Editoria ‘Espaço do Leitor’
SAÚDE EM ILHÉUS
Oi Rabat, gostaria de saber através deste respeitável site , o que está havendo com a saúde em ilhéus??Hoje fiz uma peregrinação pelo centro da cidade à procura de um medico clínico , porém não encontrei nenhum disponível ,após varias tentativas fui até o Medico Center e consegui uma consulta com … (cortado/Rabat) … , e fiquei de duas horas da tarde até as quatro e dez ,e nem sinal de que já estaria a caminho , simplesmente fiquei sentado na recepção sentindo muitas dores e o MEDICO NÃO CHEGOU! FIQUEI TÃO ABORRECIDO , POIS ESTAVA COM DOR E NÃO DAVA PRA ESPERAR MAIS, Tive que voltar pra casa sem consulta! O DETALHE QUE ERA UMA CONSULTA PAGA ,EU NÃO ESTAVA PEDINDO FAVOR , NEM NA FILA DO SUS , DESEJAVA APENAS UM ATENDIMENTO MEDICO PARTICULAR DE QUALIDADE!GOSTARIA QUE VC PUBLICASSE NO SEU SITE , MINHA INDIGNAÇÃO , POIS SEI QUE ESTE SITE É DE RESPEITÁVEL ACESSO POR TODA COMUNIDADE ILHEENSE!
OBRIGADA!
O PÃO QUE O DIABO AMASSOU
por Juventino Ribeiro
Comer fora deveria ser uma ocasião agradável, que nos proporcionasse momentos de prazer e de fuga da rotina doméstica, com parentes ou amigos em convívio naquele restaurante ou cabana de praia. Há, ainda, aqueles que não fazem fogo em casa e comem fora por necessidade ou por opção.
Uma das regras básicas do ramo de negócio do turismo é surpreender o cliente. O mote, sinta-se em casa, não faz mais sentido, na moderna concepção da arte de bem servir. Agora é ao contrário: se for para se sentir em casa, melhor seria preparar o churrasco, a feijoada, a peixada ou outra comilança de final de semana. Normalmente a todos satisfaz, sem a famosa choradeira na hora de pagar e sem os dissabores do atendimento, geralmente precário.
Tenho uma amiga que é muito exigente e taxativa no quesito comer fora. Galinha caipira, mão de vaca ou mocotó, dentre outras “especialidades da casa”, geralmente só come em casa. Até a ingênua salada crua ela teme comer, pelo risco da má higienização dos legumes e folhas. Exageros à parte. E frescura também. Se assim pensarmos, jamais sairemos de nosso reduto doméstico para comer fora.
Entretanto é uma lástima afirmar que a maioria absoluta dos estabelecimentos gastronômicos, além daqueles que fornecem os gêneros alimentícios para estes, não passaria em exames da Vigilância Sanitária, feitos com o devido rigor. As autoridades sabem e nada fazem sobre as limitações desse serviço de fiscalização, em termos de equipamentos, viaturas e de pessoal qualificado.
PSICOMUNDO – DESCASOS DOS ADMINISTRADORES DE REPARTIÇÕES PÚBLICAS EM ILHÉUS
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CRIME NA BAÍA DO PONTAL

Mais um atentado ocorreu na sofrida Baía do Pontal.
Um morador irresponsável, que nessa hora ninguém sabe quem é, resolveu fazer uma reforma na residência e jogar todo o entulho na orla, bem perto do Bar Mirante.
O lixo jogado tem de tudo (lâmpadas fluorescentes, azulejos, madeira…).
Também perto do colégio Barão de Macaúbas vários monitores de TV e computador foram jogados, parecendo que algum dono de oficina de conserto resolveu limpar sua casa e o lugar apropriado e escolhido para jogar este lixo perigoso foi a baía.
Não sei o que está acontecendo com nosso povo, a carência de educação, bom senso, cidadania e responsabilidade está aumentando a cada dia.
O que estão fazendo com a orla da linda Baía do Pontal, praticamente em toda sua extensão, é uma situação que chega ao ponto da irracionalidade.
Sinceramente não sei o que estão querendo fazer com este espaço que a natureza nos presenteou.
Quando as pessoas começam a agir dessa maneira é um sinal preocupante da degradação do ser humano.
Devemos cobrar alguma providência da prefeitura? Não sei.
ZÉCARLOS JUNIOR
Mais comentários da ponte
Como é linda a democracia.
Como é bom podermos argumentar, e contra argumentar, criticar, ser contra e ser a favor de coisas.
Vou também me pronunciar a respeito. Sou engenheiro civil com ênfase em transportes e moro em Ilhéus desde janeiro. Apesar de ser pouco tempo já andei bem pela cidade e me considero capaz de fazer algumas observações relacionadas a esse projeto também as críticas que vem sendo feitas a ele. São poucas, mas aqui vão elas.
1) Para o projeto foi considerado um Volume Médio Diário de 4.195,00 veículos com um crescimento de 3% ao ano e um período de projeto de 10 anos (ou seja, absorvendo tranquilamente 6.731 veículos em 2023) . Sendo que a cidade de Ilhéu possui hoje 15.947 (DENATAN – Abril de 2013) veículos o número utilizado nos parece bastante razoável (aproximadamente 30% dos veículos da cidade poderão utilizar a ponte nova).
2) A nova ponte dificilmente atrairá os moradores do Pontal e da Sapetinga devido ao desafogamento da velha Lomanto Jr. Que atualmente absorve sozinha esses 4.195 veículos (segundo contagem feita pelo DER-BA em 2012).
3) Na cabeceira da pista do aeroporto, teremos um pequeno percalço sim em relação a convergência de duas pistas que estarão chegando no sentido Olivença em uma pista só que é a BA-001. O que acontece é que estamos com uma obra iniciada neste ponto que vai até o KM 2 da BA-001 através da utilização das marginais que serão revitalizadas. Essa obra com certeza irá minimizar drasticamente o impacto da convergência das pistas.
4) Concordo em gênero, número e grau com a reinvindicação que vem sendo feita em relação a passarelas para acessar a praia saindo da nova praça. Se isso não for feito teremos uma zona sem viva e com alto índice de atropelamentos.
Conforme dito pelo Edgard Siqueira, que venha a ponte acompanhada de uma discussão. Temos muito a mudar. Inclusive no nosso comportamento selvagem no trânsito. Me transporto de bicicleta diariamente e a cada dia uma nova surpresa aparece. Não esqueçam que as ruas não são feitas somente para veículos motorizados.
Germano Johansson
Mais Setenta para Ruy Ajallah do Carmo Póvoas
por Guilherme Albagli
Entre os preciosos presentes que Ilhéus concedeu a Itabuna, por certo está o Prof. Ruy do Carmo Póvoas, filho de tradicional família do Pontal de São João, jovem que muito cedo, ainda, assume o seu papel de homem sábio, sério, devotado ao estudo da língua lusitana e das tradições afro-brasileiras.Preocupadas com o nível do português dos seus filhos, algumas mães de calouros do IME, nos meados dos anos de 1960, mandaram seus filhos às aulas particulares do jovem e renomado professor já conhecido como “uma sumidade”. Participei desta turma e, embora não me recorde bem dos conteúdos ensinados, lembro-me da sua coleção de recortes de notícias e artigos de jornais e revistas sobre o candomblé. Ficou, então, realmente surpreendido em ver um adolescente da outra banda do rio saber a diferença entre Xangô, Oxóssi, Ogum e Exú.
Embora seríssimo e solene na sua postura professoral, o jovem mestre mostrava uma mentalidade aberta, em certo sentido: um dia, sua mãe, muito aflita pois uma agregada dera uma escapulida noturna para cumprir aquele primeiro mandamento, o filho retrucou: “Ora, minha mãe, ela é mulher e tem o direito de namorar…” A mãe do futuro sacerdote afro já o ouvia e o acatava, como fazem hoje as muitas ialorixás do seu terreiro grapiúna.
Livros, artigos, cursos, revistas, palestras, canções e conselhos veiculam o seu amplo e enfocado saber.
Homem sábio e santo, sem aqueles genes que trazem à alma humana a maldade que quarteia a face, com rugas e musculatura tensa, aos setenta anos a expressão do Mestre Ruy é lisa como a de um querubim moreno que harmoniza, numa bôa, o Espírito e a Razão.
Mais setenta, Mestre!
PONTE ILHEUS/PONTAL, SEM MISTÉRIOS E SEM ADAPTAÇÕES.
por Edgard Siqueira
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SOBRE A INFLAÇÃO DOS ALIMENTOS
por Juventino Ribeiro
A respeito de noticiários veiculados até no exterior, como o caso do artigo publicado no Jornal de Angola, sobre a inflação dos alimentos no Brasil, recorro novamente a Napoleão Bonaparte, sobre quão incomensurável é o poder da imprensa: tenho mais medo de um jornal, por menor que seja, do que de um exército de dez mil soldados, teria afirmado.
Sou contador e sei que comentário sobre tal assunto é prerrogativa de economista. O emaranhado das fórmulas explicativas da inflação e a dificuldade de entender o economês, não me permite polemizar nessa seara, mas talvez estejamos diante de factoides de mídias sensacionalistas, como o que estamos vivenciando no atual momento sobre a extinção do Programa Bolsa Família. Como se trata de um programa menina dos olhos do Governo, foi um duro golpe visando a atingir suas pretensões.
Não morro de amores pelos governantes atuais, mormente após os vergonhosos escândalos de corrupção deflagrados nos últimos tempos. Há quem diga que a oposição está a se alvoroçar rumo à disputa pelo poder e que os governantes, a caminho de doze anos no poder, querem, a qualquer custo, chegar a dezesseis e, quiçá, mais tempo. Assim, doravante teremos que nos acostumar com a beligerância midiática que se avizinha e nos munirmos do devido discernimento para ler nas entrelinhas o verdadeiro e o falso.
O tomate foi bola da vez, capa de revistas e motivo de chacota até no exterior. Já me esqueci, embora seja recente. Ontem e hoje já se noticiaram quedas acentuadas dos preços dos alimentos, tendo ocorrido deflação de 6,5% nos preços a grosso.
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO (33ª PARTE)
No aspecto geral torna-se bastante negligencia humanas as pessoas que habitam o nosso Planeta Terra, imaginando os idosos apenas pela aparente falta de vigor, esquecendo que jamais esse estado existencial remove a sua inteligência aliada ao sentimento do amor e da solidariedade. A falta de respeito com essa faixa etária de gente dentro do nosso meio social começa dentro e fora de casa. Fica muito melancólico para todos que adquiram pela idade os fluxos armazenados pela experiência, adquiridos pelos bens que trouxeram grandes benefícios de maneira que deram para sua sobrevivência e de sua família um sentido real de seres humanos.
O Art. 4º – determina e exprime carência de uma grande vigilância para a proteção, afirmando que: ”nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei”. E torna-se fácil verificar que o idoso sempre trouxe para sua sobrevivência um orçamento familiar que ajuda a manter a sua integridade física e moral, mesmo sendo desconhecida por muita gente infame e descomprometida com a caridade e a solidariedade humana, e mesmo assim eles sobrevivem a essa mesquinha e incontrolável falta de reconhecimento.
A sociedade brasileira, em alguns pontos inexplicáveis, deve deixar de apresentar fatigantes propagandas de falsas proteções aos idosos, olhando as necessidades desses tratamentos essenciais da saúde de voluntariosos cidadãos que durante o decorrer de suas vidas, deram seus esforços muitas vezes de forma desiguais, esperando um final feliz ou menos triste para a manutenção da sua existência.
Verificamos no Brasil as imensas dificuldades encontradas por muitas pessoas, notadamente, quando procuram hospitais, médicos ou casas assistenciais em busca de tratamentos para sanar seus males físicos! Sempre aparece uma tempestiva dificuldade quando querem alcançar os bens originados para beneficiá-los e, são criados imagináveis desfechos nesses atendimentos, desagradando e não favorecendo essa população diante das suas essenciais necessidades de sobrevivência. Muitos sofrem calados na solidão de mais uma esperança sempre perdida: “prometeram apoio e proteção, contudo, deixando-os abandonados”!
Quem foi o gênio que apagou a lâmpada?
Por RICARDO RIBEIRO
Apagaram a luz… E de repente tudo ficou mais claro!
Diante das suspeitas de irregularidades na seleção pública das Secretarias de Saúde e Desenvolvimento Social, a Prefeitura de Itabuna não optou por esclarecer os fatos ou sustentar a correção do certame.
Não se sabe se é pela impossibilidade de fornecer explicações, mas o fato é que a Administração retirou de seu site as informações relativas à primeira fase da seleção, aquela na qual foram avaliados (ou não, como se presume) os currículos dos candidatos. Exatamente a etapa da qual exala um cheiro estranho.
A ideia infeliz de escurecer o que deveria ser esclarecido deixa o governo em situação ainda mais delicada, rompe com o princípio constitucional da publicidade e flerta com a imoralidade.
Não vai dar certo
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.
Nasceu em Uruçuca, na época Água Preta, município de Ilhéus, na Fazenda Felicidade, que pertencia a sua família, em 5 de agosto de 1933, eram seus pais Adjovânio Andrade e Selika Nazaré Andrade, que tinham mais seis filhos: Deir, Gilta, Denílson, Vera, Suzana e Antônio (Já falecido).
Aos seis anos de idade mudou-se para Ilhéus, estudou na Escola Afonso de Carvalho e no Instituto Municipal de Educação, IME. Em Salvador no Colégio da Bahia e na Faculdade de Direito da Bahia onde se formou em 1953.
Casou-se com Heloisa Cavalcante Andrade, tiveram quatro filhos: Ana Virgínia, Luis Frederico, Soane Jr. e Maria Valéria.
Foi professor no IME; diretor da Penitenciária do Estado da Bahia; fundador, diretor e professor (Direito Constitucional e Direito Político) da Faculdade de Direito de Ilhéus; Chefe de gabinete do Ministro das Comunicações Carlos Símas, de 1968 a 1969 e Delegado do Brasil na Conferência das Comunicações Via Satélite em Genebra, Suíça, em 1969, idealizador e primeiro Reitor da Universidade do Mar e da Mata, Maramata, em Ilhéus.
Em 25 de junho de 1981 tornou-se membro da Academia de Letras de Ilhéus, na cadeira 38, em que foi Patrono Pethion Villar e fundador Flávio de Paula.
Foi candidato a Prefeito de Ilhéus pelo PFL em 2004, indicado por Jabes Ribeiro, eleição que perdeu para Valderico Reis.
Aos 80 anos de idade sofreu um enfarto em Salvador, onde mora.
Como nasceu numa fazenda de cacau, é lavrador por nascimento e espera morrer à sombra dos cacauais.
PONTAL – A PONTE SEUS MISTÉRIOS, PROJETOS E…!?
É tão difícil entendermos, o que está se passando em alguns setores da imprensa local, e uma pequena parcela da população da cidade, sobre a tão esperada segunda ponte, ligando a zona sul/centro/norte ou vice versa. Por isso, tomamos a iniciativa de fazermos algumas considerações que achamos oportuno.
Na realidade, nós devíamos não argumentar palavras soltas, com protestos só pra protestar, porque não agrada a A, B ou C, pois tudo isso é natural, mas que não seja de forma radical. Não vamos mais uma vez, jogar uma oportunidade fora.
Não temos que brigar pelo local da ponte, e sim, por mais outras pontes, que interliguem a zona sul à norte, como acontece pelo mundo afora.
É por esta e outras razões, que nossa “filha” Itabuna, já dispõe de várias pontes que interligam um lado da cidade ao outro, pois lá seu povo sabe quanto mais, melhor. Com isso, eles terão mais opções de melhores escolhas de tráfegos num trânsito que não para de crescer.
Se aqui a situação fosse invertida, onde se pretendesse uma nova ponte tendo como objetivo o local no Bairro do Banco da Vitória, seria outro falatório e
agouros sem fim. Pois, alguns setores da cidade que só pensam no “eu”, estariam da mesma forma distribuindo panfletos, fazendo protestos, onde por certo diriam que por este local, esta ponte iria “quebrar” com comércio de Ilhéus, e que só resolveria o desejo de poucos, em não trafegar pelo centro da cidade. Beneficiando assim, os que viriam para nossas praias ou que o destino fosse para os locais como o balneário de Olivença e as cidades ao sul de Ilhéus.
Então, como se ver, nada nos agrada, e com isso vamos perdendo terreno para uma evolução tão necessária, que era pra ontem.
Alegarmos ou compararmos com as consequências ambientais que provocaram no município, com a construção do Porto Internacional do Cacau, são comparações sem “pé e sem cabeça”. A época era outra, se construía pela demanda, sem pensar nestes aspectos. Hoje a coisa é outra, onde inclusive se retardam projetos por longos tempos, por todas estas precauções, chegando muitas vezes, da sua aprovação final, não servir pra mais nada. E depois ficamos lamentando.
Falarmos que não houve consulta pública, inclusive por parte da imprensa local, é outra mentira de quem tem a “memória curta”, ou querem que engulamos goela abaixo estas insinuações. Pois, isto foi realizado algumas vezes, e uma delas se deu na UESC, para esclarecer não só sobre a construção da ponte como também sobre a duplicação da BR-415 e o Projeto Intermodal (Ferrovia, Porto e Aeroporto).
A verdade, é que poucos comparecem a estas reuniões antecipas e necessárias, a não ser quando alguns sem muita noção, coitados, do que está acontecendo, são levados a “cabrestos”, para fazerem números e às vezes tumultuar um projeto, que não é interessante para o qual certas instituições são servidoras.
Vamos apenas citar o que foi publicado recentemente no Blog do Agravo – “Quem esperava um plenário cheiro para debater e ouvir explicações do DERBA, sobre a construção da nova ponte do Pontal, saiu desanimado na tarde de ontem (segunda, 20)… os ilheenses que clamam por uma nova ponte, não compareceram como esperado. O diretor geral do DERBA, Saulo Pontes, não veio e enviou engenheiros, que explicaram apenas o básico e já conhecido…”.
Tai explícito, que poucos estiveram presentes na Câmara de Vereadores. Agora reclamar de quê?
Lamentam, que o diretor geral do DERBA, não veio e que foram enviados engenheiros. Ora, se acontece o contrário, diriam: Quem deveria ter vindo eram os engenheiros, pois estes são os que têm conhecimentos profundos sobre o assunto, ou seja, é querermos achar desculpas para tudo e protestar por protestar.
Já o Sr. Ariel Figueroa, conforme nota no Blog do Agravo, teria dito que a nova ponte estaria tirando o problema do trânsito do Pontal e jogando no Centro. Ora, por acaso a ponte atual está fazendo o quê? Então, entendemos que esta nova ponte é mais uma opção e que venham várias outras pontes se deixarem.
Volto a repetir, temos que lutar é por outras novas opções, como o trevo no Banco da Vitória, para ai sim, resolvermos de vez no presente esta situação, pois no futuro, sempre iremos ter necessidade de novas pontes, trevos, viadutos, como acontece nas grandes cidades.
Chega de falatório, que isso não agrada aos moradores da Avenida Soares Lopes e da Rua Samambaia no Pontal, pois é o preço que pagamos pelo progresso, pois não só existem benefícios para todos numa obra deste porte. Alguém tem que perder um pouco no primeiro momento. As indenizações são que tem que serem justas, para que todos os atingidos possam adquirir outro imóvel.
Todas as pontes desta arquitetura mais moderna em todos os aspectos, são orgulhos de seus habitantes, como mais um cartão postal. Aqui não, seria uma parede de concreto tirando uma das vistas mais bonita da Bahia, dito por alguns.
Se não bastasse, o vereador Luiz Carlos Escuta, logo após as explicações dos engenheiros, solicitou que se convidassem novamente todas as instituições envolvidas no projeto, juntamente com o Vice-Governador e o Secretário Estadual de infraestrutura. Ora, do jeito que as coisas andam vão solicitar daqui a pouco a presidente Dilma.
Imaginem vocês, que a ponte já está atrasada há anos, e postergada por várias vezes, exatamente no momento e depois de tudo cumprido, querem empurrar com a barriga pra mais adiante, quando já se tem prazo até para começar, pelo menos é o que anunciaram a imprensa local. (Dia 28 de junho)
É por isso, que sempre afirmamos que o Porto do Cacau na época só foi construído em Ilhéus, porque o Rio Cachoeira não era navegável, porque se assim o fosse, ele seria construído em Itabuna, só isso, ou alguém duvida da força daquele povo grapiúna, que até certos grupos querem o que não lhes pertencem!
E se dormirmos no ponto será assim, ou já se esqueceram do que aconteceu com o Atacadão e o Makro, e que se não fosse parte da imprensa, alguns ilheenses com seus artigos, e os incansáveis amigos José Nazal e Carlinhos Freitas, que este último, mesmo no seu jeito afoito, fez de tudo para reverter uma situação muito bem articulada. Envolvendo até deputado sem o menor conhecimento de LEI, e propôs a inclusão do Bairro do Salobrinho ao município de Itabuna.
NOTA: Em anexo no texto mapas (croquis) do projeto de acesso a ponte, de uma forma mais escolar, baseado nos mapas (Plantas baixas), fornecido pelos responsáveis ao Blog do Agravo e publicado no mesmo Blog. Como também um mapa (croqui) do trecho Ilhéus/Itabuna, onde consta já o trevo no Banco da Vitória.
Então agora é lutarmos por isso.
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Assim pensamos
José Rezende Mendonça
TEMOS BONS EXEMPLOS, VALE A INSPIRAÇÃO
Cidade com cerca de 100 mil habitantes, que desenvolveu um trabalho de reurbanização, onde investimentos em infraestrutura foram levados a sério.
Por que temos que ser assim, com mais de 450 anos de idade?
Glauber Fonseca
Rolando na net …
CABARÉ PROCESSA IGREJA UNIVERSAL
Em Aquiraz, no Ceará, dona Tarcília Bezerra construiu uma expansão de seu cabaré, cujas atividades estavam em constante crescimento após a criação de seguro desemprego para pescadores e vários outros tipos de bolsas.
Em resposta, a Igreja Universal local iniciou uma forte campanha para bloquear a expansão, com sessões de oração em sua igreja, de manhã, à tarde e à noite.
O trabalho de ampliação e reforma progredia célere até uma semana antes da reinauguração, quando um raio atingiu o cabaré queimando as instalações elétricas e provocando um incêndio que destruiu o telhado e grande parte da construção.
Após a destruição do cabaré, o pastor e os crentes da igreja passaram a se gabar “do grande poder da oração”.
Então, Tarcília processou a igreja, o pastor e toda a congregação, com o fundamento de que eles “foram os responsáveis pelo fim de seu prédio e de seu negócio” utilizando-se da intervenção divina, direta ou indireta e das ações ou meios.”
Na sua resposta à ação judicial, a igreja, veementemente, negou toda e qualquer responsabilidade ou qualquer ligação com o fim do edifício.
O juiz a quem o processo foi submetido leu a reclamação da autora e a resposta dos réus e, na audiência de abertura, comentou:
– Eu não sei como vou decidir neste caso, mas uma coisa está patente nos autos.
Temos aqui uma proprietária de um cabaré que firmemente acredita no poder das orações e uma igreja inteira declarando que as orações não valem nada!”.
pedido de ajuda – sobre o cãozinho perdido 19/05
Sei que nada vai trazer esse lindo cãozinho de volta, mas ontem resgatei um Lhasa Apso na avenida canavieiras, completamente desfigurado, pois algum animal jogou diesel quente nele, deixando-o sofrendo na rua e entregue a sua própria sorte para morrer. Dei comida e levei para o instituto de proteção animal, que fica na urbis, deixando o mesmo aos cuidados da responsável Dona. Conceição. Este cãozinho precisa de carinho e um lar, ele é dócil e pede um dono, só não fico com ele porque tenho 4. sugiro que os pais da criança que perdeu seu cãozinho, adote o bichinho, não que um vá substituir o outro, mas trata-se de uma troca de carinhos e afeto, onde ambos sairão ganhando amizade e lealdade. No momento ele está debilitado, mas já está em tratamento veterinário, para se recuperar e ser encaminhado para ter um lar, onde receba amor e dignidade.
Lauriano Araujo


UMA AUDIENCIA PUBLICA QUE FOI UM EXERCICIO DA CIDADANIA.
Por Edgard Siqueira
A audiência Publica realizada nesta segunda feira (20) na Câmara de Vereadores de Ilhéus foi à oportunidade aguardada com muita ansiedade pelos ilheenses para conhecer oficialmente o misterioso projeto da Ponte Ilhéus/Pontal.
A convite da Câmara de Vereadores estiveram presente o Secretário de Meio Ambiente e Urbanismo de Ilhéus, Antônio Vieira e dois engenheiros representando o DERBA. Vieram pra explicar e não explicaram nada, chegando ao ponto do engenheiro Sergio Berbert admiti que não estava familiarizado com o projeto, causando certo mal estar entre os presentes, a ponto do Vereador Raimundo do Basílio por uma questão de ordem pediu que ficasse registrado aquela situação constrangedora.
Em seguida foi a nossa vez de usar a palavra. Começamos alertando a todos o que ouvimos dos técnicos como sendo o melhor para Ilhéus, nos fazia lembrar uma obra que quando apresentada foi um orgulho para todos nós, porque não podíamos prevê a tragédia que ela no futuro provocaria. Estávamos se referindo ao projeto da construção do Porto do Malhado. Quem naquela ocasião se atreveria em discordar daquele projeto? E o triste resultado está ai. Consequências catastróficas e irreparáveis. Deixando evidente que nem tudo que especialistas e técnicos propõe é o mais acertado.
Pra começar a semana …
Muito engraçado…
Ninguém merece rsrsrsrsrsrsrs
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Enviado por Marcelo Ribeiro.


















































