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:: 14/jan/2019 . 18:12

Fé e tradição marcam mais um ano da Puxada do Mastro de São Sebastião em Ilhéus

No meio da mata de Ipanema, localizada na Estância Hidromineral de Olivença, zona sul de Ilhéus, marchadeiros iniciaram as festividades da secular festa da Puxada do Mastro de São Sebastião, com a escolha da árvore, que determinaram as toras de mastro puxadas no domingo (13). Esse ritual acontece sempre uma semana antes do evento, início de todo o ciclo da tradição.

A comunidade local e a Prefeitura de Ilhéus, por meio das Secretarias de Turismo e Eventos (Setur) e de Cultura (Secult), ao longo da última semana, prepararam e arrumaram toda a estrutura da festa, onde turistas e nativos derrubaram o mastro e percorreram as praias e principais ruas do local até chegar à praça principal, onde aconteceu todo o enredo da celebração.

De acordo com o historiador Erlon Costa, a Puxada do Mastro de São Sebastião mantém a tradição há mais de quatro séculos, desde o período da colonização. “Significa a resistência da memória do povo tupinambá na região” diz ele. A festividade une comunidade religiosa e indígena para celebrar com rituais, manifestações culturais, cortejos e shows na Praça Cláudio Magalhães, onde fica a Igreja de Nossa Senhora da Escada, ponto alto dos festejos.

Cortejo de mascarados – Na sexta-feira (11), pelas ruas de Olivença um bando de mascarados anunciavam à comunidade com o badalar do sino e através do cortejo, que havia começado a festa. Instituições locais como igreja, escolas, grupo de capoeira e associações realizaram desfile cultural, hastearam a bandeira e acenderam o fogo simbólico que deram início às comemorações.

Na celebração da puxada, todos da comunidade têm uma função, permitindo que a família local esteja presente, pais e filhos participem juntos, ensinem as músicas e coreografias para a geração futura e mostrem tudo que aprenderam com seus ancestrais, como ocorreu no sábado (12), com os desfiles irreverentes do Terno das Camponesas e do Boi Estrela. Ainda na noite do sábado, aconteceram a procissão e a missa de Tríduo ao São Sebastião. Os shows ficaram por conta das bandas Pagofunk e Batuque Bom.

Contexto cultural – O domingo começou cedo com a alvorada, rituais religiosos (benção) e indígenas (poranci) na porta da igreja, em seguida o grupo de marchadeiros foi buscar o mastro na mata para oferecer a São Sebastião, que foi puxado por turistas e nativos ao som do canto em língua indígena Tupi. Milhares de pessoas presentes festejaram a chegada do mastro com rituais e muita música ao som das bandas Kavunje e Realce até às 21h.

Para a moradora de Olivença Mônica Nunes, a Puxada do Mastro movimenta o turismo local, as praias ficam cheias e os visitantes passam a conhecer um pouco da nossa cultura. “A tradição se mantem viva por muitos anos, como sou católica, sempre participo da missa e das celebrações na praça” disse. :: LEIA MAIS »

DECOLORES: O Circo Chegou – Hoje tem espetáculo?

Um circo é comumente uma companhia itinerante que reúne artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaço, acrobacia, monociclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo, entre outros.

A palavra Circo descreve o tipo de apresentação feita por artistas, normalmente uma série de atos coreografados à músicas. Um circo é organizado em uma arena – picadeiro circular, com assentos em seu entorno, enquanto circos itinerantes costumam se apresentar sob uma grande tenda ou lona.

História do Circo:

“No mundo do entretenimento, o circo ocupa uma posição privilegiada entre todas as formas de diversão existentes. Mesmo em tempos de rádio, TV e internet essa antiga arte ainda atrai a atenção de muitos espectadores. Circulando por espaços da cultura erudita e popular, a arte circense impressiona pela grande variabilidade de atrações e o rico campo de referências culturais utilizado.

De fato, o circo demorou muito tempo até chegar à forma sistematizada por nós hoje conhecida. Somente no século XVIII é que o picadeiro e as mais conhecidas atrações circenses foram se consolidando. Na China, vários contorcionistas e equilibristas apresentavam-se para as autoridades monárquicas chinesas. Em Roma, o chamado “Circo Máximo” era o local onde as massas plebéias reuniam-se para assistir às atrações organizadas pelas autoridades imperiais.

Na Europa, até metade do século XX, o circo sofreu um período de grande retração. As guerras mundiais, ambas protagonizadas em solo europeu, e as crises econômicas da época impuseram uma grande barreira às artes circenses. Ao mesmo tempo, o aparecimento do rádio e da televisão também inseriu uma nova concorrência no campo do entretenimento.

Mesmo com o advento das novas tecnologias, o circo ainda preserva a atenção de multidões. Reinventando antigas tradições e criando novos números, os picadeiros espalhados pelo mundo provam que a criatividade artística do homem nunca estará subordinada ao fascínio exercido pelas máquinas. Talvez por isso, podemos dizer que “o show deve continuar”.

Na minha infancia não perdia à oportunidade de ir ao circo, normalmente era armado no terreno da Suburbana onde hoje foi construido o SAC e o Mercado de Artesanato. Entre todos os circos que aqui foram armados o que mais gostei foi o Circo Nerino, princpalmente pelo palhaço Picolino que era engraçadissimo bem como os artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaço, acrobacia, moniciclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo e drama que era a parte que mais me comovia principalmente pela historia de Marcelino Pão e Vinho, a qual passarei a descrever: :: LEIA MAIS »

A facada no cacaueiro

Luiz Ferreira da Silva, 81

Pesquisador aposentado do CEPEC e Escritor

luiz [email protected]

Para ser um bom agrônomo, é preciso entender o que as plantas “falam”, auscultando como faz o médico. Elas podem indicar o seu sentimento. Quando tem sede, seus estômatos (poros das folhas) se fecham e as folhas murcham, ficando tristes. Ao faltar comida (nutrientes do solo), se expressam no tamanho das folhas, ou na queda dos frutos.

Desenvolvi uma maneira de me comunicar com as árvores, que denominei de telepatia fito-delirante, trocando energias. Lógico, pura invencionice minha.

Numa tarde, em Coaraci, defrontei-me com um belo cacaueiro que crescera sob solos férteis, notando certa tristeza, expressada na cor sem brilho de sua folhagem.

Diante daquele quadro, tentei dialogar. Não foi fácil, mas entendi que estava sofrendo com a perda de seus frutos, até temendo por sua própria vida.

– Perguntei-lhe o que havia acontecido? Com a voz embargada, denotada pelo balançar da sua copa, desfiou lamentações.

“Vim de longe, lá das barrancas do Rio Jari, na Amazônia, convivendo com diversos inimigos naturais, mas sem maiores problemas, pois havia o equilíbrio ecológico. Aqui, virei baiano e, encontrando condições excelentes ambientais vicejei, produzi alimentos, distribui riquezas e conservei o ambiente úmido florestal”.

– Insisti: E o que aconteceu? “Tentaram nos matar, trazendo criminosamente a vassoura-de-bruxa, justamente num momento em que a região estava descapitalizada, o cacauicultor endividado e a CEPLAC, construída pelos nossos pais, fragilizada”.

– E quem faria uma estupidez desta, burlando um cinturão protetivo montado pela própria Instituição?

“Eu estou com mais se 80 anos e, na Natureza, temos que aprender a cada dia e ficarmos atentos às ações do homem, nem sempre sensatas. De repente, ventos malcheirosos começaram a soprar, estimulando os inimigos da lavoura, desde aqueles que não suportavam a rigidez profissional da CEPLAC; aos com sede de poder, atrelando-se a grupos sectários”

– Isso quer dizer que foi uma ação humana criminosa e premeditada?

“Não tenho provas testemunhais, mas quem faria isso senão tresloucados locais com aqueles perfis? Foi uma cartada de mestre: era bastante dar uma “facada” no fruto-ouro, que se desmoronaria toda economia sul baiana, atingindo a CEPLAC e o produtor, alvos em seu vade-mécum para atingir o poder. E, o mais importante para os insanos, a convulsão social com o desemprego de mais de 200 mil trabalhadores. E tudo aconteceu conforme fora orquestrado”

– Então, foram eles, aqueles denunciados por Dilson Araújo (O nó, ato humano deliberado)?

– Abriu seus estômatos, fez verter lágrimas de dor, e malandramente:

“O problema é de vocês. Apenas desejo que seja desvendada essa sabotagem, pela importância em salvaguardar outros cultivos, que podem também ser contaminados criminosamente como aconteceu com a gente. Também por ser um crime de lesa pátria, jamais prescrito”.

-Tirei o chapéu e o reverenciei.

POBRE ILHÉUS

Pobre coitada, nossa querida Ilhéus. Ela não tem culpa de nada, pelo contrário, a exuberância de suas belezas naturais acaba quase conseguindo encobrir o descaso do lixo. Eu disse quase, já que é impossível essa vergonha passar despercebida aos nossos olhos a aos dos que nos visitam.
Entra ano, sai ano, entra prefeito, sai prefeito e justo na alta estação, época em que essa cidade de vocação turística deveria estar impecável, o lixo toma conta. As justificativas são sempre as mesmas: “aumento da população flutuante e da quantidade de resíduos produzidos”; “fim do contrato com a empresa prestadora do serviço de coleta e limpeza” e blá, blá, blá…
O eterno e insolúvel lixão do CAIC (12-01-19)
Não sei se é só incompetência dos nossos gestores ou o que mais é, o fato é que eles nunca têm um Plano B autossuficiente. A desculpa talvez seja o tal do custo, que eles ainda não conseguiram entender que esse “custo” não é custo e sim investimento, pois o turista que gostar vai divulgar, vai voltar e mais turistas virão. Quem seria louco de recomendar ou retornar a uma cidade imunda?
Enquanto nossos alcaides confundirem custo e investimento, vai continuar sendo como é, a cidade suja, o lixo acumulado do réveillon (inclusive nas praias) e o turista sem poder comer um petisco na cabana por causa do mau cheiro. Aliás, o turista só não, nós também. Eu mesmo, conhecido rato de praia, já risquei esse programa da minha lista desde o natal.
Cidade turística? Potencial inesgotável para ser, porém a realidade é crua: na prática, ainda não passamos de um mero balneário de veraneio.
Nilson Pessoa

CARBONO 14 NO POR DO SOL DA SAPETINGA EM ILHÉUS

PRA QUEM PERDEU, DIA 20 DE JANEIRO – DOMINGO-, TEM SEGUNDA EDICÃO DESSA CONCEITUADA BANDA DE ILHÉUS.

O SHOW COMEÇA NO POR- DO – SOL SAPETINGUENSE.

 

PSICOMUNDO <> ATOS E EFEITOS DO COMPORTAMENTO HUMANO <>

Será que alguém já parou para pensar como se torna muito difícil “ser Deus” que consegue conciliar e dar jeito em tantas reclamações? É igualmente como a existência da imagem de ser “Pai ou Mãe” quando expressada na sua compreensão e infinita bondade! É uma cobrança inesgotável e tudo está faltando, nada ficou bom, nem está completo! Quando está forte a presença do calor muitas pessoas reclamam; faz frio ou chove também reclamam; se o tempo fica seco, adivinha: todos reclamam! Ninguém se lembra de agradecer a oportunidade que Deus dá, em experimentar as sensações do frio ou do calor, ter dias secos ou molhados!

Quantas pessoas no mundo reclamando da vida! A existência humana na face da Terra é feita de metas. Tem muita gente sem roteiro de projeto, mostrando dessa forma a sua grande margem de desorganização em suas condutas, e simplesmente faltando a sua vontade de chegar a algum lugar sustentável e seguro. E quando ocorre que são alcançados determinados limites de benefícios, tem muita gente achando que o mundo em sua expansão se torna algo sem graça. É como se tudo ficasse tão fácil e que num piscar de olho, surge novamente como num passo de mágica!

As reclamações jamais poderão deixar de existirem numa sociedade política calculista, imediatista, individualista e capitalista com elevado teor de extravagância de ganância quando tudo fica facilitado e ninguém fiscaliza. E por que as pessoas de hoje reclamam tanto? Reclamam da vida, da falta de dinheiro, da falta de tempo, das pessoas e até de si próprias. Vivem achando que são marginalizadas e escravizadas pelo Sistema de Governo inconseqüente que sempre impera no País. E como reclamam da falta de compreensão, da falta de responsabilidade dos assessores incautos dos governantes, dos arrochos fiscais e das ações dos políticos em suas ilicitudes e das suas deslavadas corrupções!

Tem momentos que ninguém se aproxima dos que reclamam o tempo todo. Cria-se um clima de azedume afastando as pessoas, as boas energias e as alegrias que possamos ter. Então é necessário pedir que muita gente pare de reclamar e vai viver a vida, correr atrás daquilo que quer para não ficar sentado apenas reclamando! Se observarmos bem, existem pessoas que sempre persistem na vontade de reclamar. Então, vale à pena pensar nos irmãos que estão jogados nas ruas passando vexames, nas crianças sem pai e nem mãe, nos idosos que estão jogados nas calçadas das ruas, nos Asilos públicos, nos pais que ouvem seus filhos chorarem de fome e sede sem condições de nada fazer. Tudo isso acontece em todos os caminhos que andamos e pouco se pode fazer para trazer de volta as alegrias perdidas por pessoas que nasceram para viverem as plenitudes da felicidade e da paz.

Na maioria das vezes, o fato de determinada pessoa ter tudo, não significa que ele não precisa de nada! Tomando como base que coisa nenhuma nos pertence para sempre, pois daqui apenas levamos as boas lembranças dos benefícios ligados aos bens espirituais que imortalizam os homens através da solidariedade humana. Muitas pessoas podem ter enorme quantia de dinheiro, carro do ano, boas oportunidades de empregos, mas pode carecer de uma estrutura afetiva que é essencial ao pleno desenvolvimento humano. A consequência poderá ser reclamações, como uma forma de aliviar a tensão do insuportável martírio constante. Dentro desse estágio de vida aparecem inconscientes vontades de querer mais, achando que ainda faltam muitas coisas para alcançar, para guardar nos seus depósitos de insatisfações, tudo numa busca evasiva. :: LEIA MAIS »





















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