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:: ‘DECOLORES’

DECOLORES: O Circo Chegou – Hoje tem espetáculo?

Um circo é comumente uma companhia itinerante que reúne artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaço, acrobacia, monociclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo, entre outros.

A palavra Circo descreve o tipo de apresentação feita por artistas, normalmente uma série de atos coreografados à músicas. Um circo é organizado em uma arena – picadeiro circular, com assentos em seu entorno, enquanto circos itinerantes costumam se apresentar sob uma grande tenda ou lona.

História do Circo:

“No mundo do entretenimento, o circo ocupa uma posição privilegiada entre todas as formas de diversão existentes. Mesmo em tempos de rádio, TV e internet essa antiga arte ainda atrai a atenção de muitos espectadores. Circulando por espaços da cultura erudita e popular, a arte circense impressiona pela grande variabilidade de atrações e o rico campo de referências culturais utilizado.

De fato, o circo demorou muito tempo até chegar à forma sistematizada por nós hoje conhecida. Somente no século XVIII é que o picadeiro e as mais conhecidas atrações circenses foram se consolidando. Na China, vários contorcionistas e equilibristas apresentavam-se para as autoridades monárquicas chinesas. Em Roma, o chamado “Circo Máximo” era o local onde as massas plebéias reuniam-se para assistir às atrações organizadas pelas autoridades imperiais.

Na Europa, até metade do século XX, o circo sofreu um período de grande retração. As guerras mundiais, ambas protagonizadas em solo europeu, e as crises econômicas da época impuseram uma grande barreira às artes circenses. Ao mesmo tempo, o aparecimento do rádio e da televisão também inseriu uma nova concorrência no campo do entretenimento.

Mesmo com o advento das novas tecnologias, o circo ainda preserva a atenção de multidões. Reinventando antigas tradições e criando novos números, os picadeiros espalhados pelo mundo provam que a criatividade artística do homem nunca estará subordinada ao fascínio exercido pelas máquinas. Talvez por isso, podemos dizer que “o show deve continuar”.

Na minha infancia não perdia à oportunidade de ir ao circo, normalmente era armado no terreno da Suburbana onde hoje foi construido o SAC e o Mercado de Artesanato. Entre todos os circos que aqui foram armados o que mais gostei foi o Circo Nerino, princpalmente pelo palhaço Picolino que era engraçadissimo bem como os artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaço, acrobacia, moniciclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo e drama que era a parte que mais me comovia principalmente pela historia de Marcelino Pão e Vinho, a qual passarei a descrever: :: LEIA MAIS »

DECOLORES: ATORES E CANTORES NASCIDOS EM ILHÉUS

Osvaldo Jorge Fahel, baiano de Ilhéus, nasceu em 6 de agosto de 1935. Começou a vida profissional como radialista, na rádio Itaparica, na ilha do mesmo nome. Dono de voz marcante, além de locutor comercial foi ator de radio teatro, tendo participado do cast de várias novelas radiofônicas.

Osvaldo Fahel havia sido introduzido nos saraus e rodas musicais do Rio Vermelho pelo amigo e pianista Carlos Lacerda, morador do bairro. Mas somente se tornou freqüentador assíduo quando passou a namorar uma moça que residia na Travessa Lydio de Mesquita, entre a sede do Esporte Clube Ypiranga e a Escola Medalha Milagrosa. Era na porta da casa da amada que as serestas comandadas por Fahel começavam.

Em 1962, aos 27 anos e quatro após o término do namoro com a jovem da Lydio de Mesquita, ele compôs Morena do Rio Vermelho. A gravação ocorreu no ano seguinte, quando foi incluída no primeiro disco do seresteiro, Balada ao Luar, que fez muito sucesso devido à música em homenagem à jovem do Rio Vermelho. A música transformou Fahel em cantor profissional e numa celebridade da música nacional. Tempos depois, já famoso, ele relembraria a fase, declarando numa entrevista ao jornal A Tarde: “Todos os sábados, acordávamos o bairro com serenatas que varavam a madrugada”.

Osvaldo Fahel constituía-se num artista completo: violonista, compositor, cantor e showman. Embora assediado pelas gravadoras do eixo Rio- São Paulo para residir no sul do país, nunca aceitou sair da Bahia. Somente deixava Salvador para turnês nacionais e no exterior.

O disco Pisa na Barata foi o quinto mais vendido no Brasil em 1975. Gravado em Espanhol, com o título Mata La Cucaracha, fez sucesso também na Europa. O compositor recebia direitos autorais na Espanha, Portugal, França, Bélgica e Inglaterra. Consolidado, montou seu próprio conjunto musical. Em todas as apresentações nas cidades brasileiras o público exigia que cantasse Morena Bela.

No dia 1º de novembro de 1991, o músico foi internado no Hospital Espanhol de Salvador,onde veio a falecer de derrame cerebral, na madrugada do dia 7 do mesmo mês. Por meio da lei 4.616, de 4 de novembro de 1992, sancionada pelo prefeito Fernando José, o logradouro número 12.360,localizado no Condomínio Águas de

Jaguaribe, bairro de Piatã, em Salvador-Bahia, recebeu a denominação de Rua Osvaldo Fahel.

As musicas?

01-BALADA AO LUAR (OSVALDO FAHEL)

02-SERENATA DO ADEUS (VINICIUS DE MORAES)

03-MENDIGO DO AMOR (OSVALDO FAHEL)

04-MORENA DO RIO VERMELHO (OSVALDO FAHEL)

05-QUASE QUE EU DISSE (SILVIO CALDAS-ORESTES BARBOSA)

06-PENSANDO (JOÃO TORRES-JAIRO SIMÕES)

07-ADEUS DO BAIANO (OSVALDO FAHEL)

08-CHÃO DE ESTRELAS (SILVIO CALDAS-ORETES BARBOSA)

09-BALADA DO AMOR DISTANTE (OSVALDO FAHEL)

10-SUBURBANA (SILVIO CALDAS-ORESTES BARBOSA)

11-SE A SAUDADE FALASSE (OSVALDO FAHEL)

12-ALÉM (OSVALDO FAHEL-ADAPTAÇÃO)

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: MEUS 68 ANOS DE IDADE

No dia 28 dezembro do ano passado, completei MEUS 68 anos de idade e durante toda minha vida sempre tive amizades com pessoas com mais idade, isso me proporcionou mais experiência e amadurecimento.

Fui agraciado com amizades do quilate de Sá Barreto que foi meu segundo pai, e muito me ensinou a viver a vida com amadurecimento, cautela e muito humor. Lembro-me que ele sempre dizia “que a velhice era a ressaca da juventude”. Quando a pessoa queria ultrapassar os limites ele exclamava: “Quer passar de pato a ganso”? . Sá Barreto não gostava de ser considerado velho, pois ele tinha muitos planos a realizar no futuro.

A propósito, certo dia li uma história muito especial de uma senhora de 87 anos, que resolveu voltar a estudar, pois sempre sonhou em ter um estudo universitário. Na solenidade da formatura, ela fora escolhida pelos colegas para ser a oradora oficial, e ao aproximar do pódio, ela iniciou seu discurso dizendo: “Nós não paramos de amar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de amar. Existem somente quatro segredos para continuarmos jovem, feliz e conseguirmos sucesso. Você precisa rir e encontrar humor em cada dia. Você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por ai que estão mortas e nem desconfiam! Há uma enorme diferença entre ficar velho e crescer. Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficara com vinte anos. Se eu tenho oitenta sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer

coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. Qualquer um consegue ficar mais velho. Isso não exige talento nem habilidade. A idéia é crescer através de sempre encontrar oportunidade na novidade. Isso não precisa nenhum talento ou habilidade. A idéia é crescer sempre encontrando a oportunidade de mudar. Não tenha remorso. Os velhos geralmente não se arrependem daquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deveriam ter feito. As únicas pessoas que tem medo da morte são aquelas que tem remorso ”. Ela concluiu seu discurso cantando corajosamente “A Rosa” e desafiou a cada um a estudar a poesia e vivê-la na vida diária. :: LEIA MAIS »





















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