O homem inseguro tem uma forte sensação de ser incapaz. Em geral, procura uma profissão em que seu desempenho está aquém de suas capacidades. Talvez pudesse fazer muito mais, mas, por insegurança, prefere o caminho mais firme das coisas mais fáceis. O homem inseguro convive com a inveja, quase sempre disfarçada dos outros homens que conseguem se aproximar das boas oportunidades das quais não têm medo de lutar para conquistar. Frequentemente, aparentam indiferença, quando, na verdade, está morrendo de medo de uma aproximação de outras pessoas, temendo que não seja real a sua competição que o levará a alcançar o seu ideal.

E dentro de qualquer do profissionalismo o homem deve saber as reais atribuições e medir suas responsabilidades por saber fazer aquilo que lhe foi posposto. Torna-se a aí a fundamentação que o homem nunca pode determinar que outro executasse tarefas que ele próprio não sabe fazer. Assim de que forma poderá saber as qualidades desses trabalhos e os benefícios que trarão para determinada empresa? Quem sabe mandar deve saber o que está ordenando nesse parâmetro de mando!

É oportuno afirmar, que o homem precisa de ilusões para conquistar o seu ideal. Quando queremos ter uma profissão rendosa e de destaque, nosso primeiro passo é com essa habilitação iludir, digamos, como se fala comumente “gamar”. Temos que gostar daquilo que desejamos ser, do contrário jamais chegaremos nem na metade do nosso ideal. Portanto, por ilusões lutamos, sofremos e fracassamos também. O certo é que verdade e ilusão são coisas distintas, uma não está ligada à outra, mas, está no mesmo caminho que é o homem.

Precisamos manter a nossa forma de fazer tudo com humildade, inteligência, responsabilidade e alegria. Temos que ser jovem tanto na idade pouca, como na idade curiosa do conhecer da idade adulta, das decisões felizes ou infelizes, sempre no caminho da escolha e concretizações dos sonhos imaginados por cada um, a fim de assegurar um futuro que venha proporcionar vida equilibrada e livre de problemas.

Ser jovem não somente no físico, no estilo da moda que, muitas vezes, nos coloca num destino obscuro, o qual inexistia no nosso plano de vida. Ser jovem praticando o que desejamos conscientemente, originados de nossa própria vontade e sem influência de terceiros, deixando de lado o desejo de projetar o nosso nome ou os nomes de todos aqueles que estão ligados por laços parentescos ou patrióticos.

A juventude deve ser algo bem diferente e distinto, abrangendo a religião e à maneira de ser que forma a personalidade do homem como cidadão. Ser jovem será suplantar o próximo? É deixar de ter um sorriso para dar a quem precisa? É faltar à manifestação na medida espontânea, a fim de oferecer uma palavra de carinho para confortar uma alma desorientada pelos embates da complexa vida, que nos arrasta a diversos destinos?

O jovem necessita acompanhar a evolução da técnica e da ciência para enriquecimento científico e cultural, como também, reconhecer o desenvolvimento da língua, estuda-la, domina-la para oferecer melhor conhecimento a sua pátria. Jamais fugir da religião, nem se desligar do trabalho sadio e honesto, porque oração e trabalho são os recursos necessários à concretização de suas aspirações e fortalecimento do seu próprio nome. Devemos prezar a verdade a qualquer preço, que é sempre menos cor-de-rosa que a ilusão. Lutar pela vontade, ou vencer pela verdade. Ser real e indivisível nas qualidades de ser leal a si mesmo. Ser único em suas modalidades de entender os seus princípios e sentimentos de ser humano, ou seja, não enganar si próprio. Olhar-se no espelho e ver a sua imagem de forma refletida para a sua realidade de homem. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia