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Editoria ‘Espaço do Leitor’

Pronto! Chegou a sua vez

Luiz Castro em: DECOLORES

PROFESSORA UZULEICA (ZUZU)

Quantos alunos estudaram com a Professora Uzuleica Alves da Silva, conhecida por Zuzu no Colégio Santa Cecília na Rua Manoel Victorino, 189 (Rua das Quintas). Escola que marcou a  vida de muitos estudantes. E ela deixou legados. Aprender o novo, vivenciar esperanças e sonhos em grupo, seguir exemplos. Dar passos coletivos através do aprendizado compartilhado, alimentar o fermento da nossa vida,o saber.

As escolas pelas quais passamos formam alicerces que só percebemos e damos valor quando refletimos sobre o caminho percorrido,o que apreendemos,o que legamos e o que podemos ainda andar. E os teoremas, as teorias hoje, mais do que ontem precisam ser debatidos e discutidos.

Podemos no aprendizado atual interativo, interferir até no movimento da aprendizagem. São os dias de hoje, muito indefinidos mas com uma riqueza a explorar :a nossa participação e a nossa interferência em todos os movimentos, pois hoje mais do que nunca somos os sujeitos das ações.

E as escolas do passado têm uma diferença que precisamos resgatar na vida cotidiana, nos nossos movimentos cidadãos, no nosso trabalho, na política e em todas as representações sociais: o Sacerdócio do Servir a Sociedade, com o seu conhecimento, o seu saber, o seu trabalho, com a sua riqueza, com a geração dos seus legados.

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Alfredo Amorim da Silveira

ESCULAMBOU GERAL X

Depois do vexame da reunião do G-20 Michel se mandou   lá para  Argentina onde assumiu a presidência do MERCOSUL, e segundo ele o “povo vai entender o aumento de tributo.”Na solenidade de posse, seu principal ministro dormiu. E o  pato da FIESP,  escafedeu-se. Quem vai pagar o pato? O povo, alguém duvida.Parafraseando uma ministra ” o povo é apenas um detalhe”.No popular ” O povo que se foda”
 
 O sistema S (Senai/Sesc/Sesi e Senac), tem uma contribuição compulsória e de acordo com  o setor, o percentual de cobrança varia de 0,2% a 2,5 % sobre o montante da remuneração paga aos empregados, isto é, funciona nos mesmos moldes do imposto sindical que,, beneficia   trabalhadores  e patrões e que  foi extinto pela reforma trabalhista. A contribuição compulsória , cujo montante é bem maior que o imposto, cerca de 20 bilhões,segue intocável…Só tem FDP.
 
Governos  recentes tentaram mexer nas verbas públicas do Sistema S, sem sucesso. Ministro da Fazenda de Dilma Rousseff em 2015,  incluiu num pacote de ajuste fiscal, proposta de reduzir em 30% os repasses ao Sistema S para cobrir o rombo da Previdência. Skaf disse que os empresários iriam “para a guerra”..Os homis mijaram acocorado, com todo respeito as mulheres.
 

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PSICOMUNDO <> REFLEXOS DE PÉSSIMAS ESCOLHAS <>

A população brasileira tem profundo conhecimento que os políticos escolhidos sempre são omissos e indiferentes com os problemas que afetam a grandeza no nosso PAÍS. São tantos os insolentes e arbitrários homens que fazem do Brasil a sua casa de morada para as praticas de delitos e descabidas praticas de vergonhas sociais. E se existe quem são responsáveis por esse estado coisas ruins? Uns estão trabalhando com justos salários e alguns com as desairosas vantagens de propinas para exercerem atividades que individualizam seus interesses, e tristemente são pagos com o dinheiro dos contribuintes que honram suas dívidas, assumindo os seus tributos em dias, e quando não pagam são punidos rigorosamente com multas fortíssimas de arrepiar os orçamentos de qualquer cristão, a exemplo, em Ilhéus o famigerado IPTU.

Todos caminham nos dias de hoje para o mesmo lugar: o desrespeito pelo Brasil e sua população que os elegem! E só vamos encontrar um caminho que surja o respeito por nosso PAÍS, se os eleitores tomarem as rédeas em suas convicções de que tudo deve mudar, afinal estamos em nosso Território, aqui plantamos e colhemos os frutos do nosso trabalho. Olhar com muita determinação de amor a sua Terra, verificar os políticos incautos, aqueles que imaginam ainda na existência de pessoas que votaram neles e continuam perdidas e sem noção de que foram enganadas. É rotina nas eleições os eleitores passarem por ridículas e falsas promessas de impossíveis projetos, apenas conversa de palanques, programas de rádios, Jornais, TVs e passeatas com inúmeros de carros de som pelas ruas da cidade.

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37ª CIPM

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

DO TIJOLÃO AO TABLETÃO

Percebeu como os celulares aumentaram de tamanho após evoluírem para smartphones? Mesmo com tantas funções e aplicativos, você acha que ainda não existe tecnologia para os smartphones atuais serem menores?

Se no início do processo de massificação da telefonia móvel tínhamos o famoso “tijolão”, agora temos sua versão moderna e achatada, que são os smartphones com mais de 14 cm de comprimento e que quase não cabem no bolso. Não sei você, mas no meu caso específico a tela grande deixa de ser um atrativo e passa a ser um trambolho.

Contudo, vamos com calma, sem desespero. Pelas idas e vindas do mundo, dá pra arriscar dizer que logo logo os smartphones ficarão compactos (além de mais caros, óbvio). Sei lá se não é mais um tipo de estratégia de mercado, como acontece com vários modelos de automóveis? Projetos prontos há anos, mas que são aplicados a conta-gotas em cada nova versão; um farol diferente agora, uma lanterna traseira mais incrementada no ano seguinte, um acessoriozinho inovador depois, etc.

Voltando aos smartphones, não me imagino pra lá e pra cá carregando um aparelho que não caiba no bolso da calça ou da camisa. Não dá certo comigo, na primeira parada é esquecimento e perda. Já foi assim com pastas, maletas, guarda-chuva, tudo quanto é buginganga de mão, e não seria diferente com um “tabletão de chocolate”.

Minha relação com esses aparelhos é complicada, pra mim o fator fundamental é o tamanho, tem que caber no bolso ou nada feito. Minha época de glória foi quando os celulares ficaram minúsculos (lembra do antigo Sony Ericsson?), ali eu deitava e rolava; confortavelmente guardado no bolso e nada de esquecer em lugar algum.

Penso, hoje, que a mim não adianta ter uma infinidade de recursos tecnológicos embutidos num “tabletão” se não utilizo nem vinte por cento dos recursos, muito menos consigo transportá-lo no bolso. Por conta disso, atualmente estou sempre um passo atrás quando o assunto é telefonia móvel; se encontro um smart que me satisfaz, está anos-luz ultrapassado, já que, além da condição primordial do tamanho reduzido, questiono também até que ponto vai minha necessidade das incontáveis ferramentas que são oferecidas e que não vou utilizar.

Mas assim é o ciclo do avanço tecnológico. Os “tabletões” de hoje serão peças de museu amanhã e darão lugar a “tabletinhos” muito mais cheios de recursos e funcionalidades, quem sabe até um dispositivo portátil dobrável que, ao simples toque, se desdobra e vira uma tela de 8 polegadas, por exemplo.

Haja bolso para comprar… e para guardar.

O tijolão de ontem

O tabletão de hoje

 

Nilson Pessoa

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE


1) A POSSE NOS DOIS ROTARYS DE ILHÉUS.
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
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Alfredo Amorim da Silveira

CACAU

A CACAUICULTURA BAIANA: “JÁ ERA”?

Luiz Ferreira da Silva, 80.

luizferreira1937@gmail.com

Cacau

O colega e empreendedor rural Hilton Leal, que labuta nas roças de cacau, tanto em Ibirataia (BA), quanto na Transamazônica (PA), me enviou uma reportagem, na qual consta que o Estado do Pará ultrapassou a Bahia em termos de produção de cacau.

Imediatamente, recorri aos meus alfarrábios e fui buscar o meu artigo que, há 16 anos (2001), publiquei na Gazeta Mercantil e no Jornal A TARDE de Salvador, intitulado “A Nova Geografia do Cacau”, no qual vaticina tal acontecido. Ninguém deu bolas ao meu modesto escrito que resumidamente o insiro a seguir, para nova reflexão.

 

A Bahia sempre manteve a supremacia da produção de cacau, cuja implantação no ano de1746, em condições favoráveis, construiu uma história, uma civilização e uma economia importante para o país. Uma agricultura fácil de ser manejada, sobretudo por se tratar de uma região indene às enfermidades virulentas de outros países produtores, até que, em 1988, chegou a vassoura-de-bruxa, expandindo-se em razão dos fatores altamente favoráveis à ela.

Nos últimos anos, um esforço muito grande tem sido despendido, no sentido de se tentar conviver com esse mal, que chegou numa hora inadequada, quando a cacauicultura se encontrava em crise, inclusive institucional.

.Uma constatação importante se refere a inexistência plantações de cacau convivendo com o insidioso mal  nas condições ecológicas do Sul da Bahia, diferentemente da cacauicultura, que fora implantada sob nuanças ecológicas, na Amazônia, com certo escape ao fungo  além de plantios adaptados ao convívio (pequenas áreas).

Neste contexto, é possível se fazer alguns prognósticos sobre a lavoura tradicional da Bahia. Haverá um novo redimensionamento de novas plantações bem manejadas (200 mil hectares), processando-se a substituição do cacau na área restante por outros cultivos.

Para tal, urge um Plano de Desenvolvimento Agrícola, contemplando a recuperação dos cacauais, e, pari passu, um programa de diversificação das roças.

Se o Brasil deseja retornar a ser um grande produtor de cacau, tem que se voltar para a Amazônia, estabelecendo um programa decenal de implantação de cacau – um novo PROCACAU..

Assim, a Bahia, inverteria a sua posição, perdendo a sua prevalência cacaueira, porém ganharia no aspecto do aproveitamento multifuncional das terras sul baianas.

Interessante frisar que o produtor baiano sempre foi contra a CEPLAC na Amazônia. E rebatíamos: “não era desejável se ter um cultivo centralizado numa única região, pois qualquer turbulência poderia comprometer a produção nacional de cacau”.

Ainda bem que o cacau retornou às origens e o Brasil poderá dispor de áreas para a sua expansão.

Heckel Januário em: PELAS VIAS TORTUOSAS

Garantiam com promessas que resolveriam os problemas econômicos porque o estorvo era a incompetência do governo derrubado. Falo dos mandatários que alcançaram o Planalto e os adjacentes prédios ministeriais brasilienses pelas vias tortuosas.

Antes da ocupação jamais tocaram em cortes de gastos, mas como a tão assegurada competência morrera no nascedouro, apelaram para o contraditório “teto dos gastos”, significando –é bom sempre bater na tecla– engessar contas públicas inclusive as das Educação e Saúde com o argumento de ajustar a economia. Como nadinha de positivo veio ao encontro do povo a não ser medidas paliativas para tentar enganar a torcida, partiram para as Reformas como a solução. Se no bojo delas as entrelinhas –ou nas linhas de forma claras– não figurassem armadilhas para o lado mais vulnerável, o da classe trabalhadora, como veem prudentemente muitos analistas, nada de mais em adequar as leis a uma nova realidade. Mas o que fizeram e estão fazendo os mandatários das vias tortuosas? Reformando a toque de caixa com o aval de um “digno” Congresso Nacional.

Os negativos quase 80% de desaprovação ao Presidente da República e a conferir-lhe um governo ruim e sem perspectivas de dias melhores significam a resposta à arapuca armada e aos festejados compromissos não realizados.

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APM – Nota de repúdio à declaração do Ministro da Saúde

Em momento de profunda crise que atinge todos os segmentos da sociedade, é com perplexidade e indignação que a Associação Paulista de Medicina recebe a declaração do ministro da Saúde, Ricardo Barros, de que a adoção da biometria nas unidades de saúde do País fará “…o médico parar de fingir que trabalha”.

A irresponsável afirmação evidencia que o Governo escolhe novamente os médicos como responsáveis pelas mazelas da saúde. Em um sistema de saúde subfinanciado, condenado recentemente a ter os recursos congelados por 20 anos, com estrutura sucateada, escassez de insumos, de recursos humanos multidisciplinares, os médicos brasileiros, ao contrário da visão distorcida do senhor Ricardo Barros, cumprem com honradez e excelência seu papel, oferecendo aos cidadãos o melhor de suas habilidades, cuidado e humanismo.

Tivéssemos uma gestão séria e de fato compromissada em atender às necessidades sociais, não veríamos na linha de frente do atendimento situações gravíssimas, como urgências e emergências lotadas de cidadãos em estado grave, precisando de internações, UTI etc. Enquanto os pacientes sofrem com a falta de vagas, de acesso, de medicamentos, com questões estruturais e tantos outros problemas não equacionados pela pasta da saúde, os médicos fazendo o melhor, inclusive se expondo a decidir quem deve ser assistido em primeiro lugar e quem permanece aguardando, o que em vezes significa vidas em potencial risco.

O profissional médico, vale lembrar, dedica anos de sua vida e considerável investimento à formação profissional, já sabendo que seu ofício terá percalços de todos os gêneros. Mesmo assim, segue em frente por acreditar no Juramento de Hipócrates; o faz por gostar de gente e valorizar o bem estar do próximo.
Quando vai para a linha de frente do atendimento, principalmente na rede pública, conhece de antemão as adversidades. Mas se apresenta porque deseja servir, da melhor forma possível, aqueles que necessitam de assistência em saúde.

Por tudo isso, a APM se solidariza com os médicos de São Paulo e do Brasil. Nossa compreensão é a de que o Governo é quem deve explicações e desculpas à Nação, pois não tem políticas consistentes, fecha os olhos às demandas da população e administra caoticamente a saúde. Da parte do Excelentíssimo Ministro da Saúde, lhe cabe, no mínimo, uma retratação pública.

Luiz Castro em: DECOLORES

SEU PEREIRA

Desde a tenra idade comecei a trabalhar no comércio. Conheci vários comerciantes, entre eles o inesquecível ALBINO ALVAREZ PEREIRA, conhecido popularmente por Seu Pereira. Meu tio João de Castro, funcionário de carreira do Loyd Brasileiro, mantinha conta corrente (caderneta) na Padaria Luso Brasileiro, sendo  privilegio de poucos na época e diariamente ia naquela casa comercial com meus primos comprar alimentos e o tradicional pão.  Seu Pereira nasceu na Espanha e veio ao Brasil, especificamente para Ilhéus, a convite de seu irmão.  Daniel Ventin mantinha comércio em Salvador e tinha vontade de expandir seus negócios em Ilhéus, por ser uma cidade prospera com muita circulação de dinheiro, por conta da lavoura do cacau. Daí é que Seu Pereira topou o negocio, e logo se tornou sócio da firma.  A empresa prosperou acima do esperado, e, tempo depois construiu o Edifício Pereira Ventin, Edifício Daniel Ventin e o Edifício Paranaguá.

Seu Pereira era um sujeito sugênere. Foi cliente exclusivo do Banco da Bahia e posteriormente do Banco Bradesco, além de  ser amigo particular de Amadeu Aguiar, proprietário do banco. Homem trabalhador, tinha uma personalidade impar, honestíssimo, respeitava as Leis do país, principalmente os direitos trabalhistas. Acordava de madrugada e logo abria a padaria, pois havia clientes esperando, bem como os padeiros que iriam  vender pão nos bairros da cidade.

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ESCULAMBOU GERAL IX

Rodrigo Rocha Loures,aquele assessor especial do Michel, que gazelamente conduziu maleta com 500 mil de uma parcela paga pela JBS ao seu patrão, foi preso pelo Fachinn, dez dias depois é solto pelo mesmo . Vai sofrer na prisão domiciliar, mas com tornozeleira eletrônica. PF em Brasília não tem a dita. Goiás é unha e carne com Brasília e o DEPEN ,Departamento penitenciário nacional toma emprestada a Secretaria publica de segurança e administração penitenciaria de Goiás.
O MP de Goiás fica puto e emite um pedido de busca e apreensão prontamente o Juiz Reinaldo Alves Ferreira recusa o pedido e determina ” Loures a tornozeleira é sua”. A galera vai a loucura.
Essa putaria faz parte do processo do Michel, e o STF a mais alta instância do poder judiciário cuja função institucional e fundamental e apreciar casos que envolvam lesão ou ameaça a constituição , nega a queixa contra a medida do troca troca de ladrões sob argumento da independência dos poderes. PQP, como melhorar essa merda……
Vocês sabem que existe uma comissão incumbida de elaborar a reforma política? Um salafrário, ouvindo lideranças de todos os partidos quer criar um salvo conduto. O meliante solicitaria a justiça eleitoral a garantia previa entre 01 e 28 fev. de ano das eleições. E só poderia ser preso dois dias após as abertura das urnas. É prá valer em 2018.Quero ver quando a apatia dos viventes na terra tupiniquim sofrerá abalos. POVO BUNDÃO…………. …..
Semana passada fiz duas colocações de cunho pessoal daria pitacos prá ver se ajudava desenganchar essa bosta, o 1º já citado, seria expulsar todos os congressistas, com ou sem diálogo, retiro o dialogo é na porrada mesmo. O 2º seria expulsar todos os deputados estaduais e vereadores da terra brasilis, com estes ainda teria dialogo, se não aceitarem na porrada. Os pitacos continuarão e aceito sugestas…..
Quero informar que até o presente momento o STF não se pronunciou sobre a mala que estava com o LOURES. Renovo o pedido, caso não achem o dono permita que me aposse dela. Desde já, mais um agradecimento………
E republica de Curitiba eu cantei a pedra eles voltarão. Xoxinhos. O Judiciário populista tão em voga do Brasil, não defende o povo. Não sei se tem as provas,ao durango kid, faltou coragem de não condenar,ele está compromissado com a imprença.(é com ç mesmo).
O Cais do Valongo, tombado recentemente pela UNESCO foi construido em 1811, era o local de desembarque e comercio de escravos. Construido em 1811 desembarcaram no rio de janeiro mais de um milhão. Em 1831 o tráfico foi proibido, mais ele passa a ser feito na clandestinidade. Isso explica o viés escravocrata do Brasil.

TONHODEMACUCO/JULHO2017

VIII:

ESCULHAMBOU GERAL VIII

Parabéns!

Alfredo Amorim da Silveira

MUTIRÃO DO DIABÉTICO.

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE (ESPECIAL)


1) NOSSA HOMENAGEM A UMA GRANDE EMPRESA.
2) NOS MISTÉRIOS DA MAÇONARIA.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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Comparando. Você sabia?

Material gentilmente encaminhado pelo Pod.’. Ir.’. Deputado Estadual Maçônico, EDIVALDO BOMFIM à quem agradecemos essa deferência. TFA.’.

PESSOA DESAPARECIDA EM IBICARAÍ

Procuro o filho de Vanusia ( MARCOS ? SÉRGIO?), nascido em Ilhéus há 24,25 anos.
Seu pai dirigia o carro de um fazendeiro de Ibicaraí, com casa de veraneio diante do CEPLUS, na estrada a Olivença, em Ilhéus.
A Vanusia uniu-se a Jakson, filho do conhecido peixeiro “Bananal”, do Pontal, se mudando a Vitória do ES.
A criança, que nasceu na minha casa, num parto-relâmpago ajudado pela minha filha de tres anos, foi levada a Ibicaraí pelas suas tias  paternas.
Procuro contato com ele, pois o tenho como um filho desaparecido; quem souber do seu paradeiro, favor ligar 73 9 8848 4088.

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