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:: ‘Espaço do Leitor’

SOLICITAÇÃO DE TRANSPORTE PÚBLICO AOS DOMINGOS E FERIADOS

Sou proprietário de uma pousada no litoral sul de Ilhéus e venho através desse veículo, expressar minha insatisfação com o transporte público da cidade.

A maioria do Trade Turístico Ilheense concentrado nas praias do Sul de Ilhéus, compreende o trecho até o Acuípe, pois a maioria dos leitos ofertados ao turismo está neste lado sul, o fato das empresas de transporte não estarem trabalhando aos domingos e feriados faz com que o custo da hotelaria,  para trazer seus funcionários nestas datas, fique em média 30 reais por pessoa, em mototáxi ou Uber.

É um absurdo não trafegar nenhum ônibus aos domingos e feriados já que a hotelaria foi autorizada a funcionar.  Tanto os visitantes da cidade quanto as camareiras e cozinheiras não conseguem chegar ao hotel, não seja por moto ou carro aluguel.

Os hotéis de pequeno e médio porte estão sofrendo e os serviços aos turistas muito prejudicado. O turista tem retornado e não conseguimos prestar quaisquer serviços que preste nessas datas. Na próxima semana haverá um feriadão, as reservas estão acontecendo e se não funcionarem os ônibus, pelo menos no horário entre 5 e 6 horas da manhã para funcionários que trabalham com café da manhã, será um CAOS .

Bem como os horários entre 15 e 18 horas para o retorno à suas casas . Precisamos voltar a faturar , pois 6 meses sem trabalhar, fez com que todos estejam quebrados, necessitando que os ônibus trabalhem aos domingos e feriados.

DECOLORES

ELEIÇÕES 2020 – A pandemia do coronavírus ainda não passou, mas já começa a dividir a atenção com outro assunto que todos os brasileiros precisam estar atentos, a eleição municipal. Inclusive para discutir as políticas de saúde. Os eleitores de todos os municípios do país terão que eleger este ano, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

E para abrir o tema eleição nesta segunda temporada, o “Em Quarentena” explicou neste episódio qual a função de um vereador e falou também porque esse representante pode ser importante para as periferias.

Desta maneira, nosso objetivo querer te ajudar a escolher certo e não cair em furadas. O primeiro ponto é que tem candidato a vereador que promete de tudo: campo de futebol, escola e até vaga em creche. Mas na real não se compromete em cumprir sua função.

Pra começar, se um vereador te prometer vaga em hospital, em creche ou qualquer outro favor pra ganhar voto já saiba que ele está errado. Se na campanha disser que fez uma obra, construiu uma praça ou um viaduto também já fique com o pé atrás, porque nada disso é função dele.

O vereador tem como papel fazer leis e fiscalizar o poder executivo, ou seja, as ações do prefeito. Também que é dever do vereador ou vereadora ficar de olho, por exemplo, nas obras que estão em andamento e, caso veja algo errado, questionar a prefeitura sobre isso.

Então pensa que aquela obra parada há mil anos no seu bairro: será que seu candidato da última eleição está fiscalizando direitinho? Será que ele conhece mesmo a região e seus problemas?.

Os vereadores são responsáveis por votar onde o dinheiro dos impostos será usado.

Essa é outra função importante que pode impactar diretamente nos nossos bairros, já que, em algumas cidades, é neste momento que o vereador pode encaminhar uma emenda para alguma ação específica.

As emendas são pedidos de envio de dinheiro para resolver determinado problema, como asfaltar uma rua ou a compra de uma ambulância que está faltando ali no hospital. Embora seja a prefeitura quem executa, o vereador pode fazer o pedido.

O problema é que de vez em quando rola um mau uso desse dinheiro, já que tem muito vereador por aí que aproveita para fazer assistencialismo com a grana.

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

NOTÍCIAS DA AVEP_ O RETORNO

NOTÍCIAS DA AVEP

(O RETORNO)

A Associação dos Veteranos de Esporte Praiano (AVEP), entidade de ‘babas de praia’ quase centenária de Ilhéus, retornou suas atividades no sábado passado dia 6 de setembro depois –em razão da pandemia causada pela Covid 19– de quase seis meses de inatividade (ou melhor, sem realizar o ‘Reencontro de Amigos’, como se referia a esses ‘babas’ Jackson Lima, o fundador desta já tradicional associação praiana de futebol), jogos esses realizados pela manhã aos domingos de maré-baixa na praia da Avenida Soares Lopes.

Foi, como se vê, na véspera do 7 de Setembro, data que em todo o Brasil se comemora o histórico ‘laços fora’, pedaço da bradada ordem do príncipe regente em 1822 e que simbolizou o desgarro do país do Pau Brasil da declarada união com Portugal e Algarves, embora tal separação só viesse a ser concretizada em 2 de Julho do ano seguinte (1823), com a imposta vitória dos baianos à resistência portuguesa. E por falar dessa festejada condição, lá se vão 198 anos, porém outras liberdades, como a de se libertar do terrível desequilíbrio social e econômico entre os brasileiros, ainda estão por conquistadas.

A volta, no entanto, não objetivou ‘bater’ –como a gente costuma dizer aqui na Bahia– o organizado ‘baba’ praiano, mas o de exercer outra finalidade intrínseca à associação: a filantrópica. Desse modo, a seguir o apelo da diretoria –à frente seu presidente Djalma Peludo–, a maioria dos associados compareceu com alimentos que foram doados a famílias carentes da comunidade ilheense.

O evento se deu, como de praxe em tempos normais, na Avenida Soares Lopes (ao lado do espaço cultural Tenda Teatro Popular de Ilhéus e dos campos de tênis da Associação Ilheense de Beach Tennis – AIBT) na armada sede itinerante da Associação e que, como também de costume, acompanhado de um lauto café-da-manhã, não faltando, inclusive, alimentos para os de regime, como o famoso ‘café ralo’ em um grande bule e ‘pão integral’ à farta, a exemplo de adotantes como, respectivamente o beque-de-espera II Paulo Gois do Bradesco e o beque-de-vigor Alvinho Malta). Sim, e como não poderia deixar de ser os cuidados referentes à pandemia como o uso de máscara, álcool em gel e distanciamento entre outras obrigatoriedades impostas aos doadores estiveram presentes.

Como o dia 6 amanheceu chuvoso, a diretoria a princípio ficara receosa quanto ao comparecimento dos associados, entretanto com a melhora do tempo o êxito na doação de alimentos no fim foi tão surpreendente que o presidente Djalma Peludo, entusiasmadíssimo, decidiu outra convocação para o dia 20.09.2020.

Texto do associado Heckel Januário. Fotos dos “babas” de Marconi Almeida, fotógrafo oficial e diretor de Divulgação da Avep. O Prof. Jorge Reis é o fotógrafo de momentos etílicos desta entidade e seu Secretário.

COMUNIDADE DE MARIA JAPE, CANSA DE PROMESSAS E COLOCA A MÃO NA MASSA

A comunidade de Maria Jape situada na rodovia Ilhéus Itabuna, zona Rural pertencente ao município de Ilhéus, cansou das promessas de reestruturação das estradas pela prefeitura que há tempos promete manutenção da estrada e não cumpre, unidos resolveram colocar a mão na massa como muitas vezes já fizeram. O trator foi cedido por uma outra comunidade, Comunidade da Maré, e dá Hortinha, e eles estão colocando o diesel com recursos próprios, pagando o tratorista e com o trabalho de toda a comunidade que adentra a estrada até o Rio do Engenho que sempre se reúne em multiroes para realizar melhorias não só na ladeira como pode ser visto no vídeo, como também em todo percurso que segue da entrada até a vila de Maria Jape e segue ate o Rio do Engenho atingindo outras comunidades. Há anos as estradas das zonas rurais de Ilhéus sofrem com as chuvas e com as péssimas condições devido a falta de manutenção pelo poder público. Mas na necessidade de escoar a produção e de se locomover como moradores tmb a comunidade se une e coloca a mão na massa. O prejuízo com os veículos é diário e a população não aguentando mais da o seu jeito e tá de olho aberto pra política local.

 Comunidade de Maria Jape, Maré e adjacências.

OS ÍNDIOS NO CONTEXTO DO AGRONEGÓCIO

Luiz Ferreira da Silva, 83

Engenheiro agrônomo e escritor

[email protected]

É bonito ver os índios com sua agricultura primitiva, plantando na ponta do facão e bebendo chás; caçando e pescando, em equilíbrio com a natureza.

Isso é apenas um estágio de vida, de evolução. Processam uma agricultura rudimentar, que deve evoluir, com o aumento populacional, até chegar a outros métodos para produzir mais e em menor tamanho de área, à medida que o extrativismo deixa de satisfazer às suas necessidades.

O Brasil, nos últimos 40 anos, deu um pulo fantástico na tecnologia agropecuária, proporcionando maiores ganhos por unidade de área, tanto para o bem-estar da população como para o desenvolvimento do país

Imaginemos, agora, hipoteticamente, se o Brasil continuasse indígena, utilizando aquela tecnologia tupiniquim:

Ø. Seríamos mais de 300 milhões de brasileiros. Não haveria controle da natalidade e, mesmo com os “descartes”, a população seria maior que a de hoje.

Ø. Não seria possível alimentar esse pessoal todo produzindo-se 300 kg de feijão/ha; 700 kg de milho/ha, 5 toneladas de mandioca/há, quando hoje se produzem: 2.000 kg, 5 000 kg e 20 toneladas, respectivamente.

Ø. Por outro lado, sem tecnologia, o sistema seria aquele tradicional de se plantar num local, e, com 3 anos, abrir uma nova área, pelo esgotamento da anterior e assim por diante, significando destruição da floresta em pouco tempo.

Ø. Nesse sistema primitivo, haveria a necessidade de se dispor de muita terra para alimentar a população.

O Brasil tem 8 milhões e 500 mil km2. Tirando a água, montanhas, zonas salinizadas, areias, baixios etc., sobrariam 400 milhões de hectares, insuficientes para alimentar esse pessoal, considerando a baixa produtividade dos plantios.

Não é difícil entender, num simples exercício de aritmética elementar, que não haveria mais uma árvore sobre o nosso território, nenhum animalzinho para contar a história e, tampouco, nenhum alimento de água doce ou salgada. Tudo destruído. Muito e muito mais do que hoje.

Assim raciocinando, a solução está num programa amplo de treinamento das comunidades indígenas, com ênfase em técnicas agropecuárias, tirando-as da atual fase de extrativismo e de baixa produtividade dos cultivos, em agricultores capacitados ao uso de insumos, produzindo mais e em menos áreas, reduzindo as atuais reservas, liberando milhões de hectares florestais para preservação, núcleos de pesquisas e sistemas conservacionistas de agricultura do tipo florestal.

E aos poucos, esses brasileiros passariam a contribuir efetivamente para o desenvolvimento do país, não mais precisando dos diversos órgãos de duvidosa eficácia, sanguessugas do erário público e dominados por políticos nefastos, tornando-se, sim, cidadãos verde-amarelos de fato, de direito e de gosto. (Maceió, Al, 15-08-2 020)

QUE SEJA SEM MAIS DELONGAS

Perto de completar um mês, a entrega da Ponte Jorge Amado –a nova ponte Ilhéus a Pontal– demorou pra cacete de acontecer, mas compensando o atraso a inauguração se deu em duas versões: A popular em 28 de junho, aniversário da cidade, e a oficial em 1/7/2020. A primeira ocorreu quando uma multidão empolgada desobedecendo as regras de distanciamento contra a pandemia que assola o planeta, ocupou-a e, inaugurou-a extraoficialmente. Na de solenidades, tomada dias antes por uma onda de incerteza –surfada por próis e contras o festejar do evento em razão da citada doença–, o governador Rui Costa em pronunciamento ao proliferado zum-zum-zum não hesitou proferir (aqui de modo não literal) que não estava preocupado com ‘ato de inauguração’ e sim em salvar vidas de pessoas. Abro parêntese para inserir que a postura do gestor –num país que dinheiro público é facilmente canalizado para festejar lançamento (mesmo em situações calamitosas) de pedra fundamental sem expectativa de andamento, foi deveras, salutar.

Alcaides e edis, à frente a Secretaria de Saúde, também abraçaram determinados (alguns nem tanto) o humanitário objetivo, a exemplo, se diga, do prefeito ACM Neto na capital. Atitudes estas não vistas até agora –sem nenhum viés político na afirmação– por parte de sua excelência, o mandatário maior da República. A propósito, como o soteropolitano e o estadual estão firmemente envolvidos e empenhados no combate à Covid 19 (nome da moléstia epidêmica causada pelo Coronavirus, o patógeno) e, como transita no noticiário que despois desta pandemia as relações humanas em todos os continentes serão diferentes, terão um tom, digamos assim, mais prudente, da espiritualidade baiana já saiu que, das consequências negativas provocadas pela doença, duas foram benéficas: o alinhamento entre dois adversários políticos e o fato do ‘bom-senso’ ter chegado primeiro na Bahia antecipando as previsões.

Noutra declaração pública o governador afirmou que a materialização da Ponte significa um sonho da Região. Sem dúvida Governador, pela importância sobretudo econômica que ela representará para estas bandas sulinas do Estado, realmente é um sonho, e sonho sonhado de longa data. Para a cidade ilheense, a iniciar pela solução do trânsito, os benefícios são incontáveis e estão às claras. E o que dizer da bela visão da praia e da avenida Soares Lopes, da baia do Pontal, enfim do ar metropolitano –como se expressam os mais arrebatados– que os seus 533 metros de extensão oferecem?

Como estudos mostram que –por falar na geográfica região ao sul do Estado– pós-debacle da cacauicultura do fim dos anos 80 do século passado –com o aparecimento da Vassoura de Bruxa– a matriz econômica do Sul da Bahia mudou do setor primário para o setor terciário da economia, significando afirmar que o cacau perdeu a liderança em gerar riqueza, hoje muito se questiona se o termo ‘cacaueira’ deve permanecer na referência regional. Para uma faixa de terra que contribuiu ao longo de anos com expressivos recursos financeiros para o Estado da Bahia e para a União, que é conhecida no mundo como ‘Civilização do Cacau’ e, expecta ainda contrapartidas justas desses entes públicos, natural que, pela tradição cultural a expressão se torne persistente entre os sul-baianos. :: LEIA MAIS »

CORTAR ÁRVORES É FÁCIL!

Em Ilhéus, na contra mão do que se recomenda no restante do mundo civilizado, existe uma infeliz tradição de “solucionar” qualquer dificuldade relativa à urbanização, da forma mais fácil e quase sempre, indevida. Seja no serviço público como no privado, todas as vezes que aparecem dificuldades na execução ou na manutenção das construções e das vias públicas, ou mesmo das residências particulares, que tem alguma interferência com as árvores próximas, a única ideia que surge é simples e rápida: CORTE A ÁRVORE! Se caírem as folhas que “sujam” o quintal ou o passeio, CORTE A ÁRVORE! Se as raízes se expandem e ameaçam os pisos, tubulações ou edificações… CORTE A ÁRVORE… Se deseja fazer uma modificação na via ou uma construção qualquer e existe uma árvore no caminho, CORTE A ÁRVORE!

Claro que muitas vezes surgem necessidades reais e imprescindíveis de retirar árvores para viabilizar serviços e obras que tragam benefícios à população e não existe outra solução que não seja a retirada ou substituição de determinada cobertura vegetal. E nesses casos não há qualquer problema em fazê-lo, pois se trata, antes de tudo, de uma escolha inteligente que tenha como fim a melhoria da qualidade de vida do ser humano.

Mas nada justifica a falta de cuidado e a “preguiça” de pensar em soluções construtivas e urbanísticas que evitem a pura e simples eliminação destas que são as maiores aliadas do homem para manter um ambiente sadio e equilibrado dentro das cidades.

Como arquiteto e urbanista, não consigo aceitar as soluções fáceis que vemos todos os dias e acabam sempre criando ambientes cada vez mais inóspitos ao retirar nossas amigas do reino vegetal. Sabemos que sem as árvores as temperaturas aumentam a níveis insuportáveis, o barulho se torna altamente prejudicial à saúde mental e física e o ambiente urbano passa a ser depressivo e assustador. Portanto para executar qualquer obra, se necessita ter previamente projetos arquitetônicos ou urbanísticos elaborados com extrema consciência e responsabilidade dos arquitetos, tendo a visão clara que as áreas verdes são imprescindíveis para a vida humana e nunca devem estar em segundo plano nos programas e objetivos finais das obras. Não há justificativa para fazer as intervenções sem buscar soluções que consigam aliar as funcionalidades necessárias ao projeto, com a preservação e melhoria ambiental.

As notícias veiculadas na tv a respeito da eliminação de amendoeiras na Av. Soares Lopes em Ilhéus, teve como justificativa as supostas obras relativas aos acessos da nova ponte, mas essa informação não tem fundamento, pois para esses acessos não há necessidade de eliminar um conjunto tão grande de árvores. Seria até compreensível que uma ou outra árvore tivesse que ser substituída ou eliminada, mas nunca uma linha continua no canteiro central da via. Sabemos que essas amendoeiras,

historicamente sofreram podas mal feitas que as deformaram e agigantaram. Mas nem por isso a solução seria eliminá-las. O ideal seria começar a fazer podas corretamente e profissionalmente, para que as mesmas voltem a ter uma forma natural e com dimensões compatíveis com o meio em que se encontram. (Quando se faz a poda de forma correta mantendo-as relativamente baixas, as raízes não necessitam se expandir e causar problemas maiores nem seus galhos se tornam ameaças).

Não se pode aceitar que projetos de engenharia sejam feitos sem antes haver um projeto urbanístico em cuja elaboração os arquitetos pensem e solucionem todos os problemas de forma sistêmica, dando a devida importância a cada uma das variáveis. Isso evitaria, por exemplo, que ocorressem erros estratégicos como o que ocorre na duplicação do trecho da Avenida Tancredo Neves, entre o aeroporto e o conjunto CEPLUS (rodovia Ilhéus/ Olivença) na zona sul. Ali, foi feito um projeto geométrico de engenharia, antes de elaborar um projeto urbanístico, onde deveriam ser levadas em consideração todas as variáveis, tais como os fluxos de pedestres e respectivas passarelas, das linhas de ônibus urbanos com seus respectivos pontos de parada, dos acessos às escolas, faculdades, clubes recreativos e pousadas, dos acessos às praias, da ciclovia e das coberturas vegetais. E aqui eu pergunto: será que realmente seria necessário retirar todos os Ipês daquela avenida? Eu sei bem o quão difícil plantá-los, pois o foram quando eu estava à frente da Secretaria de obras 30 anos atrás. Será realmente necessário eliminar o acesso (pequena rótula) em frente ao posto de gasolina e Hotel Opaba, obrigando a todos a fazer um percurso desnecessário em sentido oposto aos seus destinos?

Parece que precisamos urgentemente repensar o planejamento urbano em nossa cidade, para não fazer sempre o mais fácil.

Cortar árvores é fácil!

Alan Dick Megi – Arquiteto e Urbanista,

Especialista em Planejamento Urbano e Gestão de Cidades.

OS DESAFIOS PARA TODOS OS ILHEENSES

A nova ponte Ilhéus-Pontal recentemente construída, acrescidas às mudanças no trânsito efetivadas no Bairro do Malhado, tem o condão de facilitar o acesso das pessoas a pé e motoristas conduzindo veículos. Daí nasceu a possibilidade, na extensão da Av. Soares Lopes até o Cristo Redentor, de construções de espaços para novos estacionamentos e aberturas de outras vias ampliando a mobilidade urbana para diversos fins. Espaços não faltam.

Com essa nova via urbana das ilhas para o continente já se percebe uma grande diminuição do sufoco no trânsito quando se tinha apenas a ponte antiga construída nos idos de 1966. Toda essa inovação de mobilidade urbana é um verdadeiro começo! O projeto deve ser continuado e doravante deve-se projetar a construção de outra ponte que ligue Banco da Vitória ou o Bairro Teotônio Vilela diretamente para a zona sul de Ilhéus. Com isso facilitar-se-á consideravelmente o transporte de carretas, caminhões, ônibus intermunicipais e outros modais que continuarão seu trânsito confortavelmente na futura duplicação da rodovia Ilhéus Itabuna.

Mas, concomitante ao citado projeto já está na hora, demorou, de se organizar a região DISTRITAL da cidade de Ilhéus. São subdivisões administrativas com poucas estruturas, e às vezes abandonadas, a exemplo do Rio do Braço. Desde que o transporte ferroviário foi extinto, esses lugares começaram gradativamente a serem despovoados. Perdeu-se o Percurso agradável na época do transporte ferroviário e em substituição os passageiros e moradores distritais deparam-se até os nossos dias com péssimas estradas transitadas por ônibus municipais sabidamente sem o conforto desejado, sem inclusão social e amargando pobreza.

A dicotomia cultural é altamente potencializada porque as pessoas que moram nos distritos são culturalmente desprestigiadas, esquecidas mesmos, vivendo sem acesso à escola, saúde pública, sem a proteção da segurança pública e oportunidade de trabalho em empresas rurais e outras que já deveriam ter sido instaladas nos distritos. Os que podem se deslocam para a região central a fim de ganhar algum sustento.

É fundamental a inclusão cultural para as pessoas que ainda “residem” nestas urbes ou nunca haverá união e progresso na antiga Capitania de SÃO JORGE DOS ILHÉUS. Além dessas providências, já deveria ter sido criados consórcios públicos com a nossa vizinha cidade de ITABUNA, a exemplo de um consórcio público de transporte intermunicipal entre essas duas cidades.

Nessa toada, sugere-se a criação de um Conselho (a Constituição Federal dá azo à criação de Conselhos) voltado para unir Ilhéus e a Região Distrital com o escopo de sugerir projetos a fim de propiciar a essas subdivisões administrativas um bom

estado de habitação, dando-lhes independência, uma nova aparência social e cultural propiciando melhores condições de vida para as pessoas que lá residem ou para quem queira investir e fazer turismo nessas URBES.

Nessa toada, os componentes do Conselho promoverão debates na construção de ideias e os resultados obtidos, frutos de amplas discussões, serão encaminhados aos órgãos governamentais do município (Executivo e Legislativo). Acredita-se que se terá paulatinamente uma cidade humanista e com isso surgirá um equilíbrio psicológico nas pessoas que vivem e convivem em todo território Ilheense, pois começa-se na prática o exercício do Parágrafo único do inciso V da Constituição Federal: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou DIRETAMENTE, nos termos desta Constituição”.

Claro que essa ideia de corrigir o estado sócio cultural – que amargam os Distritos de Ilhéus – deva acontecer num esforço contínuo e que dure, se preciso for, várias gestões daqui para frente, permitindo assim acabar com o crescente aumento da dicotomia cultural entre os que vivem na região Central de Ilhéus e os moradores que pelejam historicamene nos Distritos.

Gustavo Kruschewsky

 

AGRISSÊNIOR NOTÍCIAS – Edição 769 – ANO XVI Nº 45 – 29 de junho de 2020

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM OS BRASILEIROS?

Manoel Moacir Costa Macêdo e Manoel Malheiros Tourinho

Acadêmicos e PhD respectivamente pela University of Sussex, Inglaterra e University of Wisconsin, Estados Unidos

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Não é simples entender o comportamento da sociedade brasileira na atual conjuntura social. Desconhecer a sua complexidade levará à simplificação. Não são recentes e nem inéditas as contribuições sobre a sociabilidade brasileira. As ciências sociais debitam às relações humanas fatos decorrentes das transformações sociais. A história registra os fatos sociais, com os vieses de vencidos ou vencedores. Argumentos são amparados nos paradigmas vigentes da comportada “ciência normal”. Outros serão chamados à complexidade, a exemplo do paradigma por vir da pós-materialidade, uma “espiritualidade laica” no dizer do filósofo francês Luc Ferry.

Para o positivismo, as sociedades foram construídas em etapas por disputas e conquistas. Os êxitos eram contabilizados por ampliação de fronteiras, bens, serviços, honrarias, linhagens familiares, predestinações e exploração de semelhantes. A supremacia se valia da acumulação de riqueza e poder. Registros na cultura, na arte, na ciência e no humanismo foram prendas de ímpares civilizações. As eras, épocas e idades são relatos da humanidade em múltiplas dimensões. O Homos sapiens, tradução de “homem sábio”, espécie superior da existência, não evoluiu por consensos e harmonias, mas por genocídios do Homos, a exemplo do Homo ergaster, o “homem trabalhador”. Não evoluímos do pensar, acolher e proteger, mas do guerrear, abater e destruir. Evidências incutidas na atualidade como seres assimétricos e desagregadores.

Adiante, vencida a pré-história, os impérios foram construídos seguindo as predações sucessivas da supremacia do Homo sapiens. O confucionismo oferecia uma teoria moral paternalista para unir povos guiados pela unicidade do Imperador. Guerras sanguinárias e cruéis duelos impuseram a superioridade de impérios na Antiguidade, seguindo as rupturas nos Estados-nações, até à Contemporaneidade. A identidade pátria, agregou as heranças da espécie e agruras imperiais às perturbações atuais. Transferidos o ódio, a desigualdade, a insensatez, o materialismo, o racismo, a intolerância e a indiferença aos “humanos-brasileiros”, nascidos simples e ignorantes, acessíveis a educação e valores civilizatórios, mas negados à maioria, como apartados da humanidade civilizada. Reações tem acontecido, ineficazes em alterar a essência do status quo. Louvores à rebeldia da “Primavera Árabe”, sufocada, aprisionada e silenciada. A inusitada Occupy, ofuscada pelas luzes de Wall street. Os corajosos “Indignados” esquecidos no surrealismo de Gualdi. As manifestações brasileiras, “as

ruas em disputa”, gestadas como armadilhas extemporâneas e determinantes do presente obscurantismo governamental.

Crises econômicas, políticas, sociais, sanitárias e morais. Sobrepostas e incapazes de arrombar os muros humanitários do bem-viver. A religiosidade cristã, tal Cristo no seu tempo, não subverteu a ordem, não freou os arroubos violentos, nem as bênçãos pentecostais. Controles estão postos à submissão hierárquica, obediência e parcimônia. O “jeitinho brasileiro”, corrupção e privilégios consentidos, escamoteia a legalidade e santifica o “dando que se recebe”, que não voltou, pois nunca saiu. Cientistas sociais em “ensaios da identidade social, nacionalidade e cultura”, em “Brasil, Brasileiros. Por que somos assim?”, não contaminaram com força a explosão de uma “primavera tropical”. “A elite do atraso” descreveu a desigualdade e acumulação criminosa. “Os linchamentos” de vulneráveis mostram a face cruel da justiça com as próprias mãos. A “escravidão estrutural”, holocausto da nossa história, mistificada na utópica “democracia racial”. O “Cavaleiro da Esperança” profetizou o sonho revolucionário. Persistem em formas renovadas a desigualdade, a violência e a hipocrisia. O “contrato social” em ruinas.

Ameaças às liberdades civis, apologia ao armamento civil, desprezo à coesão social, nojo a democracia e estímulo ao ódio não são futurologias, estratégias e planejamentos de curto prazo. Como explicar o seu acolhimento por brasileiros, ditos pacíficos, cristãos e tolerantes à diversidade? Não cabe uma resposta conclusiva, para não simplificar o complexo. Uma pista, pode estar na assertiva do cientista social Zander Navarro: “decorrência da nossa histórica complacência ou, de fato, muito mais a covardia de um povo que não sabe rebelar-se”. No sentir do sociólogo José de Souza Martins, “as nossas transformações sociais e políticas não foram o resultado de grandes revoluções, mas de reformas que não comprometeram a tradição, ao contrário, garantiram a convivência entre o moderno e os modos de vida tradicionais”. O tempo ou “quem sabe faz a hora não espera acontecer”, dirá se virão as rupturas de fora para dentro, continuará a acomodação interna, despertará as consciências cívicas ou reproduzirá a história do Homo sapiens em espécies transgênicas, como respostas aos atuais pesadelos. :: LEIA MAIS »

FAZER DO LIMÃO UMA LIMONADA

Luiz Ferreira da Silva, 83

Engenheiro Agrônomo e Escritor

PERMITO-ME DAR UMA SUGESTÃO AOS SECTARISTAS, SEJAM BOLSONARISTAS, LULISTAS E TANTOS OUTRAS ISTAS, PARA APROVEITAREM O TEMPO E PRODUZIREM COISAS ÚTEIS PRA SI E PARA O SEU SEMELHANTE.

NESTES PRIMEIROS 4O DIAS DE QUARENTENA, ESCREVI ESTE LIVRO (VIVER EM DOIS SÉCULOS). JÁ ESTOU FORMATANDO UM NOVO PROJETO, POIS QUEM NÃO O TEM NÃO MERECE VIVER.

TENHO 83 ANOS E PRECISO TOCAR EM FRENTE. E IDEOLOGIA POLÍTICA NÃO É UM BOM CAMINHO!

VIVER EM DOIS SÉCULOS

(XX versus XXI

Luiz Ferreira da Silva

(LIVRO NO PRELO, EM PAPEL E EM E-BOOK, A SER PUBLICADO PELA EDTORA SIMPLÍSSIMO, PORTO ALEGRE/RS).

RESUMO

O Autor viveu 63 anos no século passado e continua pelo mesmo caminho, já percorridos 20 anos do relógio do tempo.

Por este ângulo, foi beneficiado na sua formação, facilitando-lhe analisar e tirar proveitos das coisas boas e más, de um e do outro século, incluindo a revolução tecnológica e as mudanças comportamentais.

Se por um lado, o livro objetiva relembrar aos mais velhos e informar aos mais novos, tempos idos, com paradigmas consentâneos aos conhecimentos da época, pelo outro tenta analisar as alterações provocadas pela rápida evolução tecnológica dos últimos 30 anos, para o bem ou para o mal da sociedade do novo milênio.

De um século pacato, eivado de princípios rígidos na educação doméstica e no comportamento feminino, pulou-se abruptamente para um modus vivendi, no qual os pais passaram de impositivos a submissos aos filhos e as mulheres derrubaram tabus, mas se esqueceram dos efeitos colaterais. Nos campos da TI (Tecnologia da informação), Agricultura e Medicina, os avanços da Ciência foram extraordinários, alterando, por um lado, todos os manuais de convivência humana e, pelo outro, melhorias na qualidade de vida.

Entretanto, nem sempre a tecnologia resultou em benefícios plenos para a sociedade, ou por má utilização ou por provocar desempregos, sobretudo nas camadas de trabalhadores com baixa escolaridade.

Finalizando, o autor conclui que a sua vivência privilegiada nos dois séculos, exigiu, por um lado, jogo de cintura para se adaptar às mudanças requeridas ante aos choques de geração; e, pelo outro, proporcionou uma aprendizagem constante para lhe equilibrar entre o passado e o presente. Ele espera, portanto, que o prezado leitor se situe no seu TEMPO. (Maceió, 02/05/2020).

PSICOMUNDO <> HÁ NECESSIDADE E CONFIANÇA NA DIREÇÃO DA VIDA <>

O mundo dos mistérios resolveu apresentar estranhos acontecimentos e vive trágica pandemia dos invisíveis vírus. Surge como num vendaval cheio de contradições e poucos sabem os caminhos a seguir e as medidas a tomar para sair desse cruel pesadelo! Vem produzindo extensão de tristeza a todo o continente, quiçá a todo o globo terrestre. E, não adianta desespero quando existe uma necessidade do uso de muita paciência e confiança em Deus. Tem que existir muita calma na vida humana em momentos de crises sejam quais forem. Afinal, tudo passa e Deus está no comando de todo Universo.

Trata-se da necessidade de todos nós usarmos esses momentos e parar para usar a inteligência a fim de entender que ninguém vale nada sozinho. E, assim quando imaginamos a existência de muitos seres humanos carentes, suas preocupações nos destroços que esses momentos trouxeram para os seus lares, desesperanças aliadas aos desempregos, a fome que indica destruição social e humana, a fragilidade da saúde e os poucos meios financeiros, são fundamentais as criações de projetos, visando assumir os gastos. As pessoas precisam se tornar um só corpo, um só coração, num só pensamento em solidariedade e respeito recíprocos. É uma grande oportunidade que é oferecida aos homens na busca da paz e união para igualdade social sem conchavos de politicagens.

Quando existir na vida momentos de agonias e tristezas, devemos dizer com fé: sou feliz, tudo passará! Quando aparecer instantes bons ou ruins, nas vitórias ou nas derrotas, emoções surgirão querendo dominar tudo que planejamos, temos que lembrar sempre de não cair em lamentos, pois tudo passa menos a fé em Deus! Quando estamos assaltados de enormes ansiedades, buscando objetivos os quais residem dentro de nós, é necessário usarmos a humildade, a paciência e a cautela. Jamais usar precipitações em nossas atitudes que só vão piorar o que queríamos que melhorasse! Quando queremos distribuir o nosso sorriso, podemos ser considerados pessoas saudáveis, e tem que ser adicionado por nosso diálogo transmitindo a nossa paz. A melhor canção da existência humana é a suavidade da sonoridade do amor!

A melodia extraída da partitura da alma humana, se executada com profunda sinceridade, nos tornarão eternos amantes da amizade, e onde permanece o amor real, sem jogo de interesses, não nascerá nunca à desconfiança destruidora da tranquilidade interior do ser humano! Surgirá a compreensão aliando-se à bondade que é o fruto evidente do entendimento e do encontro da razão. Quando a calma fugir das rédeas da serenidade, um bom remédio é manter as nossas emoções em vigilância, sob nosso controle, sair da fantasia da ilusão da mágoa e da raiva, pois todos já vivemos as ingratas sensações de pânicos que criamos por não saber utilizar a paz que está dentro de nós!

Quando tivermos as condições de perceber que o mais importante é valorizar os ditames, dando tempo ao tempo, significando a grande sabedoria a qual resolve os nossos problemas, muitas vezes aparentes, e jamais pensar que são sintomas de passividade. É necessário para florir nossos corações de lindas recordações, usar o exercício da prática da verdadeira felicidade comum a todos. Nasce aí, a alegria e o contentamento frutos das caminhadas triunfantes ao longo da nossa existência.

Precisamos semear no mundo coisas boas, que tragam lembranças de momentos inesquecíveis. Vivendo sempre em harmonia com nossa consciência, haveremos de encontrar no cansaço da luta, um travesseiro onde podemos depositar todos os anseios da vontade de acordar no outro dia, visualizando outro amanhã importante e promissor. Seguir com fé, criando uma diretriz, sempre construindo um parâmetro firme, pois necessitamos de uma linha imaginária, que nos mostre as estradas certas, indicando locais eternos e seguros, pois a vida continua e tudo passará.

O mundo precisa de realizações humanas que tenham na esperança a fonte habitual da prosperidade para todos indistintamente. Podemos criar em nossa vida um livro, sim, escrevendo o nosso livro, e cada página uma epopeia de longo fôlego sobre assuntos heroicos que travamos para sobreviver, sentindo que viver será um encontro decisivo para as grandes lutas e desafios com heroísmos. Assim, marcamos a passagem da vida para a imortalidade!

Eduardo Afonso – (73) 8844-9147 – Ilhéus-Bahia

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Gustavo Kruschewsky

Profissional de Educação Física e Advogado

Siga o exemplo de JACIRA!

Zoé, ao iniciar o gozo da sua aposentação das atividades acadêmicas, recebeu um telefonema de uma jovem mulher reclamando que estava acima do peso corporal. Segundo ela, alcançava 84 quilos com apenas um metro e sessenta e três centímetros de altura. Marcou um horário no seu espaço acadêmico a fim de ouvi-la e tomar as providências necessárias.

No dia e hora aprazados recebeu a jovem que contava com apenas vinte e dois anos de idade, apontou a cadeira para sentar-se e começou a sua tarefa, inicialmente anamnésica, dando inicio às perguntas que cabiam no caso! – O que você ingere no seu dia a dia? Jacira, um pouco acabrunhada, respondeu que ingeria muito doce, macarrão, arroz branco, cerveja, refrigerantes diversos, abará, acarajé, vatapá, feijoada, muito pão e outros alimentos com farinha branca! Era o básico que fazia parte da sua alimentação diária.

O aposentado neófito continuou sua anamnese: – Há quanto tempo não faz atividade física? Respondeu Jacira: – Danço muito no Mar Aberto aos sábados, só que bebo muita cerveja no baile. Zoé não suportou e deu uma risadinha discreta, continuando a sua anamnese: – Bebe que quantidade de água por dia? Afirmou a manceba, já com aspecto de envelhecimento precoce: – Alguns copinhos quando me lembro de beber! Então Zoé perguntou com um pouco de ênfase: – Você quer mesmo emagrecer? Respondeu Jacira: – Quero sim. – Então, continuou Zoé – Vá, a partir de agora se lembre de beber dois litros de água por dia, reduza ou abstenha-se de bebida alcoólica, procure urgentemente um nutricionista e um médico clínico para que eles encaminhem você para realização de exames e orientem a sua alimentação, cumpra as prescrições dos especialistas. Ouviu? – Cumprirei. Replicou Jacira. – Depois, marcaremos a data do seu retorno a fim de que seja iniciado um programa de atividades físicas pertinentes para o seu objetivo principal que é o emagrecimento corporal. Jacira agradeceu, fez o pagamento pelo serviço de consultoria prestado por Zoé e se despediu.

Dias depois, a consulente telefonou a fim de marcar o retorno da consulta! Ao chegar ao espaço acadêmico, verificou que Jacira estava com o rosto mais corado e ela foi logo dizendo: – Parei de beber cerveja, estou bebendo dois litros de água por dia! Meu nutricionista, Dr. Omar, passou essa dieta para mim e o Dr. Carlos Binho esses exames, que já fiz e trago aqui os resultados. Zoé passou a verificar os resultados dos exames e a dieta recomendada para Jacira, detectou que o nível de açúcar estava um pouco alto, seguida da taxa de colesterol acima do normal, inclusive o colesterol HDL estava baixo. Não é pra menos! Falou Zoé pra os seus botões.

Argumentou, dirigindo-se a consulente: – Agora iniciaremos gradativamente a prescrição das atividades físicas próprias para o seu caso. Observe, orientarei pessoalmente as atividades físicas básicas durante seis meses, depois, durante seis meses, você realizará sozinha essas e outras atividades com base em tudo que foi orientado por mim, entendeu? – Entendi perfeitamente. – Quando completar um ano você retornará pra que a gente verifique o resultado. Mas, lembre-se que atividade física e dieta são como escovar os dentes e tomar banho, devem ser realizadas hodiernamente, do contrário você não emagrecerá.

Resultado, depois de um ano fazendo atividade física e dieta alimentar, Jacira perdera vinte quilos. Foi tudo muito simples! E mais simples ainda foi a mudança de vida que a jovem Jacira implantou na sua vida! Continuou frequentando o Mar Aberto com outra disciplina, sem ingerir bebida alcoólica, que levou os seus jovens amigos a aderirem ao seu modus vivendi. Jacira passou a ser uma garota admirada por todos pela sua determinação de perder peso corporal através de dieta alimentar e prática regular de exercícios físicos. Sua saúde agradeceu.

No carnaval seu bloco cantava na Avenida assim: Bebida alcoólica não é recomendável/ atrapalha a vida ser saudável/ se voltar a inchar o seu tecido adiposo, você voltará a engordar de novo/ cuide da mente/ faça atividade física regularmente/ não descuide da dieta alimentar meu irmão/ lembre-se que precisa apenas ter DETERMINAÇÃO…





















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