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:: 28/abr/2019 . 18:28

MENSAGEM DA SEMANA

HAKSON ANDRADE TROUXE MAIS UMA MEDALHA PARA NOSSA COLEÇÃO

Nesse final de semana, o atleta Ilheense Hakson Andrade conquistou o terceiro lugar na super etapa do Circuito Baiano de Judô. O evento contou com mais de 500 atletas. O atleta estava invicto na sua categoria Veteranos A-66, desde 2018, não havia perdido nenhuma luta. Mesmo com o terceiro lugar nessa competição, continua líder do ranking com mais de 200 pontos na frente do segundo colocado. Ele já está se preparando para defender seu título em Maranhão, evento que ocorrerá nos dias 30/05 a 02/06, circuito nacional. Não é só de vitórias que vive um campeão. Agradecimentos a todas as pessoas que o ajudaram em mais essa batalha. O empresário Danillo @planetacel, @nutriciomista Lucy, @academiaraiz, @Academia Corpore, @NaianaRabat do site R2CPRESS, Fernando do posto savóia e a todos amigos e pais de alunos

Quem quiser apoiar o atleta ilheense entre em contato pelo telefone 988149980/99932221.

Lei permite que mulher se divorcie imediatamente em casos de violência. Entenda.

A Lei Maria da Penha (11.340/06) foi um marco na luta contra a violência doméstica, no entanto, muita coisa deve ser feita para coibir esse tipo de prática. Com o intuito de trazer mais conforto às vítimas de violência doméstica, e minimizar os traumas causados por essa experiência, o deputado Luiz Lima (PSL/RJ) levou à Câmara de Deputados o Projeto de Lei 510/2019.

O projeto de lei busca alterar a própria Lei Maria da Penha, instituindo um artigo que permite à mulher vítima de violência ter seu divórcio ou dissolução de união estável decretado imediatamente, se assim ela solicitar, nos casos de violência descritos pela própria Lei Maria da Penha. Além disso, de acordo com o texto, as questões inerentes ao divórcio, como divisão de bens, guarda e pensão para os filhos, também devem ser resolvidas imediatamente.

O projeto de lei foi discutido em caráter conclusivo – regime no qual o texto da lei não é levado ao plenário, apenas discutido pelas comissões especializadas designadas para isso -, aprovado e aguarda apreciação do Senado.

Na justificativa para o projeto, o deputado Luiz Lima diz que é preciso facilitar o encerramento de forma definitiva dos vínculos entre a mulher e o agressor e que esta é uma medida que pode minimizar os efeitos negativos da convivência com o agressor durante um processo de divórcio ou dissolução de união estável.

VLV Advogados – Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 712 – ANO XV – Nº 35 – 29 de abril de 2019

O CACAUEIRO NO SEU DEVIDO LUGAR.

(In. CACAU, UM BEM DA NATUREZA PARA PROVEITO DO HOMEM. Livro editado pela Via Litterarum. Luiz Ferreira & A. C. Moreau)

No Sul da Bahia, como já se referiu, o cacaueiro encontrou condições favoráveis de clima, solo, topografia e rede hídrica, razões da sua expansão, chegando a ocupar 600 mil hectares, com a equivalência de uma fonte de divisas de quase 1 bilhão de dólares em determinado ano.

Os homens, abstraindo-se da maneira descrita anteriormente – na violência, ganância e soberba -, mas com muita labuta, obstinação e coragem, deixaram um legado extraordinário. Este, o de colocar a lavoura cacaueira valorizada adequadamente no seu terreno próprio, com muita sabedoria.

Por um lado, manteve preservado o ecossistema; pelo ou­tro, proporcionou um epicentro gerador de riquezas com o pro­duto cacau, cujos reflexos se irradiaram pelas áreas circunvizi­nhas, criando uma estrutura de bens e de serviços que permitiu, com outras atividades agrícolas e congêneres, distribuir benefícios para todas as comunidades, o que infelizmente não foram aproveitados na magnitude dos bônus.

Um simples exemplo para aclarar essa questão. Num dado momento, um empresário investiu, com recursos oriundos da roça, em construções de edifícios na Cidade de Itabuna, significando mal direcionamento ao desenvolvimento da região. Por quê? O ferro, o cimento, a cerâmica, a torneira, etc. foram adqui­ridos em outros Estados, viabilizando as suas indústrias.

Diferentemente seria se aplicado na expansão de novos polos agropecuários, a exemplo da região dos tabuleiros, criando-se uma matriz diversificada, incorporando áreas ociosas ao setor pro­dutivo e econômico. Destarte, também, não se procurou o cami­nho da industrialização, de forma geral, como ocorreu com o produto café, alimentador das transformações e das fábricas no sul do Brasil.

No que respeita ao aproveitamento dos recursos naturais, o pioneiro soube fazê-lo, tornando a terra produtiva, ao utilizar os solos férteis, pedregosos e escarpados, dificilmente utilizáveis para a agricultura de ciclo curto, pela impossibilidade de mecanização.

O cacaueiro, neste contexto, caiu como uma luva devido às suas características conservadoras e restauradores que tem o cultivo. Sua condição original de plantio em sub-bosque em que há um sombreamento permanente controlador do ambiente; a própria floresta nativa, aliada à formação de uma cobertura morta (“mulch”)no terreno pelas folhas que caducam , não só prote­ge o solo do impacto direto de gotas erosivas das chuvas, como proporciona acumulação de húmus, melhorando as condições físico-hídricas do solo.

É como se existisse uma simbiose entre o solo e o cacaueiro. Este necessitando da fertilidade, umidade da terra e proteção dos ventos nos declives e “covoados” para se desenvolver e pro­duzir. Aquele, carecendo desta lavoura para manutenção da sua “vida produtiva”, evitando desgastes de seus nutrientes e deterio­ração da sua capa orgânica.

Com clarividência, pois, soube o primitivo homem do cacau implantar uma lavoura onde nenhuma outra poderia se estabelecer agronômica, econômica e ecologicamente, como uma espécie de nicho para esta planta tão dadivosa.

Hoje, para quaisquer cultivos, deve-se espelhar nesta realidade: usar sem depredar. Em outras palavras, a economia racio­nal do uso da terra, ajuizando-se à cerca da responsabilidade de se manter a agricultura uma atividade sustentável.

Pela condição de grande parte das plantações se situarem em relevo fortemente ondulado, pedregosos e de solos ricos, além do sistema de exploração sem a utilização de máquinas agrí­colas, outra atividade que não a cacauicultura teria condições de vicejar. Em outras palavras, isso quer dizer que dificilmente se conseguiria um substituto à altura, caso um desastre (econômico ou ecológico) viesse a inviabilizar tal atividade.

Não há dúvidas que o lugar do cacau é aí mesmo, onde o rude pioneiro escolheu. Não tinha estudo, mas sabedoria; não era doutor, mas douto; aprendendo à medida que ia experimen­tando, razão pela qual não se aventurou a plantar em outras áreas fora das aluviões férteis e dos solos oriundos das rochas ricas e protegidos pelo relevo. Deixou não só um legado econômico, mas ensinamentos às subsequentes gerações, incluindo os letrados pesquisadores de décadas posteriores, como os autores da presente obra. :: LEIA MAIS »





















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