WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
sesab bahia secom ponte ilheus secom bahia secom bahia


Abril 2019
D S T Q Q S S
« mar   maio »
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  






:: 22/abr/2019 . 15:33

Homem arromba e furta salão de beleza na Av. Soares Lopes em Ilhéus

Na madrugada desta segunda-feira, 22, um indivíduo arrombou e furtou equipamentos do Studio Nail Collor, situado, na Avenida Soares Lopes, centro de Ilhéus.

O meliante furtou uma TV 42 polegadas e um computador. Na imagem é possível perceber o homem carregando a televisão.

A proprietária do estabelecimento identificada por Marcele Aquino, compareceu no plantão da 7ª Coorpin para registrar boletim de ocorrência.

O caso será investigado pela delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Ilhéus.

AGRISSÊNIOR NOTICIAS -Edição 711 – ANO XV – Nº 34 – 22 de abril de 2019

BRASIL – PAÍS POBRE?

Altenides Caldeira Moreau

 Estamos num momento em que se fala e se espera que aconteçam fatos políticos, econômicos e sociais positivos para o bem-estar das nossas populações. A mudança de Governo e a chegada de novos personagens para os cargos da Administração e Direção do País, desperta em todos, novas esperanças.

Mesmo assim, existem os opositores sistemáticos e críticos pessimistas que não oferecem nenhuma contribuição para melhorar o que já temos. Só querem derrubar os governantes, pensando nos seus interesses pessoais.

Falam que o Brasil está “quebrado financeiramente”, que vamos nos igualar a Venezuela e outras heresias mais.

Não procuram, pelo menos, olhar para os dados estatísticos, que estão disponíveis na internet, pelo credenciado e acreditado IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – sobre as riquezas do nosso Brasil.

Ali pode se vê, que o Brasil não é um país pobre, e sim, com pobreza.

Produção de riquezas do Brasil :

209 milhões de cabeças de bovinos; 40 milhões de suínos; 19,7 milhões de toneladas de carne bovina/ano; 13 milhões de toneladas. de frango/ano; 4,2 bilhões de dúzias de ovos/ano; 237 milhões de toneladas de feijão/ano; 12 milhões de toneladas de arroz/ano; 19 milhões de toneladas de farinha de mandioca/ano; 96 milhões de toneladas de milho/ano; 63,7 milhões de toneladas de café/ano; 13  milhões de toneladas de trigo/ano; 121 milhões de toneladas de soja/ano;  35   bilhões de   litros de leite/ano;  570 milhões de toneladas de cana-de-açúcar/ano; 44 milhões de toneladas de frutas/ano; 40 mil toneladas de pimenta-do-reino/ano; 2 milhões de toneladas de algodão/ano; 20 milhões de toneladas de celulose/ano;   3 milhões de veículos motorizados/ano; 1 milhão de motos/ano; 12,5 milhões de televisores/ano; 34,4 toneladas de aço/ano; 229 milhões de celulares fabricados; 3,63 milhões  de barris de petróleo /dia.

O Brasil é o terceiro dos maiores produtores de frutas do mundo, depois da China e da Índia, somente.

O Brasil é o maior exportador de alimentos do mundo, tendo como principais clientes: China, Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Argentina, Países Baixos, América Central e Caribe.

Este quadro estrutural de riqueza do Brasil não permite que se diga que é um país pobre.

A existência de 55 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha de pobreza, ou seja, famílias com renda insuficiente para adquirir os bens necessários `a digna sobrevivência, não é por falta de alimentos e de produtos industrializados, porque estamos alimentando muitos outros países através das exportações de milhões de toneladas de produtos.

A larga pobreza existente no Brasil é por falta de renda para os brasileiros terem acesso aos produtos. È por falta de emprego, de trabalho autônomo, de oportunidades para produzir, de educação técnica, falta de políticas públicas para distribuir renda, falta de desconcentração das rendas, melhoria dos salários, oferta de salários indiretos, planejamento familiar e tantas outras iniciativas governamentais.

Se fossemos patrícios e verdadeiramente brasileiros, não haveria tanta desigualdade no nosso modo de vida. :: LEIA MAIS »

CARA DE PAU

Quer me irritar?

Basta você ser alguém sem nenhuma necessidade especial e me pedir para passar à frente, na fila do caixa do supermercado.

Acontece muito, acontece sempre e eu sempre nego.

É o famoso jeitinho brasileiro, onde, mais do que uma eventual “pressa”, o que está mesmo entranhado no microchip cerebral do(a) impertinente é a brasileiríssima malandragem.

O(a) sujeito(a) não quer nem saber se esperei muito na fila, menos ainda se eu tenho tanta ou mais pressa do que ele(a). O negócio é se dar bem e não olhar às custas de quem.

Quando digo que, mais do que a pressa, o que vale para eles é a esperteza, eu tenho minhas razões.

O caso mais recente aconteceu no exato Domingo de Páscoa. Um sujeito estava com quatro itens nas mãos e me pediu pra passar à minha frente no momento em que eu seria atendido no caixa. Neguei, e ele ainda ouviu de mim um sermão, não sobre a ressurreição de Cristo, mas sobre maus costumes.

O cara sequer tinha se dado o trabalho de perceber que eu estava com pouquíssimos itens no carrinho (10) e que o check out seria rápido, coisa de 3 minutos. O que valia para ele, acima de tudo, era “adiantar o lado”, sem sequer pensar se estaria me afetando. E tem mais: para os espertalhões, não importa se o supermercado tem caixas preferenciais ou de poucos itens, o lema é sempre “ser esperto e desviar das regras”.

É por essas e outras que sempre digo: mais cara de pau do que aquele que fura a fila na surdina, é o que pede pra furar.

Nilson Pessoa





















WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia