WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
policlinica itabuna secom bahia teatro itabuna


setembro 2019
D S T Q Q S S
« ago    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930  






:: ‘AGRISSENIOR’

Os Recursos naturais e A soberania da Amazônia

Luiz Ferreira da Silva, 82

Engenheiro Agrônomo e Escritor

[email protected]

Recursos naturais não querem dizer nada. Mais importante são os Recursos humanos. Apenas 3 exemplos para aclarar esta questão:

Ø. O Japão não tem uma grama de ferro, mas nos vende milhares de produtos que tem o aço de Carajás.

Ø. A Suíça nunca plantou um pé de cacau e nos vende chocolates de primeira linha gastronômica.

Ø. Gramado não tem as praias de Maceió e fatura duas vezes mais em turismo com apenas 35 mil habitantes. A Capital alagoana tem 1 milhão.

O nosso Brasil dos diversos biomas, do ferro, das praias, das bacias hidrográficas, das florestas exuberantes, das frutas tropicais. Recursos abençoados por Deus.

Talvez por termos tanto e tudo, diferentemente dos países do hemisfério Norte, somos acomodados, enquanto eles se superam, a exemplo da Holanda, que teve que aterrar o mar e Israel que tira água do chão árido e desenvolve uma agricultura de alta tecnologia.

Paradoxalmente – ou não? – os países que se ufanam de possuir a floresta Amazônica, como o Brasil, Peru, Venezuela e Equador, continuam pobres, diferentemente daqueles que se desenvolveram em outros ecossistemas.

Isso vem demostrar que cabeças pensantes, trabalho e cidadania, é que dão o tom da riqueza de um povo.

Um magnífico exemplo, a Coreia do Sul, que recentemente entrou no Clube dos países desenvolvidos, ao investir maciçamente em seus Recursos Humanos.

E o Brasil? Nem sabe o que fazer com sua floresta úmida tropical! Suas reservas carecem de estrutura de pesquisa e inexiste um zoneamento econômico-ecológico que indique as áreas para fins de uso agropecuário e de conservação das matas ciliares, cenários ecológicos e sítios fitogeográficos, de modo a orientar a exploração racional do ecossistema sem depredar o meio ambiente.

Adicionalmente, um bando de ONGs sem tirocínio e as Organizações púbicas batendo cabeça e desprovidas de recursos humanos, financeiros e de infraestrutura operacional, incapazes ante à magnitude do Brasil Amazônico, 2/3 do seu território.

Presentemente, a Amazônia rende uma discussão que ultrapassa os umbrais do país, eivada de mitos ecológicos, descambando pela crença da perda da nossa soberania.

Enquanto isso acontece, esquecemos das nossas fronteiras desprotegidas, pelas quais agem os traficantes de drogas e os contrabandistas, sobretudo de armas. Também, tornamo-nos insensíveis à fome de mais de 50

milhões de brasileiros e à negligência ao saneamento básico, além da poluição do ar nas grandes Cidades.

Isso, sim, são ameaças reais ao nosso poder soberano, que estão na nossa cara, diferentemente de suposições alhures. (Maceió, AL, 01 de setembro de 2019)

AGRISSÊNIOR NOTICIAS

Pasquim informativo e virtual.
Opiniões, humor e mensagens
EDITORES: Luiz Ferreira da Silva
([email protected]) e
Jefferson Dias ([email protected])
Edição 724 – ANO XVI Nº 47 – 22 de julho de 2019

EDIÇÂO ESPECIAL 15 ANOS

O AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS inicia o ano XVI, com esta edição (724), significando 15 ANOS em atividades semanais, desde 2004. Nasceu da necessidade de reunir os aposentados da CEPLAC, por ocasião de uma luta por reenquadramento. Foi se firmando e hoje expandiu a clientela, ultrapassando os umbrais de origem – funcionários da CEPLAC. Inicialmente, escrito por Luiz Ferreira da Silva, recebeu a eficaz colaboração de Jefferson Dias, a partir de agosto de 2005, razão da perenidade até a presente data.

A IMPORTÂNCIA DA PERSISTÊNCIA PARA SE CHEGAR A UM OBJETIVO
Por Paola Tucunduva

James Dyson é um engenheiro inglês é um grande exemplo de persistência.
Persistência é um dos comportamentos dos empreendedores de sucesso, mas infelizmente muitas pessoas se consideram persistentes e na verdade são teimosas.
Existe uma diferença entre persistência e teimosia, você sabe qual é?
A diferença é a meta, quem persiste tem um objetivo claro e não perde o foco. Ele pode até mudar de estratégia, mas mantém o esforço para alcançar sua meta.
Já o teimoso não sabe aonde quer chegar, ele acha que persistir no mesmo caminho a vida toda é persistência. Eu te pergunto “Adianta trabalhar 12 horas por dia sem saber onde quer chegar?”
Veja que grande exemplo de persistência:
James Dyson é um engenheiro inglês, que inventou vários aparelhos inusitados. Aqui no Brasil o primeiro que chegou foi o ventilador sem hélice. Se você buscar no Google “ventilador sem hélice” vai vê-lo.
No entanto, a primeira criação dele de sucesso foi um aspirador que não tem aquele filtro/saco interno para reter o pó. Ele separa o pó e o deposita em um recipiente transparente. Quando cheio é só jogar a sujeira no lixo.
Foram 15 anos de frustrações, perseverança, e mais de 5.000 protótipos. Finalmente James Dyson lançou o aspirador de pó Dyson DC01, usando seu próprio nome. Quase dois anos depois, era o aspirador mais vendido na Grã-Bretanha. :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 714 – ANO XV – Nº 37 – Maio de 2019

O TRAUMA DA LUA DE MEL

Luiz Ferreira da Silva

In UMA FAMÍLIA SEM EFEITOS ESPECIAIS, Livro publicado em 2003. Gráfica Graciliano Ramos, Maceió/AL.

Década de 50. Terminada a festa, a maioria dormiu na fazenda Primavera. Ou nos quartos preparados para os casais. Ou no chão mesmo; até na relva. A juventude é assim mesmo. Topa tudo. Outros, mais aprumados, foram para as suas casas.

E os noivos? Cada um na sua residência. A lua de mel, como era costume do lugar, só no outro dia. E não poderia ser diferente. Ele, de cara cheia, apagou-se na cama e só se acordou ao meio dia, chamado pela empregada da casa. Estava na hora de se preparar, pois pegaria a Marinete (como era conhecido o ônibus), com destino à praia de Tebas, que passaria vindo de São Miguel Arcanjo, às 3 horas daquela tarde. Dalva, cansada até a alma, com tantos preparativos, seguiu o mesmo destino. Os braços de Morféu.

Ainda bem que o transporte atrasou como sempre acontecia. O Sebastião só chegou às 3 e meia, deixando todo o mundo preocupado.

– O que teria acontecido? Impacientava-se Dalva?

Muitos amigos foram ao chamado “bota fora” do casal. Piadas e mais piadas se ouviam sobre o que seria a noite deles. A maioria impublicável. Já dentro do ônibus, acenando para a plateia, um jovem espirituoso e brincalhão, Dagmar, ainda de porre da noite anterior, saiu com essa:

– Sebastião, gritou bem alto. Você deixou crescer as unhas do pé? Ninguém entendeu; tampouco o noivo.

– Por que eu deixaria crescer as unhas do pé? Que bestagem é essa? Ainda não curou a bebedeira?

– É pra fixar no colchão e fazer finca pé! E fez o gesto obsceno do vai-e-vem.

A Marinete arrancou, mas deu para ver o rosto corado da Dalva. – Que vergonha, meu Deus? Perguntou-se.

No trajeto, Sebastião não se cansava de pensar como seria a sua primeira noite. Temia e tremia Tinha medo que Dalva, pela sua ingenuidade e, sobretudo, princípios religiosos, fosse arredia e até sofresse um trauma.

Corria uma informação sobre a lua de mel das beatas, que o atormentava. Dizia-se que, algumas delas, com o medo do pecado imposto pelo padre paroquial, tornavam-se simples parideiras, sem jamais sentirem qualquer satisfação sexual.

Um seu amigo, Totonho, muito sacana, havia lhe falado sobre o camisolão que elas usavam na primeira noite. Uma vestimenta branca, até os pés e com gola justa ao pescoço, com um detalhe: um furo na altura da genitália. Era por ali, que se dava a penetração, sem tirar a roupa e totalmente às escuras. Era muita vergonha!

Só com o tempo, as coisas poderiam se tornar mais abertas, porém mantendo-se uma distância pudica, como as beatas falavam. Nada de sem-vergonhice. Assim arrefeciam aos maridos mais safadinhos!

– Perguntava, a si mesmo, o pobre Sebastião: Será que mamãe foi assim? E, a Dalva? Moça religiosa, que nunca namorou? Durante o noivado não tivera qualquer avanço. No máximo, um cheirinho. Que drama, meu Deus?

O ônibus velho, do tipo “catanica”, ia parando em todas as bibocas. Com isso, o percurso de 45 km, levou mais de 4 horas. Chegou à porta da pensão de Dona Beré, ponto obrigatório de parada, às 8 da noite. :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 713 – ANO XV – Nº 36 – 07 de maio de 2019

LIVRO DA DILU

Dilu Machado, nossa colega ceplaqueana, nasceu em Ubaitaba e passou a adolescência em Ilhéus. É pedagoga, pós-graduada em língua inglesa com ênfase em cultura e suas diversidades. Poeta, cantora e compositora. Além deste, possui três livros ainda inéditos.

Ela mesmo, nos conta: – Meu livro “Sob o sol de Salvador”, relata fatos pitorescos e tragicômicos ocorridos com turistas estrangeiros que visitaram a Bahia nos anos 90. São “causos” verídicos que colecionei num período de 20 anos, ouvidos de um Guia e fruto do período que hospedei estudantes estrangeiros que vinham aprender Português aqui em Salvador. São estórias que apesar de engraçadas ou trágicas, demonstram a diversidade entre as culturas e podem servir para compreendermos e aceitarmos outras raças nas suas idiossincrasias e diferenças. E espero que sirvam para o leitor dar boas risadas, objetivo principal do livro.

Dilu Machado, com singular perícia literária influenciada pelo bom humor, traz a lume situações, algumas até hilariantes, provocadas pela diversidade cultural dos estrangeiros que nos visitam. E nos oferece oportunidade de uma reflexão para compreendermos essas diversidades.

O livro é um deleite para entendermos melhor sobre essa transitoriedade global: turistas encantadores, muitas vezes ingênuos, nos fazem lembrar que basta ser estrangeiro para começar a saga de pagar “mico”. Tais situações se transformam no que há de mais precioso ao final das viagens, transformar tudo em causos que geram boas gargalhadas. (Vitória Régia Sampaio, professora, cineasta, poeta, co-fundadora do Movimento Exploesia).


ENTURMANDO OS VELHINHOS NA TI:

(E-BOOK)

Luiz Ferreira da Silva

[email protected]

As livrarias estão disponibilizando livros em formato digital de fácil acesso e leitura agradável. Podem ser lidos em notebook, tablet e smartfone.

Melhor ainda em leitoras como a Kindle, vendida pela Amazon: www.amazon.com.br)

Nestas, pode-se ter uma biblioteca ampla. O formato permite ler em qualquer lugar e virar as páginas como se estivesse lendo um livro em papel. Vale a pena adquirir, pois ademais se coliga com a Amazon e facilita a aquisição de obras, inclusive antigas. :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 712 – ANO XV – Nº 35 – 29 de abril de 2019

O CACAUEIRO NO SEU DEVIDO LUGAR.

(In. CACAU, UM BEM DA NATUREZA PARA PROVEITO DO HOMEM. Livro editado pela Via Litterarum. Luiz Ferreira & A. C. Moreau)

No Sul da Bahia, como já se referiu, o cacaueiro encontrou condições favoráveis de clima, solo, topografia e rede hídrica, razões da sua expansão, chegando a ocupar 600 mil hectares, com a equivalência de uma fonte de divisas de quase 1 bilhão de dólares em determinado ano.

Os homens, abstraindo-se da maneira descrita anteriormente – na violência, ganância e soberba -, mas com muita labuta, obstinação e coragem, deixaram um legado extraordinário. Este, o de colocar a lavoura cacaueira valorizada adequadamente no seu terreno próprio, com muita sabedoria.

Por um lado, manteve preservado o ecossistema; pelo ou­tro, proporcionou um epicentro gerador de riquezas com o pro­duto cacau, cujos reflexos se irradiaram pelas áreas circunvizi­nhas, criando uma estrutura de bens e de serviços que permitiu, com outras atividades agrícolas e congêneres, distribuir benefícios para todas as comunidades, o que infelizmente não foram aproveitados na magnitude dos bônus.

Um simples exemplo para aclarar essa questão. Num dado momento, um empresário investiu, com recursos oriundos da roça, em construções de edifícios na Cidade de Itabuna, significando mal direcionamento ao desenvolvimento da região. Por quê? O ferro, o cimento, a cerâmica, a torneira, etc. foram adqui­ridos em outros Estados, viabilizando as suas indústrias.

Diferentemente seria se aplicado na expansão de novos polos agropecuários, a exemplo da região dos tabuleiros, criando-se uma matriz diversificada, incorporando áreas ociosas ao setor pro­dutivo e econômico. Destarte, também, não se procurou o cami­nho da industrialização, de forma geral, como ocorreu com o produto café, alimentador das transformações e das fábricas no sul do Brasil.

No que respeita ao aproveitamento dos recursos naturais, o pioneiro soube fazê-lo, tornando a terra produtiva, ao utilizar os solos férteis, pedregosos e escarpados, dificilmente utilizáveis para a agricultura de ciclo curto, pela impossibilidade de mecanização.

O cacaueiro, neste contexto, caiu como uma luva devido às suas características conservadoras e restauradores que tem o cultivo. Sua condição original de plantio em sub-bosque em que há um sombreamento permanente controlador do ambiente; a própria floresta nativa, aliada à formação de uma cobertura morta (“mulch”)no terreno pelas folhas que caducam , não só prote­ge o solo do impacto direto de gotas erosivas das chuvas, como proporciona acumulação de húmus, melhorando as condições físico-hídricas do solo.

É como se existisse uma simbiose entre o solo e o cacaueiro. Este necessitando da fertilidade, umidade da terra e proteção dos ventos nos declives e “covoados” para se desenvolver e pro­duzir. Aquele, carecendo desta lavoura para manutenção da sua “vida produtiva”, evitando desgastes de seus nutrientes e deterio­ração da sua capa orgânica.

Com clarividência, pois, soube o primitivo homem do cacau implantar uma lavoura onde nenhuma outra poderia se estabelecer agronômica, econômica e ecologicamente, como uma espécie de nicho para esta planta tão dadivosa.

Hoje, para quaisquer cultivos, deve-se espelhar nesta realidade: usar sem depredar. Em outras palavras, a economia racio­nal do uso da terra, ajuizando-se à cerca da responsabilidade de se manter a agricultura uma atividade sustentável.

Pela condição de grande parte das plantações se situarem em relevo fortemente ondulado, pedregosos e de solos ricos, além do sistema de exploração sem a utilização de máquinas agrí­colas, outra atividade que não a cacauicultura teria condições de vicejar. Em outras palavras, isso quer dizer que dificilmente se conseguiria um substituto à altura, caso um desastre (econômico ou ecológico) viesse a inviabilizar tal atividade.

Não há dúvidas que o lugar do cacau é aí mesmo, onde o rude pioneiro escolheu. Não tinha estudo, mas sabedoria; não era doutor, mas douto; aprendendo à medida que ia experimen­tando, razão pela qual não se aventurou a plantar em outras áreas fora das aluviões férteis e dos solos oriundos das rochas ricas e protegidos pelo relevo. Deixou não só um legado econômico, mas ensinamentos às subsequentes gerações, incluindo os letrados pesquisadores de décadas posteriores, como os autores da presente obra. :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS -Edição 711 – ANO XV – Nº 34 – 22 de abril de 2019

BRASIL – PAÍS POBRE?

Altenides Caldeira Moreau

 Estamos num momento em que se fala e se espera que aconteçam fatos políticos, econômicos e sociais positivos para o bem-estar das nossas populações. A mudança de Governo e a chegada de novos personagens para os cargos da Administração e Direção do País, desperta em todos, novas esperanças.

Mesmo assim, existem os opositores sistemáticos e críticos pessimistas que não oferecem nenhuma contribuição para melhorar o que já temos. Só querem derrubar os governantes, pensando nos seus interesses pessoais.

Falam que o Brasil está “quebrado financeiramente”, que vamos nos igualar a Venezuela e outras heresias mais.

Não procuram, pelo menos, olhar para os dados estatísticos, que estão disponíveis na internet, pelo credenciado e acreditado IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – sobre as riquezas do nosso Brasil.

Ali pode se vê, que o Brasil não é um país pobre, e sim, com pobreza.

Produção de riquezas do Brasil :

209 milhões de cabeças de bovinos; 40 milhões de suínos; 19,7 milhões de toneladas de carne bovina/ano; 13 milhões de toneladas. de frango/ano; 4,2 bilhões de dúzias de ovos/ano; 237 milhões de toneladas de feijão/ano; 12 milhões de toneladas de arroz/ano; 19 milhões de toneladas de farinha de mandioca/ano; 96 milhões de toneladas de milho/ano; 63,7 milhões de toneladas de café/ano; 13  milhões de toneladas de trigo/ano; 121 milhões de toneladas de soja/ano;  35   bilhões de   litros de leite/ano;  570 milhões de toneladas de cana-de-açúcar/ano; 44 milhões de toneladas de frutas/ano; 40 mil toneladas de pimenta-do-reino/ano; 2 milhões de toneladas de algodão/ano; 20 milhões de toneladas de celulose/ano;   3 milhões de veículos motorizados/ano; 1 milhão de motos/ano; 12,5 milhões de televisores/ano; 34,4 toneladas de aço/ano; 229 milhões de celulares fabricados; 3,63 milhões  de barris de petróleo /dia.

O Brasil é o terceiro dos maiores produtores de frutas do mundo, depois da China e da Índia, somente.

O Brasil é o maior exportador de alimentos do mundo, tendo como principais clientes: China, Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Argentina, Países Baixos, América Central e Caribe.

Este quadro estrutural de riqueza do Brasil não permite que se diga que é um país pobre.

A existência de 55 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha de pobreza, ou seja, famílias com renda insuficiente para adquirir os bens necessários `a digna sobrevivência, não é por falta de alimentos e de produtos industrializados, porque estamos alimentando muitos outros países através das exportações de milhões de toneladas de produtos.

A larga pobreza existente no Brasil é por falta de renda para os brasileiros terem acesso aos produtos. È por falta de emprego, de trabalho autônomo, de oportunidades para produzir, de educação técnica, falta de políticas públicas para distribuir renda, falta de desconcentração das rendas, melhoria dos salários, oferta de salários indiretos, planejamento familiar e tantas outras iniciativas governamentais.

Se fossemos patrícios e verdadeiramente brasileiros, não haveria tanta desigualdade no nosso modo de vida. :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 710 – ANO XV – Nº 33 – Abril de 2019

COMO SALVAR A LAVOURA DO CACAU?

Luiz Ferreira da Silva, 82

Contribuição à atual Diretoria da CEPLAC,

pela sua importância como agente

 do Governo Federal, que poderia articular

os segmentos da cacauicultura baiana.

em prol da sua recuperação, de modo integrado,

sistêmico e pragmático

(Maceió, AL, 06 de abril de 2019).

O presente documento corrobora a exposição verbal do colega José Carlos Castro de Macedo ao Diretor, Guilherme Galvão, feita num pequeno grupo, quando foi taxativo na implantação de um programa, a exemplo do PROCACAU, como catalizador da recuperação da economia do cacau.

Tanto ele quanto eu, dedicamos toda a nossa vida profissional a expensas do cacau, através da “ESCOLA-CEPLAC”, que nos ensinou o valor do trabalho, eivado de dedicação e ética. Neste momento de débâcle da região cacaueira, não poderíamos deixar de expressar a nossa gratidão através desta propositura que possa revitalizar o tripé do cacau o cacaueiro, o agricultor e a instituição.

É preciso deixar claro que a atual crise do cacau difere de tantas outras do passado:

– A decadência do cacau, cuja região se empobreceu com a sua derrocada, passando de exportadora para importadora;

– A deterioração da CEPLAC, passando de modelo eficaz para uma organização sem ânimos e sem recursos, cada vez mais declinando, sobretudo pela ingerência política insensata e descomedida; e

– A descapitalização e endividamento do produtor de cacau.

Isso significa que a recuperação das plantações e novos cacauais, dependem da solução do tripé, para o qual as ações se interdependem e são urgentes.

Primeiramente, é importante tirar a região da letargia. Quem não se lembra do Procacau que proporcionou um choque positivo em todos os segmentos da economia, alavancando-a?!

A revitalização, pois, passa por um novo Procacau, o II atrelado à solução das dívidas dos produtores, para que eles voltem a recuperar suas roças infestadas pela vassoura-de-bruxa e, também, expandi-las com novos plantios, como souberam fazer nos 10 nos de vigência do programa anterior, cujos resultados carimbaram o “Quinquênio de Ouro”. São eles os PROTAGONISTAS! :: LEIA MAIS »

COMO SALVAR A LAVOURA DO CACAU?

Luiz Ferreira da Silva, 82

Pesquisador aposentado e Ex-Diretor do CEPEC.

[email protected]

Contribuição à atual Diretoria da CEPLAC,

pela sua importância como agente

do Governo Federal, que poderia articular

os segmentos da cacauicultura baiana.

em prol da sua recuperação, de modo integrado,

sistêmico e pragmático

(Maceió, AL, 06 de abril de 2019).

O presente documento corrobora a exposição verbal do colega José Carlos Castro de Macedo ao Diretor, Guilherme Galvão, feita num pequeno grupo, quando foi taxativo na implantação de um programa, a exemplo do PROCACAU, como catalizador da recuperação da economia do cacau.

Tanto ele quanto eu, dedicamos toda a nossa vida profissional a expensas do cacau, através da “ESCOLA-CEPLAC”, que nos ensinou o valor do trabalho, eivado de dedicação e ética. Neste momento de débâcle da região cacaueira, não poderíamos deixar de expressar a nossa gratidão através desta propositura que possa revitalizar o tripé do cacau – o cacaueiro, o agricultor e a instituição.

É preciso deixar claro que a atual crise do cacau difere de tantas outras do passado:

– A decadência do cacau, cuja região se empobreceu com a sua derrocada, passando de exportadora para importadora;

– A deterioração da CEPLAC, passando de modelo eficaz para uma organização sem ânimos e sem recursos, cada vez mais declinando, sobretudo pela ingerência política insensata e descomedida; e

– A descapitalização e endividamento do produtor de cacau.

Isso significa que a recuperação das plantações e novos cacauais, dependem da solução do tripé, para o qual as ações se interdependem e são urgentes.

Primeiramente, é importante tirar a região da letargia. Quem não se lembra do PROCACAU que proporcionou um choque positivo em todos os segmentos da economia, alavancando-a?!

A revitalização, pois, passa por um novo PROCACAU, o II atrelado à solução das dívidas dos produtores, para que eles voltem a recuperar suas roças infestadas pela vassoura-de-bruxa e, também, expandi-las com novos plantios, como souberam fazer nos 10 nos de vigência do programa anterior, cujos resultados carimbaram o “Quinquênio de Ouro”. São eles os PROTAGONISTAS!

Por outro lado, o citado projeto seria uma alavanca desenvolvimentista ativando o comércio, as indústrias de insumo, os investidores, energizando a região, hoje em fogo morto, além de provocar os demais integrantes do

agrossistema cacaueiro, sobretudo ajuizando a pesquisa, que teria de se municiar de instrumentais para não ficar à deriva do processo.

Então, sem mais delongas, urge a implantação do PROCACAU-II, eivado de metas, recursos financeiros e humanos e medidas de incentivo e compensatórias a um empreendimento desta envergadura, nada adiantando as medidas paliativas e remendos, tampouco, embromações políticas. É tarefa para quem vive do agronegócio – do homem que planta ao que consome, com ênfase no setor industrial.

No caso da reestruturação da economia cacaueira sul-baiana/ capixaba, evocando o livreto divulgado pelo autor e José Carlos Castro de Macedo, 3 anos atrás – “PROPOSTA PARA REATIVAR A CACAUICULTURA NACIONAL”, que não teve o eco esperado, seriam estabelecidas metas substanciais de replantação (renovação de cacauais velhos e envassourados); recuperação das roças que tem condições de reversão e expansão (novos plantios):, objetivando uma nova cacauicultura de altos insumos, tendo em mente que o tempo da baixa produtividade não mais se coaduna com o momento tecnológico da agricultura brasileira, cujo salto se deu com o uso de técnicas integradas, enfocada no manejo do solo, que transformaram os cerados, antes solos imprestáveis, em terras produtivas.

E o cacau tem que começar a se preparar para esse novo momento, já existindo um exemplo exitoso de plantio de cacau em solos de tabuleiro no extremo sul da Bahia, a nova fronteira agropecuária, utilizando a fertirrigação. Acresce-se o “boom” da celulose com mais de 600 mil hectares de plantios de eucalipto com tecnologias de precisão.

Um programa dessa magnitude requer uma base de produção de mudas seminais e/ou outros materiais clonais, como acontecera durante o PROCACAU-I, através os campos de produção de sementes híbridas tão bem conduzidos pela CEPLAC. Hoje, dispõe-se da Biofábrica, destinada a produção em escala industrial de material genético, numa área de 60 hectares, em Banco do Pedro, à margem do rio Almada, no município de Ilhéus. Possivelmente, vai ser preciso um novo choque de qualidade gerencial para voltar ao anterior nível de eficiência e eficácia.

Para implantação do PROCACAU-II, teria que o Governo Federal disponibilizar substanciais recursos (a serem quantificados), num espaço temporal de 10 anos, incluindo também investimentos na pesquisa, no fomento e no treinamento de pessoal, sem contar as medidas compensatórias para tornar os produtores aptos ao processo de financiamento de seus imóveis rurais, hoje incapacitados por suas dívidas.

Vale a pena reforçar e destacar a importância estratégica deste programa de revitalização do cacaueiro, com a conotação de “PUXADOR”, como um equivalente ao da Escola de Samba, que comanda 5.000 passistas cantando o samba enredo – uma espécie de “Jamelão do Cacau”.

Só assim e não há outra maneira, a região tomará outro fôlego com a geração de empregos e renda; dinamização de serviços gerais; reativação do comércio e da indústria de insumos agrícolas; e circulação integrada de recursos financeiros dos três segmentos econômicos, beneficiando toda região cacaueira e criando um ambiente de prosperidade, ânimo e fé, tendo o Homem no seu epicentro.

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 691– ANO XV – Nº 15 – Outubro de 2018

ESTUDO SOBRE O RIO SÃO FRANCISCO MOSTRA QUE A QUANTIDADE DE ÁGUA SE REDUZIU

O lago de Sobradinho, o maior reservatório do Nordeste, está apenas com 23% do volume total por causa da seca e a retirada de água para vários tipos de uso. (18-10-2018).

Vazão do São Francisco é reduzida

 Imagem do Google

COMENTÁRIOS

João Suassuna – Pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco

Em 1997, publiquei um artigo no portal da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), intitulado “TRANSPOSIÇÃO DE ÁGUAS DO RIO SÃO FRANCISCO PARA O ABASTECIMENTO DO NORDESTE SEMIÁRIDO: solução ou problema?” no qual, entre outros assuntos, tratei do fenômeno El Niño e suas consequências nas reduções volumétricas das fontes hídricas nordestinas, dentre elas o Rio São Francisco. Cheguei a fazer uma projeção sobre a situação de penúria hídrica pela qual o rio passaria, em caso de serem utilizados seus volumes no projeto da transposição.

Na ocasião, cheguei a imaginar as manchetes dos principais jornais nordestinos com o título: “O Rio São Francisco agoniza”. Ao ter acesso ao resultado do estudo recentemente realizado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), no Rio São Francisco, que evidencia fatos preocupantes em relação à redução volumétrica do rio nos últimos anos, o correlacionei, com aquela minha projeção de “agonia” do rio, profetizada na matéria da Fundaj, em 97.

A assertiva desse estudo veio evidenciar, como verdadeiras, as minhas suspeitas de falta de água no Santo Chico, para o atendimento das demandas previstas no projeto da transposição de suas águas.

Diante de tudo isso, no meu modo de entender, faltou ao gestor público, um maior envolvimento com os diversos segmentos da sociedade, que precisavam ser melhor estimulados no apoio às gestões hídricas futuras, conhecendo-se melhor suas prioridades, principalmente no tocante às inserções, em um plano conjunto, a serem desdobradas ao longo do tempo. No caso em questão, a vontade política sempre se posicionou acima das possibilidades técnicas na promoção do desenvolvimento da região. A consequência disso não poderia ser outra: investimentos elevados para o abastecimento do povo, em um rio cujos volumes já não são mais suficientes ao atendimento da crescente e conflituosa demanda existente na região. E esse cenário tende a piorar! :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 688– ANO XV – Nº 12 – 08 de outubro de 2018

A CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO (CAPÍTULO IV)

(In A mãe natureza nos ensinando os caminhos do bem. Editora Via Litterarum, 2018)

Luiz Ferreira da Silva

Na Natureza as espécies procuram se adaptar às alterações ambientais, sem que comprometam o sentido maior que é a sua perpetuação. Como exemplo visível em logradouros públicos, sobretudo do Nordeste, é a bela árvore chamada “castanhola”, cujos frutos se parecem com os da castanha do Pará, que já fora de terra alagada (solos hidromórficos), daí seu nome científico – Bombax aquaticum, vegetando hoje em terra firme.

Para aclarar mais ainda, basta que se recorra ao ecossistema do semiárido (caatingas), dotado de plantas adaptadas ao déficit hídrico.

A caatinga é a vegetação nativa típica. Aprendendo com a natureza e respeitando seus recursos naturais é possível viver e conviver com o semiárido.

Além da importância biológica, a caatinga apresenta um potencial econômico ainda pouco valorizado. Em termos forrageiros, apresenta espécies como o pau-ferro, a catingueira verdadeira, a catingueira rasteira, a cana fístula, o mororó e o juazeiro que poderiam ser utilizadas como opção alimentar para caprinos, ovinos, bovinos e muares.

Entre as de potencialidade frutífera, destacam-se o umbu, o araticum, o jatobá, o murici e o licuri e, entre as espécies medicinais, encontram-se a aroeira, a braúna, o quatro-patacas, o pinhão, o velame, o marmeleiro, o angico, o sabiá, o jericó, entre outras.

Pois bem. Muitas dessas plantas desenvolveram alterações biológicas, facilitando vicejar em terrenos secos.

Insiro, para aclarar essa questão, os ensinamentos do Professor Manoel Bomfim Ribeiro, socializados através do seu excelente livro – A potencialidade do semiárido brasileiro.

“O Nordeste semiárido é um verdadeiro laboratório botânico dotado de essências florestais perfeitamente adaptadas à realidade climática. Este grande complexo botânico, adaptado à baixa pluviosidade criou naturalmente seus meios de sobrevivência, seus equipamentos de defesa para vencer o ambiente hostil como”:

Ø. Espinhos pontiagudos de fácil remoção, uma proteção natural contra os animais;

Ø. Redução da superfície folear para diminuir a intensidade de perda de água, a exemplo da catingueira e de outras espécies de folhas arredondadas.

Ø. Caules suberosos (aspecto de cortiça), espessos, ricos em xilopódios (espessamento de raízes e caules subterrâneos) para manter a umidade e nutrientes como a faveleira.

Ø. Raízes possantes e tuberosas (acumuladoras de nutrientes), com a formação de “batatas”, ricas em água, amido, açúcares e nutrientes como o umbuzeiro.

Ø. As plantas herbáceas (ervas), arbustivas (arbustos; pequenas árvores) e semi-arbustivas (mini árvores), dotadas de extraordinária riqueza floral que através da polinização entomófila (insetos) garante a sua capacidade genética para a perpetuação das espécies. :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 687– ANO XV – Nº 11 – de outubro de 2018

DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO

Altenildes Caldeira Moreau

A democracia é entendida como uma forma de governo em que a força do povo deve exercer a soberania.  Os interesses e necessidades populares são preferencialmente atendidos.

Na teoria, tudo fica mais fácil de entender e de se ajustar, mas quando se chega na prática, no dia a dia do exercício democrático, as coisas começam a se complicar. A formação das nossas sociedades apresenta aspectos conflitantes com as propostas da democracia.

O egoísmo, o individualismo, a busca pelo poder e o desejo de posse dos bens materiais e da acumulação da riqueza, inibem a prática da democracia e da distribuição dos recursos vitais entre as pessoas e as comunidades, criando grupos partidários com incontáveis interesses pessoais.

Como resolver este problema, quando se acha que o sistema democrático é o melhor caminho para o funcionamento político do nosso País? Existe uma convergência de pensamento da maioria da população brasileira, de que a Educação será um pré-requisito para a convivência harmoniosa e o atendimento mais justo dos anseios dos brasileiros, em especial  dos  mais necessitados.

No entanto, a Educação de que se fala sempre, não é vista com a abrangência que ela merece.

Entendemos que a Educação deve ser compreendida não somente como a alfabetização, elevação do nível escolar das pessoas e elevação do conhecimento tecnológico, mas um processo de mudança integral de comportamento perante a sociedade em que se vive, passando pela ética, pela honestidade, pela responsabilidade e pela cidadania.

O professor Carlos Brandão, da UNICAMP, São Paulo, escreveu um livro que fala das educações, e não somente da Educação. As educações porque se trata de mudanças de comportamento do ser humano nas diversas áreas da vida:  familiar ou doméstica, que aqui destacamos como umas das mais marcantes formas de educação, pois vai desde a infância segue pela adolescência e mesmo na fase adulta, porque os filhos na sua maioria têm respeito aos pais e os aceitam como modelo de vida. A educação na área física ou corporal, na área   financeira que tanto preocupa as pessoas, a social, a mental ou cognitiva e área espiritual.

A ideia da Educação como pré-requisito à Democracia, não significa que uma deverá vir antes da outra, mas sim, que as duas deverão ocorrer simultaneamente, ou seja, “educar democraticamente”, o que requer uma preparação mais adequada dos educadores, dos estudantes,  dos .pais e responsáveis pelas famílias, dos empresários,  dos administradores,  dos políticos ,  dos trabalhadores, enfim , de toda a as pessoas integrantes das nossas comunidades para que assim, possam  serem chamadas. :: LEIA MAIS »

AGRISSÊNIOR NOTICIAS – Edição 686– ANO XV – Nº 10 – Setembro de 2018

POLUIÇÃO VISUAL

Por Luiz de Oliveira Alves

Graduado em Ciências Biológicas (UNIFESO, 2014)

A poluição visual se dá quando as informações visuais estão em excesso ou algum fator que cause algum estresse estético no ambiente que afeta a qualidade de vida dos seres humanos. Podendo ou não atuar junto com a poluição luminosa, a poluição visual é encontrada em áreas urbanas, principalmente em áreas comerciais pelo excesso de propagandas. As propagandas visuais modificam as paisagens podendo causar acidentes automobilísticos devido as distrações ao volante.

Poluição visual. Osaka – Japão.

Foto: Perati Komson / Shutterstock.com

 

Além das propagandas, outra fonte de poluição visual são os cabos entrelaçados a postes e as pichações, que acarretam na desvalorização do valor histórico de vários prédios e monumentos históricos desviando a atenção da população.

Pichações, além de serem consideradas poluição, são consideradas crime ambiental e vandalismo, além de afetar a microeconomia local com os seus reparos, o ato de pichar em muros muitas das vezes está associado a marcação de território de gangues. A punição por pichamento pode chegar a um ano de prisão além de multa. A pichação é a única poluição visual que é considerada crime pela legislação Brasileira.

A sua exposição prolongada afeta a saúde humana provocando desconforto visual, estresse e até transtornos a saúde mental. Em casos de muita repetição da mesma propaganda, o comerciante pode ter uma reação negativa, no qual a população passa a ignorar pela alta descarga de informações. Tais propagandas incentivam o consumo excessivo, no qual acarretam obesidade, tabagismo, alcoolismo e o aumento em produção de lixo e resíduos, principalmente no descarte dos materiais utilizadas na produção de tais propagandas. :: LEIA MAIS »





















WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia