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:: 3/abr/2019 . 21:41

Haja sujeira! Câmara de Ilhéus contrata empresa de limpeza por R$ 265 mil

A Câmara de Vereadores de Ilhéus, atualmente presidida pelo vereador César Porto, o Cesinha (PDT), contratou por meio de Pregão Presencial, a empresa Grand Prix Construtora e Aluguel de Veículos LTDA, com sede na cidade de Uruçuca.

No extrato publicado no diário oficial do poder legislativo nesta terça-feira, 02, o documento informa que a empresa foi contratada para fornecimento de mão-de-obra, serviços de limpeza e higienização, no valor global de R$ 265.000,00 (duzentos e sessenta e cinco mil reais).

A enxurrada com as contrações de empresas sem licitação e a dinheirama correndo solta na Câmara de Ilhéus pode ser conferido no link abaixo.

Contratos sem licitação.

fonte: fabiorobertonoticias.com.br

POLÍCIA PRENDE INDIVÍDUO COM COCAÍNA NO CONJUNTO HABITACIONAL SOL E MAR

DO ILHÉUS NOTÍCIAS

Uma equipe do Pelotão Especial Tatico Ostensivo (PETO 69), em movimentação no conjunto residencial Sol e Mar efetuou a prisão do indivíduo conhecido como Thiago Rodrigues Pereira, o Thiaguinho. A equipe chegou ao rapaz através de uma denúncia de movimentações suspeitas no apartamento do rapaz no Bloco C.

Com Thiaguinho, foram encontradas 14 petecas de cocaína, e embalagens para comercialização de drogas. O indivíduo já teria passagens na policia por ocorrências ligadas ao tráfico de drogas.

Acusado de dar calote em festa gay, Alexandre Frota pode ter salário de deputado bloqueado

O ex-ator pornô e agora deputado federal, Alexandre Frota (PSL-SP), poderá ter R$ 12 mil de salário como parlamentar bloqueados, por ser acusado desde 2006 de ter dado calote na “Festa do Orgulho Gay de Brasília”. A autora da ação, a empresária Nice Pereira, dona da Agito Cultural, afirma que o atual político não compareceu ao evento, mesmo em posse de 50% do cachê.    De acordo com a revista Época, Pereira entrou com um processo por danos morais e materiais já que, no período, Frota assinou um contrato de R$ 2 mil que também incluía as despesas geradas com as passagens e diárias. No acordo firmado por meio do documento, Alexandre ganharia R$ 1 mil no momento da assinatura e mais R$ 1 mil no horário da performance, que conforme acertado duraria uma hora e meia.    O valor do processo, que há 12 anos corre no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), era de inicialmente R$ 30 mil, porém, atualmente este valor já se encontra na casa dos R$ 80 mil. O salto de R$ 50 mil na ação aconteceu em decorrência do acusado nunca ter sido localizado, mesmo atuando em diversas ocasiões em programas de TV.    Logo quando Alexandre Frota se tornou deputado, ele teve um desconto de R$ 10 mil de seu salário por conta de uma dívida com o Banco Econômico. Nice Pereira pretende entrar com um pedido semelhante ao realizado pelo banco, exigindo na Justiça o bloqueio de parte do salário do ex-ator

Readequação salarial dos servidores recém nomeados cumpre sentença judicial

A readequação (redução) dos salários dos servidores recém nomeados pela Prefeitura de Ilhéus, referente ao mês de marco, foi resultado de uma decisão judicial, conforme explica o gerente municipal de Recursos Humanos, Luiz Pereira. O desconto cumpre a sentença proferida pelo juiz Alex Venicius, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ilhéus, assinada em 31 de outubro do ano passado.

Na decisão, que também determinou a exoneração dos servidores admitidos sem concurso público entre 5 de outubro de 1983 e 5 de outubro de 1988 e dos funcionários contratados por meio de seleção simplificada, o juiz exigiu a nomeação dos aprovados no concurso de 2016 e a equiparação salarial deles com os servidores em atividade.

Para a Procuradoria-Geral do Município, o juiz entendeu que a lei que criou os salários (o edital do concurso) não teve estudo de impacto orçamentário, ferindo assim a Constituição Federal.

Por Secom

 

UFSB integra o comitê gestor do Arranjo Ecoprodutivo Local Polo Biriba

O valor curativo de plantas medicinais da região de Mata Atlântica vai contribuir para o desenvolvimento de comunidades e para a produção qualificada de remédios fitoterápicos. Essa é a meta da Rota da Biodiversidade, programa conduzido pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e pela Fundação Oswaldo Cruz, com a RedesFito/Farmanguinhos, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente. Um dos novos pontos nesse roteiro é o Arranjo Ecoprodutivo Local (AEPL) Polo Biriba, cujo comitê gestor foi definido em oficina realizada no fim de março em Teixeira de Freitas. A Universidade Federal do Sul da Bahia é uma das instituições integrantes do colegiado, com as professoras Jannaína Velasques, do Campus Jorge Amado (Itabuna) e Gisele Lopes, do Campus Paulo Freire (Teixeira de Freitas) respectivamente como representantes titular e suplente.

Um Arranjo Ecoprodutivo Local une as características de um Arranjo Produtivo Local (cadeia produtiva estratégica formada por iniciativas complementares entre si e especializadas em um produto) ao investimento em pesquisa e desenvolvimento a partir dos recursos naturais, por se situar junto a unidades de conservação ambiental. Na página da RedesFito sobre o conceito, o mapa mostra 16 AEPLs associados à Rota de Biodiversidade, todos eles dedicados à produção de fitomedicamentos com base em espécies vegetais nativas de cada bioma.

Na composição do comite gestor do AEPL Polo Biriba estão presentes 13 entidades, dentre elas o programa Arboretum, o Kilombo Tenondé, a Rede de Agroecologia Povos da Mata, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA-BA), a Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e a UFSB. A professora Jannaína explica que as frentes de trabalho previstas para o AEPL foram divididas em eixos temáticos: Insumos e produçãoBeneficiamento, agregação de valor e comercializaçãoCapital social e governança; Marco regulatório; Infraestrutura e Financiamento. Cada grupo elencou projetos prioritários dentro desses temas. Cinco deles serão escolhidos para compor a cartilha prioritária na próxima reunião do comitê em 26 de abril.

O AEPL Polo Biriba abrangerá área de Mata Atlântica entre os municípios de Valença, na Bahia, e de São Mateus, no estado do Espírito Santo. A professora Jannaína explica o cenário de atuação do polo e fala sobre o trabalho a ser desenvolvido em 2019 junto às comunidades abrangidas pelo arranjo.

ACS: Qual o contexto atual de produção de fitoterápicos na região de abrangência do Polo Biriba?

Professora Jannaína Velasques: Se considerar literatura científica, muitos trabalhos foram publicados, compreendendo desde os levantamentos etnobotânicos à investigação de princípios ativos de espécies nativas da região, e a FioCruz é a grande referência em pesquisas com essas espécies. No entanto, apesar da vocação natural para a produção e manipulação de plantas medicinais pelas comunidades tradicionais do Polo e também da presença de algumas iniciativas individuais no setor produtivo de fitocosméticos e fitomedicamentos, o desenvolvimento do setor é praticamente incipiente na região. A iniciativa do MDR e Fiocruz parte justamente da necessidade de organizar e estruturar esse setor produtivo, contando com as instituições de ensino e pesquisa para a capacitação da comunidade.ACS  A sua área de atuação como pesquisadora e docente tem forte relação com o foco do AEPL Polo Biriba. Pode dar alguns exemplos de potenciais que o AEPL pretende desenvolver a partir deste ano?

Professora Jannaína Velasques: Toda a minha formação acadêmica está direcionada para o setor produtivo de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Como agrônoma, da graduação ao mestrado, trabalhei com produção e aporte de biomassa de espécies medicinais, padronizando técnicas de manejo e tratos culturais para produção em larga escala de matéria prima destinada à indústria farmacêutica. No doutorado, senti a necessidade de direcionar as pesquisas para a seleção, domesticação e melhoramento de espécies medicinais, um caminho que acabou me levando à biotecnologia e ao desenvolvimento de produtos durante os pós-doutorados. Hoje eu componho a coordenação do Grupo Nacional de Plantas Medicinais da Associação Brasileira de Horticultura, que desde sua fundação vem atuando na estruturação e normalização do setor no Brasil e que foi de suma importância durante o desenvolvimento da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos em 2006. É importante enfatizar que a professora Gisele Lopes, do Campus Paulo Freire, também integra o comitê como suplente e sua área de atuação também abrange a bioprospecção e biotecnologia aplicada à saúde. Nossos trabalhos estão muito conectados e se complementam à medida que eu trabalho o setor produtivo e ela a bioprospecção e a padronização de drogas brutas. Nossa primeira missão será mapear assentamentos e comunidades tradicionais com vocação para trabalhar a produção de plantas medicinais, elencar as espécies prioritárias para fornecimento ao SUS e, a partir destas informações, iniciar cursos de capacitação em sistemas produtivos e beneficiamento de plantas medicinais. A Coordenação de Integração Social da UFSB já identificou alguns núcleos importantes dentro do nosso raio de atuação e devemos iniciar esse processo ainda no primeiro semestre de 2019.

 

 

 CRÉDITO FOTO: SEMA-BA





















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