crime ainda é desconhecida e investigada pela Polícia Civil. A vítima, Raisa Rodrigues Santos, tinha oito meses de gestação.
De acordo com o delegado plantonista Carlos Enes, o avô da vítima contou à polícia que a jovem recebeu o primeiro tiro quando estava na porta de casa, por volta das 19h de segunda-feira (19). Um homem chegou em uma motocicleta e disse para a vítima: “Chegou sua vez”. A jovem chegou a entrar em casa e recebeu mais dois tiros. Um dos tiros atingiu o abdômen da gestante. O armário da casa também foi atingido pelos disparos. O avô socorreu a jovem para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, mas ela morreu por volta de 1h desta terça. O parente disse que não tinha conhecimento de envolvimento da vítima com crimes.

TRIBUTO A MINHA MÃE

Anísio Cruz – 21 de março

Hoje quero pedir licença aos amigos, para prestar uma homenagem àquela que me trouxe ao mundo, num dia qualquer, de um janeiro lá do passado. Era conhecida por Leda, embora o seu nome fosse Edialeda, um anagrama do nome da sua avó paterna, Adelaide (minha bisavó, portanto), e veio ao mundo há 102 anos, no dia 21 de março de 1916. Meu avô, o velho Anysio Pereira, Escrivão de Aritaguá, gostava disso, e vários dos seus filhos tiveram os seus nomes de registro, aludindo a outro, ou a algum antepassado.

Viveu a sua infância, e juventude, no arrebalde do Iguape, onde também nasceram 10, dos seus irmãos, e apenas uma das minhas tias, Dejanira, a mais velha, nasceu em Salvador.  11 deles, homens. Ela e a sua irmã Belanísia (Bela), ajudavam à minha avó Leó na criação deles, na velha Fazenda Sto. Antônio, onde DEPOIS me deu a luz. Época de grandes labutas, e pouco tempo para lazer. Tempo do fifó, da lamparina, do fogão a lenha, dos banhos no ribeirão do Iguape, de onde voltavam com as latas d’água para abastecer as antigas talhas, e filtro de barro.

Um dia conheceu o meu pai, numa festa na casa de D. Amélia Sá (casa “mal assobrada” das lendas ilheenses), para onde fora em grupo, a pé, como era costume, acompanhado de alguns irmãos, já rapazes. Naquela época viajaram quase duas léguas, cortando caminho pelas matas do Bco. da Vitória, após atravessarem o ribeirão do Iguape, que hoje chamam de Itacanoeira. Depois disso, meu pai foi visitá-la muitas vezes, fazendo o percurso inverso, desde a Faz. Jcarecica (do outro lado do rio Cachoeira), até que resolveram casar, formar a família, e gerar a mim, e às minhas irmãs, Neyde, Maria Angélica e Maria das Graças.

Dona Leda sempre foi muito querida por quantos a conheceram. Seus irmãos a adoravam, e sempre estavam por perto, principalmente após a nossa mudança para a cidade, nos idos de 1954. Na antiga Conselheiro Saraiva (hoje Antônio Lavigne de Lemos), ali onde hoje existe a Galeria Bandeirante, moramos por 26 anos. A casa fervilhava com amigas das minhas irmãs, numa convivência harmônica, da qual nos ressentimos nos dias atuais, quando a individualidade prevalece. Fervorosa, fazia suas longas preces à frente do seu nicho, onde ficavam diversas imagens de santos, e seus livrinhos de orações. Guardo até hoje a sua imagem, contrita, orando antes de ir dormir, para acordar às 4:30 da manhã seguinte, e retomar a sua labuta diária para nos alimentar, e educar. Quantas vezes acordei à noite, e lá estava ela, com uma vela à mão, matando muriçocas que abundavam na velha Ilhéus. Cozinheira de “mão cheia”, deixava loucos os seus vizinhos, com o aroma das comidas que preparava com esmero, e sempre arranjava jeito de fazer um regalo a um, ou a outro mais próximo. :: LEIA MAIS »





















WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia