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:: 22/set/2021 . 8:46

Não somos robôs

Na noite de 30 de janeiro de 1989, conversava com uma plateia de moços sobre o valor da vida e das lições com que nos presenteia, reflexão que ofereço aos que me honram com sua leitura:

Jovens, ouvi o ensinamento da Natureza, o recado das plantas e dos animais, por inexpressivos que vos pareçam. Não é à toa que temos cercado de flores, arbustos, árvores, atrativos perenes suscitados pelo Pai Celestial, as nossas obras. Encantai-vos com o voo dos pássaros e o som da cigarra, com o vento a abrir caminho entre as folhas e a melodia exótica do grilo ao entardecer. Não passeis distraídos diante de tanta beleza. Não sois robôs! Isto dará reforço à vossa humanidade. A Natureza incessantemente canta aos vossos corações. De onde vem a força da Alma? Também da genuflexa observação de tudo isso… que é vida, Deus, Jesus, o Espírito Santo e a Natureza em si.

Crise hídrica 

Mais do que nunca, hoje, amar a existência é saber valorizar e defender a Mãe Natureza, da qual somos parte intrínseca. O contrário disso desencadeará graves consequências.

Uma boa estratégia para proteger o planeta e oferecer segurança aos seus habitantes passa por decisivos atos de prevenção. E para eficientemente pô-la em prática é necessário também buscar experiências e informações catalogadas pela História, que, no dizer de Cícero (106-43 a.C.), “é a mestra da vida”.

Essa providência urge ser cada vez mais empreendida pelos países na solução da acelerada degradação ambiental e da crescente crise hídrica, a exemplo da que vem ocorrendo no Brasil, na Califórnia e em diversos países da África e da Ásia.

Se quisermos sobreviver e deixar como herança um garantido abastecimento de água às novas gerações, esse assunto deve ser pauta diária, acompanhada de atitudes pontuais.

Atentar para os estudos da Meteorologia, em avanço constante, e agir preventivamente é caminho acertado. Falando ao programa Biosfera, da Boa Vontade TV, no Brasil, o professor Antonio Carlos Zuffo, do Departamento de Recursos Hídricos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), citou um dos motivos daquela grave escassez de chuva ocorrida em 2014, por exemplo, em São Paulo, e que, cada vez mais, atinge outras regiões de nosso território:

“Acredito que isso é o resultado cíclico natural da atividade solar, que a gente chama em Hidrologia de ‘Efeito José’. Ele prevê, ao longo do tempo, um período de baixas precipitações sucedido por longo período de altas precipitações, e assim sucessivamente. Então, observamos na década de 1930 até os anos 1960 precipitações abaixo de uma determinada média, a média era inferior; houve esse aumento a partir da década de 1970 e, agora, acredito que vamos passar por mais ou menos de 30 a 40 anos de precipitações mais baixas do que aquelas que verificamos nesses últimos 40 anos”.

A palavra do professor Antonio Zuffo nos mostra a importância dos registros climáticos do passado. O “Efeito José” é um conceito de Hidrologia de 1968, nascido de um trabalho dos pesquisadores Benoit Mandelbrot (1924-2010) e James R. Wallis. Eles estudaram os dados fluviométricos históricos de alguns dos grandes rios do mundo, em particular do Nilo, no Egito. O nome faz referência à passagem do Velho Testamento, em que José anuncia sete anos de fartura seguidos de sete anos de fome, depois de analisar o enigmático sonho do faraó, no qual sete vacas magras devoram sete vacas gordas e sete espigas mirradas consomem sete espigas graúdas (Gênesis, capítulo 41).

Contudo, o famoso personagem bíblico não só previu os tempos difíceis, mas percebeu como impedir a carestia total. E, assim, sob a aprovação do faraó, utilizou a estratégia da prevenção, salvando o povo egípcio.

Em qualquer área, administrar é chegar antes.

A destruição da Natureza é a extinção da raça humana 

O que mais precisa ocorrer ainda para que o mundo, por completo, acorde ante o iminente perigo que nos espreita? E depois negam a realidade do Apocalipse e o valor da grande tribulação, anunciados por Jesus. E, isto é: quando os leem…

Mas, graças à natural teimosia de sobreviver da espécie humana, iniciativas para a melhora do planeta surgem em escala apreciável.

Como sempre bradamos: a destruição da Natureza é a extinção da raça humana.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor. 

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

Fapesb aprova R$ 2 milhões para investimento em projetos no semiárido baiano

Recursos oriundos da Capes e Fapesb, possibilitarão investimento em pesquisas de estudantes, bem como em programas de pós-graduação
A Bahia possui uma das maiores regiões semiáridas do país, o que demanda cuidado e atenção à população que vive nessa área. Com o objetivo de trazer recursos e desenvolvimento, possibilitando que a região seja ainda mais assistida, a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), que é vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), aprovou quatro projetos, junto à Capes, que vão apoiar pesquisas que beneficiem a sociedade. O investimento, com a contrapartida estadual, deve chegar a R$ 2 milhões num período de até quatro anos.
Investir em pesquisas que possam auxiliar a melhoria socioeconômica dessa região é necessário para que haja uma sociedade cada vez mais igualitária. É o que defende a secretária estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Adélia Pinheiro. “O apoio do Governo do Estado a projetos que possam fortalecer e agregar conhecimento para a articulação de políticas públicas em toda a Bahia é de fundamental importância para toda a sociedade. Trazer esses recursos para nosso estado é fruto de um trabalho conjunto que desenvolvemos com diversas secretarias, reforçando o caráter transversal de diálogo com todas e todos”, comemorou.
A seleção dos projetos confirma o comprometimento do Governo da Bahia em políticas públicas de convivência com o semiárido, o que pode ser comprovado, dentre outras coisas, pela existência do Grupo de Trabalho permanente, que, inclusive, participou do diálogo. “Consideramos as competências dos Programas de Pós-Graduação já existentes nas universidades da Bahia de forma a se alinhar com as diretrizes governamentais presentes na legislação e nas propostas apresentadas para a convivência com o semiárido. A ação tem foco em estudantes de mestrado e doutorado, bem como nas próprias universidades, para que possam formar profissionais qualificados e pesquisas voltadas ao desenvolvimento social, econômico e tecnológico na região semiárida brasileira”, destacou Adélia.
Para o diretor de Inovação da Fapesb, Handerson Leite, com a extensão do semiárido baiano, o investimento é necessário principalmente por questões socioeconômicas. “A Bahia tem 70% de semiárido. É um bioma importante e que sofre muito com seca e outras questões. Se você desenvolver projetos que beneficiem esse povo e essa região, com certeza iremos melhorar as questões econômicas locais”, afirmou. “Entendemos que a aprovação de projetos voltados para o semiárido, em consonância com a legislação e o plano de ação estadual, permite a formação de estudantes de alto nível em interação com o ecossistema estudado, o que deve gerar soluções para o desenvolvimento da região”, concluiu.

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Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
Assessoria de Comunicação

AVENIDA BELMONTE EM ILHÉUS SEGUE CHEIA DE LIXO

Desenvolvimento sustentável é tema de palestras nesta quarta

“Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – Inspiração para o Empreendedorismo Juvenil” será o tema das palestras promovidas pela Cooperbom Turismo, nesta quarta-feira (22). A atividade gratuita começa a partir das 14h30, no auditório do Sebrae, localizado no Edifício Premier, bairro Cidade Nova, em Ilhéus. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local. Mais informações pelo e-mail coorperbomturismo@gmail.com.

A atividade, voltada para microempreendedores, jovens e comunidade em geral conta com as parcerias da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Sebrae e Associação de Turismo de Ilhéus (Atil). Entre os palestrantes estão o professor Guilhardes Júnior e a coordenadora regional do Sebrae, Claudiana Figueiredo. A coordenadora local e gerente de projetos da Cooperbom Turismo, Maria Morais, também falará a respeito das ações realizadas pela entidade ilheense no âmbito da educação não formal, nos últimos 10 anos.

A iniciativa faz parte do projeto Sustainable Development Goals – Inspiration for Youth Entrepreneurship (SDGIYE), que visa ao empreendedorismo juvenil na área de microempresas, aplicando os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A ação é cofinanciada pelo Programa Erasmus+ da União Europeia e formada por um consórcio de cinco países: Brasil, Argentina, Itália, Polônia e Uruguai. “O objetivo é transferir metodologias inovadoras para melhorar as competências empresariais e a sensibilização para a necessidade de desenvolvimento sustentável nos negócios e na vida pessoal”, explica a coordenadora local, Maria Morais.

PLANTIO DE MUDAS EM EXTINÇÃO ABRE PARAMANA NATURE EM BARRA GRANDE

Paramana Nature acontecerá nesta terça (21), Dia da Árvore

Idealizado como ferramenta de manutenção e proteção de mares e rios, o Paramana Nature volta a acontecer nesta terça-feira, 21 de setembro, na praia de Barra Grande, na Península de Maraú. A ação segue reforçando a importância de práticas sustentáveis e abre sua edição um dia antes do Dia da Árvore, com a plantação simbólica de mudas de espécies em extinção, como Maçaranduba, Pau Brasil, Cédro e Myrcia Gigantea. Participou do plantio, entre outros, Wagner Miau, Diretor de Marketing da Paramana, com apoio da Viva Floresta.

Para a coleta dos resíduos do mar, na terça, uma equipe de mais de 20 mergulhadores locais, que já realiza ações parecidas há uma década, será reunida. “É o mínimo que podemos fazer pelo local que nos dá o sustento. Buscamos manter o nosso paraíso o mais limpo possível”, explica Marcel Filgueiras, sócio de uma empresa de mergulho local, para quem a parceria com a Destilaria Paramana só traz benefícios. “Precisamos de empresas com responsabilidade social e ambiental, que compreendam a importância dessas iniciativas”, frisou.

Nesta edição, o Paramana Nature segue buscando alternativas sustentáveis e contará com todo o material de divulgação biodegradável, impresso em EcoTela com selo de sustentabilidade e 100% reciclável. “A Paramana vem para somar aos esforços dos mergulhadores locais, sendo um exemplo para outras empresas de outras cidades, estados e países. A cada edição, buscaremos melhores resultados e novas ações que reforcem nossa conexão com a natureza”, explica Paulo Sérgio França Cavalcanti, fundador da marca.

A ação tem apoio da Prefeitura Municipal de Maraú, através da Secretaria de Turismo, do Paramana Gin e da XP BP Investimentos. A limpeza do fundo do mar é realizada ao longo desses anos com o apoio de da Associação de Trabalhadores de Taipu de Fora (ATAF).

José Mion
COMO Comunicação
@comocomunicacao





















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