Edição 663 – ANO XIV   Nº 33 – 16 de abril de 2018

ENCONTRO CEPLAQUEANO, 2018.

Luiz Ferreira da Silva

Como aconteceu no primeiro encontro, há um fato marcante que nos conduziu à promoção desta reunião. Mais do que termos sido colegas de trabalho, a áurea institucional é que nos rege. Em cada um a CEPLAC está presente: um congraçamento de ceplaqueanos, puxado por ela.

Se tivéssemos sido contemporâneos em outra organização, possivelmente não estaríamos aqui reunidos. Poderia haver uma confraternização fortuita num encontro casual de alguns, mas pela amizade adquirida do que pelo vínculo da fonte de trabalho.

Isso só acontece em Instituições fortes e marcantes na vida de seus usuários, a exemplo de algumas Universidades que dão orgulho aos seus ex-alunos.

Acredito que, no estágio atual de debacle da CEPLAC, os novos aposentados não terão essa indução a um encontro como este, inexistindo esse elo de gratidão.

Tanto é visguento essa interação que no primeiro encontro, foi lançado um livro sobre a CEPLAC. Neste, sobre um expoente que a transformou numa Instituição Agrícola única – José Haroldo.

E nos próximos?

Eu imagino que continuemos a desenvolver outros temas vinculados ao mote-CEPLAC, que foram fundamentais a ela e, logicamente, a todos nós, aqui reunidos.

Dentro desta visão, lanço a ideia de se produzir, no próximo encontro, em 2019, um documento sobre a Contribuição do Banco do Brasil na concepção gerencial, disciplinada e proficiente. Sem ele, a CEPLAC jamais se consolidaria na magnitude conquistada. Foi uma benção essa iniciação!

Daquela turma das décadas de 50/60, são, poucos que podem contar essa história – Roberto Midlej, Cícero Milmo Sobreira, Alício Rocha. Quem mais?

É preciso resgatar essa memória. O desafio está lançado.

Encerrando, permitam-me fazer referência, dentre tantos estimados colegas presentes, a um deles, que infelizmente por problemas de saúde, não pode comparecer. Refiro-me ao ceplaqueano de quatro costados., Roberto Midlej. Ele representa a CEPLAC de origem-BB, cuja trajetória foi irretocável. Mas não é só por tal razão, e sim por um atributo – uma sua característica pessoal, digna e magnânima – a fidelidade. Zé Haroldo lá em Brasília na sua luta em prol da Instituição. Roberto, dominando a base, com maior vitrine, tanto regional como estadual, sem jamais almejar o cargo-maior, mantendo uma solidariedade fraterna e plena ao seu colega bancário. Isso é raro, raríssimo na natureza humana. A minha admiração e, com certeza de todos que aqui se encontram nesse jantar festivo e de alta significância. (Salvador, BA, 05 de abril de 2018).

 

SOMOS TODOS BRASILEIROS

Por Valéria Mendes.

Arquiteta, Salvador/BA

Peço licença aos amigos que estão se dilacerado entre si para lembrar-lhes que antes de nos dividirem em brancos e pretos, Norte e Sul, patrão e empregado, pobre e rico, homo e hetero e tantas outras…, éramos todos BRASILEIROS! Vejam no seu RG e me corrijam se estou enganada. Não seria inteligente de nossa parte termos foco pra pensarmos coletivamente no que precisamos fazer pra tirar o país desse fosso imundo que nos encontramos? O que queremos como nação? Educação, saúde e segurança? Justiça para todos? Acho que este é um sentimento unânime, não? Então corramos atrás do fim do foro privilegiado e tomemos como prioridade eleger pessoas novas que (ainda) não se contaminaram com o jogo sórdido político do ‘toma lá da cá’.

E se não confiamos no STF o que podemos fazer para mudar esse formato de indicação que hoje estão sujeitos, ao invés de provas que confirmem o conhecimento profundo da justiça e capacidade intelectual, que me parece mais legítimo.

Que tal pensar coletivamente e não partidariamente?

OS DOIS MENORES E MELHORES CONTOS DE FADAS DO MUNDO:

Luis Fernando Verissimo

1-Conto de fadas para mulheres do séc. 21

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:

– Você quer casar comigo?

Ele respondeu:

– NÃO!

E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.

O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.

2-Conto de fadas para mulheres do séc. 21.

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.

Então, a rã pulou para o seu colo e disse: -Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre…

E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava:

-Nem mortaaaa!

 

CURIOSIDADES ENGRAÇADAS SOBRE OS MAIS DIVERSOS ASSUNTOS

 

98% dos japoneses são cremados.

Uma asa de mosquito se move 1000 vezes por segundo.

Antes da Segunda Guerra os negros não eram aceitos no Exército Americano.

Os americanos gastam mais com comida de cachorro que com comida de bebê.

 

O PENSAMENTO DA SEMANA

A pior parte de ficar velho é que quando você acha que já sabe tudo …… começa a esquecer.

 

A POESIA DA SEMANA

A POÉTICA DE FLORISVALDO MATTOS

http://naturalbeauties-brazil-ibicoarabahia.blogspot.com.br/

DE BEM COM A PECUÁRIA

No caminho da serra estava eu; eu,

Mirando ao longe os altos verdejantes.

À noite ali verdejam pirilampos;

De tão doce, embaixo, a água é quase mel.

Levei tempos ali, pensando grande

Em torto plantar de sonho e ilusão.

Alguém para e me diz: “Não seja insano!

Satanás só franqueia a contramão”.

Tapei ouvidos, olhos fechei, fui

Em frente, a deslumbrar-me pelos pastos,

No vão fosforescer de um sol vacum,

Mais deslumbrado quanto mais sonhava.

E me perdia após, na noite vária,

Encantado com a palavra Pecuária.


A PIADA DA SEMANA

A menina manda uma mensagem para seu ex-namorado:

– Tudo bem contigo?

O ex responde:

– Não, estou com frio, com fome e sem dinheiro. Só faltas tu aqui…

– Para te fazer companhia?

– Não, para completar a tragédia!

oOo

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