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Editoria ‘Espaço do Leitor’

ÉTICA E MAÇONARIA

Por Leonardo Garcia Diniz

Ética é palavra derivada do grego ethos, empresta ela à maçonaria o seu melhor e mais profundo significado; o “BOM COSTUME”.

Leonardo Garcia Diniz

Na maçonaria, constituímo-nos, pretendemos ser, homens de bons costumes, homens éticos, possuímos um comportamento reto, linear, que se confia, que não muda estejamos nós onde estivermos; a ética está unida a conduta humana, moral, que está diretamente ligada a aquele cidadão que empresta a si e a sociedade em que vive um estilo ilibado que, bem forjado, trouxe de “casa”, moral nasce no seio familiar.

Ética é um valor de atitude, comportamental, comum de todos, que dimensionou a Maçonaria durante toda a sua existência; somos respeitados mundialmente, por igual sermos, em aspectos éticos.

Não podemos confundir ética com lei, pois que ética é uma aliança com normas de conduta, é coisa que não pode ser confundida com leis, pois que uma regra/norma social pode não estar declarada em lei, mas pode estar eticamente caracterizada como atitude fora da conduta padrão ou moral de determinada sociedade.

Durante séculos teve a maçonaria, em seus calcanhares, como contra, governos ditatoriais e diversas ordens religiosas, fanáticos, que desferiram golpes contra nossa instituição, até hoje somos agredidos por diversas origens.

Um maçom quando se conduz dentro da ética ou contra ela, devemos, a maçonaria deve reagir tanto a favor do ato ético como, por outro lado, quanto contra o ato amoral, ou seja, um ato imoral, precisamos reagir de forma proporcional e com idêntica intensidade; A maçonaria deve estar preparada para se expor tanto quando a ética impera, no seu divulgar e mostrar a sociedade o seu valor, quanto quando ela for atingida, reagindo, assim, para se manter limpa e pura. Se o maçom é limpo e puro nos representa, mas se prova o contrário deve ser extirpado do nosso meio.

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DIEESE / NOTA TÉCNICA

A reforma da previdência e os servidores públicos: retrocesso nas aposentadorias e pensões

BSPF     –     28/05/2017

O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulga a Nota Técnica nº 181 – A reforma da Previdência e os servidores públicos: retrocesso nas aposentadorias e pensões. O objetivo do estudo é mostrar a dificuldade cada vez maior dos servidores públicos em manter os direitos ao longo do tempo, mesmo aqueles que foram considerados “direitos adquiridos” em reformas anteriores.

Confira aqui a Nota Técnica na íntegra


Enviada por José Rezende Mendonça

No Céu!

Dona Eugenia

Vou escrever algumas linhas sobre minha querida e saudosa Presidente da Fundação Cultural de Ilhéus.

Ela, antes de aceitar o convite do Prefeito Newton Lima, me chamou e disse: Aceito o cargo se o Senhor for meu Diretor Administrativo e Financeiro.

Com aquele convite não tive outra alternativa e aceitei; o Prefeito me nomeou imediatamente.

Para mim ela deixou um legado administrativo de fazer inveja a muita gente. Ela se destacou com várias ações culturais e ao deixar o cargo deixou grande quantia de saldo positivo nos bancos. Infelizmente a vida tem dessas coisas, dentre as quais, o inesperado.

Talvez estivesse precisando dela para promover algumas ações culturais espirituais lá no céu.

Adeus minha amiga Presidente. O céu é a morada certa de todos aqueles que fazem o bem aqui na terra. Meus sentimentos para meu amigo Dr. José Lourenço e filhos.

Luiz Castro e família.


Texto dedicado a Dona Eugênia Silva (Ex-Ptesidente da Fundação Cultural de Ilhéus)

ESCULHAMBOU GERAL   I

Lançamos  uma campanha para sabermos de fato  quem foi o FDP que descobriu a terrinha,queremos responsabilizá-lo, pois o nível de corrupção , estupidez e imbecilidade   está muito alto, o ar está ficando irrespirável.
Nos bancos escolares,   os portugas  são os mais  citados. Agora, vejam a ironia, o  acontecido,aconteceu por um erro de navegação. É isso mesmo,Cabral errou e aí nos achou. PQP, essa porra podia dá certo?
São 517 anos de pobreza intelectual,  a terrinha se notabiliza pela falta de conhecimento cientifico de ponta, nós somos  fraquíssimos em criação de patentes, somos muito  copiadores. Outro fato que nos coloca na rabeira, aqui na America do Sul  é quanto ao  premio Nobel,  Argentinos,Peruanos,Colombianos  já o receberam em várias áreas, a inexistência  do premio da terra brasilis   é uma prova inequívoca da nossa pobreza.
 A viagem sobre a terrinha é longa,  uma novela com inúmeros capítulos, na próxima semana voltaremos a historiar. Vamos ao presente.
Jornal  de grande circulação disse que o JBS é o símbolo do capitalismo de estado entre amigos. E a imprensa  seria o  símbolo do capitalismo do estado tupiniquim a serviço dos exploradores do povo.
A  republica de Curitiba parece está à  deriva.O durango  kid, absolveu a  Claudia,mulher do CunhaO Carlos Fernando, Daltan e o Igor, os dois primeiros percuradores e o Igor, agente da Policia Federal não gostaram. O percurador Carlos Fernando, declarou na imprença que o Moro usou a generosidade do seu coração e vai recorrer. Quanto a recorrer é  papel do MPF, caso não concorde com a decisão, mais fica claro que, a ação comandada por Brasília criou embaraços aos Deuses da JUSTIÇA DA REPÚBLICA DE CURITIBA, saíram da mídia e isso os machucou.Ainda bem que alguém enxergou, antes tarde do que nunca.
TONHODEMACUCO
 
ABRIL/2017 x 

Alfredo Amorim da Silveira

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.


1) JOÃO ALENCAR ARARIPE, UM GRANDE CIDADÃO ILHEENSE.
2) DA SÉRIE: EU ERA ASSIM, FIQUEI ASSIM!
3) OS VENERÁVEIS DA LOJA MAÇÔNICA REGENERAÇÃO SUL BAIANA (Parte 8).
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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Agrissênior Notícias – Nº 622 – 30 de maio de 2017

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

“OS FUZIS DA SENHORA CARRAR” ESTREIA NO SÁBADO, DIA 27

Os fuzis da senhora Carrar – Foto Lucas Vitorino – Divulgacao

Estreia no próximo sábado, dia 27, às 20h, na Tenda (espaço cultural localizado na Avenida Soares Lopes), “Os fuzis da senhora Carrar”, espetáculo do grupo Teatro Popular de Ilhéus (TPI), com classificação indicativa de 12 anos.

Da obra do alemão Bertolt Brecht, o espetáculo conta a história de Teresa Carrar (personagem interpretada pela atriz Tânia Barbosa), uma mãe que tenta manter a integridade dos filhos em meio à guerra civil espanhola.

Os ingressos para a estreia podem ser adquiridos, em horário comercial, na Papirus Livraria (Shopping It’art) e na bilheteria da Tenda, a partir das 19h do sábado.

O texto, escrito em 1937, durante o conflito, provoca o público a pensar sobre a estupidez das guerras, a desumanização e impotência a que são submetidas as sociedades. Este é o primeiro espetáculo da ‘Trilogia da Guerra’, projeto cênico do TPI, que apresentará ainda mais dois espetáculos nos próximos meses.

Os fuzis da senhora Carrar tem música ao vivo e utiliza recursos audiovisuais, tornando o espetáculo ainda mais atrativo. A montagem contou com o financiamento do próprio público, a partir da campanha on-line “sua contribuição vale um espetáculo”, desenvolvida pelo TPI e com a mobilização de artistas de diversas regiões do Brasil.

Uma das contrapartidas da campanha foi a doação de ingressos para estudantes da rede pública de ensino de Ilhéus, que através de um trabalho de mediação, também foram convidados pelo grupo ilheense a desenvolverem atividades sobre o contexto da história apresentada no espetáculo. O material desenvolvido pelos estudantes terá publicação on-line.

Tenda

A Tenda é administrada pelo Teatro Popular de Ilhéus, uma das instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) através do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).

TRADICIONALÍSSIMA

MARIA RITA

MARIA RITA E A SUA JANELA.

FIGURA ILUMINADA E DAS ANTIGAS NA RUA DO CAFÉ.

BJO, TIA E MANDE VER NAS ORAÇÕES PORQUE A COISA

ESTÁ COMPLICADA.

GUY VALÉRIO!, NADA DE CIÚMES, VIU?

MUSIQUINHA SUSPEITA

A música fez grande sucesso quando lançada, há mais ou menos 15 anos, mas creio que passou despercebida aos atentos olhos e ouvidos dos organismos de proteção à mulher.

Eu explico. A canção de que falo se chama “Maionese” e fez imenso sucesso na voz da cantora Gilmelândia. Lembro que, à época, tomei um susto ao escutar pela primeira vez e achei aquilo meio esquisito; interpretei como sendo uma história de violência contra a mulher, cuja vítima acabou gostando… e tudo isso cantado por uma mulher, caramba!

Dia desses, essa música foi executada pela mesma cantora num programa de TV, acho que relembrando a carreira, e a mesma impressão negativa que tive há 15 anos voltou, dessa vez em plenos tempos do tão falado empoderamento feminino. Resolvi procurar e ler a letra da música, para desmistificar essa murrinha que eu carregava. Só fez piorar.

Posso estar enganado, posso até ter desaprendido a interpretar textos, mas imagino que Chocolate seja o apelido de um cara reconhecidamente violento, frequentador dum lugar onde tem dança (bar, boate, similares). A garota da história estava interessada nele e transmitiu isso numa troca de olhares. Ele a puxou, já com violência,  para a pista de dança. Inexplicavelmente, talvez alcoolizado, surtou (típico de sujeitos violentos) e começou a espancá-la… Ao que parece, ela gostou.

Leia atentamente e tire suas conclusões:

“Batendo palmas pra baixo e pra cima
o coro levanta e canta e grita
Bate que bate
lá vem o chocolate
Bate, que bate!
Bate, que bate lá vem o chocolate!
No ombro uma tatuagem
camisa desbotada e um bermudão
misterioso ele dançava
e eu de olho nele desde que chegou

De repente o seu olhar nos meus olhos penetrou
Sustentando a olhada, se chegou sem dizer nada
me pegou com suas garras e
pra pista me arrastou

Maionese… ele me bate, bate feito maionese
e o que eu tinha tomado, subiu direto e foi pra cabeça

Maionese… ele me bate, bate feito maionese
nem sei mais como me chamo (e onde eu vivo)
e onde eu vivo já não interessa

Me contaram alguns amigos
que me encontraram ainda dançando tonta e sozinha
sou maionese”.


Nilson Pessoa

 

Luiz Castro em: DECOLORES

ESTRADA DE FERRO

Recordo-me da época que a Estrada de Ferro de Ilhéus funcionava em nossa cidade. Vez em quando viajava para Pirangy com meu saudoso pai  para  visitar minha avó e meus tios. O horário da partida do trem era pontualmente às 7:00 horas. O Chefe da estação soava o apito anunciando a partida. A viagem era uma delícia, o trem passava por diversas estações e havia embarque e desembarque de passageiros.    Existiam dois tipos de locomotivas a óleo e a lenha que costumava soltar faíscas (labaredas) que além de entrar nos olhos,  provocava forte ardor como também  queimava as roupas dos passageiros. Sempre aos domingos havia partida de futebol nos distritos e nas cidades de Poiri, Pirangy e Agua Preta,  e as equipes de Ilhéus iam disputar a peleja amistosa. A locomotiva era ornamentada com folhas de pitanga e palhas de coqueiros. A viagem era animada com batucadas e cantarolas alegrando a todos. Em cada estação aproveitávamos para  comprar cordas de caju, laranjas e beijus gostosos. Ao aproximar-se dos distritos e cidades o maquinista da locomotiva apitava anunciando a chegada do trem. .

Havia também um tipo de locomotiva conhecida  por “mutriz”  que fazia a linha urbana dos Bairros do Malhado, Barra e Iguape.

Na plataforma de passageiros da Estrada de Ferro  existia um serviço de bar explorado pelo saudoso Garangau. Lá, os roceiros “capiais” e pequenos  agricultores após fazer suas compras no comércio e na feira livre da Avenida Dois de Julho,  se reuniam para trocar idéias sobre a produção de cacau e contar suas proezas  no mulheril da cidade.

HISTÓRICO DA ESTRADA DE FERRO –  A linha-tronco Ilhéus-Itabuna foi aberta em 1910 em seu primeiro trecho, por investidores ingleses da The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, com a idéia de alcançar Conquista (Vitória da Conquista). O primeiro ramal, o de Água Preta (Uruçuca), que partia da estação de Rio do Braço, foi aberto ao tráfego em 1914 e estendendo-se até Pirangy (Itajuipe) e Poiri (Ubaitaba), aonde chegou em 1934. Em 1950, os ingleses repassaram a estrada ao Governo pelo fato de já estarem satisfeitos com o que arrecadavam somente com as linhas existentes. O Governo por sua vez mudou o nome para E. F. de Ilhéus. A estrada jamais chegou a Conquista. Em 1963 a E.F.I. já estava decadentissima e  em 1965  não mais funcionava.”

Infelizmente não temos nenhuma relíquia das estações de passageiros e das locomotivas.  Até mesmo a locomotiva que estava na área do Detran não existe mais devido o corrosão do tempo.  Infelizmente  nossos jovens não tiveram conhecimento sobre a existência em nossa cidade da Estrada Ferro que trafegava em pleno centro da cidade. Ficaram apenas  lembranças de um passado histórico dos meios de transportes existente na época:   Trem,  lanchas marítimas  e os ônibus da  Sulba .

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

Av. Lomanto Junior Pontal

ANTONIO DANTAS ([email protected])

Avenida Lomanto Junior (Getúlio Vargas) margeia a Baia do Pontal, numa extensão de 2100 metros, indo da ponte do Pontal até a Via Litorânea oferecendo um bonito cartão postal para os que aqui residem e aos que chegam a Terra de São Jorge dos Ilhéus.
Avenida de Ligação do Centro com Bairros da Zona Sul e acesso à rodovia BA-001  acessando  as cidades de Una, Canavieiras e outras cidades da região.
Devido a sua posição estratégica margeando a  baia do Pontal, com clima agradável, diariamente é praticado “Footing” por moradores do bairro .  A pavimentação do passeio deve estar em perfeita condições de utilização permitindo a movimentação das pessoas, cidadãos da terceira idade, gestantes, portadores com dificuldade de locomoção   com  conforto e segurança.

Próximo da sinaleira da Sapetinga existe uma Amendoeira bonita e frondosa que seu tronco obstrui parte calçada dificultando a movimentação das pessoas, principalmente com deficiências de locomoção. Deve-se proteger a Amendoeira planejando a calçada no entorno da arvore e permitindo uma boa movimentação das pessoas.

Desejamos uma cidade organizada permitindo Mobilidade Urbana, com eficiência e segurança para seus Cidadãos.

Antônio Dantas. 21/Maio/2017.

AMENDOEIRA OBSTRUI PARCIALMENTE A CALÇADA DIFICULTANDO A MOVIMENTAÇÃO DE PESOOAS.

O BRASIL FICTÍCIO?

Luiz Ferreira da Silva, 80.

Engenheiro Agrônomo e Escritor

[email protected]

Depois do depoimento do presidente da Odebrecht não sobrou pedras sobre pedras. Seguiu-se a JBS e estas se transformaram em britas. Em quem acreditar neste país? Os tentáculos da corrupção se estenderam alhures por diversos segmentos da sociedade brasileira. É para chorar de vergonha. Tanto pelo país como por nós mesmos, acreditando num Brasil fictício.

Houve a época da Revolução, quando se investiu no patriotismo, reativando o nosso tempo escolar, eivado de um puro sentimento, através de símbolos como a nossa bandeira e o hino nacional, ufanando-nos da Pátria Amada.

Terminado o período militar, depois de uma campanha com o povo clamando pelas diretas já, vem a Nova República. Só se falava em democracia; uma Pátria igualitária, com direitos e deveres sem variações sectárias, contemplando do mais humilde ao mais afortunado.

E o que aconteceu? O Brasil se desfigurou e a nossa bandeira, ao invés de tremular, treme de medo. Com a era petista, o nosso país deixa de ser a República Federativa do Brasil, para se transformar em outra Nação. Que tal, República Corruptiva Brechtboi?

Só agora, os “portentosos” empresários, Emílio Odebrecht e Joesley Batista nos contaram sem qualquer cerimônia. Todos corrompidos sob as suas ordens, do alto do seu pódio, como reis poderosos de tempos pretéritos.

E ninguém sabia de nada. A mídia, a OAB, os Clubes de serviços, os Sindicatos, os Magistrados e tantas outras Instituições que são pagas para salvaguardar a democracia, protegendo-nos.

Então, como hoje nos classificamos? Somos brasileiros, como desde 1500? Nascemos no Brasil? A nossa bandeira é aquela colorida, com várias estrelas? E o nosso hino pode manter: “Mas, se ergues da justiça a clava forte”? Perdemos a nossa Brasilidade? O que somos então?

E, ante a essa estapafúrdia situação, o povo não se “assuntou”, não se apercebeu da sua realidade e da morte do Brasil, continuando de boca aberta comendo moscas. Por outro lado, ignora o custo a pagar por muitos anos, comprometendo a sua geração e a de seus filhos.

NOSSA PISCINA

Tinho my love.

NUDE.

Encontramos a casa de nossos sonhos.

Piscina com privacidade total. Podemos nadar nuzinhos em pelo.

Eu e Tião, na fogueira da paixão.

Tião, coitado, vive nervoso cm a máquina fotográfica que comprou. toda computadorizada.

Nada de fotografar bem.

Esqueci tudo de Ilhéus menos você é claro, meu amigo de fé.

Mil beijos

Sarita

PSICOMUNDO <> REFLETINDO ASSUNTOS QUE O POVO DEVE SABER <> 

Bastante impressionantes certas delações premiadas e a postura da nossa população, sobretudo desconhecendo os modelos dessas artimanhas de muitos indivíduos para não irem residir nas celas dos presídios, locais escolhidos por eles mesmos. São tantos golpes premeditados contra a Nação Brasileira que não dá para entender quanta morosidade da Justiça. Os brasileiros não encontram as cabíveis soluções para corrigirem as insuperáveis anarquias que mexem profundamente com os seus legítimos direitos de cidadão. São tantos os desmandos que surgem diariamente que provoca a falta de confiança nos julgamentos dos poderes judiciais, tornando a nossa sociedade realmente promovida a ré.

Estamos perdendo a oportunidade de sair às ruas a fim de dar um basta em tantos golpes generalizados e neles estão os políticos mais famosos em denegrir a imagem do nosso País. São fúnebres manobras contra nossos direitos, e pagamos afinal tantos impostos que viram propinas para enriquecimentos ilícitos de criminosos burlando as leis do Brasil. São verificadas muitas notícias, alertando a opinião pública sobre as enfermidades do corpo político numa demonstração da urgente necessidade de mudanças das pessoas que dirigem o nosso país. São desconhecidas coisas visando melhorar aquilo que a razão diz que deve ser evidenciado sempre no respeito a todas as pessoas espalhadas em nossa nação.

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Alfredo Amorim da Silveira

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE


1) O QUE É BOM, DURA POUCO.
2) SEMANA SANTA EM JUAZEIRO DO NORTE (FINAL).
3) OS VENERÁVEIS DA LOJA MAÇÔNICA REGENERAÇÃO SUL BAIANA (Parte 7).
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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Hans Schaeppi em: H O T E L A R I A  E  T U R I S M O

Por Hans  Schaeppi

Hans Schaeppi

A QUEDA

     A queda no Turismo de Ilhéus nas últimas duas décadas é de deixar triste o ilheense que ama sua terra. Enquanto simples Vilas de Pescadores, como Praia do Forte, Morro de São Paulo, Jericoacara(CE) e outras, crescem a cada ano no cenário nacional, a cidade de Ilhéus, com todas as suas belezas naturais e infraestrutura invejáveis, caiu a ponto de ver seus hotéis, pousadas, lojas e bares fechando as portas, com a cidade recebendo cada vez menos turistas, afetando vários outros segmentos. A má administração dos últimos anos deixou Ilhéus uma cidade suja, esburacada, sem iluminação.

É triste ver cair, quem já foi a “Princesinha do Sul”, “Uma das 10 melhores cidades do Brasil para se viver”, Terra de Jorge Amado e da Gabriela. Triste, mesmo!

PROMOÇÃO

     Para que Ilhéus volte a ser vista e ouvida no cenário nacional, será necessária muita PROMOÇÃO. Para isso será necessário que se tenha o que ver e em bom estado na cidade. A administração atual está começando a fazer o “dever de casa” que é a limpeza das ruas, praças, praias, iluminação e tapa-buracos . Mas Ilhéus necessita de mais. Ilhéus necessita de eventos confiáveis para serem promovidos em todo o Brasil. Necessita informar ao Brasil novas obras, como a modernização do seu Aeroporto Jorge Amado e do Porto Internacional. Necessita ter o que mostrar, para PROMOVER. Não adianta ter o Produto e não estar na Vitrine, para mostrá-lo ao Brasil e ao Mundo.

AVENIDA ESCURIDÃO

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TEMER OU NÃO TEMER

Insustentável. É questão de dias ou até de horas, quem sabe. Apesar do manjado discurso de nada temer, o sósia grisalho do antológico personagem “O Amigo da Onça” está com os dias contados e o destino traçado. O ardiloso e impopular Temer tem, sim, o que temer. Está sujo e vai para a forca da moralidade; melhor dizendo, da imoralidade. É como um judas prontinho pra ser aceso num sábado de aleluia. Se precisar, tenho aqui um isqueiro.
Quanto ao playboy Aecinho, esse está mais sujo ainda. Não tem jeito, o Brasil não dá lá muita sorte com mauricinhos no poder. Collor que o diga (cuidado aí, hein Dória? Vê lá, Luciano Huck…).
E assim o rodo vai sendo passado, “à jato” e com precisão.
Corrupção zero é um sonho impossível, mas que pelo menos boa parte dos zilhões até então desviados para bolsos, malas, e cuecas de bandidos inescrupulosos do colarinho branco e diploma universitário, comecem, daqui por diante, a ter destino adequado: o desenvolvimento de um povo e o progresso de um País.

Parecidos, muito parecidos…

Nilson Pessoa

AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS – Nº 621 – 23 DE MAIO DE 2017

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