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:: ‘Espaço do Leitor’

FEMININAS E PODEROSAS

Poderosas, as Rainhas Hatshepsut e Nefertiti (“Chegou a Bela”), no Novo Império do Antigo Egito.

E a Rainha de Sabá, que foi a Jerusalém visitar Salomão por uns dias, lá ficando uns meses.

E Aspásia , mulher de Péricles, o governante no período de maior prevalência política grega, no Mundo Antigo, que não perdia reuniões, interrompendo falas masculinas para expressar as suas idéias.

E Cleópatra, baixinha, gorducha, prognata, nariguda, esfogueada, nem por isso deixando de ficar emblemática, na História Geral da Humanidade.

E a Maria Hebréia, alquimista judia do Egito Romano que inventou o sabão e o “banho maria”? :: LEIA MAIS »

LUIZ CASTRO EM: DECOLORES

O ESTADO LIVRE DO PONTAL – I

Este artigo foi escrito pelo saudoso Sá Barretto em 30/09/94 através do Diário da Tarde, e devido a minha admiração e amizade profunda pelo mesmo achei por bem reeditar, pois achei muito interessante focalizar aspectos pitorescos daquele bairro que sempre gostei desde o tempo das lanchas e besouros, únicos meios de transporte para atravessar a baia do Pontal.

“O Pontal já foi considerado Estado livre. Os seus habitantes agiam com tanta desenvoltura e independência, que, Eusinio Lavigne temendo um movimento separatista para criação de outro Município, conseguiu com o Governo do Estado da Bahia extinguir o distrito de São João do Pontal, transformando-o em bairro de Ilhéus. Até a construção da ponte o Pontal era uma só família. Havia maior entrosamento e intimidade nos bate papos à sombra do tamarineiro regado com cerveja e cachacinha do bar de Mariana, depois de propriedade do seu genro Quintino. Lá pontificavam os Pintos que se tornaram famosos por muitos nativos. Afonso, Cicinho, Astor, Juca Afonso era o líder do grupo. Amigo e admirador de João Mangabeira. Militou no Partido Comunista liderado pelo professor Nelson Schaum uma extraordinária figura humana, cultor da língua portuguesa. Já morava Galório, funcionário das Docas, muito inteligente, dono de invejável verve mordaz e gozador nos seus pronunciamentos. :: LEIA MAIS »

PSICOMUNDO <> O MUNDO DO FAZ DE CONTA <>

O mundo em que vivemos realmente é um “Planeta que habitamos chamado terra do faz de conta”! Faz de conta que temos muitas escolas bem elaboradas; faz de conta que tem merenda escolar e as verbas destinadas não são desviadas, e os estudantes estão obtendo um aprendizado de primeira qualidade. Faz de conta que o nosso País tem o menor índice de desemprego e não existe ninguém pelas ruas sem fazer nada, usando drogas, outros passando fome e com frio debaixo das marquises públicas. Faz de conta que os nossos representantes políticos são fortemente organizados em administração pública e possuem ilibados exemplos de honestidade em todos nossos Estados e no país inteiro. Faz de conta que hospitais e casas de saúde, não estão fechando, sem assistência de péssimas administrações e por sérias dificuldades de crises financeiras.Faz de conta que tudo em nossa cidade e em todos os Estados brasileiros são maravilhosos, principalmente, as estradas e a segurança pública. Faz de conta que pacientes quando procuram atendimento médico são bem tratados e nunca ficam esperando horas e horas nas filas do SUS e dos hospitais com atividades às vezes precárias dos serviços emergenciais, e mesmo assim, até pessoas que representam o poder público também não morrem como indigentes. Faz de conta que tudo isso não é porque somente o dinheiro, o cheque de fiança para caução é muito mais exigido e urgente, porque esse ou aquele plano de saúde naquele hospital ou naquela clinica é aceito. Faz de conta que não é assim que acontece quando as pessoas necessitam de cuidados médicos aqui no Brasil, pois a Lei existe e funciona, sempre é cumprida respeitando à Constituição Brasileira. :: LEIA MAIS »

LUIZ CASTRO EM: DECOLORES

O ESTADO LIVRE DO PONTAL – II 

Morava ainda no Pontal, Aulo e Alciato de Carvalho, desde os tempos de jovem quando ainda vivo eu pai Dr. Afonso de Carvalho, político e advogado de notável saber jurídico, casado com Autinha Berbert, sempre alegre, otimista de gestos impregnados de ternura e bondade. Souza Pinto, que se ofendia quando perguntava a ele se era filho de Souza Galo. O José de Goes agrimensor que mesmo idoso nadava atravessando o Pontal a Ilhéus e vice-versa. Usava uma cartola coco e quando deixaram de fabricar aquele tipo de cartola, ele deixou de usar chapéu. Adelino Roberto da Costa, poeta porteiro do Foro. Presidente da Colônia de Pesca. . Leolindo Marques, Oficial de Justiça, chefe político do PSD chegou a ser suplente de vereador. José Pedro dos Santos, Escrivão de Paz, dizem que tinha cerca de 40 filhos, talvez seja por isso que em uma eleição foi eleito vereador com expressiva votação. Meus parentes Silvio Amaral e os descendentes de Macedônio de Castro, sempre moraram no Pontal. Moradores mais antigos, José Gaudencio, que eu e meus irmãos chamávamos de tio José Pequeno. . Com suas filhas Francisquinha e Sil, Sebastião Fragoso, João de Goes, Erotildes Melo, Adalgisa e sua irmã Estefania, Passinho, corregionario e cabo eleitoral do Pedro Catalão. Trajano e Aristarcho Weil, moraram uma temporada por lá. Ataide sempre em lutas com Arnaldo Badaro., vez por outra saiam uns tirinhos de leve. :: LEIA MAIS »

LEMBRANÇAS DE OUTRORA

Anísio Cruz – janeiro 2018

As vezes fico tentando lembrar como se chegava a Ilhéus, vindo de Itabuna, nas velhas “marinetes” que trafegavam entre as duas cidades, nos anos de 1950. A dificuldade é que, com menos de cinco anos, dormia no percurso, embalado pelos solavancos da estradinha encascalhada, de manutenção precária, como de resto, tudo naquela época.

Morava “na roça”, como muitas famílias de então, e visitávamos a cidade, muito espaçadamente. Não haviam veículos, como hoje, engarrafados no trânsito caótico da cidade, e os poucos disponíveis, eram trazidos de navios, pois não havia outra forma de fazê-los chegar à “princezinha do sul”, como a próspera Ilhéus era tratada. Apenas famílias abastadas conseguiam ter um automóvel novo, pois ainda não eram criados tantos embaraços alfandegários, como agora, e eles nem eram fabricados no país. Lembro-me de alguns fords 49, dodges e studebaker circulando pelas ruas, ou servindo de “carros de praça”, como eram tratados os taxis. Ficavam estacionados na praça J.J. Seabra, em frente ao antigo Clube dos Comerciários, e os seus condutores se tornaram muito populares na cidade. Dudu, Miguel, Magalhães, Pacheco, dentre outros, estavam sempre prontos a uma corrida, principalmente para as fazendas próximas, quando existiam estradas vicinais. Era mais comum se viajar de jeeps, para romper as estradinhas, abertas a picaretas, e enxadetes, em hercúleos trabalhos dos garimpeiros, como eram chamados aqueles que faziam esse trabalho, numa alusão aos operários que buscavam enriquecimento nas escavações em busca de minérios, e pedras preciosas. Fora isso, os vagões das locomotivas, e as faíscas que eram lançadas ao ar, e sempre queimavam as roupas dos viajantes. :: LEIA MAIS »

LINHAS CRUZADAS

Guilherme Albagli de Almeida

Duas vezes cometi, se não um pecado mortal ou venial, apenas um pequeno pecadilho, daqueles que não condenam ao fogo do inferno, ao purgatório nem ao limbo.

Duas vezes peguei o telefone, ouvindo longamente duas conversas, em momentos diferentes.

A primeira foi um caso dramático. Um jovem FDP bom de ir ficar com o Rabudo, ameaçando violentamente a sua ex-mulher a tomar o pequeno filho do casal que estava incontrolável, com a separação destes. Ela, mansa, com voz de boa moça sertaneja, quase chorando, pedindo para ele voltar… Não interferi na conversa logo desligando aquele reality show macabro…

O segundo caso, opostamente, foi cômico. Peguei o gancho, ouvindo a voz ansiosa de um jovem noivo dando rodeios e rodeios, falando a mesma coisa sobre os móveis da cozinha do novo ap. Iam se casar e a cozinha não fora concluída. Mas o q ele queria mesmo era ficar na linha com a sua julieta, repetindo sempre a mesma ladainha:

“O armário”…
”A geladeira”…
”O fogão”…

O bicho estava mesmo ansioso,,,

Quando enchi o saco de ouvi-lo, quando ele perguntou a ela:

”O q fazeeeeer, meu amooooor?”,

Respondi, com firmeza:

“Ora contrate um arquiteto, pô…”

O resto do caso, qq um imagina.

Quem levou a pior foi a Dona Sarah, acusada de uma profissão, nem sempre rendosa, q ela nunca teve.

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) PESSOAS AMIGAS QUE A GENTE GOSTA E NUNCA ESQUECE (1ª PARTE).

2) O “ENTRAVE” DA RUA RODOLFO VIEIRA.

3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

A REGIÃO AGRADECERÁ

Anísio Cruz – janeiro 2018

A notícia de que o Fernando Gabeira está na região, com o propósito de produzir um documentário acerca da “vassoura de bruxa”, mexeu com os brios adormecidos dos nossos cacauicultores. Não que o Gabeira tenha como objetivo, assumir a defesa da nossa lavoura, após tantos anos de derrocada. Mas, pelo menos mostrará ao Brasil, a crua realidade de um atentado terrorista perpetrado contra o nosso principal segmento econômico, que num passado cada vez mais distante, tanto representou para a região, para o Estado, e por via de consequência, para o país.

O fato que gerou a contaminação, sobejamente conhecido por todos os conterrâneos, vinculados ou não, com a lavoura, não teve, a nível nacional, a repercussão esperada por todas as entidades representativas, e pelos próprios agricultores, que viram-se de hora para outra, endividados, e empobrecidos, com os seus patrimônios herdados, ou construídos a custa de muito trabalho, sendo abandonados à própria sorte. Junto com eles, mais de 2 centenas de milhares de operários e seus familiares que lhes serviam na lida, muitos nascidos dentro das propriedades, e outros a elas agregados, que a partir do abandono das propriedades improdutivas, zanzaram sem destino, atônitos por não terem outro meio de vida que lhes desse o sustento. :: LEIA MAIS »

SIGA EM PAZ, DOM PEPI

Anísio Cruz – 10/01/2018

Ele se foi na madrugada desta quarta-feira, e levou consigo o seu humor fino, suas tiradas espirituosas, sua irreverência. No Facebook estava sempre postando suas opiniões, polemizando, mas também participando ativamente nas postagens dos amigos, que sabia conservar, ao longo do tempo. Contava seus casos, suas viagens aventureiras, e até suas bravatas do galante jovem namorador, que foi. Cambaxirra que o diga.

Teve a sua fase de roqueiro, cultivando enorme cabeleira, e vistoso bigode, que arrancavam suspiros nas jovens de então. Esportista, participava nas quadras de futebol de salão, e colecionava troféus. A nossa amizade vinha desde os tempos do IME, onde fomos colegas no 1º científico, e era por nós conhecido como Pepi Legal, alusão ao elegante personagem dos desenhos animados. Era um aluno destacado, sempre obtendo boas notas, dos sisudos professores Antenor B. Brawne (Bráulio), Pedro Lima, a querida Horizontina Conceição, dentre outros. Depois fomos para Salvador, e nos víamos mais espaçadamente, pelas circunstâncias de quem se preparava para os vestibulares, como era comum naqueles tempos. Nos raros encontros, muito papo rolava, nas mesas dos bares da velha Bahia. Boite Anjo Azul, Casarão, ClubeTabaris, e nas incursões pela Ladeira da Montanha no badalado 63, no mais modesto 73, ou para as bandas da afamada Maria da Vovó, que marcaram época na vida boêmia dos anos 60, e início dos anos 70. Vivemos também os conturbados anos dos regimes militares, nas manifestações estudantis que geraram muitas histórias, e sobrevivemos galhardamente. :: LEIA MAIS »

ARRUMEMOS AS MALAS

Anísio Cruz – janeiro 2018

A neve que caiu no Deserto de Saara, deixou perplexos os que se preocupam com o meio-ambiente. A pergunta que todos se fazem é: o que está acontecendo com esse mundo em que navegamos no espaço sideral? Aliás, não tenho conhecimento de outra ocorrência semelhante, numa região de altíssimas temperaturas, e com baixa umidade relativa do ar. Pelo menos não li notícias a respeito.

Se elevarmos o nosso ponto de vista, ampliando o nosso campo de observação, vamos nos deparar com diversos fenômenos climáticos, ocorridos nos últimos anos, que nos obriga a buscarmos explicações junto à comunidade científica, se pretendermos entender as transformações que estão a ocorrer, e que não se localizam numa região específica do globo terrestre, como são noticiados. Erupções vulcânicas, tsunamis, tempestades torrenciais, secas e enchentes desmedidas, juntam-se a furacões e tornados destruidores, terremotos, marés de sizígia, dentre outros que, se olhados isoladamente, fazem parte de situações com que o mundo se defronta, há milhares de anos, desde a sua formação. :: LEIA MAIS »

PREVISÕES E ACERTIVAS METEREOLÓGICAS

Anísio Cruz – janeiro de 2018

Geralmente não consulto previsões metereológicas, porque considero que as chuvas na nossa região, sempre obedeceram a eventos cíclicos. Cito como exemplo, a incidência de fortes chuvas em datas festivas, como Sta. Bárbara (04/12) com seus trovões, N. Srª. da Conceição(08/12), Carnaval, S. João, etc. Os antigos sempre se basearam por elas, para cuidarem das suas roças, realizarem plantios, e em função disso, previam as suas colheitas. Até no nosso cancioneiro popular, há referência ao dia 19 de março, consagrado a S. José, quando tradicionalmente se planta o milho a ser colhido no S. João. E eles quase sempre acertam, e preparam as terras para o plantio. Lembro-me do meu saudoso pai dizendo, cheio de razões, que as chuvas de fevereiro mandam na colheita do cacau. “Se não chover (em fevereiro), nada de boa safra”. E assim sempre foi.

O nordestino também buscou na natureza, referências arraigadas nas suas tradições que foram, e são, transmitidas de pai a filho, geração após geração. Quem nunca ouviu o Luiz Gonzaga referindo-se à floração do mandacaru, como augúrio de bom inverno (como se referem os sertanejos à temporada de chuvas), cujo calendário é diferenciado das outras regiões. As formigas cortadeiras também alertam aos homens do campo, quando cortam folhas e estocam alimentos para atravessarem a temporada chuvosa. Elas também indicam chuva iminente, quando tratam de se proteger depositando terra à montante da boca do formigueiro, para que desvie as enxurradas. :: LEIA MAIS »

LUIZ CASTRO EM: DECOLORES

OS 17 ANOS DA MISSA DA MISERICORDIA – A missa foi realizada na primeira vez na Igreja Nossa Senhora Aparecida no Bairro do Malhado por Padre Miro, que agora é realizada por ele na Catedral São Sebastião\D.Eduardo, todas quintas feiras às 12:00 Horas.

Hoje, vemos em inúmeras Paróquias de todo o Brasil e no mundo, a prática desta devoção em louvor à Divina Misericórdia.

A Misericórdia com os irmãos deve ser praticada a cada instante de nossas vidas.

Jesus Cristo é a primeira fonte da Misericórdia. Assim como seus discípulos, devemos ser os continuadores do amor e do perdão a todos, disse Monsenhor Miro em sua ultima homilia, recentemente fora nomeado pelo Papa Francisco Bispo Diocesano da Diocesano de Guarabira – Paraíba. Peça a Jesus Cristo que o abençoe e que ele seja o verdadeiro pastor do seu rebanho com a bênçãos do Espírito Santo. :: LEIA MAIS »





















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