Editoria ‘Espaço do Leitor’

FALECIMENTO AMIGO DR. ADALGISO CARVALHO

Querido Tinho

Esta foto foi tirada com Adalgiso em Itabuna no ano de 1969. Estávamos participando de um trabalho de escola ( I.M.E. )

Tinho, esta foto foi tirada com Adalgiso em Itabuna no ano de 1969. Estávamos participando de um trabalho de escola ( I.M.E.)

Com muito pesar e tristeza recebo a notícia do passamento deste meu inesquecivel amigo e colega.

Estudamos, juntos 7 anos no I.M.E  e em casa várias e várias provas.

Nossa saudosa e querida mãe Geny gostava muito dele.

Jesus ultimamente tem montado um time lá em cima só com pessoas do nosso carinho.

Hoje farei aqui uma oração para que o nosso amigo descanse em paz.

Para a toda família do nosso querido ” Giso ” meus sentimentos, força e fé que nosso Jesus já está neste momento cuidando dele.

Beijo grande

José Rabat Chame

Vitória da Conquista – Ba

jose.rabat@hotmail.com

Alfredo Amorim da Silveira

CONTRA FOTO 22 11 2014

ESSE IMBECIL NÃO VAI DESISTIR? 

Imagino ser essa a frase que as autoridades municipais pronunciam quando, ao acaso, acabam lendo um texto meu sobre o Lixão do CAIC (se é que ainda leem).
Parei de contar no 120°. Isso mesmo, são mais de cento e vinte textos nos últimos quatro anos, sobre esse assunto específico, espelho do descaso, incompetência, irresponsabilidade com a coisa pública e desprezo e abandono para com os próprios eleitores, munícipes e contribuintes, como se inimigos fossem, desprezados não só como votantes, mas principalmente como seres humanos. A vergonha do Lixão do CAIC atravessa e supera mandatos e mandatários por mais de vinte anos e só piora. O verdadeiro caos está estabelecido. Não há outra conclusão a que se chegar.
Processo judicial existe, caminhando aos passos da Justiça brasileira. Denúncias à imprensa foram feitas por moradores e geraram reportagem na TV regional. Que mais fazer? Acionar organismos internacionais, como OMS e UNICEF? Mostrar ao mundo a mazela e o desrespeito das sucessivas gestões municipais de Ilhéus contra a autoestima do ser humano, contra o meio ambiente e contra a saúde pública?
Não adianta só dizer que o povo é mal educado. O município tem suas obrigações e a ele cabe arregaçar as mangas e resolver. Não estamos na Suíça, senhores. Até o povo ser educado e se conscientizar serão séculos e gerações.
Como se não bastassem as montanhas de todo tipo de dejetos e entulhos, eis que hoje foi encontrado no local um crânio bovino e, próximo, o seu couro dividido em dois pedaços. A fedentina exala por toda a área, inclusive no colégio CAIC, onde crianças e adolescentes matriculados têm a infelicidade de respirar lixo diariamente.
Observe nas fotos o acúmulo de lixo, a água parada fétida, animais pastando no local e, o mais grave, jovens estudantes expostos a uma infinidade de doenças, dentro e fora do colégio. Tudo isso encravado numa área residencial, confluência da Urbis, Santo Antônio de Pádua e Faelba.

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Não, este imbecil não vai desistir.

Nilson Pessoa

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE


1) COMEMORANDO ANIVERSÁRIOS DE AMIGOS.
2) DIA DE FINADOS: VISITANDO OS CEMITÉRIOS DE JUAZEIRO DO NORTE (FINAL).
3) PEDINTES ACOMPANHANDO O PROGRESSO.
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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AFINAL, O QUE É SER BOLIVARIANO?

Está na moda chamar a todos os que votaram em Dilma ou apoiam Lula de bolivarianos. Mas de onde vem este termo que nunca tínhamos ouvido falar?

Por óbvio, o adjetivo se refere a Simón Bolívar. Entretanto, a maior parte dos brasileiros perguntará: E quem foi ele?

Vamos lá: Simón Bolívar (1873 – 1830) nasceu em uma família da elite branca e rica da América Colonial Espanhola, no local onde hoje se situa a Venezuela. Após iniciar seus estudos, tornou-se militar do Exército, indo posteriormente para a Europa onde, tal como os pouquíssimos filhos das famílias privilegiadas, avançou em sua formação intelectual. Foi lá que Bolívar entrou em contato com as novas e avançadas ideias iluministas, tão em evidência naquele período.

Revoltado com o fato de sua terra natal ser uma colônia dominada pela Espanha, ao retornar à América do Sul Simón Bolívar não se conformou em ser um rico senhor de terras e escravos: Passou a liderar a luta armada contra os colonizadores espanhóis, o que em diversas ocasiões poderia ter lhe custado a vida. Após duríssimos combates, conseguiu a independência de vastas regiões americanas, dando origem aos atuais Peru, Bolívia, Equador, Panamá, Colômbia e Venezuela. É, por isso, o pai da independência, o grande Libertador destes países.

Assim, chamar alguém de bolivariano deveria ser um enorme elogio. Entretanto, no Brasil de hoje, não é. Por que isso?

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PROPAGANDA IRRITANTE

Veja a letrinha dessa musiquinha chata pra carvalho:

Obras pra lá.

Obras pra cá.

Tem obras em todos os cantos.

A prefeitura trabalha e Ilhéus vai melhorando.

É mole ou quer mais? Que mentira, que lorota boa.

Pois esta vinheta toca o dia inteiro nas nossas emissoras de rádio. O pior é que o cidadão sai por aí à procura dessas obras e não vê nada, nadica de nada.

Ontem passei naquele trecho que fica atrás da 6 DIRES e cheguei até um trevo da combalida Avenida Itabuna. O que vi numa artéria de intenso tráfego não dá pra entender, é buraco pra todos os cantos, os condutores de veículos fazem estripulias para se livrar dos buracos.

A partir da entrada do prédio da CEPLAC, fizeram um recapeamento asfáltico até bem próximo da cabeceira da ponte e simplesmente deixaram estes poucos metros sem a complementação asfáltica e os buracos e o abandono estão lá pra quem quiser ver e curtir.

Atravessando a ponte chega-se à outra cabeceira e aí começa novo problema, numa das avenidas mais importante da cidade que liga o centro à Zona Sul.

Buracos, buracos, buracos.

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A INDÚSTRIA DA  SECA  (última parte)

por JUVENTINO RIBEIRO 

“O efeito prático das várias medidas governamentais não se traduziu em melhorias significativas para o cotidiano do nordestino, pois em vez da propalada implantação de obras de infraestrutura, de indústria de bens e serviços o que tem ocorrido mesmo foi implantação da indústria da seca”.

Tem sido notório que oligarquias econômicas e políticas do Nordeste sempre se utilizaram de recursos do governo em benefício próprio, sob pretexto de combater as mazelas do fenômeno climático. Outras secas atingiriam a região nas décadas seguintes, sendo que a mais abrangente teve início em 1979 e durou quase cinco anos. Fome e saques se espalharam pela região. Estima-se que não houve colheita em nenhuma lavoura dentro de uma área de 1,5 milhão de km2.

Dados oficiais dão conta de que, naquela época, morreram 3,5 milhões de pessoas por conta de enfermidades e desnutrição. Ficaram famosos os noticiários da TV mostrando crianças esqueléticas a brincar com ossos de animais mortos de fome e sede. Estarrecia também a divulgação do desespero dos sertanejos na busca por alimentação. Comiam qualquer animal que se mexesse na rala e séquida vegetação da caatinga: calangos, teiús, jiboias, ratos e lagartixas.

E nota-se que todo esse descaso ocorreu acentuadamente no período dos anos de chumbo da dominação das fardas, que muitos insistem em propugnar por seu retorno, como baluarte da moralidade, para combater a corrupção que tem assolado por todas as áreas deste nosso Brasil varonil.

Devido a medidas meramente paliativas, o fenômeno repetiu-se com mais intensidade nos anos de 1993, 1998 e 2001. No fim da década de 1990, Pernambuco viveu o pior racionamento de água de sua história: a região metropolitana, incluindo Recife, passou a receber água encanada apenas uma vez por semana. Em 2001, aliada à crise de energia elétrica que colocava em risco todo o País, a estiagem tornou-se ainda mais preocupante.

Um dos projetos do governo federal para possibilitar maior irrigação na área do semiárido, é a transposição do Rio São Francisco, cujas raízes já teriam sido fincadas na época do Império. É uma obra bastante polêmica, tanto por sua viabilidade econômica como por seu impacto ambiental, agora às voltas com escândalos por denúncias de superfaturamento das obras.

No entanto, o efeito prático das várias medidas governamentais não se traduziu em melhorias significativas para o cotidiano do nordestino, pois em vez da propalada implantação de obras de infraestrutura, de indústria de bens e serviços, o que tem ocorrido mesmo foi implantação da indústria da seca. Trata-se de  nefasto conjunto de procedimentos de que se utilizam poderosos grupos nordestinos que se valem do fenômeno e, sobretudo, do mito da seca, para colherem benefícios governamentais em proveito próprio.

PARA LER A PARTE 2 CLIQUE AQUI.
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POBRE ILHÉUS! VITIMA DE MUNÍCIPES MAL EDUCADOS E DO DESCASO DOS GESTORES.

Há oito dias esta sucata de geladeira está “ADORNANDO” a paradisíaca Avenida Litorânea Sul, no Pontal.

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Ilhéus é uma Cidade atípica. Os Gestores não tem autoridade administrativa para cobrar o CODIGO DE POSTURA, em contra partida, os MUNÍCIPES não fazem a sua parte, ao contrario, conspiram a favor da sua DECADÊNCIA. É muito LAMENTAVEL.

Edgard Siqueira

Associação de Moradores do Bairro Hernani Sá

FESTA DO BOI

A chuva fez a Organização mudar a data para 30 de novembro

Um dos eventos que já faz parte do calendário cultural do Bairro Hernani Sá e dinamizada toda a zona sul de Ilhéus, ocorre no próximo dia 30 de novembro, na praça de alimentação do local, a partir das 14 horas.

A Festa do Boi, que este ano está na 7ª edição, é promovida pela Associação de Moradores do bairro, com o apoio da prefeitura, através das secretarias municipais de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Cultura e (Secult) e Turismo (Setur).

Serão sorteados um boi, cinco peças de carne, entre outros brindes. O evento é aberto à população, e para participar do sorteio basta comprar o bilhete, no valor de R$ 5,00, na sede da associação (Avenida Sylvio Silva, 201 – Eixo Principal), nos períodos das 9 às 11 horas e das 19h30 às 21 horas.

O bilhete também pode ser adquirido no quiosque Quente e Frio, no Boteco do Cerqueira e no Alberto Bar.

Os recursos serão utilizados na conclusão das obras de duas salas da sede da associação, o que vai colaborar para o melhor atendimento aos moradores, promovendo mais conforto e bem estar.

Luiz Castro em: DECOLORES

EXIGÊNCIAS DA VIDA MODERNA

Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro. E uma banana pelo potássio. E também uma laranja pela vitamina C.
Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.

Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água. E uriná-los, o que consome o dobro do tempo.

Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão).

Cada dia uma Aspirina, previne infarto.

Uma taça de vinho tinto também. Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso.

Um copo de cerveja, para… não lembro bem para o que, mas faz bem.

O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber.

Todos os dias deve-se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente para fazer um pulôver.

Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.

E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada. Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia… E não esqueça de escovar os dentes depois de comer.

Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.

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EMBASA / MORADORES E COMERCIANTES AGRADECEM

Esse problema se arrastou por muito tempo. Moradores e comerciantes não aguentavam mais o odor fétido que dele exalava. Situação esta que estava insuportável e, além disso, amargaram prejuízos comerciais. A torcida, agora, é para que o resultado seja positivo. Amanhã, depois e depois… saberemos se ficou legal.
Em que pese as taxas pagas e a obrigatoriedade da solução ser a contrapartida somente hoje, depois de centenas de ligações, pedidos etc, a coisa funcionou.
Os agradecimentos deverão, por uma questão de justiça, ter endereçamento certo: EMBASA que escalou uma equipe de profissionais que mostraram competência e conhecimento da rede.
Fica os nosso sinceros agradecimentos e, amanhã, chibata, Pedrão e o povo dos arredores aposentarão as vassouras e destamparão as “narinas”.

Valeu mesmo!!!!.

Rabat.

CAPA R2CPRESS

INDÚSTRIA DA SECA – 2.

por JUVENTINO RIBEIRO 

“Durante a ditadura militar, implantada em 1964, o uso da SUDENE foi desviado dos objetivos iniciais, sendo considerada uma entidade que, além de não realizar os fins a que se propunha, era um foco de corrupção. Por conta disso e após uma sucessão de escândalos, em 1999 a imprensa iniciou um debate sobre a existência do órgão, extinto finalmente em 2001 por Fernando Henrique Cardoso e reimplantada em janeiro de 2007, pelo Governo Lulla” (Wilkipedia).

Em 1890 Rodolfo Teófilo Esquina, historiador e escritor, um dos fundadores da Academia Cearense de Letras, escreveu o livro A Fome, no qual descreveu com exacerbado realismo os horrores da Grande Seca de 1877:

A peste e a fome matam mais de 400 por dia! O que te afirmo é que, durante o tempo em que estive parado em uma esquina, vi passar 20 cadáveres: e como seguem para a vala, faz horror! (…) E as crianças que morrem nos abarracamentos, como são conduzidas!

Pela manhã, os encarregados de sepultá-las vão recolhendo-as em um grande saco e, ensacados os cadáveres, é atado aquele sudário de grossa estopa a um pau e conduzido para a sepultura. Metade da população do Ceará, que tinha 800 mil habitantes.

Sinalizando preocupação com a drástica situação do Nordeste, os promulgadores da constituição republicana de 1889, fizeram nela constar dispositivo que instituía um percentual do orçamento da União destinado a ações orientadas à prevenção e minoração das consequências das longas estiagens.

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A DERROTA DA PARTICIPAÇÃO POPULAR

Reveste-se de um significado negativo, preocupante, a derrota sofrida pelo Governo Federal, logo após as eleições, quando a Câmara dos Deputados rejeitou o Decreto da Presidência da República que instituía a PNPS – Política Nacional de Participação Social.

O Decreto presidencial que trata da PNPS visava possibilitar ao Governo Federal estabelecer mecanismos de consulta e participação popular, por meio de conselhos atuantes nas mais diversas áreas, para que o povo pudesse, através das entidades presentes nestes conselhos, se manifestar de forma mais direta sobre as políticas, projetos de lei e sobre as decisões a serem tomadas pelo Poder Executivo, estreitando a participação popular em relação às decisões governamentais.

Entretanto, sem se estender em negociações ou em debates, o líder do PMDB na Câmara dos deputados, juntamente com os líderes dos partidos de oposição, rejeitou sumariamente o projeto, em votação simbólica, realizada a partir das lideranças.

Se fosse mantido, o decreto presidencial, na prática, daria cumprimento ao que está contido no parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal, que estabelece: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente.”

A derrota imposta ao Governo é uma derrota da Democracia e do povo brasileiro, pois ao optar pela democracia representativa, via deputados e senadores – em prejuízo da democracia direta, em que o povo se manifesta mais diretamente – a Câmara dos Deputados manteve a população mais longe das decisões políticas, obrigando o Governo a negociar unicamente com os parlamentares, com o que deputados e senadores ficam ainda mais poderosos por deter a exclusividade da representação popular para fins de discussão de novas leis, rechaçando a participação do povo neste processo.

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Heckel Januário em: UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE (XVI)

(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)

Alguns palavrões, embora a princípio sejam pejorativos, mudam de sentido ao sabor da mudança do tom.   É o caso do popularíssimo “filho da puta”. Quem nunca, expressando embevecimento a alguém, disse: “Esse cara é um filho da puta!”?  E o porreta é que na maioria das situações nada tem a ver com a inocente genitora do qualificado, mesmo nos calorosos e tradicionais “elogios” de torcida a árbitros de futebol nos estádios. É com essa, digamos assim, ‘palavra-chave’, que iniciamos mais uma, a bem dizer, duas, de outras incomuns de alguma maneira ligadas a Bebel.

Bom, o belmontense Carlos Mega nos anos 60 do século passado estudava em Salvador e formou-se em bacharel em Direito, iniciando a carreira profissional como delegado numa delegacia nas cercanias da Praça da Piedade. Cidadão do tipo sério, voz grave, mas gente da melhor qualidade e, como um farrista e carnavalesco de primeira, do de ‘fazer acontecer’ junto com Afrânio(estudava química na capital) e o empresário  Zeca de Pepino,  parceiros de fé nos velhos   carnavais  de Bebel, que naqueles idos era de ‘arrombar’, a ponto de ser considerado um dos melhores da Bahia. Já conhecido e com amigos no meio jurídico soteropolitano, estreita também, por força da função exercida, relação com a “malandragem” – mas, como natural, uma malandragem mais para a ‘boemia’, diferente da “barra pesadíssima” de hoje em dia. Certa feita, conta-se, que Mega estava a bebericar umas e outras numa barraca da tradicional festa da Ribeira com o então Secretário de Segurança Pública do Estado da Bahia quando ao largo passam quatro personagens da referida categoria e o avista. Bastou para de forma uníssona, bradarem: “Doutor Mega, seu filho da puta, tá tomando sua cervejinha aí e não nos convida, né! Nós vamos até aí”.

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INDÚSTRIA DA SECA – 1

juventino ribeiro para sitepor JUVENTINO RIBEIRO 

A indústria da seca é um conjunto de expedientes ou procedimentos de poderosos grupos nordestinos que se valem do fenômeno e, sobretudo, do mito da seca, para colherem benefícios governamentais em proveito próprio.

Recentemente, revirando alfarrábios – tenho-os em grande quantidade – deparei-me com uns publicados no Diário da Tarde, de Ilhéus e no jornal A Tarde, de Salvador, na década de 90. Um deles estampava o título “A Industria da Seca”. Revisei, atualizei, acresci e agora republico.

Acho que alfarrábios, de origem árabe, são malditos – sem conotação discriminatória – e rimam com tosse. Acoitam malditos fungos e ácaros que me têm torturado há vários dias. Bendita seja a tecnologia da informação, pois o scanner é um asséptico coadjuvante para perenizar antigos escritos, digitalizando-os e enviando-os às nuvens computacionais. Assim, podemos queimar alfarrábios e seus malditos habitantes que minam nosso sistema respiratório.

Pois é, seca é assunto que me atribula desde quando nasci, em Mirabela, Norte de Minas Gerais. Essa região integra o famoso Polígono das Secas, juntamente com Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e parte de Alagoas. Nada há mais desolador do que uma paisagem árida, sem que se vislumbre no horizonte uma pequena nuvem alentadora para o sertanejo. Passei algum tempo na África e por lá vi paisagens semelhantes. É tudo muito estarrecedor e todo brasileiro deveria ler mais sobre a seca e suas consequências. Fica a dica aos pais e professores.

O tal artigo tecia uma panorâmica dos diversos acontecimentos alusivos às secas, desde a época do Imperador D. Pedro II, mais precisamente o ano de 1877, período este conhecido como A Grande Seca. Só o Estado do Ceará perdeu mais de 400 mil habitantes, equivalente à metade de sua população, naquela época, dizimados por doenças e pela fome, consequências da seca. Mesmo se considerar exageros na estimativa, o cenário causou choque em estudiosos dessa época.

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Falecimento / “TIO ZITO CARDOSO”

Joao Cardoso da Silva.

Joao Cardoso da Silva.

Joao Cardoso da Silva ( tio Zito )

Hoje pela manha, ex- auditor do Banco do Brasil, corpo sera velado, provavelmente, na Maçonaria.

Tio  Zito estava aposentado.

O problema de saúde dele se agravou como consequência de   uma queda. O coração parou.

Grato, Rabat

Heraldo Faskomy de Sá.

 

Descaso total (URGENTE)

Boa noite
Venha através deste veículo de grande comunicação social na cidade de Ilhéus-BA denunciar o descaso com a falta de fiscalização contra os donos de animais (e que utilizam destes para trabalho) abandonarem um animal em precário estado de vida nas dependências próximas a Faculdade de Ilhéus. Eu como leitor do veículo de comunicação, gostaria que fosse publicado essa matéria. Isso é o cúmulo da falta de respeito contra os animais, isso revela o descaso dos seres humanos perante aos animais, a falta de cuidado, a falta de amor, a falta de carinho…. Isso dói bastante para as pessoas que amam os próximos e isso deve ser levado a sério, maus tratos contra os animais É CRIME! E gostaria que por ventura, fosse identificado o dono do animal e o mesmo respondesse pelos crimes o qual fora identificados! As fotos a seguir demonstram o quanto a população se mobilizou para ajudar o animal e o Centro de Zoonoses não funciona durante o final de semana (coisa que deveria ser mudada, o horário de funcionamento). Destaco também a mobilização dos alunos do 2º Semestre de Direito da Faculdade de Ilhéus que entraram em contato com diversos profissionais da área e tentaram encontrar soluções humanizadas para ajudar o animal, mas não foram suficientes para tirar o mesmo da situação de sofrimento.
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Fica meus votos de estima e elevada consideração.
 Att
Victor Mello

 

O “TIME” do TEMPO voa …

Tava aqui procurando uma música no youtube e achei essa que marcou meio mundo.


Na sofrência


Enviado por Marcelo Ribeiro.

O LIXO E A AVE SÍMBOLO

A cada dia vão surgindo novos lixões, mormente na zona sul e, pior, nas proximidades do aeroporto, o que – com a possibilidade de colisões entre aeronaves e urubus – causam grande risco à aviação. O Lixão do CAIC continua a mesma vergonha de sempre, exemplo de descaso e inércia da administração pública, que não tem uma política para resolução do problema. Se a população é deseducada, cabe ao município implantar um programa de educação sobre o assunto, esclarecendo aos  munícipes quais as consequências ao meio ambiente e à saúde pública ao se descartar lixo em local inadequado (campanhas em escolas e bairros, panfletagem, propaganda, palestras, etc.). Paralelamente, criar logística e fiscalização apropriadas. Afinal, não é pra isso também que serve a gestão municipal?
Além do descabido Lixão do CAIC, surgem novos lixões nas proximidades do cemitério (Hernani Sá) e Nelson Costa. Mas, sui generis, e irresponsavelmente absurdo, é o da curva da cabeceira da pista do aeroporto, à beira mar, nas proximidades do hotel. Quem por ali passa e pensa que vai respirar a brisa marinha se decepciona. Em vez de brisa do mar, um bafo fétido de carniça e podridão – ótimo para os urubus. Já sinto pena dos turistas de fim de ano que começam a chegar; planejam gastar seu dinheiro por aqui, movimentando a Economia da cidade, e recebem isso em troca.

O LIXO E A AVE SÍMBOLO

O LIXO E A AVE SÍMBOLO

Por falar em urubus, eis que me surgiu de algumas localidades adotarem aves como símbolo. Por exemplo, a águia é a Ave Símbolo dos EUA, o tuiuiú é a Ave Símbolo do Pantanal/MT, o quero-quero, do Rio Grande do Sul.
Já está na hora de nominar a Ave Símbolo de Ilhéus. Tem que ser uma que esteja em evidência, claro.

Nilson Pessoa

SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME…

por Guilherme Albagli de Almeida

Mariazinha ia muito mal naquela escola pública, numa cidade do Norte Mineiro. Estava na sétima série e, aos treze anos, ainda não aprendera quantos dias havia na semana ou no mês… A pró chamou os pais para uma conversa séria: estava desatenta, andando com meninas que matavam aulas para namorar, estando uma delas, aos treze anos, embarrigada… O Pai da Mariazinha enloqueceu. Deu-lhe uma surra e a pôs de castigo sem ir à escola por uma semana. Vetou-lhe, também, o acesso ao computador. Foi aí que o Padrinho da família resolveu os levar a um antigo e conceituado convento de freiras italianas para que a Mariazinha estudasse num ambiente mais respeitoso e saudável.
No dia da reserva da vaga, o Padrinho pediu às freirinhas para dar uma volta nos amplos páteos onde estiveram, como alunos, a sua avó, a sua mãe, uma tia, duas irmãs, um irmão e uma filha.
Foram até a banda leste do páteo para olhar a longa cadeia de montanhas azuis que recortavam o horizonte. Ali chegando, ao longe, viram num canto uma imagem que, em princípio, pareceu ao Padrinho algo como um grande prato de macarrão miojo; mas não era, era um grupo de pessoas, quatro adultos, por volta dos quarenta, e umas quatro jovens alunas… Um dos adultos refastelava-se num batente atracando firme uma jovem aluna pela sua cintura. Ela, carinhosa, repousava a sua cabeça no ombro dele…

O Padrinho, também um professor, se aproximou do grupo e perguntou ao adulto ali sentado:
– Desculpe, o Senhor é professor?
Antes dele responder, a jovem adolescente respondeu:
– E dos bons!!!
Os outros adultos que ali estavam se afastaram um pouco do amoroso casal, assim como as demais jovens.
Falou-lhes o Padrinho:
-Pois na escola onde trabalho, o docente que chegar a um metro de uma aluna, é demissão por justa causa…
O professor refastelado respondeu:
-Pois aqui é assim… e foi retirando o braço enlaçado na cintura da menina.

Adiante, saindo da cena, meio ofegante, falou o Pai da Mariazinha:
-A sem-vergonhice está por toda parte… Cabe a cada menina saber o que faz… Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come…
Ponderou certo, desta vez, o Pai da Mariazinha…

(Este é um conto ficcional; qualquer semelhança com fatos verídicos, presentes ou passados, em qualquer lugar, seria uma mera coincidência)

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