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AGRISSÊNIOR NOTICIAS

AGRISSÊNIOR NOTICIAS

      Edição 662 – ANO XIV Nº 32 – 09 de abril de 2018

Pasquim informativo e virtual.

Opiniões, humor e mensagens

EDITORES: Luiz Ferreira da Silva

([email protected])  e

Jefferson Dias ([email protected])

      Edição 662 – ANO XIV Nº 32 – 09 de abril de 2018

RABAT VIVE ATRAVÉS DO R2CPRESS 

Por muitos anos, o nosso colega, ceplaqueano Rabat, se dedicou ao seu excelente blog – www.r2cpress.com.br – até os últimos dias da sua existência. Sempre nos atendeu com prestimosa atenção, abrindo espaço ao Agrissênior Notícias e inserções na Comunidade Ceplaqueana (www.facebook.com.br/agrisseniores.57).

Decorridos vários meses, após o choque da sua morte, sua filha Naiana Rabat resolveu continuar com sua bandeira reativando a página cibernética. Tão logo colocou-a à disposição do AN, na expectativa de manter aquele mesmo elo anterior.

Desta forma, o nosso jornalzinho passa doravante a se inserir no r2cpress, que, por sua vez, revive o seu fundador (Rabat, in memorian).

ÁGUAS DE MARÇO

Luiz Ferreira da Silva

Aqui em Maceió choveu neste último final de semana. O maceioense esbravejou –  não vai dar praia, que chato?! O citadino, no geral, assim expõe a sua insatisfação com pitadas de egocentrismo. Esquece, o homem do campo, que planta e o alimenta, sobretudo no semiárido nordestino, cuja chuva é questão de sobrevivência. Uma benção e o rural agradece aos Céus.

Nas cidades, desastres e apreensões como Sampa, em razão da estupidez humana. Alaga ruas, derruba árvores e desmorona barreiras. Ninguém fica impune ao contrariar as Leis da Natureza. Já no campo, a água escorre umedecendo o solo; umedece o solo e dá vida a bio-fábrica orgânica; supre as necessidades hídricas das plantas; e recarrega o lençol freático, estabilizando os cursos d’água. O Meu colega Amauri (O escritor Von Steisloff), com a sua experiência de 86 anos, deu-me o seu aval:

Essas tuas palavras me lembram minhas aventuras. Tudo “registrado” nos neurônios já bem esgarçados. Nas minhas andanças de “escritor pirata” viajei de Brasília até Ouro Fino-MG. Desejava rever aquela cidadezinha da “…minha infância querida que os anos não trazem mais…” (sic). Minha família toda era de milicos. Vivíamos como se diz: com as malas nas costas”. Com as eternas revoluções éramos deslocados para as frentes de enfrentamento com os inimigos do Governo Vargas. Ouro Fino foi uma daquelas cidades. Quase fronteira com São Paulo. Lá estaríamos por cerca de quatro anos para matar paulistas! Veja que absurdo tínhamos na cabeça! Já havíamos acantonados em Pouso Alegre; vindo de São João del Rei. Naquela viagem de 1936-1937, eu menino de 5-6 anos já “via e ouvia” com extremada curiosidade as manobras estratégicas do Exército Brasileiro. Talvez, por isso sinto-me meio-milico e meio paisano. Ouro Fino me impressionou muito. Só abandonamos a saudosa cidade, quatro anos passados, com as notícias da 2ª Guerra que estava para estourar na Europa. Como todos sabem; milico gosta de Planejamento e, por essa razão de “ações antecipatórias. rsrssrsrs. Mas, lá na cidadezinha fiz a Primeira Comunhão, cheguei a desfilar na Semana da Pátria vestido de verde com o uniforme da Ação Integalista Brasíleira que portava no braço da camisa de seda a marca sígma! Eu, obviamente, nada entendia daquele movimento, mas achava lindos os hinos, canções heroicas e, por que não?  as saudações “anauê”. E o endeusamento do Pai Bom, Getúlio Vargas. Como eram belas as imagens do ditador!  No Grupo Escolar Coronel Paiva conheci, a minha primeira professora. Acho que só eu notava como era linda. Desenvolvi aquela “paixão” infantil misteriosa. Sonhava com a maravilhosa professorinha. O romance que eu estava desenvolvendo “EM ALGUM LUGAR DO ARCO ÍRIS”, em 2000, exigia que eu retornasse à Ouro Fino para conferir, 60 anos depois, como estaria a professorinha da minha paixão infantil.  Resumo da ópera: fui de carro, por quase mil quilômetros, desde Brasília. Andei por uma semana pelas ladeiras  de Ouro Fino. Perguntei ali e acolá pela antiga professora. Eu entrei no Grupo Escolar, onde estivera sentadinho aos dez anos de idade (então naquele instante emotivo com 70 anos!). Retornei para Brasília, meio arrasado e triste, mas dei por terminado meu triste romance. (vide capa anexa) por passagem e pernoite em Uberaba, hospedei-me em um hotel central cuja rua estava implantada como fosse um talvegue de um rio. Meu veículo quase foi engolido pelo tsunami das Minas Gerais

BOM MESMO

Luis Fernando Verissimo

Tem uma crônica do Paulo Mendes Campos em que ele conta de um amigo que sofria de pressão alta e era obrigado a fazer uma dieta rigorosa. Certa vez, no meio de uma conversa animada de um grupo, durante a qual mantivera um silêncio triste, ele suspirou fundo e declarou:

– Vocês ficam ai dizendo que bom mesmo é mulher. Bom mesmo é sal!

O que realmente diferencia os estágios da experiência humana nesta Terra é o que o homem, a cada idade, considera bom mesmo. Não apenas bom. Melhor do que tudo. Bom MESMO.

Um recém-nascido, se pudesse participar articuladamente de uma conversa com homens de outras idades, ouviria pacientemente a opinião de cada um sobre as melhores coisas do mundo e no fim decretaria:

– Conversa. Bom mesmo é mãe.

Depois de uma certa idade, a escolha do melhor de tudo passa a ser mais difícil. A infância é um viveiro de prazeres. Como comparar, por exemplo, o orgulho de um pião bem lançado, o volume voluptuoso de uma bola de gude daquelas boas entre os dedos, o cheiro da terra úmida e o cheiro de caderno novo?

– Bom mesmo é o cheiro de Vick VapoRub.

Mas acho que, tirando-se uma média das opiniões de pré-adolescentes normais brasileiros, se chegaria fatalmente à conclusão de que nesta fase bom mesmo, melhor do que tudo, melhor até do que fazer xixi na piscina, é passe de calcanhar que dá certo.

Mais tarde a gente se sente na obrigação de pensar que bom mesmo é mulher (ou prima, que é parecido com mulher), mas no fundo ainda acha que bom mesmo é acordar na segunda-feira com febre e não precisar ir à aula.

Depois, sim, vem a fase em que não tem conversa. Bom mesmo é sexo!

Esta fase dura geralmente até o fim da vida, mesmo quando o sexo precisa disputar a preferência com outras coisas boas (“Pra mim é sexo em primeiro e romance policial em segundo, mas longe”). Quando alguém diz que bom mesmo é outra coisa, está sendo exemplarmente honesto ou desconcertantemente original.

– Bom mesmo é figada com queijo.

– Melhor do que sexo?

– Bom… Cada coisa na sua hora.

Com a chamada idade madura, embora persista o consenso de que nada se iguala ao prazer, mesmo teórico, do sexo, as necessidades do conforto e os pequenos prazeres da vida prática vão se impondo.

– Meu filho, eu sei que você aí, tão cheio de vida e de entusiasmo, não vai compreender isto. Mas tome nota do que eu digo porque um dia você concordará comigo: bom mesmo é escada rolante.

E esta é a trajetória do homem e seu gosto inconstante sobre a Terra, do colo da mãe, que parece que nada, jamais, substituirá, à descoberta final de que uma boa poltrona reclinável, se não é igual, é parecido. E que bom, mas bom MESMO, é nunca mais ser obrigado a ir a lugar nenhum, mesmo sem febre.

PENSAR CACAU

Ewerton Almeida

Apesar dos mal tratos seguidos e continuados dos Governos Federal e Estadual da era petista, contra essa importante e histórica lavoura, ainda vale a pena se reverenciar tão importante data comemorativa, até mesmo para nos solidarizarmos aos espoliados produtores, que vivenciam tempos de eterna agonia e desespero, decorrentes do desconhecimento talvez “proposital”, do quanto eles fizeram e contribuíram para o desenvolvimento da região como um todo, pois até os anos 60 a lavoura do cacau, respondia por 60% dos recursos do Estado. A região sul da Bahia está hoje mergulhada numa crise sem precedentes, vítima de um hediondo terrorismo biológico que foi a disseminação da Vassoura de Bruxa, um fato comprovado em relatório feito pela Polícia Federal, que nem por isso, mobilizou os governos que aí estão para uma apuração e providencias cabíveis, muito pelo contrário, os governos, atiçam e põe fogo na questão, incentivando invasões em áreas produtivas, regularizadas e tituladas pelos vários Governos petistas do Estado da Bahia, após tramitações que obedeceram aos ritos legais.

Esses mesmos governos a que nos referimos descumprem também acintosamente os mandados de reintegração de posse emanados do Poder Judiciário, e nada, absolutamente nada acontece, nos dando a certeza de que, uma possível “FAIXA DE GAZA”, está se estabelecendo na região e de consequências imprevisíveis. O Brasil precisa tomar conhecimento, ter consciência dos fatos que se sucedem e que estão sendo impostos à outrora pujante região do cacau da Bahia, que entre muitos malefícios sofridos, destaca-se o desastre ambiental instalado e o caos social que se assiste na região, após os trezentos mil desempregados diretos e a fuga do homem do campo (oitocentas mil e um milhão de pessoas – homens, mulheres e crianças, que hoje habitam as periferias insalubres das cidades  e nas margens das rodovias).

No entanto, todos esses dissabores, não nos impedem de contar nesse dia 26 de março, DIA DO CACAU, um pouco da história sobre o valiosíssimo produto, também conhecido como o “manjar dos deuses”!

O nome científico do cacau é Theobroma Cacao, que em grego significa “alimento dos deuses”, espécie nativa da floresta tropical úmida americana, que teve sua origem, provavelmente, nas nascentes dos rios Amazonas e Orenoco, depois ultrapassou os Andes, atingindo Venezuela, Colômbia, Equador, países da América Central, México e também o Brasil ao longo do rio Amazonas.

CURIOSIDADES ENGRAÇADAS SOBRE OS MAIS DIVERSOS ASSUNTOS

A Barbie já vendeu mais carros que a General Motors. Ela é também a boneca mais bem sucedida da história dos brinquedos. Alguns colecionadores possuem até 7000 bonecas.

A filha de Shakespear era analfabeta.

Se as doenças do coração, o câncer e a diabete fossem erradicados, a expectativa de vida do homem seria 99,2 anos.

Uma mulher chamada Mum-Zi já era avó com 17 anos. Ela teve sua filha com 8 anos e 4 meses, e sua filha também se tornou mãe com 8 anos!

Americanos consomem 16.000 toneladas de aspirina por ano.

Shigechio Isumi, um pescador japonês viveu 121 anos.

Einstein nunca foi um bom aluno, e nem sequer falava direito aos 9 anos. Seus pais achavam que ele era retardado.

O elefante é o único animal com quatro joelhos.

O PENSAMENTO DO DIA

“Coloque a lealdade e a confiança acima de qualquer coisa; não te alies aos moralmente inferiores; não receies corrigir teus erros.” Confúcio


A POESIA DA SEMANA

AQUI EU TE AMO.

Pablo Neruda

Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento.

Fosforesce a lua sobre as águas errantes.

Andam dias iguais a perseguir-se.

Define-se a névoa em dançantes figuras.

Uma gaivota de prata se desprende do ocaso.

Às vezes uma vela. Altas, altas, estrelas.

Ou a cruz negra de um barco.

Só.

Às vezes amanheço, e minha alma está úmida.

Soa, ressoa o mar distante.

Isto é um porto.

Aqui eu te amo.

Aqui eu te amo e em vão te oculta o horizonte.

Estou a amar-te ainda entre estas frias coisas.

Às vezes vão meus beijos nesses barcos solenes,

que correm pelo mar rumo a onde não chegam.

Já me creio esquecido como estas velha âncoras.

São mais tristes os portos ao atracar da tarde.

Cansa-se minha vida inutilmente faminta..

Eu amo o que não tenho. E tu estás tão distante.

Meu tédio mede forças com os lentos crepúsculos.

Mas a noite enche e começa a cantar-me.

A lua faz girar sua arruela de sonho.

Olham-me com teus olhos as estrelas maiores.

E como eu te amo, os pinheiros no vento,

querem cantar o teu nome, com suas folhas de cobre.

A PIADA DA SEMANA

Dieta da Loira

A loira vai ao médico querendo emagrecer, então o médico lhe dá a seguinte recomendação:

– A senhorita come normal por dois dias, e pula o terceiro dia , come normalmente por mais dois dias, e pula o terceiro dia, e assim por diante; eu lhe garanto que você vai perder pelo menos cinco quilos no próximo mês.

No mês seguinte a loira volta para o consultório vinte quilos mais magra, e o médico abismado lhe diz:

– Nossa! Vejo que a senhorita seguiu minhas recomendações à risca.

E a loira:

– Sim, mas tenho de dizer que quase morri.

O médico pergunta :

– De fome?

E a loira responde:

– Não doutor, de tanto pular

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