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:: ‘DECOLORES’

DECOLORES: HISTÓRIA DE ILHÉUS NA PENSÃO VASCO

Sempre tive a curiosidade de ouvir dos mais experientes as estórias e histórias ocorridas em nossa cidade nos tempos áureos do cacau.

Além do saudoso Sá Barretto, tive outros informantes de primeira linha que considerei na época os verdadeiros imortais: Moreia, Popoff e Venicius Dias, que conheceram estórias que até Deus duvida.

Durante minha convivência com o saudoso escritor Hélio Pólvora, então Presidente da Fundação Cultural de Ilhéus, fui enriquecido com preciosas historias grapiunas, através de suas obras literárias, entre elas refiro-me sobre “O Boiadeiro da Pensão Vasco” .

“Ocorreu que o dono da Pensão Vasco, Pedro Duarte, chamado de Pedro Corró, viu sem maior interesse o novo hóspede sentar-se à mesa. Sujeito baixo, forte, de bigode grosso, botas com esporas, chapelão que teve a lembrança de tirar e pendurar no cabide. Devia ser vaqueiro. Pecuarista, nem imaginar.

Mas, terminando o repasto, o boiadeiro mostrou quem era.

– Menino – chamou ele, puxando um maço grande de cédula de alto valor – , vá me comprar um sorvete.

– A quem tenho a honra? – disse então Corró, com uma mesura.

– Pode me chamar de Cavalcanti.

– Caro Senhor Cavalcanti, além do sorvete não lhe apetece um docinho caseiro?

O rolo de cédula continuava na mão do boiadeiro.

– Rodelas de banana? É o doce preferido da clientela. Carambola? Caju em caldas? – ofereceu Madame Carmen, mulher de Corró, que acompanhava a conversa e armou um sorriso cativante.

Sorvete tomado, docinho saboreado. Corró, que era de Belmonte. Levou Cavalcanti para conhecer os pontos principais da cidade.

Voltaram tarde à Pensão Vasco. Mas de dez da noite. Cavalcanti soltou um bocejo de desgovernar queixo e preparou-se para se recolher. :: LEIA MAIS »

DECOLORES: DECADENCIA CULTURAL

O Município de Ilhéus sempre foi considerado a princesinha do sul, berço da cultura regional, terra de Adonias Filho e Jorge Amado.

A Câmara Municipal de Ilhéus já teve a honra de ter edis de grande quilate intelectual, a exemplo de Henrique Cardoso, Ariston Cardoso, Sá Barretto, Afro Leal, Luiz Amaral Carneiro, João Alfredo Amorim de Almeida, Álvaro Alves da Silva, Amilton Inácio de Castro, João Adonias Aguiar, Gilberto Fialho, entre outras personalidades de renome, os quais trabalharam em prol do desenvolvimento do Município em todas áreas principalmente na área cultural homenageando grandes vultos intelectuais e por serviços prestados. Podemos citar a Praça Ruy Barbosa, Praça Castro Alves, JJ Seabra, General Câmara, Salomão da Silveira, Soares Lopes, Lomanto Junior, Dom Eduardo, Dom Walfredo Tepe, entre outros.

Supreendentemente nos deparamos com um Projeto de Lei apresentado por um determinado edil alterando o nome da Praça Castro Alves para Praça da Irene.

Não quero com isso desmerecer a imagem da nossa saudosa Irene, que tive o privilégio de conhecê-la desde minha tenra idade quando estudava no Colégio General Osório, onde ela vendia na porta do colégio, seus abaras e acarajés, além do bolinho de tapioca, que denominávamos de outro nome. Inclusive Irene foi minha cliente em Oduque Veiculos onde eu trabalhava na revenda de automóvel.

O mesmo protesto sobre esse projeto de lei é desmerecer a figura do poeta Castro Alves, considerado o maior poeta brasileiro, lírico e épico, autor de clássicos como Espumas Flutuantes e Hinos do Equador. Castro Alves foi também considerado o poeta dos escravos, o maior representante da poesia da nossa literatura.

Acredito que todos Municípios que se preza prestou homenagem ao nosso maior poeta e que infelizmente estamos excluindo o nome da nossa Praça Castro Alves por Praça da Irene.

Faz até lembrar uma musica que diz “ Na casa de Irene, de noite e de dia, tem gente que entra, tem gente que sai”

Como diz o cantor Caetano Veloso “ Irene rir, Irene rir, Irene rir. Quero vê Irene dar a sua risada…

Seria de bom alvitre que os confrades da Academia de Letras de Ilhéus, intercedessem junto ao Alcaide, para não sancionar este maldito projeto de Lei.

Tenho certeza que Irene vai dá sua risada…

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: CONSELHO DO SÁBIO

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.

Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobre viver na pobreza e longe de tudo.

– O senhor vê aquela vaca? – disse o homem. Dela tiramos o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo:

– Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.

O discípulo não acreditou.

-Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem!

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:

– Vá lá e empurre a vaquinha.

Indignado, porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.

Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído de culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família , pedir desculpas, ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com arvore, piscina, carro importado, antena

parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela forme, foram obrigados a vender o terreno e ir embora.

Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.

Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia do paradeiro da família que havia morado lá.

– Claro que sei. Você está olhando para ela.

Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:

– Mas o que aconteceu? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo?

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu: :: LEIA MAIS »

DECOLORES : Confiar em Deus

O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nEle deve ter o homem, diz:

“Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.” Isaías 40:31

É muito singular que o Profeta compare os que confiam no Senhor às águias. É que elas têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade as águias abrem suas asas, capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que acima das nuvens escuras e das descargas elétricas, brilha o sol.

Nessa luta terrível elas podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Confiança que traduz certeza é o seu lema. Para além da tormenta, brilha o sol, e o sol elas buscam.

Na morte, as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia. Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca encontrou um cadáver de águia.

Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas forças de seu corpo cansado e voam naquela direção. E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer, as águias são extraordinárias. :: LEIA MAIS »

DECOLORES: ESTRADA DE FERRO DE ILHÉUS

Recordo-me da época que a Estrada de Ferro de Ilhéus funcionava em nossa cidade. Vez em quando viajava para Pirangy com meu saudoso pai para visitar minha avó e meus tios. O horário da partida do trem era pontualmente às 7:00 horas. O Chefe da estação soava o apito anunciando a partida. A viagem era uma delícia, o trem passava por diversas estações e havia embarque e desembarque de passageiros. Existiam dois tipos de locomotivas a óleo e a lenha que costumava soltar faíscas (labaredas) que além de entrar nos olhos, provocava forte ardor como também queimava as roupas dos passageiros. Sempre aos domingos havia partida de futebol nos distritos e nas cidades de Poiri, Pirangy e Agua Preta, e as equipes de Ilhéus iam disputar a peleja amistosa. A locomotiva era ornamentada com folhas de pitanga e palhas de coqueiros. A viagem era animada com batucadas e cantarolas alegrando a todos. Em cada estação aproveitávamos para comprar cordas de caju, laranjas e beijus gostosos. Ao aproximar-se dos distritos e cidades o maquinista da locomotiva apitava anunciando a chegada do trem. .

Havia também um tipo de locomotiva conhecida por “mutriz” que fazia a linha urbana dos Bairros do Malhado, Barra e Iguape.

Na plataforma de passageiros da Estrada de Ferro existia um serviço de bar explorado pelo saudoso Garangau. Lá, os roceiros “capiais” e pequenos agricultores após fazer suas compras no comércio e na feira livre da Avenida Dois de Julho, se reuniam para trocar idéias sobre a produção de cacau e contar suas proezas no mulheril da cidade.

HISTORICO DA ESTRADA DE FERRO – A linha-tronco Ilhéus-Itabuna foi aberta em 1910 em seu primeiro trecho, por investidores ingleses da The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, com a idéia de alcançar Conquista (Vitória da Conquista). O primeiro ramal, o de Água Preta (Uruçuca), que partia da estação de Rio do Braço, foi aberto ao tráfego em 1914 e estendendo-se até Pirangy (Itajuipe) e Poiri (Ubaitaba), aonde chegou em

1934. Em 1950, os ingleses repassaram a estrada ao Governo pelo fato de já estarem satisfeitos com o que arrecadavam somente com as linhas existentes. O Governo por sua vez mudou o nome para E. F. de Ilhéus. A estrada jamais chegou a Conquista. Em 1963 a E.F.I. já estava decadentissima e em 1965 não mais funcionava.”

Infelizmente não temos nenhuma relíquia das estações de passageiros e das locomotivas. Até mesmo a locomotiva que estava na área do Detran não existe mais devido o corrosão do tempo. Infelizmente nossos jovens não tiveram conhecimento sobre a existência em nossa cidade da Estrada Ferro que trafegava em pleno centro da cidade. Ficaram apenas lembranças de um passado histórico dos meios de transportes existente na época: Trem, lanchas marítimas e os ônibus da Sulba .

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: Significado de Obsceno

Adjetivo Que se opõe ao pudor; que vai contra o pudor; grosseiro ou vulgar.

Sem moral ou decência; que provoca indignação pela falta de moral; pornográfico.

Diz-se da pessoa que se comporta de modo devasso; quem compõe ou escreve obscenidades.

Que demonstra obscenidade; que contém obscenidades: comportamento obsceno; sorriso obsceno.

Etimologia (origem da palavra obsceno). Do latim abscenus.

Sinônimos de Obsceno

Obsceno é sinônimo de: imoral, impudico

Antônimos de Obsceno

Obsceno é o contrário de: pudico, cândido

Em fim todos significados apresentados estão inseridos na programação da TV que é considerada “poderosa”

Graças a Deus hoje temos opções diversas para se livrar dessa maldita emissora. A exemplo da Rede Vida (família), Canção Nova (formação cristã), Bandeirantes (esportes), Record (novelas bíblicas), SBT (Programas de humor), Tv Aparecida (evangelização), Cnt (conscientização evangélica), Rede Tv (programas pegadinhas divertidas), Rede Brasil (programação variada), Tv Cultura (músicas clássicas e programas sugestivos), entre outras.

Quem quiser salvar sua família elimine essa maldita emissora maldita Globolixo.

Essa é minha opinião. Respeito quem não concordar …

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: VELHOS CARNAVAIS DE ILHÉUS

Por ser próxima a Rua Fonte da Cruz, onde resido até hoje, desde cedo frequento a Avenida Soares Lopes. Lembro-me perfeitamente de sua beleza exuberante, totalmente arborizada, com inúmeros canteiros no meio, sendo ornamentados por postes de bronze tipo colonial, sinalizando mão e contra mão.

No período carnavalesco, os Jipes e as camionetes, trafegavam pela Avenida, enfeitados de confetes e serpentinas.

Os foliões demonstravam total alegria, cantarolando a música da época: “O vovô ia a cavalo/ para visitar vovó/ o papai ia de bicicleta / ora vejam só/ Hoje tudo ta mudado/ ta mudado sim senhor/ pois eu tenho minha lambreta/ para ver o meu amor. Corre corre lambretinha/ pela estrada além/ corre corre lambretinha/ pra ver meu bem.

Toda orla era iluminada e decorada de adereços, para receber os foliões, blocos, escolas de samba, pirrôs e colombinas, batucadas e afoxés.

No período carnavalesco, costumava-se fazer homenagem ao então Prefeito Herval Soledade, em frente a sua residência , cantarolando aquela musiqueta: Herval é o maior/ Herval é que é o tal/ que coisa louca/ que coisa rara/ Herval não respeita a cara.

Ou então cantavam aquela marchinha: Viva Zé Pereira….. Diferente da letra original cantavam assim: Viva Sá Pereira/Viva o carnaval/ Viva Sá Pereira/ No cenário nacional.

Sá Pereira, era um homem ilustre que residia em nossa cidade, tratava-se de um ser humano caridoso, muito bom , que trabalhava em prol dos mais necessitados. Chegou fundar um Banco denominado Banco Sá Pereira. Além de emprestar dinheiro aos pobres, Sá Pereira cedeu vários patrimônios de sua propriedade. Era muito religioso,e sua assinatura era interessante, pois afirmava ser o 1º Servente da Virgem Santíssima. Certa época teve uma pequena divergência com o então Bispo Diocesano Dom Caetano, que chegou a lhe excomungar , contudo depois voltaram a

normalidade, por ordem do Vaticano. Ilhéus deve muitas homenagens a essa figura humana extraordinária.

Após as homenagens, o então saudoso Prefeito aparecia na janela, acenando para os carnavalescos, e a batucada de Torôco rufava os tambores, gritando: Viva Herval, Viva Ilhéus, Viva o carnaval.

Era tradição também ir aos Clubes e os bailes iniciavam exatamente às 22:00 horas e terminavam às 04:00 horas, o clube mais freqüentado pela elite da época era o Social de Ilhéus; O clube dos Bancários era dos intermediários e o Clube dos Comerciários era freqüentado pela classe comerciária. Tive o privilégio de freqüentar todos os clubes, inclusive o Clube Social do Pontal, embora gostasse mais dos Comerciários, pois o carnaval era mais alegre e participativo.

Quando terminava a noitada era hora de fazer o rango e como eu tinha pouca grana, íamos à Padaria Luso Brasileiro, saborear aquele pão comum bem quentinho com mortadela e manteiga, despachado pelo tradicional Seu Pereira, que nos dizia: “Que beleza, eu trabalhando e vocês dançando”.

Contudo quando a grana era gorda, íamos ao Restaurante Jangadeiro , de propriedade do Ministro da Educação Walter, que não aceitava nenhuma reclamação por parte do freguês. Certo dia, alguém pediu um filé a cavalo e o filé foi servido sem o ovo estrelado. Após a reclamação , o Ministro da educação aproximou-se da mesa e recolheu os pratos dizendo: “O meu filé sirvo da minha maneira, pode sair e não precisa pagar nada” e deu aquela baforada com seu cigarro mata rato.

Também era muito comum caminhar tranquilamente pelas ruas da cidade, na madrugada, muitos amigos moravam no pontal e tinham que aguardar a primeira lancha, outros moravam na Conquista ou no Malhado e aguardavam o horário dos primeiros coletivos. Eu e outros que residiam no centro, íamos para Avenida, contemplar nosso maravilhoso mar.

Após o carnaval, a cidade voltava sua normalidade, e a avenida passava a ser o palco da juventude e dos casais de namorados. Era bom demais,

quando marcávamos encontro com as namoradas na avenida, e íamos para o Cine Santa Clara. Depois do cinema era tradição desfilar com a namorada , de mãos dadas e lutar para conseguir aquele beijinho, e pontualmente àss 21:30 , era hora de deixar a namorada em casa, senão perdia a média com o pai da garota, pois o compromisso era muito sério.

Depois, era a vez de encontrar-se com os amigos para fazer farra no Bar Santa Clara , na Boate Lido, nos Búzios ou nos Velhos Marinheiros, ou visitar “as meninas” no Carneiro da Rocha ou na Rua do Dendê.

Hoje não temos aqueles carnavais de outrora, Herval , Seu Pereira e outros conhecidos, foram morar no céu, os clubes Bancários, Social do Pontal e os Comerciários não existem mais, as ruas estão desertas, a rua do Dendê e Carneiro da Rocha passaram a ser comerciais e residenciais, a Avenida encontra-se vazia sem os casais de namorados, pois a população teme ser assaltada .

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: A situação do povo

A situação do povo, não só do Brasil, mas de todo o mundo, esta desoladora. As enormes dificuldades que aparecem dia após dia, com o desemprego, a fome, a miséria, a falta de perspectiva, o aumento da desigualdade social, prenunciam uma catástrofes sem precedentes para a humanidade, conforme nos está sendo revelado e mostrado pelos veículos de comunicação.

A globalização imposta pelos donos do poder como um acontecimento definitivo, vem mostrando que está aí para promover o enriquecimento cada vez maior das mais poderosas fortunas, com a conseqüente e crescente miséria, provocando o desequilíbrio moral da família.

A globalização esta mostrando o que realmente ocorre: uma usurpação, uma exploração desumana.

Nós cristãos, devemos considerar como nossa obrigação, refletir sobre os fatos calamitosos que estão acontecendo em toda a escala social e tomarmos consciência do nosso dever cristã de transformar o mundo com os nossos exemplos de vida.

DECALOGO DOS EXEMPLOS:

Exemplo de cidadania:

Os Diretores do CEAMEV Joilson e JorgeNey administradores natos, não somente na parte organizacional do Colégio, bem como sempre conseguindo recursos para restaurar as instalações internas e externas do colégio.

Exemplo de Fé:

O amigo e irmão em Cristo, Joílson Reis, Diácono da Igreja Católica em Ilhéus, demonstra muita fé e perseverança em Cristo Jesus, promovendo semanalmente as quartas feira na Catedral São Sebastião, a partir dàs 19h Adoração ao Santíssimo, com a participação de grande numero de fieis.

Exemplo de Solidariedade

A Irmã Raimunda do Abrigo S. Vicente de Paulo e equipe de trabalho, cuidando com muito amor dos nossos anciões.

Exemplo de Família:

É bonito ver o casal Walkirio Ventura Cardoso e Gilda, eternos namorados, sempre solidários em quaisquer circunstancia da vida.

Exemplo de Perseverança: :: LEIA MAIS »

DECOLORES

O poema “José” de Carlos Drummond de Andrade foi publicado originalmente em 1942, na coletânea Poesias. Ilustra o sentimento de solidão e abandono do indivíduo na cidade grande, a sua falta de esperança e a sensação de que está perdido na vida, sem saber que caminho tomar.

O poema nos refletir sobre os problemas em todo nosso País. Em Ilhéus vemos inúmeros desempregados da Prefeitura diante de uma decisão judicial; O lixo se acumula por toda cidade; Tem UPAS mais não tem médicos e remédios; Praças esburacadas há muito tempo abandonadas: Teatro Municipal, Dom Eduardo, Avenida Soares, Castro Alves (cartão postal de Ilhéus); Muitos funcionários poucos trabalhando; Praias sujas ainda com baronesas; Transporte coletivo de má qualidade com tarifas exorbitantes; Centro de Abastecimento abandonado, sujo, imundo em estado precário ; Canal a céu aberto exalando mau cheiro que já tornou-se normal; Tem escolas mais falta vagas para os alunos. E agora José?

O Estado agora reduziu o numero de consultas através do Planserv e prometendo arrojar os impostos para bancar a mordomia o pessoal do atual do seu partido.

Funcionários dos Hospitais sem receber salários e as greves aumentam cada vez mais. E agora José?

A Barragem de Brumadinho rompeu morrendo até agora 58 vitimas; Povo Brasileiro solidário; Israel envia ajuda humanitária com equipamentos modernos para detectar possíveis sobreviventes; Presidente sendo operado para voltar com força e vigor. Venha Logo José! :: LEIA MAIS »

DECOLORES: ILHÉUS ONTEM E HOJE!

Há 68 (sessenta e oito) anos vivo em Ilhéus e tenho acompanhado passo a passo o desenvolvimento da cidade, as pessoas que exerceram e exercem cargos públicos, políticos e filantrópicos que muito dignificaram e dignificam a sociedade local, pela honradez, solidariedade e cidadania sem receber nada em troca no sentido de se beneficiar em causa própria.

Relacionarei abaixo alguns nomes que deixaram marcas profundas e que realmente amaram esta terra de São Jorge dos Ilhéus:

Raymundo Pacheco Sá Barreto – Historiador

Raymundo Kruschewsky (Popoff) – Embaixador do Turismo

Dr. Altino Vinhaes – Médico Pediatra

Leopoldo Campos Monteiro – Educador

Elmir Menezes – Bancário

José Lourenço da Silva – Provedor da Santa Casa da Misericórdia

Maria Conceição Lopes –Presidente da Assoc. das Senhoras de Caridade

Mario Pessoa – Prefeito de Ilhéus

João Alfredo Amorim de Almeida –Prefeito e Deputado Estadual

Henrique W. Cardoso e Silva – Prefeito e Deputado Federal

Álvaro Alves da Silva – Vereador

Dom Walfredo B. Tepe – Bispo Diocesano

João Argolo – Pároco

David Maia – Diretor do Abrigo São Vicente de Paula

Wilson Longo – Esportista

Elias Ocke – Comerciante e Venerável da Loja Maçônica E.Ocke

Albino Alvarez Pereira –Comerciante e Empresário

Joilson Paulino dos Santos – Cirurgião Dentista

Pedro Farias – Responsável pelo Candomblé no Alto do Basílio

José Alves Santos – Presidente da Associação Comercial de Ilhéus

Audaz Pacifico Mesquita – Representante Comercial

Dalmiro Oliveira Silva – Presidente do Lions Club Centro

Armando Oliveira – Imprensa Falada Radio Cultura e Sociedade :: LEIA MAIS »

DECOLORES: GRATIDÃO! GRATIDÃO!

As mais belas páginas da história são escritas em todos os tempos com a palavra paz. Dela o mundo carece, por ela as pessoas clama e as nações esperam.

Há dois mil e dezenove anos, a humanidade recebeu seu maior dom: Jesus Cristo. Os anjos ao vê-lo, na manjedoura, entoaram: glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados… Deus, a plenitude da paz, fez sua habitação na Terra, a fim de que os homens sejam pacíficos, e solidários.

A sociedade cresceu, evoluiu, e continuamos pedindo pela paz e a solidariedade.

Tivemos oportunidade de conviver com os exemplos de Dr. Soares Lopes, Dr. Pacheco, Dr. Hernani Sá, Alvaro Melo Vieira e Dona Hermosa, Dr. Altino Vinhaes, Conceição Lopes, Janira Carvalho, Maria Aparecida Simões, Raymundo Pacheco Sá Barretto, Noelia Gavazza, Amelinha Pacheco, Professora Berta, Professora Uzuleica, Dom Tepe, entre outros, que viveram em Ilhéus fazendo o bem ao próximo.

Atualmente podemos analisar gestos marcantes de ternura e carinhos de anjos que convivem entre nós, ajudando ao próximo com amor e dedicação total.

Não podemos esquecer o trabalho árduo que vem desenvolvendo a Irmã Raimunda e sua equipe de trabalho do Abrigo São Vicente de Paulo, que a exemplo de Irmã Raimunda entre outras Irmãs, que procuram melhorar cada vez mais o atendimento humanitário aos nossos velhinhos.

Lembro também dos grupos de solidariedade do MFRAC – Movimento da Fraternidade Cristã , que semanalmente distribue sopa nos diversos bairros da cidade, aos nossos irmãos necessitados, além do atendimento espiritual .

Louvamos os trabalhos desenvolvidos pelo ROTARY CLUB, que mantém a Escola Rotary; O LIONS CLUB que promove campanhas do agasalho, alimentos e atividades sociais; A Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul da Loja Maçônicas Elias Ocke, realiza eventos festivos, cuja arrecadação é em prol dos mais necessitados; A Loja Vigilância e Resistência, através da Ala Feminina desenvolve um trabalho magnífico em pol dos mais necessitados; A Legião Feminina Regeneração Sul Bahiana da Loja Regeneração Sul Bahiano, que mantém a Escola Profissional de Menores; A Cruzada Bem para o Bem, que distribui cobertores as pessoas carentes e APAE que realiza um excelente serviço com os menores excepcionais.

Não podemos deixar de registrar os serviços prestados pelos funcionários, enfermeiros, médicos, zeladores e recepcionistas dos Hospitais São José, Costa do Cacau, Pae e Coci que diuturnamente estão disponíveis para servir a comunidade mais sofrida.

Quero nesta oportunidade prestar minhas homenagens a minha querida amiga Magnolia Mendonça, filha do saudoso Oswaldo Mendonça, que com seu jeito meigo e doce junto aos seus familiares, faz exalar sua fragrância de amor e amizade a todos que a procuram. Tenho por ela alta estima e consideração pela sua sutileza de verdadeira senhora que acolhe os mais necessitados no verdadeiro anonimato. Que Deus a abençoe e lhe dê muitos anos de vida, pois o mundo está carente de pessoas boas e educadas,” Os anjos são como as melodias que aprendemos. Apesar de estarem longe dos olhos, seus acordes brilham dentro de nós.”

Diante de tantos exemplos, resta-me agradecer a Deus por tudo, refletindo o que diz o Evangelho: “Quando tiverem cumprido tudo o que lhes mandarem fazer, digam: Somos empregados inúteis: fizemos o que devíamos fazer.”

Para reflexão:

“ Tempo é questão de preferência “

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: FAKE NEWS

A palavra que está na moda é essa “Fake News”, e muitos plantonistas irresponsáveis divulgam fatos que não são comprovados, no intuito e criar celeuma com o caráter de pessoas idôneas. A suposta poderosa imprensa, é especialista nisso, fez de tudo para destruir a imagem do atual Presidente da Republica durante as eleições e continua massacrando a família do Presidente parecendo que não tem outra coisa para divulgar. É uma vergonhaaaaaaaaa.

Recentemente um determinado “cidadão” denominado por Mister M, divulgou através da mídia social de Ilhéus, uma determina matéria desmitificando a pessoa de um cidadão de honra, de caráter, honesto, amigo, Ilheense de coração, que tem relevantes serviços prestados a nossa cidade, de família tradicional que muito fez em prol do Município, doando terrenos no Bairro Estelandia (próximo ao morro da Petrobras) aos mais carentes e inclusive também uma extensa área onde foi edificada a Maternidade Santa Isabel e inclusive ajudou financeiramente na construção do tão sublime empreendimento, que infelizmente chegou no estado precário de total abandono.

A pessoa que Mister M tentou massacrar por ódio, vingança ou até mesmo por inveja, realmente sempre esteve a frente de vários governos municipal por ter sido convidado, devido a sua capacidade, e ao se retirar foi por livre e espontânea vontade, sem ter se envolvido em nenhuma maracutaia.

Gostaria que Mister M fizesse uma busca da vida do cidadão que fora citado junto ao Tribunal de Contas dos Municípios, Ministério Público, etc, para ver se encontra alguma denuncia que venha denegrir sua conduta.

Graças a esse herói Ilheense recentemente salvou nosso Município impedindo a cidade vizinha invadir nosso território, graças á demarcação efetuada palmo a palmo, sendo reconhecido pelos órgãos competentes estadual e federal.

Esse cidadão Mister M, foi agraciado com a Comenda São Jorge dos Ilhéus, entre outros títulos e diplomas que recebeu junto as Forças Armadas, Policia e Clubes de Serviços.

Vale salientar que nós Ilheenses temos muito orgulho de ter um Ilheense desse quilate, quando nos dias de hoje vemos tantos corruptos que fizeram somente dilapidar o erário público e continuam anunciando como os salvadores da pátria e do município.(Deus que nos livre dessa maldição).

Mister M o mertiolate agora voltou arder, e você terá que engolir pois esse Ilheense que você tentou denegrir a imagem, será nosso futuro Prefeito, pois Ilhéus está clamando que assim ele aceite.

Aquele Abraço,

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa





















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