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:: ‘Espaço do Leitor’

AÍ A RAZÃO DA DÚVIDA, DA PULGA NA ORELHA

O fato de o governador Rui Costa anunciar a realização –através de vídeo que começou a rolar na web em fevereiro de 2018– da estrada Belmonte a Canavieiras e, daí para cá, silenciar, põe uma pulga atrás da orelha deste escrevinhador.

As promessas de construção desta rodovia, como registradas em outros escrevinhados, tiveram origem há umas duas décadas nos palanques eleitorais. Os governantes Cesar Borges, ACM, Paulo Souto e Jacques Wagner já protagonizaram em praças públicas juramentos de realiza-la, mas as juras esvaiam-se sempre em alegações um tanto esfarrapadas ao respeitável público do sul da Bahia. Entre elas, uma era useira e vezeira: a de ser onerosa, haja vista algumas obras de arte no trajeto. Entretanto, tal onerosidade era por demais questionável, não só pela importância do empreendimento para a região sul-baiana, mas também por ser ‘café pequeno’ –em termos de hoje– em comparação a projetada ponte Salvador/Itaparica, mesmo o governo baiano entrando só com 25% dos 7,6 bilhões de reais do total orçado. A Bebel/Canes (como os mais chegados tratam as duas cidades) distará cerca de 30km segundo traçados mais longos e, portanto, mais econômicos (comporta também uma ponte sobre o Jequitinhonha de mais ou menos 500m); aliás, delineamentos que (os gestores mencionados chegaram a ter a iniciativa de faze-los) devem abundar em alguma gaveta bem lacrada da administração baiana.

No vídeo o mandatário diz claramente que o projeto desta ligação rodoviária está em fase de conclusão e inclusive já haver autorizado o Marcos (possivelmente alguém ligado a alguma secretaria do ramo) licitar a obra logo ele estivesse pronto. Sim, e que viria à Região Cacaueira proclamar a boa nova.

A gravação, repetimos, data do 2º mês de 2018. Embora o sentimento de frustação com este elo domine a população cá da banda sulina da Bahia, o anunciado na internet na época ascendeu de novo suas esperanças, mas até agora, um ano depois, nem um sussurro a respeito pintou no ar. Aí a razão da dúvida, da pulga na orelha.

Sua Excelência tem reiterado na imprensa priorizar a educação, saúde, a segurança e –ao cenário econômico estagnado do país– a necessidade que teve de ajustar as contas pública nos quatros anos da gestão passada para organizar as finanças do estado. Ademais, mesmo sem prevê uma melhora da conjuntura no exercício atual, ele afirma “Seguiremos nesse ritmo de responsabilidades fiscal e financeira, mas também garantindo que a Bahia seja o estado de maior investimento no Brasil”.

Pois bem. Apesar da mensagem alvissareira (a da rodovia saída da prancheta) não haver ecoada no pedaço até o momento, a frase aspada pode ser vista como um alento, pois, como se sabe, estrada é investimento e, é de se crer que o governador –com a prevista inauguração para o meio do ano da ponte Ilhéus/Pontal e a implementação da futura Salvador/Itaparica– tenha colocado em pauta que esta ligação desestagnará via terrestre as chamadas Costa do Descobrimento e Costa do Cacau e, com efeito, incrementará o turismo, enfim, a economia, de um modo geral, da Região Sul da Bahia. Claro, são conjecturas, mas

mesmo o tempo urgindo e o histórico das promessas contraste com o anseio regional, o sonho da Bebel/Canes pode não ser tão sombrio, porque (tirando uma aqui de analista político rasteiro) os quase 76% de votos dos baianos a Rui Correria, carinhosa alcunha do governante pelo seu dinamismo administrativo, parece ter muito a ver com a sua vontade e orgulho de cumprir o que tem prometido.

Heckel Januário

Em tempo: o referido vídeo fora publicado uma semana depois que o parlamentar estadual Jânio Natal e o prefeito de Belmonte, Janival Borges estiveram em audiência com o governador. Na ocasião este escrevinhador saiu com o escrito titulado ‘Só Me Resta Acreditar’, que somara –pela construção da Bebel/Canes– a um bom número de outros anteriores; infelizmente surfados na onda das fake news das promessas governamentais passadas. A expectativa é que este escrito tenha sido surfado na crista de uma notícia-verdade.

CONTAGEM REGRESSIVA PARA A 7ª CONFERENCIA DE SAÚDE DO MUNICIPIO DE ILHÉUS

Está prevista para os dias 25 e 26 de Abril de 2019 a nossa conferencia de saúde, em breve estaremos divulgando em outros meios de comunicação assim que os folders estiverem prontos. Lembramos que Atualmente os desafios para a defesa da saúde se avolumaram para dimensões colossais, tendo dois pilares fundamentais. O primeiro pilar de desafios diz respeito à resistência aos mais violentos ataques aos princípios e diretrizes do SUS, realizados por forças que buscam uma contratação social para esse direito aos moldes anteriores a 1988. O segundo pilar de desafios trata da formulação de políticas que possam desenvolver o SUS, na direção da superação de seus gargalos, que não são poucos. O desafio atual é conseguir a contribuição de cada usuário, profissional de saúde, gestor e prestador, para que a gestão participativa, vestida da bandeira da Democracia e Saúde, possa ser uma poderosa guardiã da Constituição Federal na defesa do Direito Humano Fundamental à Saúde. Defender o SUS significa defender ações e serviços de saúde para a totalidade da população brasileira, sendo que para mais de 75% desta população o SUS é a única opção de assistência à saúde, e defender conquistas que são exemplos para o mundo.

A Constituição Federal de 1988 vem sendo atacada desde sua promulgação, o que impôs barreiras para efetivação de políticas públicas que dessem materialidade aos seus apontamentos, como o Direito à Saúde e ao Bem-Estar Social. Todavia, os mais duros ataques ao Estado Democrático de Direito, preconizado pela Constituição Federal de 1988, foram feitos justamente ao seu caráter Democrático e de Direito. O Estado Democrático diz respeito à soberania, à vontade popular e ao respeito às minorias O Estado de Direito significa o acesso ao direito à cidadania através de políticas públicas. Dessa forma, ao não respeitar a soberania da vontade popular de uma eleição majoritária e ao instituir a Emenda Constitucional nº 95 de 2016, que congela os gastos públicos por 20 anos, descumpriu “romperam” o nosso contrato social.

Sempre é oportuno lembrar o registro legal e o acúmulo produzido até o momento, principalmente quando se prepara uma Conferência Nacional de Saúde em um contexto de tamanha complexidade como o atual, onde os níveis de saúde da população mostram contradições e perigosos retrocessos. Esse processo de conferência, assim como os Conselhos, representam uma verdadeira reforma na condição de funcionamento democrático do Estado, ampliando as relações entre democracia representativa e democracia participativa direta, de caráter ascendente, iniciando seu processo nos níveis municipais, estaduais, distrital, culminando com a etapa nacional.

O Conselho Municipal de saúde de Ilhéus já vem realizando a estruturação das pré-conferencias, e realizando contatos com lideranças nos bairros da nossa cidade, estamos priorizando os distritos também, a saúde é para todos e agora é momento de união para aqueles que defendem a existência do SUS. Com o intuito de ouvir as dificuldades e aprender também como lidar com estas dificuldades e fazer a transformação junto com ações que serão discutidos nos eixos propostos para esta conferencia, segundo meu amigo Yolando Souza, pessoa muito respeitada “O SUS É O MELHOR PLANO DE SAÚDE EXISTENTE”. E nós Brasileiros somos privilegiados por tê-lo no nosso país.

Então o CMSI conclama a população para que se faça presente pois a participação popular será ativa, as propostas apresentadas e aprovadas serão levadas pelos Delegados aprovados, para a Conferência Estadual, e nos dois dias de evento, aqueles que se fizerem inscritos participem dos debates, discussões e elaboração de propostas nos eixos temáticos. tais propostas serão a realidade da sua comunidade

Os inteligentes Burros do CACAU

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisado aposentado da CEPLAC/CEPEC

[email protected]

O burro é um híbrido resultante do cruzamento do jumento com a égua ou do cavalo com a jumenta, com características de ambas as raças, notadamente rusticidade e pernas longas que lhe proporciona maior velocidade e adaptação a caminhos acidentados.

Como é sabido, a cacauicultura fora implantada em condições de relevo fortemente ondulados e até pedregosos, além de não dispor de infraestrutura viária, impossibilitando o transporte em veículos motorizados.

Por necessidade, o pioneiro recorreu ao burro por inteligência em mão dupla. Este, ajudando-o nas tarefas pesadas e aquele provendo-o de um bom capim colonião acrescido de colmos de cana e outros produtos da Natureza, incluindo a própria casaca do cacau.

Em seu trabalho árduo, ora subindo e descendo pelas ladeiras íngremes com os “caçoás” pesados de cacau mole, ora trotando pelas ruas levando as sementes beneficiadas aos armazéns de exportação, esse forte muar se destacou na lavoura cacaueira. E, ademais, outras cargas em suas jornadas cotidianas, inclusive nas cidades. Quem não se lembra dos areeiros do rio cachoeira, em Itabuna, com seus fortes muares carregando areias para as construções?

E dessa forma, passou a ser um instrumento agrícola importante, sem o qual milhares de cacauais não seriam viáveis nas áreas montanhosas de Morro Redondo, na serra das trempes, nos altos de Camacã, no vale rochoso do Almada, nos pendentes íngremes de Ubaitaba; tampouco nos solos encharcados dos grandes rios, Pardo e Jequitinhonha.

Vale a pena lembrar o jumento, também com função relevante no Nordeste. Luiz Gonzaga, assim descreveu seu incansável trabalho pelas terras secas e vegetação espinhenta, cantando:

Arrastou lenha, madeira, pedra, cal, cimento, tijolo, telha

Fez açude, estrada de rodagem,

Carregou água pra casa do homem

Fez a feira e serviu de montaria

Também o Padre Vieira que, em sua defesa, tentando conscientizar o homem valor daquele aparente frágil animal, alcunhou a frase – o jumento é nosso irmão, em gratidão ao seu trabalho em prol do homem do semiárido, tanto no meio rural, quanto no urbano, ora carregando os produtos agrícolas, ora os ancorotes de água para saciar a sede .da população.

Igual razão o burro do cacau, assim poderia ser considerado na região, pois como aquele dá o seu suor e nem sempre é recompensado.

Pois bem. É difícil entender a razão pela qual o homem xinga de burro referindo-se a falta de inteligência ou a um ato insensato de alguém, numa interpretação sem sentido e destituída de razão, denegrindo esses animais, tão úteis?!

Então, gente, sobretudo do Sul-da-Bahia, já é tempo do merecido reconhecimento ao “burro-animal”, pelo seu trabalho fundamental à lavoura cacaueira, eliminando-se, ademais, a pecha de “burro-acéfalo” dada pelo homem, injustamente. (In. Livro no prelo – “CACAU, BEM DA NATUREZA PARA PROVEITO DO HOMEM” – Luiz Ferreira & A. C. Moreau)

SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO NO BAIRRO DO MALHADO – UM NOVO OLHAR CULTURAL.

Por Gustavo Kruschewsky

É sempre assim, o novo assusta! Se as mudanças das novas sinalizações horizontais, efetuadas recentemente no Bairro do Malhado na cidade de Ilhéus-Bahia, pelo Poder Público Municipal, estiverem tecnicamente indo de encontro às regras de trânsito, aí sim, é pertinente a devida reação e reclamação popular.

As pessoas, de um modo geral, não estão acostumadas com mudanças. É preciso resolver o problema para muitos tipos de veículos. Nesses traçados novos de sinalização horizontal, no histórico e simpático Bairro do Malhado, tem lugar para o trânsito de bicicleta, de cadeirante, de ônibus, caminhão, carro de passeio e área para estacionamento…O que falta mais? Ora, se o ônibus estacionar – no ponto da Litorânea Norte por exemplo – a bicicleta e o cadeirante esperam atrás e no sentido contrário a mesma coisa. Quando o ônibus continuar no seu trajeto o cadeirante e/ou o ciclista prosseguirão.

Não é fácil resolver o trânsito de tantos veículos na pista, considerando que bicicleta, cadeira de rodas e similares devem ser considerados VEÍCULOS DE PROPULSÃO HUMANA. Observe o que diz Cláudia Mara de Almeida Rabelo Viegas, no artigo de sua lavra intitulado “O princípio da supremacia do interesse público, uma visão crítica da sua devida conformação e aplicação”: Diz a articulista: “Vale trazer à baila a existência do princípio da supremacia do interesse público, o qual informa todo o direito administrativo direcionando as condutas dos agentes”.

Continua a articulista: “Ocorre que, no âmbito das relações sociais, vão surgir conflitos entre o interesse público e o interesse privado, de forma que, ocorrendo este conflito, há de prevalecer o interesse público, isto é, aquele que atende um maior número de pessoas. Essa é uma ideia defendida por ilustres autores, os quais sempre induziram os seus leitores a pensar desta forma, não possibilitando aos mesmos uma visão crítica acerca desse assunto. Diante disso vamos tentar demonstrar que o princípio da supremacia do interesse público é de extrema importância no Direito, todavia, a sua aplicação deve ser limitada, uma vez que os direitos individuais também clamam pela sua observância”.

Nessa toada, verifica-se que essa nova SINALIZAÇÃO HORIZONTAL OSTENSIVA que se tem agora no Malhado, caracteriza-se um raiar ou despontar de TRÂNSITO SOLIDÁRIO. Solidariedade é o que falta em muita gente nos dias atuais. Vamos esperar e torcer e contribuir para que essa implantação de nova sinalização possibilite segurança “viária” para motoristas e pedestres e que sejam evitados acidentes diários. É sem dúvida uma nova visão cultural. Parabéns à Administração pública do Município de Ilhéus.

Um alerta: Andando devagar nas pistas todos irão e voltarão ilesos e em paz para os seus lares ou outros destinos. Vale dizer que em muitos países, a exemplo dos USA, os motoristas não podem passar de 25 a 30 km por hora em vias públicas urbanas movimentadas. Portanto, vamos conduzir qualquer tipo de veículo com bastante prudência para se evitar acidentes que podem ser fatais.

A foto abaixo apenas exemplificando, dentre tantas outras que estão postadas na time line – – página do facebook deste articulista – Gustavo Kruschewsky, são de sinalização horizontal de trânsito de via urbana de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, que recebeu premiação internacional.

O GANHO DO DINHEIRO

Por Gustavo Kruschewsky

Existem várias maneiras de se ganhar dinheiro nos dias atuais.  Na aposta em jogo, doação, ilegalmente e laborando. Algumas pessoas afirmam que imprecando a Deus, com fé, consegue-se reverter o quadro e resolver problemas financeiros, aliás isso é o que se vê em muitas agremiações rotuladas de religiosas que se utilizam dos “fieis” – através de várias estratégias – a fim de armazenar grandes fortunas em bens materiais.

A falta de dinheiro é um dos maiores males da atualidade, proporciona limitações severas na liberdade do ser humano, surgem enfermidades. Os mais fortes resistem mais ao enlanguescimento. O humor malogra-se, ou seja, vai para as cucuias. Muitas vezes este tipo de situação leva à prática de ações delituosas de toda a espécie em pessoas que tem tendências. O desespero se instala no espírito da pessoa que tem tendência ao exercício do crime e se junta a grupos com o mesmo sentimento de armazenar fortunas ilegalmente a todo custo. O indivíduo pode virar bicho, porque perde a tão falada – e para ele utópica – cidadania prevista em estatutos, leis orgânicas e constituições de Estado e Federal.

É doloroso ver o filho fora da escola. Ver exaurir o crédito na mercearia. Faltar o recurso para pagar o aluguel e as taxas cobradas de uso do imóvel. Não ter dinheiro para comprar roupa e calçado. Faltar a grana para pagar a condução. Inexistir o poder de compra do remédio para ser restabelecido de uma doença. Pior ainda, não se ter acesso a uma assistência médica decente. E o desemprego continuando e se alastrando no país, apesar de informações jornalísticas apontarem que este fato de natureza moral, social e política está diminuindo.

No tocante à sorte em jogo, as loterias federais e o jogo do bicho são alguns meios de esperança posto ao alcance de todos, para tentar ganhar algum dinheiro ou até mesmo ficar rico para o resto da vida.

Ora, para tentar a sorte é necessário ter dinheiro. É um perigo. O efeito pode ser contrário. Existem pessoas que gastam fortunas com o jogo e só perdem dinheiro. Portanto, quem não tem dinheiro perderá a oportunidade de ganhar dinheiro apostando na sorte.

A segunda hipótese é receber dinheiro por doação. Normalmente, o dinheiro doado por alguém a outrem tem prazo determinado e certos limites. Por exemplo: A pensão alimentícia fática ou legal, que não deixa de ser uma doação, retira a liberdade de quem a recebe. A não observância de certas regras previstas em lei pode ocasionar a perda do pensionamento. Outro exemplo é o programa Bolsa Família, criado pelo governo federal, só leva ao estímulo da ociosidade e faz cercear a capacidade de muita gente de se desenvolver e trabalhar, porque falta emprego. É o próprio governo isentando-se da responsabilidade de proporcionar condições a diferentes empresas de serem instaladas nas cidades a fim de gerar empregos para a população, onde o governo deve reduzir as absurdas taxas e impostos que os empresários – mormente os mais fracos – tem de pagá-los acrescidos à política dos excessivos direitos trabalhistas a exemplo do trabalhador urbano. É preciso, pelo menos, uma revisão na Carta Magna. A falta de emprego para milhões de pessoas é prejuízo também para o próprio Estado que diminui a sua arrecadação que será empregada em benefício da própria população.

Ganho de dinheiro ilegal, é a pior forma de obtê-lo e está sendo desde priscas eras a mais comum hoje no Brasil. Tem pessoas que tem inclinação e o desígnio de ganhar dinheiro agindo através de roubo, furto, assalto a banco, sequestro e sequestro relâmpago. Existem pessoas que exercem funções públicas, obviamente, que não são todas, com o escopo apenas de corromper. Subtraem dinheiro dos cofres públicos e/ou exigem propinas e percentuais de empreiteiras e de fornecedores, através de compras feitas para órgãos públicos que “dirigem”. As próprias pessoas de bem, a polícia e a justiça devem tomar providências severas para que estes tipos de pessoas sejam punidas. HOJE, A EXEMPLO DA OPERAÇÃO LAVA JATO, os infratores estão sendo penalizados. Vale dizer que quem paga propina (corruptor passivo) também está cometendo este tipo de delito.

Logo, todas estas formas citadas de se ganhar dinheiro são possíveis no Brasil. Mas, o modelo sonhado por todos, verdadeiramente o mais seguro e que garante uma maior segurança emocional vem se tornando cada vez mais difícil, é o ganho do dinheiro com o trabalho fruto do emprego.

Fatos comprovam que muitas pessoas ativas e do bem nos municípios do Brasil estão desempregadas. O ser humano desempregado fica com a alma desencantada. O estado do indivíduo sem trabalho remunerado caracteriza o vilipêndio, verdadeiro desprezo ao próximo. É uma humilhação. Só o emprego fará renascer, na alma da pessoa que estava desempregada, o encantamento e o sentimento verdadeiro de se ver como uma pessoa legítima, ou seja, que recebe o dinheiro genuíno, que vem de fonte original, fruto puro do seu próprio trabalho, e que será recompensada com a devida aposentadoria – depois de alcançar a idade – pré-estabelecida pela legislação previdenciária.

Humberto Maturana assim se expressou: “Se não vemos o outro como o outro legítimo, não nos importamos, esse é o nosso problema. Não vemos, não expandimos nossa visão, agimos colocando fronteiras”.

 

O lobo de Gúbio

Paiva Netto

 Conta-nos o livro I Fioretti, de Francisco de Assis (1181 ou 1182-1226), que, ao tempo em que o respeitado taumaturgo vivia em Gúbio, um lobo grande e feroz, devorador de bichos e de pessoas, despertava imenso pavor em todos os moradores.Por compaixão, o Santo de Assis, embora muitos o desaconselhassem, de maneira decidida, procura o animal e, ao encontrá-lo, ordena: “Vem aqui, frei lobo! Eu te mando da parte de Cristo que não faças mal nem a mim nem a ninguém.

De imediato, o terrível carniceiro fecha sua mandíbula e cessa sua agitação. Obediente, seguiria as determinações daquele que lhe refreara os instintos assassinos. Após relatar ao canídeo os tremendos malefícios que causara, o bendito interventor propôs o estabelecimento da paz entre a fera convertida e os habitantes de Gúbio: “Ouvi, meus Irmãos: frei lobo, que está aqui na frente de vós, me prometeu e jurou que vai fazer as pazes convosco e que não vai mais vos ofender em coisa alguma, e vós prometeis dar-lhe cada dia as coisas necessárias, e eu entro como fiador dele”. 

Selado o pacto, ambas as partes cumpririam o prometido, e o lobo, agora bom, perpetuaria a memória viva daquele milagre empreendido pelo mais célebre filho de Assis: “Depois o lobo viveu dois anos em Gúbio e entrava domesticamente pelas casas, de porta em porta, sem fazer mal a ninguém, e sem que o fizessem para ele. E foi alimentado cortesmente pelo povo. E mesmo andando assim pela terra e pelas casas, nunca um cão ladrava atrás dele”.

Por isso, não me canso de dizer que não existe, na Sublime Criação, nenhum ser fadado à danação eterna. Se assim fosse, Deus seria pior que o mais cruel dos homens. Como afirmo em meu livro Os mortos não morrem, oportunidade para a redenção jamais falta na Justiça Divina. O próprio Cristo asseverou: “Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento” (Evangelho de Jesus, segundoMarcos, 2:17.

 Nossa Segurança Infalível

Jesus, o Provedor Celeste, nossa Segurança Infalível, já nos brindou com o segredo da proteção e da fartura espiritual e material, tantas vezes recomendado pelo saudoso Alziro Zarur (1914-1979) e batizado por ele como “A Fórmula Urgentíssima de Jesus”. Por se tratar de Economia no mais alto sentido espiritual, costumo chamá-la de A Fórmula Econômica do Cristo“Buscai primeiramente o Reino de Deus e Sua Justiça, e todas as coisas materiais vos serão acrescentadas”(Evangelho do Cristo, segundo Mateus, 6:33).

O que mais quereremos, senão cumprir o divino mandato de nossa agenda espiritual, prometida por nós mesmos quando da descida ao plano terrestre?

Em O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, encontramos este sério alertamento nas respostas às perguntas 467 e 468, na parte 2, capítulo 9o“Da intervenção dos Espíritos no mundo corporal”:

  1. Pode o homem eximir-se da influência dos Espíritos que procuram arrastá-lo ao mal?

—“Pode, visto que tais Espíritos só se apegam aos que, pelos seus desejos, os chamam, ou aos que, pelos seus pensamentos, os atraem.” :: LEIA MAIS »

O Leitor pergunta!

Um dos assuntos mais discutidos nas ruas se refere à ligação da nova ponte com a zona norte (sai na Soares Lopes, onde? Passa no Social, no Iate? Mas essas ruas são estreitas!). Por que as autoridades competentes não divulgam um mapa a fim de reduzirmos nossas preocupações diárias com a atual engenharia de tráfego da City? Haverá ciclovia entre o cadeirante e o ônibus?

Josemildo Linhares

NOTÍCIAS DA AVEP

DEU EMPATE E GOLEADA DA EQUIPE DO CAP. MARCONI NA 2ª RODADA

No domingo(17) pela manhã a Associação dos Veteranos de Esporte Praiano –AVEP, entidade de “babas de praia” quase centenária em atividade de Ilhéus, realizou a sua 2ª rodada da referida modalidade esportiva marcada no Campo Grimado pelo empate das equipes dos capitães Alvinho e Crispa da Galera do Fla. Os gols pro primeiro foram de Eldon do Ofertão e Marcondes (contra); pro segundo fizeram Luciano Santana e Alex de Moises. No Campo Martial aconteceu goleada do quadro do Capitão Marconi sobre o do Capitão Renatinho dos Leais pelo escore de 7 a 1, aliás, a segunda vitória consecutiva desse comandante na temporada com gols marcando pelo próprio capitão Marconi(3), Mario Sergio, Zé Eduardo(2) e Charles; Alan Firula foi autor do único do perdedor. Marcaram os babas Wilson Salviano (Campo Grimaldo) e Ilmario Ursulana Rocha, ambos pertencem à Associação de Árbitros de Futebol de Campo de Ilhéus – AAFCI e marcaram bem de acordo os olheiros de árbitros. Receberam Cartão Amarelo os veteranos: Alan Firula, Itiuba, Cesinha da Nacional e Luciano Santana. Como acontece de duas em duas semanas os ‘babas’ foram realizados na praia da Avenida Soares Lopes (imediações do espaço cultural Tenda Teatro Popular de Ilhéus).

Equipes no Campo Grimaldo:

(Cap. Crispa da Galera do Fla): Goleiro Ricardo do Caminhão, Mario Cabeça Branca(Eduardo Japonês entrou no intervalo), Galletti da Rio de Engenho, Itiuba e Passos de Uruçuca; Adauto Negocinho, Danilo, Luís Humberto, Major do Bahia de Itabuna, Crispa da Galera do Fla e Eldon do Ofertão.

(Cap. Alvinho): Goleiro Rosivaldo, Geraldo da Ceplac, Marcondes Corretor, Alvinho e Silvio Reis (Ralio da Contabilidade entrou aos 15’ da 2ª etapa); Vado do Bradesco(Udson da Polícia entrou aos 20’ da 2ª etapa); Nilton do BB(Silva entrou no intervalo), Cesinha da Nacional(Paulinho da AFC entrou no intervalo), Luciano Santana, Tabosa do Ofertão (Duda Pantera entrou no intervalo) e Alex de Moises

Equipes no Campo Martial:

(Cap. Marconi): Goleiro Marcelo da Receita(Goleiro Fernando entrou aos 35’ da 1ª etapa), Gilson, Cesar de Militão, Luís Mario negocinho e Zé Eduardo; Heckel Januário (Pescador entrou no intervalo)(, Charles, Daniel Murta, Carlão do Taxi, Mario Sergio e Marconi.

(Cap. Renatinho dos Leais): Goleiro Luciano, Gutemberg Trator(Podão entrou no intervalo), Djalma Peludo, Luís Eduardo LE7 e Waldemar da Codeba(Souza da Polícia entrou no intervalo); Robson, Bira da Polícia, Claudio Assis(ninguém entrou em seu lugar – Assis saiu aos 35’ da 2ª etapa), Ismar Landgol, Alan Firula e Renatinho dos Leais.

COMENTÁRIOS

No espaço deste tópico anexamos o texto abaixo dedicado à Confraternização de fim-de-ano da AVEP, que saiu na Revista AVEP, impressa. :: LEIA MAIS »

PSICOMUNDO <> CONVIVENDO COM A FALTA DE HIGIENE MENTAL POLÍTICA <>

A nossa população precisa de muita atenção acerca do futuro político da sua majestosa cidade. Os escritórios dos políticos, os mesmos, aqui enraizados estão em fase de arrumação. Afinal está se aproximando os conchavos da escolha da classe política e os eleitores precisam ter cuidados com os engodos, demagogias, e se ligar nas ações da turma dos catadores de votos cheios de sorrisos e falsas promessas. Nada mais importante do que olhar nos olhos desses caras a fim de verificar as suas articulações para a conquista do poder da cidade de Ilhéus. Muitos ilheenses marcam decepções e vivem a pensar que o IPTU continua estacionado ai para ser cobrado novamente com os ditames votados numa madrugada, e todos sabem o grande articulador dessa farra, e muitas pessoas afirmavam ser o cinquentinha, é de matar qualquer cristão. Assim, já estão por aí se arrumando novamente, indivíduos supostamente com a cara de bons administradores e outros 19 pressupostos candidatos a vereadores, visando tomar conta da afortunada terra de São Jorge, e dizem os mais revoltados, Ilhéus se tornou uma pobre e desamparada viúva sem pai, sem mãe e sem filhos.

As campanhas para as novas eleições já estão em curso, porém, notamos que são poucas as realizações sérias para oferecer aos munícipes de forma imediata a impressão de que surgiram mudanças a fim de resolver tantos problemas administrativos que a classe política brasileira instalou no Brasil. O poder de gestão governamental em alguns setores da nossa nação sofreu uma desarrumação, deixando todos revoltados. Ficou insuportável a tremenda fase desconfortável que passa o nosso país, dessa forma a paz não poderá ser uma bandeira branca. Temos que exterminar a falta honestidade, viver com a alma limpa das pessoas que organizam o desenvolvimento da nossa Terra. Vivemos sempre em busca da serenidade e da fraternidade, contudo, poucos sabem o que significa no Brasil o respeito pela sua soberania.

A ideia da criação de uma sala médica para atender feirantes na Central de Abastecimento do Malhado foi coisa do passado e fora esquecido em outras administrações, nesse local cabe um Posto Médico. O que nos faz refletir é a situação da falta de higiene que há muito tempo a nossa população vem assistindo nas instalações dessa central. A falta de segurança de forma geral, notadamente, ligada aos assaltos relâmpagos contra os feirantes, costumeiramente praticados por vândalos ligados ao crime de furto dos pertences alheios. A ausência de fiscalização persistente nas qualidades dos produtos, muitas vezes deteriorados, ali colocados à disposição de venda aos consumidores. E sobtetudo, as condições sanitárias para atender com respeito e higiene a nossa população. Aliás, em nossa cidade é muito difícil a localização de sanitários públicos higienizados que venham atender, principalmente aos turistas que nos visitam. Esses seriam inicialmente os carentes projetos para a revitalização do local onde são adquiridos produtos alimentícios para as necessidades básicas dos ilheenses.

Na organização do nosso País, todos são chamados a colaborar, quer diretamente, quando ocupamos um cargo, seja qual for, na administração pública, quer na condição de mais um dos que, pelo pagamento de impostos e taxas, contribuem, igualmente, para o desenvolvimento e prosperidade da Nação Brasileira. Gerenciar projetos requer conhecimentos administrativos, pois precisamos lidar com pessoas o tempo todo, coordenando suas ações para que os objetivos sejam alcançados. E quais seriam esses objetivos? Cumprir os prazos de entrega, manter o orçamento disponível e realizar as ações com qualidade. Por lidarmos com pessoas e administrarmos valores, a ciência envolvida é administrativa.

No Brasil é fácil observar que as administrações públicas não demonstram transparência que imponha a confiança imperativa para sua população. Existe um desconhecimento de projetos para seguir modelos visando com seriedade metas governamentais. Então vale refletir com questionamentos aos políticos, representantes do povo, mais especificamente, o que é um projeto? É um conjunto de atividades temporárias, realizadas em grupo,

destinadas a produzir um produto, serviço ou resultados únicos. No entanto, a criação de um projeto é temporária no sentido de que tem um inicio e fim determinados no tempo, e, por isso, com objetivo estabelecido e com recursos definidos. Então, trata-se de realizações sérias e com a envergadura de trazer benefícios firmes e duráveis, ausentes de desvios de verbas e superfaturamentos reconhecidos por propinas. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia

Ilhéus – cidade literária

A cidade de São Jorge de Ilhéus é conhecida internacionalmente pelas belezas naturais e pela História, mas não somente essas características demarcam a cidade. A Princesa do Sul chama a nossa  atenção, a dos visitantes e de diversos interessados  também pela literatura. Não nos reta dúvida que o campo literário é construtor do imaginário da cidade de Ilhéus. Vários são os espaços físicos, as ruas e os alimentos que nos tocam pela literatura.  A literatura oriunda das terras de Ilhéus até pode ser considerada de cunho regionalista, mas foi universalizada e alcança o mundo.

Aproveito, com a devida vênia, para sensibilizar alguns, que Ilhéus pode aproveitar a qualidade de cidade literária para fazer parte do projeto da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) batizado de Rede de Cidades Criativas. Salvador integra no campo da música. Ilhéus pode fazer parte do clube pela via da literatura. Certamente fará bem a Princesa do Sul e a literatura regional. Certa vez, o escritor Adonias Filho perguntado sobre o que Ilhéus produzia, além de cacau, ele respondeu – escritores.

A Rede de Cidades Criativas foi criada pela UNESCO em 2004, cujo objetivo é promover a cooperação com e entre as cidades que identificaram a criatividade como um fator estratégico para o desenvolvimento urbano sustentável. A rede também está comprometida com o desenvolvimento da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável 2030 e estão entre seus objetivos são o estimulo e o reforço as iniciativas lideradas pelas cidades-membros para tornar a criatividade um componente essencial do desenvolvimento urbano por meio de parcerias entre os setores público e privado e a sociedade civil.

É e transformador para os apaixonados por livros aos caminhar por cenários de obras e lugares onde viveram escritores.  Pode se vislumbrar uma experiência romântica, alvissareira, transformadora ou até mesmo alfabetizadora… os sentimentos são os mais diferentes. Afinal, a literatura nos leva a diferentes lugares, deixa-nos curiosos para conhecer e Ilhéus desperta esse fascínio internacionalmente. :: LEIA MAIS »

Estado Estamental versus Estado Democrático de Direito

Por Gustavo Kruschewsky

Não cabe mais aceitar “os desmandos” dos politiqueiros que historicamente desgovernaram e continuam desgovernando muitos Municípios e muitos Estados membros Brasileiros. A operação Lava Jato está chegando para acertar as contas dessa turma…

Não estamos mais na Idade Moderna. Esta ocorreu aproximadamente do século XV até o século XVIII e daí surgiu o famigerado Governo e/ou Estado Estamental, em que os “governantes” tinham “status jurídicos próprios”. Este fenômeno foi outorgado pelo continente europeu.

O Estamento surgiu de obras daqueles que botaram a mão no “Poder” de forma centralizada. Será que o Brasil se “desenvolveu copiando os princípios aplicados no Estamento? Será que existe uma centralização nos dias de hoje, mesmo dizendo-se e formalizando-se uma “manutenção” da tripartição de três poderes, legislativo executivo e judiciário?

O “primeiro estado moderno”, que é chamado de Estado Estamental, do qual visivelmente era uma centralização do poder, mantinha o dualismo entre Rei, que compreendia o Senhor feudal-suas corporações e parlamentos denominados por cortes.

O pior de tudo era que a Sociedade Estamental dominada pelos senhores feudais não se movimentava socialmente, portanto, existia uma dicotomia, entre os que já nasciam no berço, por exemplo, das corporações dos senhores feudais, até à morte, tinham privilégios daquela sociedade e quem nascia servo, “morreria servo”. Um absurdo.

Efetivamente que o Estado Democrático de Direito não é bem assim, é lógico, tem-se oportunidade de nascer pobre e ficar bem de vida como também quem nasce em berço rico poderá empobrecer a posteriori. Todavia, a igualdade de oportunidades é uma tremenda interrogação no Estado Brasileiro.

Um dos traços parecidos entre o Estado Estamental para o Estado democrático de direito Brasileiro, por exemplo, é que no Brasil os detentores de qualquer um dos três poderes, lembram o “dualismo” do Estamento, ou seja, têm privilégios absurdos até mesmo quando deixam o cargo “político” que ocupavam, até a morte, com aposentadorias robustas. Nessa toada observe o famigerado FORO PRIVILEGIADO, típico do ABSOLUTISMO, em que a pessoa enquanto no exercício de determinado cargo exercendo certa autoridade, isenta-se de julgamento, como qualquer outra pessoa está sujeita. O foro privilegiado, tem previsão na Constituição Federal, é um foro especial concedido por prerrogativa de função. Essa norma estabelecida pela Constituição Federal desiguala poucos privilegiados de muitos desassistidos.

Vamos observar como vem essa “Reforma” da Previdência do novo Estado Estamental Brasileiro, ou, desculpe, do Novo Governo Brasileiro. Pelo que se vê, desde priscas eras, são todos os dois parecidos, ESTADO ESTAMENTAL & ESTADO DEMOCRÁTICO DE “DIREITO”.

Solidariedade: um caminho para a Paz

A Paz desarmada jamais resultará apenas dos acordos políticos, todavia, igualmente, de uma profunda sublimação do espírito religioso. Como grandes feitos muitas vezes têm suas raízes em iniciativas simples, mas práticas e verdadeiras, de gente que, com toda a coragem, partiu da teoria para a ação, com a força da autoridade de seus atos universalmente reconhecidos, valhamo-nos deste ensinamento de Abraão Lincoln (1809-1865): “Quando pratico o Bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Eis a minha religião”. Ora, ninguém nunca poderá chamar o velho Abe de incréu…

Dinheiro e fama podem tornar-se um pesado fardo para o ser humano. Dificilmente trazem felicidade. A não ser à medida que correspondam a benefícios promovidos em favor do coletivo. Eis um caminho para a Paz entre aqueles que tudo têm e os que necessitam de auxílio: Solidariedade.

Quando você compreende o sentido da renúncia, aprende a amar. É nesse momento que a felicidade genuinamente se apossa do seu coração. Lição do Bhagavad-Gita“Conhece a Paz quem esqueceu o desejo”.

 

Pensamento firmado na Paz

Transformações perenes com frequência surgem nos instantes de grande agitação histórica. Os tenazes crescem em tempos de refrega. Se o fizerem com o pensamento firmado na Paz, o efeito de seus esforços marcará sua passagem pela Terra com o sinete da Luz. O ilustre médico brasileiro Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900) ensinava que,“se aspiramos transmitir a Paz, se queremos elevar o coração da criatura, não podemos prescindir, em nossas vidas, de uma profunda e radical mudança na busca do fortalecimento da Fé e do entendimento dela”.

 O efeito da Justiça será a Paz

Os povos geralmente conseguem sobreviver às maiores confusões que lhes atravessam o caminho. É muito boa essa teimosia, esse bom senso de tanta gente que fundamenta as suas ações na Coragem, como também no Amor, no Bem, na Solidariedade, na Fraternidade e na Razão esclarecida pelo raciocínio iluminado por Deus. No entanto, nunca no fanatismo.

Tamanho denodo é que tem feito a Humanidade subsistir a tanta loucura. A seguinte lição de Isaías, no seu livro do Antigo Testamento da Bíblia Sagrada (32:17), referenda essa realidade quando afirma: “O fruto da Justiça será Paz, e a operação da Justiça, repouso e segurança para sempre”.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

[email protected] — www.boavontade.com























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