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:: 21/maio/2020 . 17:29

É PRECISO ALCANÇAR A CURA

Por Gustavo Kruschewsky

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Sabe-se que não são apenas as gripes historicamente que ceifam vidas! A fome, o alcoolismo, a aids, as relações conflituosas familiares, doenças cardíacas, depressão, outras morbidades e causas múltiplas que poderiam ser evitadas no seu nascedor, além da falta de informação, mormente da massa e de muitas pessoas do povo, que não sabem e nem se interessam a fim de definirem quais são os caminhos fundados justos e razoáveis para se ter uma sociedade moderna e de efetivo sucesso em vários campos sociais.

Conforme historiadores lá se vão mais de um século que a virulenta “gripe espanhola” abateu MATANDO milhões de seres humanos em derredor do mundo. Gripe contagiosa que teve a sua propagação dividida em determinados meses dos idos de 1918, 1919 e em certos países em 1920, oscilando em baixos e altos casos que levaram à morte de muitas pessoas.

A semelhança da “gripe espanhola” com a COVID 19 é impressionante no tocante às condições precárias mormente ou não de locais onde as pessoas moram. Havendo aglomeração o contágio passa rapidamente de uma pessoa infectada para várias outras ao seu redor, através da tosse, do expirro ou até mesmo o infectado falando – liberando gotículas – atingindo outras pessoas que estão por perto.

Mas, Vários profissionais da área da saúde preconizam que para uma pessoa morrer ou viver infectado pelo corona vírus, em tese, depende muito da fragilidade ou da saúde do corpo. Porque esse vírus, segundo estatística, não tem elevado poder de agressão posto que de uma população que ele contamina apenas pouco mais de 20% desenvolve a doença levando a óbito. Segundo informações médicas, deve-se aumentar a imunidade, ter uma boa alimentação, ter morada digna, beber muita água, tomar banho de sol, descansar o corpo e a mente, evitar relações tóxicas, ingerir pouca quantidade de açúcar e fazer atividade física.

Sem medo de errar, a população carente e sem condições financeiras e habitacionais está mais suscetível ao contágio e óbito por essa doença porque pelas condições de vida a sua IMUNIDADE baixa consideravelmente. Porém todos, sem exceção, devem seguir todas as regras previstas pela OMS, Ministério da Saúde e das Secretarias de Saúde do seu município a fim de combater o COVID 19.

Um excelente aprendizado trazido pela “gripe espanhola”, que a grande maioria dos países aderiu, acometidos pela COVID 19, foi o uso da máscara nas pessoas cobrindo a boca e o nariz, a fim de evitar o contágio da doença, considerando que o vírus se hospeda no ser humano inicialmente nas vias respiratórias. No tocante a essa PANDEMIA que se está amargando na atualidade, preconiza-se também que se evite cumprimento de aperto de mãos entre as pessoas.

A ordem, para não ser infectado pela COVID 19, para colocar máscaras, evitar aglomeração, ficar em isolamento social, evitar apertos de mãos – porque a outra pessoa pode estar infectada – e sempre higienizá-las, coincidentemente, leva-se a associar que é um castigo da própria natureza para que as pessoas sintam a falta e passem a refletir “da força de um cumprimento” e do “aperto de mão do amor Cristão”. Evitar aglomeração ficando em isolamento social – FICAR EM CASA – é para as pessoas cuidarem “da língua para apenas abençoar os irmãos entre si, guardando a língua do mal e os lábios da falsidade”. E finalmente aprenderem que é “preciso colocar freios na boca” com o uso obrigatório de máscaras.

Todas essas orientações emergem da Bíblia Sagrada desde priscas eras e a humanidade, em quase sua totalidade, até hoje não aprendeu, faz tudo ao contrário. Mais ainda há tempo! Logo, exercitar todos esses ensinamentos diariamente é a CHAVE DO SUCESSO PARA SE ENCONTRAR A CURA PESSOAL. Assim chega-se ao sucesso.

Aprendendo-se a lidar bem com Deus, consigo mesmo e com o próximo, as catástrofes, se surgirem, serão amenas. Portanto, o cumprimento hoje, dirigindo-se a qualquer pessoa, deve ser: CURE-SE! Porque, quem busca a CURA está efetivamente CUIDANDO da sua ALMA. E a CURA da alma é o bastante para a gente viver em harmonia com as pessoas.

DEUS CONOSCO.

Defesa Civil de Ilhéus alerta sobre tempo instável e chuvas nos próximos dias

A previsão do tempo para os próximos dias em Ilhéus é de chuva, conforme comunicado emitido pela Defesa Civil do município. Está previsto para hoje (19) volume de 20 milímetros e cinco milímetros na quarta-feira (20).

A Prefeitura informa que as fortes chuvas ocorridas na noite de segunda-feira (18) provocaram transtornos em alguns bairros da cidade. A equipe da Defesa Civil atendeu às ocorrências nos altos do Cacau, da Soledade e Aureliano. Os eventos vão desde deslizamentos de terra, rachaduras até destruição de telhados.

Em apenas cinco horas foram registrados 20 milímetros de chuva. No entanto, não houve desabrigados. Em vistoria realizada na tarde desta terça-feira (19), a equipe notificou mais dois casos de deslizamentos nos altos do Basílio e da Legião.

Segundo Lorena de Assis, coordenadora da Defesa Civil, todas as famílias já foram devidamente acompanhadas e os problemas identificados.

O órgão informa que na ocorrência de possíveis eventualidades, a população pode entrar em contato através dos números (73) 98836-2753 (WhatsApp) ou (73) 98178-2255 (Defesa Civil de Ilhéus).

Transmissão do coronavírus é dez vezes menor em Ilhéus esta semana

A taxa de crescimento da transmissão do novo coronavírus no município de Ilhéus é dez vezes menor nesta semana, de acordo com informações reveladas por estudos epidemiológicos realizados pela secretaria municipal de Saúde (Sesau). A atual redução do aumento do número de infectados, faz com que a curva do nível de infecção fique abaixo da capacidade de atendimento, conforme a quantidade de leitos clínicos e de UTI disponíveis no município. Esse cenário resulta das medidas adotadas pela Prefeitura de Ilhéus para conter o avanço da contaminação na cidade.

Os dados dos estudos mostram que o percentual de transmissão está em torno de 3% atualmente em Ilhéus, informação também anunciada pelo Prefeito Mário Alexandre nas redes sociais.

Foi por volta do dia 22 a 23 de abril que o pico da transmissão aconteceu em Ilhéus, com aproximadamente 30% no aumento do número de contaminados. A continuidade do controle do coronavírus na cidade está diretamente associada aos cuidados e prevenção praticados por todas as pessoas, como o uso das máscaras de proteção, uso de álcool gel 70%, lavagem correta das mãos com água e sabão por pelo menos vinte segundos e o distanciamento social de pelo menos 2 metros entre uma pessoa e outra.

O prefeito Mário Alexandre destaca a conscientização da população nesse momento de pandemia. “De acordo com a pesquisa feita, 97% da população de Ilhéus faz o uso das máscaras. Essa disciplina é muito importante, pois ficou demonstrado que se todos utilizam a máscara de proteção, a possibilidade de contaminação é baixa, 1,5%. O melhor remédio ainda é a prevenção”, destacou o gestor, que também é médico.

Startup baiana desenvolve projeto para diminuir calor em ônibus de Salvador

Com um sistema preocupado com o meio ambiente, o projeto é uma alternativa sustentável para melhorar a qualidade da viagem dos passageiros

“Um dia eu estava dentro do ônibus a caminho de casa, no meio da BR e estava chovendo muito. Com o ônibus fechado e lotado, algumas pessoas começaram a passar mal devido ao ar abafado e criou-se uma situação caótica. Foi quando eu pensei: preciso arrumar uma solução para isso”. O relato do estudante de Engenharia Mecânica do Instituto Federal da Bahia (Ifba), Leonardo Santiago, mostra como surgiu a ideia para criar o projeto ArejaBus, que utiliza um sistema híbrido de ventilação, através da própria movimentação do ônibus, a fim de promover a qualidade do ar. A solução tecnológica e sustentável visa diminuir o calor nos transportes públicos de Salvador e melhorar a qualidade de vida dos passageiros, ao mesmo tempo que diminui os índices de poluição.

A tecnologia criada por Leonardo promete mudar a realidade enfrentada pelos passageiros Brasil afora. O estudante explica, de forma simples, como a ideia funciona. “Quando o vento passa ao redor do ônibus, aciona o dispositivo que fica na parte superior e faz a exaustão do ar quente que existe no ambiente. Além disso, a entrada do ar fresco é realizada pelas janelas, dessa forma, temos entrada e saída de ar. Basicamente essa é a estrutura que criamos para diminuir o calor, entretanto, há algumas situações como engarrafamento, dias chuvosos, entre outras, que poderiam pôr em risco a efetividade do nosso produto. Para isso, pensamos em diferentes soluções para cada um desses obstáculos. Utilizamos pequenas venezianas que são adaptadas para impedir que a água da chuva entre pela janela e, em casos de engarrafamento, quando o ônibus está parado e não pode gerar a ventilação, há um sistema eletrônico embarcado que aciona um exaustor elétrico, presente nos ônibus, garantindo a renovação de ar a todo momento.”

O estudante explica que o ArejaBus só vai consumir energia quando for estritamente necessário, diferente dos sistemas de ar condicionado. “Por mais que este equipamento promova um ótimo conforto, ele possui um alto custo financeiro. Em média, manter um ar condicionado em um ônibus custa entre R$ 30 e 40 mil a mais do que os veículos sem o equipamento. Além disso, cada Km rodado com o ar ligado custa cerca de 35 centavos, em comparação ao nosso protótipo, que o custo é de 1 centavo.” Leonardo também acredita que com este novo projeto pode haver redução na tarifa de ônibus. “O custo com ventilação reflete na tarifa. Com uma possível redução, pode haver diminuição no valor das passagens, ao mesmo tempo em que a qualidade do transporte público melhora. Isso impacta principalmente na população de baixa renda, que mais utiliza transporte público, e além de economizar com a passagem, poderá ter mais conforto durante a viagem”, destacou.

Para o idealizador do projeto, a experiência diária nos coletivos da capital foi primordial para o surgimento do ArejaBus, visto que o tempo médio que ele gastava para chegar aos principais destinos de sua rotina era de cerca de 1h, saindo de sua residência localizada em Paripe. “Em 2015, quando ingressei no ensino superior e já tinha o anseio de diminuir o calor dos ônibus que incomodava diversos passageiros, dei início ao projeto. Mas ele só ganhou forma em meados de 2018, no programa Hotel de Projetos do Ifba, quando foi possível dar entrada na patente e desenvolver a parte tecnológica do produto”, disse.

Pedro Rocha, que também faz parte da startup, afirma que a intenção é levar o produto para todo o Brasil. “Temos um grande diferencial que é a sustentabilidade ao nosso favor. Com a instalação do ArejaBus em transportes públicos de todo o país, esperamos reduzir o nível de CO2 e colaborar com a qualidade do ar. Além de tudo, é possível gerar uma grande economia de energia, visto que o sistema de ventilação tradicional que já existe não suporta ônibus muito cheios e acaba sendo benéfico somente para quem se posiciona embaixo dele.”, ressaltou.

O Projeto está em fase de testes e prototipagem e foi pré-incubado no Hub Coletivo, da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, através do edital Desafio Coletivo. “Essa oportunidade ajudou muito a modelar melhor nosso produto e torná-lo mais viável. Também firmamos uma parceria forte com o pessoal da Integra, para testar a tecnologia em Salvador. Futuramente queremos formar parcerias com fabricantes e levar esse produto às empresas para que possa, enfim, chegar até a população”, comentou Marília Bortolotto, membro da equipe que desenvolve o trabalho.

O quarto integrante do grupo, João Queiroz, engenheiro mecânico formado pelo Ifba, conta que os testes foram interrompidos devido à pandemia, mas voltará a acontecer assim que for possível, pois testes realizados em laboratório já comprovaram a eficácia do produto. “Dentro do cenário atual pandêmico da Covid-19, inclusive, nosso projeto é bastante útil por promover a ventilação do espaço. Já foi comprovado que ambientes fechados, como ocorre em um ônibus com ar condicionado, por exemplo, pode ser um ambiente propenso para proliferar doenças. Nosso produto faz renovação do ar e torna o ambiente mais seguro para os passageiros ao diminuir o risco de contágio pelo ar”, concluiu.

Bahia Faz Ciência

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) estrearam, no dia 8 de julho, o Bahia Faz Ciência, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias serão divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estarão disponíveis no site e redes sociais da Secretaria. Se você conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomendações podem ser feitas através do e-mail [email protected]





















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