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DECOLORES: A VIDA DE BAR EM BAR

Os restaurantes e bares de nossa cidade, sempre foram ricos de estórias e causos, pois seus proprietários eram conhecidos e desfrutavam da nossa amizade.

Ser amigo de João Nepomuceno o popular Garangau era motivo de satisfação esdrúxula. Seu bar era no galpão da Estrada de Ferro era freqüentado por fazendeiros de cacau e profissionais liberais que gostavam de comentar à respeito da situação cacaueira. Tempos depois após o termino da EFI, mudou-se para Avenida Litorânea próximo ao Bairro do Malhado. Lá era servido iguarias baianas principalmente a deliciosa jacuba.

O restaurante Barravento de Jorge Maia, era por demais conhecido, ali fazia a moqueca de acordo o gosto do cliente. Era só escolher o peixe que a cozinheira executava. Bebia-se também aquela batida de amendoim ou maracujá. Aos sábados e domingos funcionava a Boate, com grande numero de freqüentadores.

O Tabuleiro da Baiana era localizado na Barra de Itaípe, era outra opção depois do Barravento, a feijoada era o prato preferido dos clientes.

No Pontal desfrutávamos do Restaurante Cabana da Sereia, do Velho França, onde se cozinhava na panela de barro deliciosas moquecas de camarão e mero, com aquele escaldado, além do famoso caranguejo com aquele molho lambão.

No centro da cidade conhecemos vários restaurantes, O Jangadeiro de Walter Delicadesa, onde sua especialidade era o filé a cavalo.

O Restaurante Paris, de Pedro Felinto, localizado na Rua Sete Setembro, servia aquele frango ao molho pardo. No Restaurante Caneca de Sr. Nô, sempre primou pelo bom paladar, principalmente quando o prato principal era cozido de verduras com jabá e carne com osso.

Não podemos esquecer do Restaurante Luana Beira Bahia do amigo Adalberto e Zenaide, onde era o point da juventude Ilheense.

Com referencia aos Bares mais freqüentados, lembro-me do Bar Ilhéus dos espanhóis Pepe e Manolo; Bar Campeão de Pedro Golias; Bar Esteirinha de Dorneles na Rua Sete de setembro; Bar Lago de Zequinha Lago; Bar Copacabana no Pontal de Quintino; Caldo de Cana Pif Paf de Turquinho; Cantina da Lua de Enock Mota; Bar Barral de Manolo Barral; Bar Maré Mansa de Erotides Carqueja; Bar Samburá de Humainá; Brasinha Bar de Dioney; Bar Sanchopança de Secundino e o Bar do Sergipe na Araujo Pinho e Bar dos Coronéis de José Lucas.

Hoje , não temos tantas opções como tínhamos antigamente, pois os restaurantes são self service e os bares são de poucas opções.

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

2 respostas para “DECOLORES: A VIDA DE BAR EM BAR”

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