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:: 4/abr/2019 . 13:45

Antigo espaço que era ocupado por lixão da Urbis ganhará melhorias

A parceria entre o Município e a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) vai transformar o espaço ao lado do Centro de Atenção Integral à Criança (Caic) Darcy Ribeiro, na zona sul de Ilhéus. O “lixão da Urbis” vai ganhar uma estação elevatória, calçada, pavimentação, pista de skate e uma pracinha de convivência.

O prefeito Mário Alexandre (Marão) esteve no local junto com engenheiros da concessionária, na quarta-feira (3), para anunciar as melhorias. A previsão de entrega das melhorias é para o próximo mês de junho. Segundo engenheiros da Embasa, a estação elevatória que será construída na área cedida pela Prefeitura, servirá para recalcar o esgoto da região para o novo sistema de tratamento situado na saída para o município de Buerarema.

Além da unidade de tratamento, o projeto visa ainda construção de passeios e área totalmente urbanização. No local, as equipes executam serviços de preparação das redes coletora, interceptora, elevatória e estação de tratamento.

Marão reconhece a amplitude do impacto da área em estado de conservação. “O descarte irregular de resíduos prejudica o meio ambiente. Há mais de uma década isso aqui era alvo de muitas críticas, além de ser um desrespeito com o meio ambiente. Resolvemos o problema retirando toneladas de lixo, e finalmente agora, em parceria com a Embasa, o espaço será transformado, devolvendo a dignidade para nossas crianças e famílias”, salientou. :: LEIA MAIS »

PM apreende drogas e armas de grosso calibre durante megaoperação no Alto do Basílio

Por volta das 22h50 desta quarta-feira, 03, operação conjunta envolvendo o PETO 70, ROTAM 70 e PETO 68 no Alto do Basílio, resultou na apreensão de drogas e armas de grosso calibres.

A PM conduziu para sede da delegacia Marcos Paulo, Luan Henrique, Rafael Pereira de Souza, Ivanildo Souza dos Santos, Marcos Paulo de Almeida dos Santos, vulgo Marquinho, e Vinicius Almeida dos Santos, vulgo Chapadão.

Com a quadrilha os Pms apreenderam 01 espingarda cal 12, 01 espingarda cal .32, 05 munições de cal 12, 04 munições cal .32, 47 buchas pequenas de maconha e 10 petecas de cocaína.

Lavrado o termo de prisão em flagrante, o grupo ficou detido na carceragem da 7ª Coorpin à disposição da justiça.

fonte: fabiorobertonoticias.com.br

Ilhéus: OAB-BA desagrava advogado perseguido por juízes

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) promoveu um desagravo em Ilhéus, no sul do estado, em favor do advogado Antônio Pinto Madureira e contra os juízes das 3ª e 4ª Varas Cíveis da comarca. “Reunimos a advocacia, hoje, para reafirmar que a OAB da Bahia é intransigente quando o assunto é prerrogativa. Não admitiremos jamais que colegas tenham suas garantias violadas”, pontuou o presidente da OAB-BA Fabrício Castro.   Com dificuldade de exercer a profissão após representar contra juízes da comarca, Antônio disse acreditar que o desagravo ponha fim à retaliação que vem sofrendo por parte de magistrados. “Atualmente, não consigo exercer a advocacia, que é meu único sustento. Minha aposentadoria não chega a R$ 2 mil. Por isso tenho esperança que esse ato acabe com essa situação e os juízes voltem a julgar meus processos”, pontuou. Com atraso em sentenças processuais, Antônio Madureira explicou que seus problemas começaram quando decidiu entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz da 3ª Vara Cível, que acumulava processos com cerca de 30 anos sem sentença. “Em revide à representação, o juiz se julgou suspeito para despachar meus processos”, disse.   O advogado afirmou que também enfrentou problemas na 4ª Vara, com o desaparecimento e reaparecimento de um processo de cobrança de honorários e espera de 52 dias para ter anexado um documento a seu processo. “Em função destes casos e da influência dos juízes, outros magistrados também se deram por suspeitos em processos em que atuo, fazendo-me chegar na situação em que me encontro atualmente”, concluiu.

RODA DE SAMBA

Autismo e desafios da inclusão

Paiva Netto

Para ampliar a conscientização de todos, alguns temas devem estar sempre em pauta. Um deles é o autismo, que atinge mais de dois milhões de brasileiros e representa 70 milhões de pessoas no mundo, cerca de 1% da população mundial, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU).

O diagnóstico precoce pode fazer enorme diferença no desenvolvimento do indivíduo. Este, ainda que seja portador de limitação física ou psíquica, possui a extraordinária capacidade para se adaptar e alcançar importantes objetivos de vida. O mundo está repleto de exemplos. O que falta, às vezes, é o devido investimento no Capital de Deus, ou seja, na própria criatura humana.

Sintomas e cuidados

Alguns autistas apresentam determinadas habilidades que superam as da média da população. “Eles têm bastante facilidade para números, decorar, resolver expressões matemáticas e para várias questões diferenciadas da vida. Mas não conseguem dar funcionalidade a isso”, explica a assistente social Simone Bruschi.

Um ponto que prejudica o acompanhamento especializado do autista é, num primeiro momento, a negação do problema, situação frequente no seio familiar. Simone, integrante da Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social (Abads), em entrevista ao programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canais 196 e 696), comenta: “Quando falamos do autismo, abordamos algo que não se pode identificar por exame de sangue, eletroencefalograma, tomografia. E o diagnóstico é muito difícil de ser aceito pela família. Existe a avaliação clínica — que é muito rica —, porém, os familiares sempre questionam: ‘Ah, não. Acho que pode ser algo diferente’”.

Nesses casos, de acordo com Simone, devem-se buscar outros profissionais, inclusive para que também eles se envolvam na vida dessa família, dessa criança ou desse adolescente.

É fundamental procurar um especialista ao perceber na criança qualquer indício constante de preferir ficar sozinha, de apatia diante dos brinquedos, de não reclamar por ser deixada no berço, em vez do colo dos pais. “Existem famílias que só começam a levar para o tratamento na idade escolar, quando o professor sinaliza: ‘Olha, o seu filho precisa de auxílio’. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as possibilidades de tratamento.” :: LEIA MAIS »





















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