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:: 10/out/2019 . 18:36

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) LEMBRANÇAS DOS 30 ANOS DA CDL DE ILHÉUS.

2) LEMBRANDO DOS AMIGOS QUE JÁ SE FORAM.

3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

A CEPLAC SE ESQUECEU DO SEU PRÓPRIO LEMA: “SÓ CRESCE QUEM RENOVA”.

Luiz Ferreira da Silva, 82

Pesquisador aposentado e ex-diretor da CEPLAC/CEPEC

[email protected]

Na década de 1970, a CEPLAC implantou o PROCACAU – Programa de expansão da Lavoura Cacaueira, contemplando não só a implantação de novas áreas cacaueiras, tanto na Bahia/Espírito Santo, quanto na Amazônia, como metas de renovação dos cacauais velhos.

E o chamamento a essa empreitada inovadora, convocando todos os produtores, encetando uma campanha exitosa, foi através de um bordão, “Só cresce quem renova”.

E como escreveu recentemente (abril/2018), Walmir Rosário, no “Bahia On Line”, tal slogan foi responsável pela recuperação e transformação da lavoura cacaueira da Bahia e, consequente, da nossa região, por tornar a cacauicultura uma atividade produtiva e rentável. Os resultados, apesar da resistência inicial em voltar a investir na lavoura, nos fez conhecer um período dos mais ricos da nossa história, com o cacau alcançando US$ 5 mil a tonelada no mercado internacional.

Por todos os 4 cantos sul-baianos, outdoors foram espalhados impregnando na cabeça de todos a feliz frase criada por Tony Castro, funcionário da CEPLAC, que inteligentemente traduziu o sentimento do próprio Órgão, um exemplo da criatividade, fator de renovação constante.

Para crescer é preciso estabelecer metas, preparar-se para os novos desafios e exercitar a capacidade criativa do ser humano. A CEPLAC nasceu sob esse estigma, renovando-se por 30 anos iniciais.

E neste contexto, a importância dos Recursos Humanos, cujo investimento possibilitou inteligências voltadas ao desenvolvimento da região do cacau.

O Professor Zeferino Vaz (im), Reitor da UNICAMP já dizia que uma “Instituição de P&D se faz com cérebros, cérebros, cérebros”. E o Roqueiro baiano, Raul Seixas: “Prefiro ser uma metamorfose ambulante”.

E não é que a CEPLAC rasgou o seu Decálogo gerencial, enterrou o seu Mote e passou a viver um presente de passado, sem visão de futuro!?

Não houve renovação, sobretudo no seu capital social, e, como ela mesma sabia, teria que fazê-la sempre, sob pena de decrescer, de se apequenar, de perder a sua utilidade à medida de novos requerimentos demandados.

Foi o que aconteceu. Nos últimos 32 anos não contratou ninguém à medida que o quadro funcional esvaziava por aposentadorias, mortes e saídas incentivadas. Logicamente, os programas foram reduzindo e a Instituição murchando.

E o “Hoje” da CEPLAC? De quase 5 mil servidores em seu apogeu, exercendo atividades de desenvolvimento regional, conta com menos de 20%, com o agravante da “pole position” previdenciária, com a maioria com mais de 40 anos de serviços.

A continuar essa ignomínia, o Órgão caminha a passos largos a se transformar numa nova FEB – Força Expedicionária Brasileira- que, a cada ano

decresce a participação dos bravos soldados nos desfiles de 7 de setembro, já todos senis.

E, nessas condições, o que se fazer para a recuperação da CEPLAC? Mudar de sigla, sair de um quadrinho para outro penduricalho no MAPA, entregar a EMBRAPA, juntar-se à UESC e outras “químicas”? Tudo isso converge à procrastinação do problema, seja por ignorância ou por estratégia de fechar as suas portas sorrateiramente, de modo covarde ante aos produtores que a criaram

Qualquer solução passa pela renovação imediata do quadro funcional, a exemplo do grupo de pesquisadores, cujo reforço vai exigir a contratação de 20 pesquisadores, já com treinamento ao nível de mestrado, que seriam “tutorados” pelos experientes da Casa, antes de se aposentarem, por um período mínimo de 6 meses, numa transição racional e producente. (Maceió, AL, 09-10-19)

UFSB CIÊNCIA – Estudo avaliou viabilidade de tributo ambiental para proteção de recursos hídricos

Uma maneira de fomentar a mudança social de atitudes é empregar políticas públicas que incentivem as boas práticas e desestimulem as ações danosas. A viabilidade de aplicação dessa lógica na proteção ambiental com o uso de tributos é o tema da pesquisa realizada pela acadêmica Nathália Corona Andrade como bolsista de Iniciação Científica apoiada pelo PIPCI 2018-2019. No plano de trabalho intitulado A tributação ambiental como ferramenta para proteção dos recursos hídricos em Porto Seguro/BA, sob a orientação do coordenador da pesquisa Extrafiscalidade Ambiental em Porto Seguro, professor Roberto Rabbani, do Campus Sosígenes Costa da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), a acadêmica de Direito avaliou a possibilidade de cobranças sobre emissões, produtos e consumos de recursos naturais como instrumento para coibir práticas como a perfuração indiscriminada de poços artesianos, por exemplo.

A pesquisa foi realizada com apoio de bolsa de iniciação científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), concedida por meio do Programa de Iniciação à Pesquisa, Criação e Inovação (PIPCI). O PIPCI é gerido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG) e visa preparar novos pesquisadores ao longo de sua formação acadêmica especializada, empregando para isso a concessão de bolsas de Iniciação Científica e Iniciação Tecnológica, financiadas com recursos da própria UFSB e de agências externas, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e o CNPq.

A equipe responsável pela pesquisa explica a relevância do tema.

Nathália (com o microfone) desenvolveu estudo sobre tributação
ambiental para preservação de recursos hídricos

De que trata a pesquisa?

Desenvolvida no âmbito do Programa de Iniciação à Pesquisa, Criação e Inovação (PIPCI), a pesquisa tratou de um estudo sobre a possibilidade e viabilidade da instituição de tributos extrafiscais ambientais sobre o uso dos recursos hídricos em Porto Seguro, de modo a atender e contemplar as demandas e exigências da região Extremo Sul da Bahia. A pesquisa foi desenvolvida pela discente Nathália Corona Andrade, no âmbito do Grupo de Pesquisa “Direito, Justiça e Mudanças Normativas” (CNPq/UFSB), sob orientação do professor Roberto Rabbani.

Cabe ressaltar que os tributos ambientais possuem a capacidade de modificar o comportamento dos agentes de forma a promover a proteção do meio ambiente, através da cobrança de prestação pecuniária, incluindo cobranças sobre emissões, produtos e consumos que prejudiquem o meio ambiente, ao mesmo tempo em que incentiva atividades e produtos que estejam em conformidade com as necessidades ambientais. A partir da imposição de um preço sobre o produto que lesiona o meio ambiente, pode-se aferir arrecadação e desincentivar condutas prejudiciais a ele. Assim, a tributação ambiental objetiva, centralmente, a defesa do meio ambiente.

Considerando as funções desempenhadas pelos tributos no Estado Democrático de Direito, acredita-se que a extrafiscalidade é a que melhor pode ser explorada em prol da garantia de direitos fundamentais e dos demais objetivos constitucionais. A justificativa para essa afirmação é o fato de que a extrafiscalidade não almeja mera arrecadação, sendo moldada para trabalhar no processo de sensibilização social, para que as pessoas sejam orientadas a agir em prol dos bens públicos. :: LEIA MAIS »

Inscrições abertas para as Conferências Macroterritoriais de C,T&I

Já estão abertas as inscrições para quem deseje participar das etapas regionais da IV Conferência Estadual de CT&I, realizada pelo Governo da Bahia, através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), com o objetivo de elaborar a nova política estadual do setor. Onze cidades baianas recebem entre os dias 21 e 31 de outubro as chamadas conferências macroterritoriais, quando será possível discutir ideias, iniciar debates, entender as demandas locais, bem como eleger os delegados para o evento estadual.

Os interessados podem se inscrever por meio de formulário de inscrição disponível no site da Secti. De acordo com a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Adélia Pinheiro, a necessidade da Conferência surge do impacto das mudanças tecnológicas que fazem parte da contemporaneidade. “A Conferência acontece em um momento de novo paradigma com a reestruturação das relações produtivas, tanto no âmbito do crescimento econômico como de vida social”, disse.

Os municípios de Feira de Santana, Ilhéus, Eunápolis, Vitória da Conquista, Seabra, Irecê, Barreiras, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Salvador e Serrinha recebem as Conferências Regionais, a fim de eleger 20 delegados para cada macroterritório, através de grupos formados por 4 integrantes que ficarão responsáveis por apresentar as demandas de cada região, representando os seguimentos empresarial, Institutos de Ciência e Tecnologia (universidades, centros de pesquisa), poder público,  sociedade civil organizada e entidades de representação setorial, como, por exemplo, Fieb, Sebrae, Ibametro, dentre outros.

Entre os temas que serão discutidos estão: integração do ecossistema estadual de CT&I; temas estratégicos para pesquisas cientificas e tecnológicas; infraestrutura de CT&I; formação de pessoal para a sociedade 5.0; inovação tecnológica; financiamento de CT&I; tecnologias sociais para o desenvolvimento sustentável; e difusão de conhecimento e popularização da ciência.

Mais informações e submissão de inscrições podem ser feitas clicando neste link: http://bit.ly/2p2kCxH.

Cronograma das Conferências Macroterritoriais

Barreiras: 31/10 – UNEB

Eunápolis: 24/10 – UNEB

Feira de Santana: 30/10 – UEFS

Ilhéus: 29/10 – UESC

Irecê: 31/10 – UNEB

Juazeiro: 30/10 – UNEB

Salvador: 25/10 – UNEB

Seabra: 30/10 – UNEB

Senhor do Bonfim: 31/10 – UNEB

Serrinha: 22/10 – UNEB

Vitória da Conquista: a confirmar – UESB

Missa marca um ano do adeus a Helenilson Chaves

Será realizada  no próximo sábado, 12 de outubro, uma missa em homenagem ao empresário Helenilson Chaves, que  completa um ano de falecimento.

A celebração acontece às 18 horas, na Catedral de  São José, em Itabuna.

Helenilson Chaves foi um dos grandes empreendedores de do Sul da Bahia, responsável, entre outras ações, pela implantação da TV Santa Cruz/Rede Globo e o Shopping Jequitibá, além de um importante trabalho na área social, como a Fundação Manoel Chaves, mantedora a Escola Ação e Cidadania, responsável pela formação e capacitação de estudantes carentes e seus familiares, na área da Bananeira/Mangabinha.

Concurso vai eleger o melhor pão francês de Ilhéus, Itabuna e região

Sebrae premia panificadores e padeiros na primeira edição da competição

Panificadoras localizadas em Ilhéus, Itabuna e nas cidades da Região que possuam fabricação própria de pão francês já podem se inscrever no concurso do Sebrae que vai eleger o melhor entre os inscritos. Os estabelecimentos podem realizar as inscrições até o dia 19 de outubro pelo site da competição.

As 40 primeiras panificadoras inscritas irão participar do concurso, seguindo o critério da ordem de inscrição. A equipe de avaliação visitará as empresas para o diagnóstico e primeira coleta do pão francês no período de 21 de outubro a 1 de novembro. A segunda coleta será realizada apenas nas 10 panificadoras melhores colocadas, no período de 11 a 15 de novembro.

Ao final, será selecionado o melhor pão francês de Ilhéus, Itabuna e região que mais se aproximar dos critérios oficiais estabelecidos na Norma Brasileira ABNT NBR 16170: Panificação – Pão tipo Francês.

Premiação

Serão premiados os três primeiros colocados, tanto o panificador quanto o padeiro. Para o panificador, o 1 lugar ganhará 10 sacas de farinha de trigo de 25 Kg, quatro caixas Adipan C, uma caixa de Zarpan e um fardo de Docepan Gordurina em Pó 2 x 5 kg; o 2° lugar levará seis sacas de farinha de trigo 25 Kg, duas caixas Adipan C, dois galões de Zarpan e um fardo de Docepan Gordurina em Pó 2 x 5 kg. Já o terceiro lugar ficará com quatro sacas de farinha de trigo 25 Kg, uma caixa Adipan C, um galão de Zarpan e um fardo de Docepan Gordurina em Pó 2 x 5 kg.

O padeiro ganhará uma bicicleta, um celular e um tablet, respectivamente no primeiro, segundo e terceiro lugar.

As informações completas sobre o concurso podem ser obtidas diretamente na sede do Sebrae em Ilhéus, localizada na Av. Osvaldo Cruz, 74, Ed. Premier Business Center, Cidade Nova; ou em Itabuna, na Rua Paulino Vieira, 175, Ed. Lizete Mendonça, Centro. A Central de Relacionamento Sebrae atende pelo telefone 0800 570 0800.

Inseticida natural desenvolvido na Bahia promete eficácia contra o Aedes Aegypti

Há tempos que a luta contra o mosquito Aedes, transmissor da dengue, zyka e outras doenças, perpetua em todo o cenário estadual e nacional. Preocupada com o aumento de 667% no número de casos de dengue, entre janeiro e agosto deste ano, uma cientista baiana buscou formas de combater as larvas do mosquito. Em seus estudos, foi desenvolvido um novo tipo de inseticida, feito a partir uma planta conhecida como Nim.

O objetivo principal é intensificar a luta contra as doenças transmitidas pelos mosquitos que acometem principalmente as regiões mais pobres da Bahia e que, muitas vezes, não podem pagar pelo inseticida devido ao custo. Segundo a criadora do novo “bioinseticida”, Layse Lima, concluinte do mestrado em ecologia e evolução da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), para desenvolver este produto, bastou triturar 400g da semente e acrescentar um litro de água. “Dessa forma, qualquer um pode ter um bioinseticida em casa, de forma prática e barata. Outras partes desta mesma planta já são utilizadas com o mesmo viés, entretanto, a partir da criação de um óleo, do qual é necessário um processo mais longo e que custa mais caro.”, explicou.

A pesquisadora conta que a inspiração para o trabalho veio das visitas domiciliares que realizava pelo Centro de Controle de Zoonoses de Santo Amaro, onde a maioria dos moradores acumulava água que gerava focos de pragas dos mosquitos. “A situação é mais complicada do que parece, nessa região não basta somente remover os acúmulos de água, pois realmente há a necessidade de mantê-los em determinados reservatórios, visto que o local não possui abastecimento diário”, alertou.

Layse conta que o produto já foi testado e teve uma eficácia de 76,6% de morte de larvas após a exposição ao extrato das sementes. Além da eficácia e da praticidade, o produto tem outro adicional que é o fato de não ser tóxico. “A princípio, a quantidade utilizada em formulados para eliminar as larvas de mosquito não é tóxica para nenhum mamífero, mas estamos aprimorando os estudos para nos certificar da quantidade adequada para que a substância continue sendo inofensiva aos humanos”, afirmou.

O projeto recebeu apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e foi desenvolvido em parceria com o professor Gilberto Mendonça, também da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

Bahia Faz Ciência

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fapesb estrearam, no dia 8 de julho, o Bahia Faz Ciência, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias serão divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estarão disponíveis no site e redes sociais da Secretaria. Se você conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomendações podem ser feitas através do e-mail [email protected].

PSICOMUNDO <> ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO FUNCIONA NO BRASIL…

Segundo o conhecimento público, no Brasil o “Estado de Direito” conclama que os governantes devem respeito ao que é previsto nas leis, ou seja, deve ser respeitado e cumprido o que é definido pela lei. Dessa forma significa que as decisões não podem ser contrárias ao diz a lei e, dessa maneira, os direitos fundamentais dos cidadãos devem sempre ser protegidos. Somos cercados de uma infinidade de leis e não verificamos a Justiça em seu pleno poder.

Os princípios constitucionais, democrático, existem e foram criados para executar tarefas fundamentais que consistem em superar as desigualdades, em busca da justiça social, da igualdade, da divisão de poderes, da legalidade e da segurança jurídica. Todos sabem que tanto o Estado, quanto seus indivíduos são submetidos ao Direito. O Estado Constitucional de Direito caracteriza o respeito às hierarquias nacionais, assim como aos direitos fundamentais dos cidadãos do país. Dessa forma democracia é um sistema em que as pessoas de um país podem e deve ter o direito a participação da vida política.

O Brasil é mundialmente conhecido como país de grande desigualdade social. E um dos principais motivos para tanto se dá por nosso ineficiente e injusto Sistema Tributário. O tributo não está presente apenas no Imposto de Renda, INSS, IPVA, IPTU, ou o indivíduo é isento do Imposto de Renda e não paga nada. Pelo contrário o cidadão convive diariamente com impostos. Em qualquer compra de supermercado, pagamos, indiretamente, o ICMS, o PIS e a COFINS, que vêm embutidos no preço. Alguns produtos, como bebidas, têm ainda carga tributária repassada do IPI. Então, diante dessa análise, nota-se que os brasileiros são severamente castigados na obrigação de pagar tantos impostos e taxas e são desrespeitados em seu Estado de Direito todos os dias em qualquer lugar do nosso país em que são tributados em sua vida social.

O mais vergonhoso são as respostas que os proprietários de veículos automotores obtêm após os pagamentos exorbitantes de taxas e impostos, e não são tratados com o devido respeito, a exemplo do IPVA. IPVA é a sigla de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, que é um imposto estadual com o objetivo de arrecadar dinheiro sobre os automóveis das pessoas, independe de qual tipo de veículo for. Porém, o Governo do Estado da Bahia vem dificultado os serviços dos responsáveis por legalizações dos documentos de veículos em vários municípios baianos, e assim vivem bagunçando na entrega do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo no DETRAN – BA, através dos correios, simplesmente porque acham que o Departamento de Correios e Telégrafos devem entregar gratuitamente esses documentos nas residências. Afinal o pagamento desse tributo vai para qual beneficio?

Esperamos que os municípios baianos recebam maior atenção e respeito por parte do Governo do Estado da Bahia. Que existam orçamentos dignos e planejamentos de trabalhos com recursos sociais e humanos a fim de que os responsáveis por serviços de atendimento ao público no transito de veículos automotores. Maior atenção em suas atividades, obtendo uma melhor qualidade em organização. Almejamos maior contingente de agentes de trânsitos pelos bairros, centro da cidade e não apenas pardais localizados como indústrias de multas. Lembrando ainda, que os motoristas precisam de estudos e orientações acerca de Direção Defensiva e responsabilidade ao volante de seus veículos. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus(BA).

 





















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