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PSICOMUNDO <> ENCONTROS PELOS CAMINHOS DA VIDA

O que significa ter “vida independente” em uma sociedade produtiva e caracterizada, dentre outros atributos, como a “sociedade da comunicação”? Não importam os desenlaces entre o amor e a ausência da paz, ou mesmo, os desencontros entre a verdade e a mentira, pois os caminhos são os mesmos para se chegar ao denominador comum das necessidades humanas. O certo na observação da necessidade pessoal de cada pessoa, não é somente aos deficientes, mas também aos que pouco acredita na prosperidade da vida. Necessitam manifestar a força na busca do seu próprio ideal, embora tenha alguns que acham difícil!

Existe sempre a fórmula de levar uma vida com autonomia de poder fazer escolha em todas as esferas da vida, desde a roupa que quer vestir, a comida que deseja comer e até exercer seu papel de forma ampla e irrestrita, com manifestações magníficas dando suportes de qualidades da sua harmonia, tirando a individualidade nas ajudas que devem ser recíprocas e verdadeiras na sociedade em que vivemos. Lamentar que os artifícios das incompreensões humanas vivessem inesperadamente nas patologias mentais de seres humanos, pouco vale. É preciso a sustentabilidade das nossas boas ações no sentido de fazer a nossa parte salutar que traga sustento ao Universo do qual nascemos e vivemos.

Na prestação de serviços e pela tecnologia assistiva, podemos verificar as diferenças entre dependência e independência, quando vemos mais ainda, muitas pessoas sem deficiências físicas nada fazer em beneficio da sociedade em que vive! É muito significante quando podemos observar a salutar vida de pessoas que alcançam o milagre da independência física. E assim como exemplo, verificamos quantos atletas em diversas modalidades de esportes, profissionais liberais, administradores de empresas, e em outras atividades, estão tendo continuidade em sua vida trabalhando e trazendo benefícios para si e para o mundo.

Mesmo estando em qualquer deficiência, existem pessoas que a vida lhe atribuiu de forma inesperada, indesejada, causada quem sabe, pela falta de cuidados especiais a si próprias, com uma ausência de sorte, pois existem seres humanos que não mereciam esse destinado percurso! Tem muita gente que luta decididamente para dar continuidade para suas aspirações na vida. Surge aí a imensa necessidade da espécie humana de criar uma modalidade de acontecimentos bons na sua existência, buscando outro caminho. Afinal, onde há vida existem sempre novas esperanças! É nesse fundamento que verificamos os deficientes físicos transformados em agentes da confiança plena e no exemplo que busca a majestosa manifestação da fé que remove montanhas.

Segundo a concepção atual – denominada “modelo social da deficiência” – a incapacidade não está nas pessoas, mas, sim, decorre dos obstáculos existentes nos ambientes físico e humano que as rodeiam. A família deve olhar para um deficiente com força de expressão imaginando um ser humano capaz de viver em novas oportunidades, desenvolver outras atividades e ser feliz. A maior deficiência que devemos enfrentar atribui-se hoje à covardia de usar as qualidades que residem dentro de pessoas que não vivem na prática do bem, e que deve ser gerado para todos indistintamente. Assim, podemos imaginar que somos dotados de imensa inteligência, devemos ser precursores das realizações de dignidade para nós mesmos, e farão bem a todos. E algumas criaturas humanas pouco fazem para direcionarem impulsos na positiva prática da paz para serenidade do nosso mundo espiritual e material.

Chega de pensamentos preconizados pela forma de entender que o mundo está com gente cheia de tantas inquietações! Vale a pena refletir sobre o que somos e para qual lugar seremos levados. Existem pessoas com deficiências, tornando sua vida possível, independente, ligadas ao bom senso como verdadeiros cidadãos, dignas e lutando por um mundo melhor. Elas continuam buscando os reais objetivos, pelos quais, alguns vivem lutando. E sabemos que nessa arrancada de tantos caminhos a percorrer, a vida é um majestoso encontro, muito embora, existam vários desencontros na vida. Eis uma razão, ninguém vale nada sozinho.

O homem se mede por sua vontade de trazer benefícios pela existência das suas qualidades boas. Essa qualidade só tem significado quando é justa e humana. Porque assim, podemos idealizar que estamos vivendo num universo que apesar de tantas agruras pela má sorte da deficiência de forma geral, com péssimos governantes

e políticos destinados ao poder e ganhos de fortunas facilitadas pela ilicitude, ainda existe a solidariedade e a caridade firme e espontânea de pessoas do bem.

Se muitas pessoas imaginam a existência da má sorte da deficiência, devem acreditar na solidariedade e a caridade firme e espontânea. A maior deficiência que devemos enfrentar atribui-se hoje à covardia de usar as qualidades que residem dentro de pessoas que não vivem na prática do bem, e que deve ser gerado para todos indistintamente. “Interatividade” e “conectividade” são palavras “da hora”. Estamos hoje ligados decisivamente às inúmeras conexões e dificilmente podemos ficar alheios as grandes inovações criadas por técnicas de forma geral. É a evolução do planeta Terra oferecendo meios inestimáveis de prosperidades. É fórmula mágica de se chegar com mais facilidade ao extermínio do individualismo nefasto e verificar as informações que necessitamos para viver uma vida melhor e sem complexos de culpas. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia

1 resposta para “PSICOMUNDO <> ENCONTROS PELOS CAMINHOS DA VIDA”

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