Editoria ‘Espaço do Leitor’

PREVENÇÃO, PALAVRA ESQUECIDA

Já dizia minha avó “melhor prevenir do que remediar”. 

Dengue, zika e chicungunya - prevenção ZERO.
Dengue, zika e chicungunya – prevenção ZERO.
Dar chance ao azar é típico do ser humano.  Nós, brasileiros, mais ainda, daí aquele outro ditado: “brasileiro só fecha a porta depois de roubado”.

Já parou pra pensar quantos motoristas estariam usando o cinto de segurança se não fosse obrigatório por lei e sujeito a multa? E os motociclistas, quantos estariam usando capacete? Quantos de nós, mesmo os de melhor condição financeira, possuem seguro de vida? Quantos têm um extintor de incêndio em casa? Quantos usam camisinha sempre?
Pois é, e quando o assunto é prevenção ao tripé dengue/zika/chicungunya, a coisa não muda nem um pouco de figura.
Um dos slogans da campanha de combate ao mosquito Aedes Aegypti é “se cada um fizer a sua parte, acabaremos com o mosquito”. Mas a realidade é cruel. Na massa que inclui pessoas físicas, pessoas jurídicas, setor público e setor privado, apenas uma minoria inexpressiva está fazendo a sua parte – ou seja, quase ninguém – e o efeito disso é nada mais nada menos do que ZERO. Nem mesmo o poder público consegue equacionar que,  em se reduzindo o número de mosquitos, reduz-se o número de pessoas infectadas e reduz-se, também, a despesa financeira do sistema público de saúde.
Em Ilhéus, um exemplo clássico é o velho e famoso lixão ao lado do Colégio CAIC, no Hernani Sá, zona sul. Enquanto a prefeitura dá de ombros ao problema,  populares continuam usando e abusando de um terreno não murado (cujo proprietário parece ser blindado a penalidades) para descartar toneladas de lixo e entulho, viabilizando, assim, o que pode ser um dos maiores criadouros de mosquitos Aedes Aegypti da cidade, se não o maior. Quais desses atores estão fazendo a sua parte no combate ao mosquito? Nenhum.
Moral da história: Fomos roubados. E a porta continua aberta.
Nilson Pessoa

PSICOMUNDO – RETROSPECTIVA DO BRASIL DE TODOS NÓS!!!

São lastimosas as manifestações do poder de frieza e calculadas transgressões nos tristes acontecimentos políticos, maculando com extremas degradações a boa fé dos brasileiros; e sempre ações petulantes agredindo a ética e moral, permeadas de farsas truculências sociais e humanas em nosso País! E a população assistindo em poucos brandos de revoltas, porém, deixando os caminhos seguirem com altíssimos desvios de verbas governamentais. São incalculáveis os inúmeros setores das administrações públicas em toda a “Nação Brasileira”, que os arbitrários do poder estão desfalcando e saqueando todos os recursos que seriam destinados às nossas Empresas Públicas. E muitas que estão falidas por falta de recursos financeiros causados por apropriações indébitas. E são tantas que deixamos de enumerá-las a fim de que sejam imparcialmente observadas por cada cidadão ama e tristonhamente observa o Brasil cambaleando em tragédias causadas pela pouca vergonha dos nossos governantes e seus seguidores partidários.

As necessidades básicas dos brasileiros foram desligadas dos controles dos sentimentos de responsabilidades dos administradores públicos. E Judicialmente a Justiça Brasileira não oferece a firmeza e a confiança em seus julgamentos, e sempre demonstrando ao povo a sua verdadeira identidade parcial e oculta. Escondem as façanhas desonestas em favor de tantos atos ilícitos contrariando os padrões que possam elevar a soberania da dignidade ao Brasil. Vivemos no mundo irreversível de péssimas condutas e estamos em regimes há muito tempo amarfanhados sem nenhum respeito à “Soberania Nacional”.  Perdemos a noção do estado de direito e pouca segurança em todos os sentidos para trabalhar e esperar a proteção em tempo integral para sentir a força da dignidade através do nosso trabalho honesto e solidário em nossa Pátria.

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Alfredo Amorim da Silveira

capa

Agradecimento

Senhores bom dia!

Em nome do Museu Nacional de Enfermagem Anna Nery, venho agradecer pelo apoio na divulgação da exposição de curta duração, Maria Stella: mãe mulher e imortal que faz parte da exposição de longa duração Enfermagem Brasileira: a contribuição afrodescendente.

Desde de a abertura em 24 de novembro de 2015 à 31 de março de 2016, mais de mil visitantes estiveram no MuNEAN visitando a mostra o que nos dá muita satisfação e a certeza de que os colegas jornalistas estão abraçando o museu.

Sem o apoio de cada um de vocês nada disso seria possível.

Agradeço de coração pela colaboração e pela atenção dada a este colega de profissão.

Espero pode contar cada vez mais com cada um de vocês e estamos de portas abertas para recebê-los.

              Cordialmente,

                Luciano Mercês

         Cord. Comunicação Mkt e Dinamização

                 MTB: 4538/BA

 

NEM PONTE NEM PRAIA

Por: Luciano “Píupa” Amaral

Praia_Maramata

Praia_Maramata

Domingo, nove da manhã. Blocos de nuvens espalhadas pelo céu azul refletiam sobre as águas paradas na Baía do Pontal. Barcos estacionados e enfileirados próximos a Orla Lomanto Junior deixavam a paisagem ainda mais exuberante antes do sol começar a esquentar. Peguei minha bike, e fui dar uma volta e parei na banca de jornal para comprar uma revista.

O dia estava perfeito, mas quando olhei em direção a Prainha e vi toda a bagunça que estava por lá desanimei. O cenário era de destruição. Meu amigo jornaleiro havia me informado que há poucos minutos as balsas que estavam ali tinham acabado de partir.

Por um segundo voltei ao tempo e comecei a ver as pessoas chegando e se acomodando sobre a areia fofa e branca daquele lugar. Homens jogavam bola, as mulheres tomavam banho de sol. As crianças se espalhavam na beira da água salgada que vinha do mar, beirando o Morro do Pernambuco, misturando-se com ás águas doces do Rio Cachoeira e indo em direção à Sapetinga onde da para ver o sol deslizar por trás do mangue.

Tinha gente que encostavam seus carros, ligavam o som, acendiam a churrasqueiras e tomavam umas cervejinhas até o entardecer. A prainha era só festa!

Volto à realidade e vejo que os bons tempos ficaram mesmos para trás. Por conta da construção da ponte, alguns moradores tiveram que vender suas casas, comerciantes até hoje se queixam do movimento e o mais grave foram os operários que perderam suas vidas.

Faço a volta pela fábrica de gelo próximo à banca e pedado para ver o estrago de perto.

A rua coberta de barro, a praça cheia de lixo, e em volta um monte de areia suja, mato e poças de água encardida.

Diante desse caos, tiro meu celular do bolso e registro à placa enferrujada que infelizmente informava… PRAIA DA MARAMATA.

ILHÉUS / Jardim Savoia abandonado pelo poder público

Indignação!

Porque o poder público municipal abandona o bairro Jardim Savóia? Nós moradores já a muito tempo, continuamos a não entender por que tal comportamento! Soubemos que o prefeito tem imóvel aqui ? mora ? ou morou? Comenta-se também, que nunca o viram passando de automóvel por aqui, quiçá caminhando nas avenidas do bairro. Acredito, ter medo de ser questionado pelos moradores cara a cara.O bairro está um abandono, quando chove é um problema,não temos rede de água pluvial, buracos na pista, falta de pavimentação de algumas transversais, árvores precisando de poda de rebaixamento, passeios quebrados, sem serviço diário de varrição, meio fio cheio de mato, iluminação precária. Será que os valorosos IPTU’S e TIP pago pelos moradores, não chegam aos cofres da prefeitura? Uma construtora e incorporadora recentemente está construindo um empreendimento aqui, que acredito, irá contribuir com o aumento substancial de moradores, mas observo, que o gestor municipal não se preocupa e não está nem aí para melhorar a infraestrutura do bairro?. Prefeito! Precisamos uma providência imediata com relação aos fatos relatados, no mínimo, os essenciais serviços urbanos que é de total responsabilidade da prefeitura.
Uma empresa distribuidora de energia, está concluindo a implantação da ampliação de rede de alta tensão(138KVA) para a cidade, vindo do distrito industrial e passando pelo bairro, com postes imensos e cabos aéreos que é um absurdo em dias de hoje, motivo de indignação da maioria dos moradores.
Como já existe o dito: Contra foto não há argumento, segue as fotos recentes do bairro, mostrando a verdadeira situação em que ele se encontra. Vale salientar, que o bairro Jardim Savóia, compreende as avenidas: Proclamação(Atual Sá Barreto),Rio Almada, Central (Atual José Luis da Fonseca), Itacanoeira e transversais.

Com a palavra os moradores do bairro e representantes da prefeitura, que queiram se manifestar.

Eduardo C. Silva

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Assembleia em Ilhéus discute atrasos de salários dos terceirizados  da educação e mantém  paralisação

Uma assembleia realizada no município de Ilhéus entre centenas   de trabalhadores terceirizados que prestam serviços a rede estadual da educação na região Sul da Bahia  e o Sindicato da categoria, debateu sobre a crise no recebimento de salários e benefícios. A assembleia aconteceu na manhã desta segunda-feira(28), no auditório do  Colégio Modelo.

Assembleia_Ilhéus-terceirizados_28_03_2016

Assembleia_Ilhéus-terceirizados_28_03_2016

Os quase três meses de atraso de salários das empresas Locserv e AML; o não pagamento  dos vale transporte  e vale alimentação da empresa Sandes , além da falta de perspectiva de receber os tempos de serviços da empresas AML, motivaram a reunião.

As informações do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza da Região Sul e Extremo Sul da Bahia (Sindilimp) são da não existência até o momento  de previsão para pagamento das empresas aos trabalhadores. “São eles que fazem a merenda dos adolescentes, cuidam da portaria, cuidam da limpeza e dão contam dos serviços administrativos das escolas. Não é justo ficar sem receber o que tem direito,” pontua José Carlos, coordenador regional do Sindilimp.

A assembléia definiu manter a paralisação iniciada em 9 de março, em todas as atividades nas escolas, até que uma solução definitiva seja oferecida pelas empresas ou pela Secretaria da Educação do Estado.

Luiz Castro em: DECOLORES

O que Jesus disse sobre si mesmo?

A solução perfeita de Deus
Durante seus três anos de ministério público, Jesus nos ensinou como viver e realizou muitos milagres, mesmo ressuscitando os mortos. Ele declarou que sua missão principal era salvar-nos dos nossos pecados.
Jesus afirmou que ele era o Messias prometido que traria toda a iniquidade sobre si. O profeta Isaías havia escrito sobre o Messias 700 anos antes, dando várias dicas sobre sua identidade. Mas a dica mais difícil de entender era a de que o Messias seria tanto homem quanto Deus!
“Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado. E ele será chamado… Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” (Isaías 9:6)
O autor Ray Stedman escreve sobre o Messias prometido por Deus: “Desde o início do Velho Testamento há um senso de esperança e expectativa, como o som de passos que se aproximam: Alguém está vindo! … Essa esperança aumenta ao longo dos registros proféticos quando profeta após profeta declara dica instigante após outra: Alguém está vindo!”[8]
Os profetas antigos previram que o Messias se tornaria a oferenda perfeita de Deus pelos pecados, satisfazendo sua justiça. O homem perfeito que se qualifica para morrer por nós. (Isaías 53:6)

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Eu e a Chikungunya

Por Guilherme Albagli de Almeida

Depois de uma leve febre e só um dia de prostração, começaram as dores, na sola e peito dos pés, no tornozelo, joelho, ombros e dedos das mãos. Emergência hospitalar e Dipirona amenizaram o sofrimento. Cessada a medicação, dores insuportáveis. Para se levantar de uma simples cadeira, só com alguém me puxando as duas mãos. A minha valença era saber que este vírus incomodava, mas não matava, me disseram.
O pior era estar com uma breve viagem marcada àquela cidade romana da margem norte do Tâmisa. Comprara a passagem faz um ano, para os trinta anos da minha mais velha, mas fui proibido pela Dra. Cavicchiolo, pois estava, então, ruim da glicemia. A empresa aérea me dera um ano de prazo para remarcar a viagem e eu não queria perder o investimento já pago em dez prestações. Com a chikungunya mesmo, resolvi partir. Por lá, no frio, as dores cessaram.

No último dia, contudo, chegada a primavera, com muita luz, calor e as árvores já exibindo os seus botões florais, lá me voltam as dores citadas. Onze horas no avião me deixaram quase sem poder andar, mesmo me levantando umas doze vezes para circular no corredor da aeronave. Êta vírus amaldiçoado, distribuído sem pena pela mosquita. Tive que me mudar para o térreo da minha casa para evitar subir e descer as escadas, quase de quatro.

Nos out-doors, muita propaganda, nos pedindo que façamos a nossa parte. Mas a parte do governo, arrombando as casas abandonadas que, com certeza, guardam focos das tais mosquitas, me parece ter ficado só no papel, com as autorizações judiciais para as equipes arrombarem portas e muros das casas e terrenos desabitados que temos por muitos bairros. Aristides, um cabocão motorista da linha de Olivença, ontem, me disse: “Essa doença é racista: não ataca nem preto nem pobre“. Retruquei: “Não seria ela conscienciosa, por já terem os pretos e os pobres problemas demais?”. O Aristides parece ter mesmo razão: Um cientista, na TV, afirmou ser esta mosquita mais presente longe das áreas verdes tão necessárias em toda cidade. Disse ele que, na falta da seiva vegetal, a zorra da mosquita vem se hidratar com o nosso sangue, ali deuixando o maldito vírus. O povo do Couto diz que, ali, quase ninguem pegou essa miséria. Vamos, então, priorizar a cobertura vegetal das nossas cidades, em vez de as cobrir com o concreto armado, como tanto gostam nossos dirigentes, por algum motivo. Chega de concreto, chega de chikungunya!

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE (ESPECIAL)


1) COMEMORAÇÃO DOS 172 ANOS DO PADRE CÍCERO.
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
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Alfredo Amorim da Silveira

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Heckel Januário em: O PAÍS NUMA TRAVESSIA DIFÍCIL E ESDRÚXULA

Em vários escritos a respeito da atual crise política, por vezes o meu descrédito nos partidos políticos esteve arrolado, quanto à Lava Jato, operação surgida em razão das práticas ilícitas cometidas por essas instituições e avalizadas por uma rede formada pela elite empresarial de construtoras, a Petrobras e, na raiz do problema, o dinheiro fácil oriundo do chamado ‘financiamento de campanha’, não, sempre me pus a favor.

Embora o partido governamental estivesse –como está– no epicentro da corrupção, a mim nunca restou a menor dúvida serem todos “farinhas do mesmo saco”. Ou algum se arvora a proclamar-se politicamente correto diante das tentadoras ofertas na base do ‘caixa dois’, ‘propinas’ entre outras transações penosas? Se houver, só posso concluir ter sido por falta de oportunidades. Este é o sentimento, infelizmente, infelizmente. Obviamente dentro de todos os quadros partidários existirão membros não prevaricados, mas serão poucos, pouquíssimos. E como o Congresso Nacional age sob a batuta do voto….

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MAÇONARIA & COLETIVIDADE

A “sociedade humana” foi quem, para mim, desde os primórdios, teceu a necessidade de existir “homens de bem e de bons costumes” para que pudessem eles elaborar, professar, praticar e respeitar as Leis e costumes que intuíam provocando a sua própria evolução.                     (Leonardo Diniz)

Leonardo Garcia Diniz

Durante séculos a Maçonaria vem contribuindo de forma eficaz e eficiente no combate aos vícios sociais.

Da Maçonaria Primitiva que abrange o conhecimento de nosso passado mais remoto, passando pela Maçonaria Operativa onde se consolidou os conhecimentos filosóficos e doutrinários, chegando a Maçonaria Especulativa, moderna, que é a por nós hoje praticada, ainda, eternos aprendizes, estudamos a ARTE REAL.

Tenho me questionado sobre o atropelamento que sofremos nos últimos 20 anos provocado pelos avanços tecnológicos, pela velocidade da informação, pela ausência de limites no informar e de sobre a falta que faz uma maior conectividade da Maçonaria com o meio social.

A Maçonaria vem, a passos largos, perdendo seus membros para outras diversas associações, LIONS, ROTARE, RELIGIÕES várias e etc… por motivações esdrúxulas e inverídicas, provocado por Padres Católicos, Pastores de diversas origens e, pior, por milhares de membros da nossa própria ORDEM que a abandonam por falta de experiências e de uma inteiração mais ativa e efetiva com a sociedade a que pertencem.

A Maçonaria atual vem revelando-se por ser uma “aventura” a viver restrita em Templos, sem emoções, sem aventuras, sem louros, sem derrotas, distante da sociedade a que ela, em sua história, se propôs, num passado recente a ser norte, bússola.

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DENÚNCIA – ESGOTO

From:

Wilton Gama

To:

r2cpress@globo.com

Subject: FW: Denuncia esgoto
Date: Thu, 24 Mar 2016 07:08:49 -0300

Na praia do sul, antes da pousada praia bela tem um edifício em fase final de acabamento que está entroncando o esgoto predial na vala de esgoto pluvial que deságua ao lado da cabana Guarani.
Se demorarem com a fiscalização amanhã eles já terão fechado e pavimentado a rua.
Por favor, não permitam mais um crime ambiental na nossa cidade.
Assim o mosquito da dengue não v……….
Zona Sul

Zona Sul

Date: Thu, 24 Mar 2016 03:55:56 -0300

Alfredo Amorim da Silveira

CAPA

“Em caso de urgência médica, como passar ?”

Amigo Tinho Rabat,

Um absurdo o que fizeram com os moradores do Outeiro, com esse bloqueio do tráfego para as nossas residências.

Bastava, apena, um pouquinho de consciência para o deslocamento de parte do palco aramado, para o lado direito, o que nos deixaria com o livre acesso, já que esse transtorno já vem desde os meados da semana passada.

Agora eu pergunto aos “responsáveis” pela referida obstrução:

A festa teria início ainda no dia 23.03, porque essa antecedência toda ? Em caso de urgência médica, como passar ?

Ficam os questionamentos e estaremos torcendo e pedindo a Deus, que nesse período, nada venha a nos acontecer.

Vinicius

Dia das Águas

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