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:: 27/fev/2019 . 16:52

Revista em quadrinhos aborda gênero, sexualidade e violência de gênero do ponto de vista do público LGBTI

Da esq. para a dir., Saulo, Fernanda e Gabriel: quadrinhos para conscientizar
Crédito foto: Gustavo Johann Lunkes

Um dos projetos apoiados pelo edital UFSB: Lugar de Cultura, a revista Gênero(s) e(m) silenciamentos: A violência nossa de cada dia, de autoria da professora Fernanda Lunkes (UFSB) e dos estudantes Saulo Carneiro (UFSB) e Gabriel Onasses (UESC) já está concluída. A obra aborda questões de gênero, sexualidade e violência sob a perspectiva de pessoas LGBTI+, e pretende sensibilizar o público leitor acerca das muitas violências às quais alguns grupos e sujeitos estão submetidos cotidianamente. A revista, que foi concluída em janeiro, é um dos resultados do projeto de pesquisa O discurso sobre gênero na mídia: efeitos de produções de evidências e processos de silenciamento, no qual Saulo foi orientado pela professora Fernanda no programa de Iniciação Científica (PIBIC).

Para Fernanda, o quadrinho representa “uma das possibilidades de trabalho e reflexão imprescindíveis no campo da educação. A Universidade e a escola não podem se eximir de questões sensíveis, urgentes, sobretudo em um cenário de recrudescimento de discursos de ódio, e que demandam reflexões e diferentes frentes de luta no combate à naturalização da violência de gênero. A ideia do quadrinho nasceu para a produção de uma oficina voltada a estudantes do ensino médio, mas graças ao apoio e auxílio da UFSB surgiu a possibilidade de impressão e ampla divulgação. Fica nossa expectativa de que a leitura produza uma sensibilização frente às relações cotidianas.”

Saulo afirma que “o que iria ser somente um material educativo para uma oficina sobre gênero, acabou tomando proporções que eu não imaginava. Foi um desafio, que valeu muito à pena”. O intuito era empregar uma forma acessível de destacar as falas preconceituosas que circulam no cotidiano: “A escolha do suporte da revista em quadrinhos se deu durante a preparação para uma oficina sobre gênero para o Complexo Integrado de Educação. Precisávamos explicar para os/as alunos/as o funcionamento do discurso homolesbotransfóbico, e tivemos a ideia de fazer uma tirinha para facilitar. Contudo, a ideia teve diversos desdobramentos”, conta o estudante. Ele convidou o amigo Gabriel, que é desenhista, e juntos desenvolveram a revista, por acreditar que seria um suporte que possibilitaria o diálogo sobre as diversas questões de gênero e violência que desejavam abordar.

Com o fomento conquistado no edital UFSB Lugar de Cultura em 2018, os autores puderam imprimir 120 exemplares físicos, já distribuídos para todos os campi da UFSB, Colégios Universitários e Complexos Integrados de Educação, colégios da rede pública, instituições e grupos ligado à causa LGBTI+, além de outras instituições de ensino superior e médio de todo o país: UESC, IFBA Uruçuca, Casa 1 – SP, Casa de cultura Jonas e Pilar, UFPE, Manifesta LGBT+ – Amazonas, colégios da rede municipal, IFPR, Coletivos LGBTI+ Amplitude, GRIETAS/UFSB). A HQ também estará disponível gratuitamente na plataforma Tapas (https://tapas.io/episode/1290930) e no acervo bibliográfico físico e virtual (http://acervo.ufsb.edu.br) da universidade.

O GANHO DO DINHEIRO

Por Gustavo Kruschewsky

Existem várias maneiras de se ganhar dinheiro nos dias atuais.  Na aposta em jogo, doação, ilegalmente e laborando. Algumas pessoas afirmam que imprecando a Deus, com fé, consegue-se reverter o quadro e resolver problemas financeiros, aliás isso é o que se vê em muitas agremiações rotuladas de religiosas que se utilizam dos “fieis” – através de várias estratégias – a fim de armazenar grandes fortunas em bens materiais.

A falta de dinheiro é um dos maiores males da atualidade, proporciona limitações severas na liberdade do ser humano, surgem enfermidades. Os mais fortes resistem mais ao enlanguescimento. O humor malogra-se, ou seja, vai para as cucuias. Muitas vezes este tipo de situação leva à prática de ações delituosas de toda a espécie em pessoas que tem tendências. O desespero se instala no espírito da pessoa que tem tendência ao exercício do crime e se junta a grupos com o mesmo sentimento de armazenar fortunas ilegalmente a todo custo. O indivíduo pode virar bicho, porque perde a tão falada – e para ele utópica – cidadania prevista em estatutos, leis orgânicas e constituições de Estado e Federal.

É doloroso ver o filho fora da escola. Ver exaurir o crédito na mercearia. Faltar o recurso para pagar o aluguel e as taxas cobradas de uso do imóvel. Não ter dinheiro para comprar roupa e calçado. Faltar a grana para pagar a condução. Inexistir o poder de compra do remédio para ser restabelecido de uma doença. Pior ainda, não se ter acesso a uma assistência médica decente. E o desemprego continuando e se alastrando no país, apesar de informações jornalísticas apontarem que este fato de natureza moral, social e política está diminuindo.

No tocante à sorte em jogo, as loterias federais e o jogo do bicho são alguns meios de esperança posto ao alcance de todos, para tentar ganhar algum dinheiro ou até mesmo ficar rico para o resto da vida.

Ora, para tentar a sorte é necessário ter dinheiro. É um perigo. O efeito pode ser contrário. Existem pessoas que gastam fortunas com o jogo e só perdem dinheiro. Portanto, quem não tem dinheiro perderá a oportunidade de ganhar dinheiro apostando na sorte.

A segunda hipótese é receber dinheiro por doação. Normalmente, o dinheiro doado por alguém a outrem tem prazo determinado e certos limites. Por exemplo: A pensão alimentícia fática ou legal, que não deixa de ser uma doação, retira a liberdade de quem a recebe. A não observância de certas regras previstas em lei pode ocasionar a perda do pensionamento. Outro exemplo é o programa Bolsa Família, criado pelo governo federal, só leva ao estímulo da ociosidade e faz cercear a capacidade de muita gente de se desenvolver e trabalhar, porque falta emprego. É o próprio governo isentando-se da responsabilidade de proporcionar condições a diferentes empresas de serem instaladas nas cidades a fim de gerar empregos para a população, onde o governo deve reduzir as absurdas taxas e impostos que os empresários – mormente os mais fracos – tem de pagá-los acrescidos à política dos excessivos direitos trabalhistas a exemplo do trabalhador urbano. É preciso, pelo menos, uma revisão na Carta Magna. A falta de emprego para milhões de pessoas é prejuízo também para o próprio Estado que diminui a sua arrecadação que será empregada em benefício da própria população.

Ganho de dinheiro ilegal, é a pior forma de obtê-lo e está sendo desde priscas eras a mais comum hoje no Brasil. Tem pessoas que tem inclinação e o desígnio de ganhar dinheiro agindo através de roubo, furto, assalto a banco, sequestro e sequestro relâmpago. Existem pessoas que exercem funções públicas, obviamente, que não são todas, com o escopo apenas de corromper. Subtraem dinheiro dos cofres públicos e/ou exigem propinas e percentuais de empreiteiras e de fornecedores, através de compras feitas para órgãos públicos que “dirigem”. As próprias pessoas de bem, a polícia e a justiça devem tomar providências severas para que estes tipos de pessoas sejam punidas. HOJE, A EXEMPLO DA OPERAÇÃO LAVA JATO, os infratores estão sendo penalizados. Vale dizer que quem paga propina (corruptor passivo) também está cometendo este tipo de delito.

Logo, todas estas formas citadas de se ganhar dinheiro são possíveis no Brasil. Mas, o modelo sonhado por todos, verdadeiramente o mais seguro e que garante uma maior segurança emocional vem se tornando cada vez mais difícil, é o ganho do dinheiro com o trabalho fruto do emprego.

Fatos comprovam que muitas pessoas ativas e do bem nos municípios do Brasil estão desempregadas. O ser humano desempregado fica com a alma desencantada. O estado do indivíduo sem trabalho remunerado caracteriza o vilipêndio, verdadeiro desprezo ao próximo. É uma humilhação. Só o emprego fará renascer, na alma da pessoa que estava desempregada, o encantamento e o sentimento verdadeiro de se ver como uma pessoa legítima, ou seja, que recebe o dinheiro genuíno, que vem de fonte original, fruto puro do seu próprio trabalho, e que será recompensada com a devida aposentadoria – depois de alcançar a idade – pré-estabelecida pela legislação previdenciária.

Humberto Maturana assim se expressou: “Se não vemos o outro como o outro legítimo, não nos importamos, esse é o nosso problema. Não vemos, não expandimos nossa visão, agimos colocando fronteiras”.

 

Meio Ambiente cadastra ONG’s Ambientais para ocuparem vagas no Condema

Por secom

As Organizações Não Governamentais (ONGs) da área ambiental que estão instaladas ou atuam em Ilhéus tem até o próximo dia 8 de março para se cadastrarem junto à Superintendência do Meio Ambiente (Sema). O cadastramento é uma exigência legal a todas as ONGs interessadas em compor o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema). A Sema é um órgão ligado à Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável (Sepandes).

São três vagas para as organizações ambientalistas no Condema, e por força da lei todos os integrantes do conselho devem estar cadastrados. Como ainda restam essas três vagas, a Sema está alertando para o prazo de cadastramento. Mesmo as ONGs que não integram o Condema precisam se cadastrar, para garantir uma vaga com a troca de representação, realizada a cada dois anos.

As ONGs interessadas devem procurar a sede Sema, localizada na praça Antônio Viana, 149, Cidade Nova, de segunda à sexta-feira, das 12 às 18 horas, apresentando os documentos exigidos para o cadastro: estatuto registrado, constando o objetivo da ONG; ata da eleição da última diretoria devidamente registrada; inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda (CNPJ/MF) e alvará de localização do Município de Ilhéus.

Outra opção é solicitar o formulário de cadastro para o endereço eletrônico (e-mail) institucional do órgão: [email protected] Após preenchido, o formulário deve ser encaminhado por e-mail, acompanhado das cópias dos documentos. Além de estarem próximas das comunidades e seus problemas, as ONG’s atuam na fiscalização dos órgãos competentes nas questões que envolvem a Meio Ambiente.

 

Bloco Zé Pereira mantém tradição e agita o Pontal nesta sexta-feira (1º)

Por secom

Considerado uma das agremiações mais tradicionais do Carnaval de Ilhéus, o bloco Zé Pereira alegra e diverte foliões nas ruas do Pontal há mais de 36 anos. A tradição se repete nesta sexta-feira (1º), com mais um desfile à zero hora, marcado pela irreverência e descontração que fazem a história do bloco.

A diretora do bloco, Joana Angélica, garante que este ano o desfile não vai ser diferente. “A brincadeira de família do passado tornou-se uma das maiores manifestações de rua do bairro do Pontal, durante os festejos do momo”, diz ela. Hoje, o Zé Pereira leva para as ruas cerca de quatro mil pessoas, vestidas com camisas e fantasias e puxadas por uma bandinha de sopro.

No início, conforme relata a diretora, os participantes do grupo saiam do então famoso e frequentado Clube do Pontal após os bailes, mas queriam continuar a festa de Carnaval. “A gente pegava colheres de pau para bater nas panelas. Aquilo fazia muito barulho pelas ruas do bairro”, lembra.

O Pontal, bairro onde o bloco nasceu, já se prepara para receber um público expressivo, mesmo a cidade tendo cancelado o carnaval oficial. Empresários comemoram as vendas, pois nas lojas e nos principais armarinhos da cidade, a procura para comprar e alugar fantasias é grande.

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, justificou a sua decisão considerando que o momento de crise nacional requer total responsabilidade e os “pés no chão” dos gestores municipais. Apesar de reconhecer a importância da festa, o prefeito garantiu uma estrutura mínima pela Prefeitura durante os festejos de rua. “Na última semana recebemos blocos tradicionais de rua, quando foliões de todas as partes celebraram a paz, o amor com muita brincadeira e diversão”, lembrou o prefeito.

A Superintendência de Trânsito e Mobilidade (Sutram) informa que um esquema especial será montado para evitar congestionamentos na ponte e na avenida Lomanto Júnior, principal forma de acesso ao bairro, via centro.

CONSÓRCIO DE SAÚDE DO EIXO ILHÉUS-ITABUNA ABRE 72 VAGAS DE EMPREGO

O Consórcio Público Interfederativo de Saúde da Região de Itabuna e Ilhéus
iniciou processo seletivo para contratar 72 profissionais de diversas áreas.

Confira abaixo as oportunidades, que exigem diferentes níveis de formação.

Enfermeiro (3); Farmacêutico (1); Nutricionista (1); Ouvidor (1); Psicólogo
Clínico (1); Assessor técnico (Sanitarista) (2); Assistente Social (1);
Assistente Administrativo (12); Técnico em Enfermagem (14); Técnico em
Radiologia – Mamografia, RX e Densitometria Óssea (4); Técnico em Radiologia –
Tomografia (2); Técnico em Radiologia – Ressonância (2) e Médicos nas seguintes
especialidades: Anestesiologista (1), Angiologista (1), Cardiologista –
Ergometria (1), Cardiologista – Ecocardiografia (2), Cardiologista Clínico (2),
Cirurgião Geral (1), Dermatologista (1), Especialista em Diagnóstico por Imagem
– Ultrassonografia Geral (2), Especialista em Endocrinologia e Metabologia (2),
Especialista em Endoscopia Digestiva (1), Gastroenterologista Clínico (1), Especialista
em Ginecologia e Obstetrícia (2), Especialista em Hematologia e Hemoterapia,
Infectologista, Mastologista (1), Neurologista (1), Oftalmologista (2),
Especialista em Ortopedia e Traumatologia (1), Otorrinolaringologista (2),
Pneumologista, Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem (1),
Reumatologista, Urologista (2) e Gastroenterologista – Colonoscopia (1).

As jornadas semanais previstas são de 20 a 40 horas. Já os salários variam
entre R$ 1.188,13 e R$ 5.000,00 por mês. :: LEIA MAIS »





















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