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:: 7/jun/2018 . 20:49

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AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS – Edição 671 – ANO XIV -Nº 41 – junho de 2018

O IMORTAL MARCELO CÂMARA

Informamos, com orgulho, a ascensão do colega Marcelo Câmara ao mundo das letras. Parabéns dos Editores e demais Ceplaqueanos que conviveram com ele em sua passagem profícua pela CEPLAC, Brasília. :: LEIA MAIS »

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ENCONTRO DE COMPOSITORES AGITA O TEATRO MUNICIPAL DE ILHÉUS NA SUA ÚLTIMA MOSTRA DIA 14

A quarta e última mostra do Encontro de Compositores do Litoral Sul da Bahia apresenta pocket shows com performances inéditas de compositores individuais e bandas autorais. As apresentações acontecem dia 14 de junho, às 20h, no Teatro Municipal de Ilhéus. O ingresso custa 1kg de alimento não perecível, que e será doado para a Fundação Fé e Alegria – Ilhéus.

Nesta edição, se apresentam as bandas Jacau e Drink de Mandrak, ambas de Itabuna, e os compositores Andressohn, de Ilhéus, e Moses, de Buerarema. Com direção musical de Cabeça Isidoro, a noite promete fazer o público passear pela MPB, passando pelo swing do samba-rock, pelas batidas folk e por diversas vertentes do rock n’roll.

Único evento sul baiano voltado somente para a promoção de compositores, o Encontro de Compositores já reuniu um público de mais de 700 pessoas que assistiram apresentações de artistas de seis municípios do Litoral Sul da Bahia, nas mostras que acontecerem em março, abril e maio.

“Fãs, profissionais e amantes da música têm presenciado performances cheias de estilo e diversidade musical, representando o cenário musical atual da região. Essas apresentações consolidam o Encontro de Compositores como o espaço do novo”, comenta a produtora, Eloah Monteiro.

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Governo reduz valor estimado para o novo salário mínino

A estimativa para o reajuste do salário mínimo de 2019 passou de R$ 1.002 para R$ 998. O primeiro valor foi estimado em abril deste ano. A nova previsão consta em nota técnica do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, divulgada pela Comissão Mista do Orçamento. O salário mínimo atualmente está em R$ 954. Com isso, o aumento previsto passou a ser de R$ 44. Com a nova previsão, o governo estima que irá deixar de gastar R$ 1,21 bilhão em 2019.
Isso porque, para cada R$ 1 de aumento, há o impacto de R$ 303,9 milhões em despesas, sendo R$ 243 milhões apenas nos gastos do INSS (previdência do setor privado). O reajuste do salário mínimo leva em consideração o Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. A mudança na previsão ocorre porque o governo revisou de 3,8% para 3,3% sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2018.

STJ autoriza recolhimento de CNH para pressionar réu inadimplente a pagar dívida

A fim de pressionar réus inadimplentes a regularizarem seus débitos, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça autorizou o recolhimento da carteira de motorista (CNH). Por outro lado, na mesma decisão, os ministros rejeitaram o pedido para autorizar a apreensão do passaporte sob o argumento de que seria desproporcional além de uma violação ao direito de ir e vir.
Segundo informações do G1, a decisão foi tomada nessa terça-feira (5), na análise de um habeas corpus apresentado por um cidadão depois que a 3ª Vara Cível de Sumaré, em São Paulo, suspendeu seu passaporte e sua CNH. De acordo com a publicação, ele foi alvo da ação de uma escola por uma dívida de R$ 16.853,10. No pedido, o devedor alegou que a apreensão dos documentos “ofende sua liberdade de locomoção” e que uma dívida não poderia provocar a “injusta violação” à liberdade.
Quanto ao passaporte, o ministro do STJ concordou que a medida era arbitrária, já em relação à CNH, ele contestou que o ato impedisse o deslocamento do cidadão. “Inquestionavelmente, com a decretação da medida, segue o detentor da habilitação com capacidade de ir e vir, para todo e qualquer lugar, desde que não o faça como condutor do veículo”, entendeu o relator, sendo acompanhado por todos os magistrados da Turma. Embora a decisão tenha sido tomada na análise de um caso específico, o processo deve servir como precedente para casos semelhantes, já que o STJ é responsável por uniformizar o entendimento do Judiciário.

Apicultor faz etanol a partir de mel e dribla crise dos combustíveis

O apicultor Luiz Jordans Ramalho Alves pode não ter sido o único motorista do Brasil que não passou aperto durante a greve dos caminhoneiros. Mas difícil é achar um que, a exemplo dele, ande por aí com o tanque cheio de etanol caseiro feito a partir do mel. Ele já foi noticia em uma publicação de 2015 sobre o mesmo assunto.

O apicultor de 46 anos é autossuficiente em etanol desde 2015, quando, por insistência em aproveitar todo o descarte do mel, acabou descobrindo que era possível obter o combustível a partir do produto.

 A experiência de Jordans, morador de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, é inédita no Brasil, segundo engenheiros da área química, mecânica e estudiosos de biocombustíveis no país consultados pela BBC Brasil.

Na zona rural de Barra do Choça, cidade de 34 mil habitantes vizinha a Vitória da Conquista, Jordans possui um entreposto por onde passam de cerca de 10 toneladas de mel por mês. Na mesma área, ele tem ainda mais de 100 mil pés de café.

O mel vem de seus apiários e de dez cidades da Bahia, Estado cuja produção é de 3,5 mil toneladas ao ano, ou 9% da produção nacional, segundo dados referentes a 2016, os mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Reaproveitamento

O mel que chega ao entreposto de Jordans é comercializado em mercados de cidades da região sudoeste da Bahia, e do volume produzido sempre acaba voltando para o apicultor entre 0,5 e 1% de mel, chamado de descarte.

“Eles voltam por pequenos defeitos, como uma embalagem que trincou e gerou risco de contaminação, então, recolhemos para manter o controle de qualidade do mel”, disse.

Descartar mel no meio ambiente, conta o apicultor, é um risco às próprias abelhas, pois elas podem consumir o produto fermentado e acabar morrendo, o que prejudicaria a atividade. Jordans é apicultor há quase 30 anos, mas o descarte só virou preocupação maior nos últimos dez anos, quando no entreposto aumentou seu movimento para 10 toneladas mensais.

Em 2012, ele contratou uma consultoria que o auxiliou a montar um projeto sobre aproveitamento do descarte para produzir extratos de mel, como álcool etílico (conhecido como alimentício ou nobre) e, com isso, fazer cachaça ou aguardente de mel.

Enviado para a Fapesb (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia), o projeto foi aprovado com verba de R$ 185.052,40 para o apicultor, que usou o dinheiro para comprar os equipamentos necessários ao processo de produção do álcool etílico.

O financiamento público ocorreu por meio de uma proposta da fundação de abrir a pesquisa para empresas. A consultoria entrou como responsável técnica da pesquisa, já que o apicultor não é da área – é especialista em apicultura, com diversos cursos realizados, e tem formação técnica em administração.

Produção caseira

Depois que conseguiu o financiamento da Fapesb, Jordans montou no entreposto de mel, sua segunda casa, um pequeno laboratório para obtenção da aguardente. No processo químico, o descarte entra em fermentação num tanque de 250 litros durante 5 a 15 dias.

Nesse período, ocorre a primeira destilação do álcool, que dura 24 horas. É daí que surge o álcool etílico, que rende por ano mais de 600 litros, usado por Jordans para fazer aguardente de mel e comercializar por R$ 60 a garrafa de meio litro – valor cobrado ainda hoje.

Ele ainda usa a mesma aguardente para fazer licores de café e chocolate, o que lhe rende uma renda extra neste mês de junho, de muitos festejos relacionados ao São João em todo o Nordeste.

O financiamento da Fapesb durou até 2014, mas, apesar de satisfeito por estar produzindo álcool etílico e faturando mais, Jordans se sentia incomodado por ver que 30% do descarte não estavam sendo aproveitados para nada. Ele decidiu continuar as pesquisas por conta própria, fazendo aguardente e estocando o que restava.

Até que, em 2015, teve a ideia de enviar o produto restante para testes num laboratório de Salvador, que apontou que o líquido tinha graduação alcoólica de 80%, próximo às normas da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para o etanol hidratado, utilizado em veículos – que deve ter 94,5% de álcool.

“Fiz um teste com meu carro e funcionou”, disse Jordans, informando, em seguida, que notou redução da potência do motor do veículo enquanto rodava. “Ele perde força, sobretudo em ladeiras ou durante ultrapassagens, aí tem de pisar mais no acelerador. Com o álcool hidratado, da cana-de-açúcar, o carro faz 7 km com um litro, e com esse meu álcool de mel chega a 5 km”, ele contou.

Por semana, Jordans produz cerca de 50 litros de etanol, mas não vende nenhum – e nem poderia, porque seu produto não atende às normas da ANP. “Mas o que tem de amigo querendo que eu venda não dá nem pra contar. Para uso em veículo, só no meu”, declarou.

Mercado potencial

Se estivesse dentro das normas, Jordans até poderia comercializar seu álcool como produtor independente. Isso é permitido pela Resolução Nº 19, de 15 de abril de 2015, da ANP, sobre as regras da produção, comercialização e especificação do etanol hidratado e o anidro, misturado à gasolina.

Mas Jordans não pensa em produzir para vender. O objetivo dele, aproveitar todo o descarte do mel, já foi alcançado. O produto, que é uma fonte de energia limpa, vem sendo utilizado no carro que ele divide com a esposa e em outros dois da empresa, todos flex.

*Com informações da BBC Brasil

 

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