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:: ‘Espaço do Leitor’

PSICOMUNDO <> GÊNIOS VISIONÁRIOS ADMINISTRAM MAL NOSSO PAÍS <>

Durante muitos anos os brasileiros vivem recebendo propostas desleais e inconsequentes dos inúmeros administradores públicos que imaginam saber as necessidades da nossa população e os meios relacionados aos anseios humanos de segurança de forma geral, aliados os ditames sociais e econômicos. Indubitavelmente, nunca acertam para favorecer o desenvolvimento de forma real, adequado e honesto em suas decisões. A prova mais irresponsável surge nas manchetes dos meios de comunicação, e nos envergonha, porque não se trata mais do que manobras para que os condutores de veículos venham pagar por projetos mercenários e enganosos.

– “O Ministério das Cidades anunciou neste sábado a revogação da resolução do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) que exigia a realização de um curso e a aprovação em uma prova para a renovação da carteira nacional de habilitação. A revogação será publicada no Diário Oficial na próxima segunda-feira. A nota afirma que o ministro Alexandre Baldy determinou a revogação. O ato será assinado por Maurício Alves, presidente do CONTRAN”. O que existem nas mentes dessas pessoas que não ouvem as pessoas que nasceram e vivem no Brasil? “A resolução previa que a partir de 6 de junho todos os condutores que fossem renovar a habilitação teriam de fazer um curso teórico de 10 horas e acertar pelo menos 70% das questões aplicadas em uma prova teórica com 30 questões de múltipla escolha. O curso poderia ser feito de forma presencial ou à distância. Não havia previsão de qual seria o aumento no custo para a renovação do documento. A norma foi publicada no Diário Oficial em 8 de março, mas só ganhou visibilidade nessa sexta-feira”.

Podemos lembrar as ações descabidas já praticadas, e perguntamos: quem não se recorda da criação do selinho obrigatório para colocar nos para-brisas dos carros em todo o Brasil; o estojo de pronto socorro, como se os condutores de veículos viessem a possuir habilidades para socorrerem vítimas em acidentes de trânsitos; e muitas outras artimanhas que somente trouxeram prejuízos ao povo brasileiro, a exemplo, a obrigatoriedade do uso de extintores de incêndios, deixando muitos empresários falidos em nosso País. O que então podemos analisar desses supostos gênios defensores da pátria brasileira, indivíduos que nunca procuram pensar com respeito às reais necessidades básicas de todos, ouvindo a população! :: LEIA MAIS »

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) EU FUI DESSE TEMPO, COM MUITO ORGULHO.

2) LÁ VEM O TREM (FINAL).

3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

ESTUDANTES SOLICITAM QUE A VIAMETRO AUMENTE A QUANTIDADE DE ÔNIBUS

Nós estudantes da UESC, SENAI e IFBA, trabalhadores e demais usuários da linha de ônibus UESC N.26, da empresa Viametro, estamos apresentando reclamação devido a quantidade de ônibus não está sendo suficiente para atender a demanda.
Atualmente  dois ônibus, são disponibilizados para atender as Zona Norte e Oeste de Ilhéus, mas ao chegar no bairro Teotônio Vilela muitos usuários do transporte, não podem utilizar a linha, devido a super lotação de passageiros que vão em pé nos degraus do ônibus e consecutivamente os motoristas seguem ao seus destinos, deixando passageiros nos pontos de ônibus do Bairro T.Vilela, Rodoviária e demais pontos da Rodovia Jorge Amado (Br 415), que liga Ilhéus e Itabuna e fica entre os bairros Banco da Vitória e Salobrinho.
Solicitamos um posicionamento da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito (SEINTRA), para que a demanda seja atendida.
Nossa sugestão é que seja disponibilizado um ônibus com horário entre as 6:30 e 6:40 da manhã, com saída exclusivamente do bairro Teotônio Vilela e destino a UESC

POUCOS ÔNIBUS E SEMPRE LOTADOS PARA O CONDOMÍNIO SOL E MAR

Sou moradora do condomínio Sol e Mar. Todos os dias sofremos em relação ao transporte público, a começar pela saída do condomínio pela manhã. Desde o começo deste ano, os ônibus descem em horários alternativos. Entre 6 e 7 da manhã, sempre passam 3 ônibus com destino ao basilio, central de abastecimento e UESC. Todo os dias, descem em horários diferentes, fazendo com que pessoas percam os ônibus ou cheguem atrasadas em seus trabalhos ou escolas. A superlotação já passou dos limites!

É um absurdo o modo que os moradores do Sol e Mar são tratados, nós somos humanos, pagamos passagem ((MUITO CARA POR SINAL)) para ir em ônibus que você mal consegue andar? em ônibus que você precisa ter cara estregando as partes íntimas em você??? JÁ CHEGA! Ninguém toma uma providência, é sempre a mesma palhaçada, cadê os nossos direitos? Têm tantos ônibus pro Nelson Costa, pro Hernani Sá, Teotônio Vilela… pq não colocar alguns pra cá? A situação está mais precária a cada dia que passa, ninguém toma uma atitude, é por isso que o Brasil está do jeito que tá, todos aceitam de qualquer jeito, de qualquer maneira, sem lutar pelos próprios direitos!!! VAMOS ACABAR COM ESSA FALTA DE RESPEITO, SOMOS HUMANOS E TEMOS DIREITOS!!!!!!!

Homenagem ao dia da Poesia

Humildemente, uma homenagem ao dia da Poesia, e ao nosso poeta maior, Antônio de Castro Alves.

     EU SOU

Anísio J.S. Cruz

Novembro 2016

Eu sou a minha sina,

Sou meu ego, sou minha face,

Sou o ângulo da esquina,

Sou meu sangue, meu disfarce,

Sou aquele que assina,

Sou poder, sou desenlace.

Sou o laço, que domina,

Sou o caminho que trace.

Sou a verve que anima,

Sou o sonho que abrace.

 

SINAL DE ALERTA

Anísio Cruz – março 2018

As chuvas que passaram aqui, nos últimos dias, chegaram com vontade em outras regiões do Estado. O noticiário deu conta de enchentes e inundações em várias cidades, na Chapada Diamantina, e no norte e sudoeste da Bahia, favorecendo a agricultura e a pecuária. Lá em Sobradinho, a barragem que atingiu um nível crítico de 2,5 % de acumulação, no ano passado, chegou nos últimos dias a alentadores 26% do seu reservatório, permitindo que a operadora do sistema CHESF, retirasse a tarja vermelha das nossas contas de consumo de energia, aliviando o nosso bolso. Em Salvador, além das costumeiras inundações de avenidas e ruas da Capital, também houve desmoronamento de encostas, lamentavelmente, com 8 vítimas fatais, fora prejuízos materiais, como quedas de árvores, e um poste que desabou sobre 4 automóveis, no bairro de Cajazeiras. Os transtornos foram muitos, evidentemente.

Aqui, tivemos ciência de danos à rede elétrica no Salobrinho, interrompendo as aulas na UESC, e deixando às escuras toda região do entorno. Houve também danos à alimentação da captação de água da EMASA, que abastece a vizinha Itabuna, felizmente já restabelecida. Não soube de ocorrências aqui na nossa cidade, além das costumeiras inundações em ruas que possuem grande dificuldades de escoamento. Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia, há previsão de mais chuvas, atingindo grande parte do nosso Estado, e nós não ficaremos incólumes. Como dizíamos num passado recente, “o cacau vai cair”, portanto, previnam-se.

A incidência de fortes chuvas, festejadas por todos os que lidam com a terra, traz consigo outros problemas, que somente serão vistos, em toda a sua extensão, após a estiagem, quando aparecerão lamaçais, e buracos nas estradas rurais, infernizando aqueles que por elas trafegam. Os atoleiros impedem o acesso às vilas e povoados, bem como, às fazendas atendidas pelas precárias estradas vicinais, provocando justos protestos nas comunidades atingidas. E só estamos no início da temporada de chuvas, que são comuns, e se repetem ano após ano, com pequenos intervalos entre os períodos. Depois teremos o veranico de maio, dando uma trégua na chuvarada, até que ela retorne com mais calma, com a chegada do inverno. É assim, ano após ano, e todos sabemos disso, mas sempre esquecemos. :: LEIA MAIS »

NEM AS ÁGUAS DE MARÇO ESCAPARAM

Anísio Cruz – março 2018

Finalmente choveu em Ilhéus, e região, depois de várias previsão não concretizadas. Mas estamos em março, mês no qual se finda o verão, e o outono inicia, trazendo esperança a todos os que lidam com a terra, pela perspectiva de boas colheitas. No nordeste brasileiro, como um todo, época do plantio, aproveitando a terra molhada, previamente preparada para receber as sementes. O verde volta a compor a paisagem sertaneja, trazendo de volta o canto dos pássaros. O homem do campo sorri de orelha a orelha, agradecendo ao céu.

Aqui em Ilhéus, o calor insuportável dos últimos dias, foi substituído por uma agradável aragem, com os relâmpagos que cortavam o céu, lá para as bandas da Chapada Diamantina, cruzando agora o nosso espaço, seguido dos roncos dos trovões. Até o momento choveu pouco, bem menos que era esperado, a julgar pelas previsões metereológias divulgadas. Mas as grossas nuvens indicam que ainda teremos mais precipitações. São as águas de março, que fecham o verão, como bem disse o nosso inesquecível Tom Jobim. Elas podem tardar, mas não falham.

As chuvas que caem, me trazem lembranças saudosas, de um tempo em que aguardávamos, ansiosamente, as enchentes do rio Cachoeira, e as inesquecíveis pescarias no “paripe”, armadilha rústica de estroncas, e ripas, na fazenda Jacarecica da minha infância e juventude, que nos permitia apanhar robalos, carapebas, pratibus, piaus, além de siris, calambaus, e os deliciosos pitus, para serem vendidos a intermediários, que madrugavam na outra margem do rio, ávidos pelo pescado. Pescávamos noite e dia, durante as cheias, com equipes que se revezavam na lida, em alegres jornadas, sempre bem recompensadas por meu pai. Do paripe ele conseguiu dinheiro para adquirir o seu primeiro carro, um DKV Belcar, da Vemag, cuja característica, além do motor de dois tempos, era a abertura das portas ao contrário dos carros de hoje. Por isso mesmo, a sua sigla DKV, era distorcida para DE CÁ VÊ, aludindo à possibilidade de assistir às moças quando desembarcavam de saias, deixando à mostra bem mais do que se permitia à época. :: LEIA MAIS »

LUIZ CASTRO EM: DECOLORES

CIVISMO E A CIDADANIA

Extrair do jornal da Academia Campinense Maçônica de Letras esse texto que trata de um assunto bastante importante para nós brasileiro. Ainda me lembro como se fosse hoje. Todos os dias, antes do início das aulas, após uma correria de alunos de um lado para o outro, filas se formavam, divididas por classes e séries escolares, rapidamente se agrupando para ouvir uma breve mensagem da direção da escola. Após, fazíamos uma prece, cantávamos o hino nacional e, só depois deste ritual, íamos assistir as aulas. A cena era comum no nosso dia a dia no Prédio Escolar General Osório, mas, em outras escolas, aqui em Ilhéus e pelo Brasil a fora, a rotina não era diferente. Hoje, quase seis décadas depois, são poucos os jovens que sabem cantar o hino nacional. Verificamos uma verdadeira perda do sentimento de civismo. Em especial, na nossa mais jovem população.

A sensação mais próxima de amor à Pátria que muitos jovens conhecem, é torcer pela seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo. E, ainda que envolvidos por esse efusivo momento de ufanismo brasileiro, no momento do hino nacional, ou se calam — porque não sabem cantar —, ou continuam a algazarra farrista sem sequer notar, quão menos respeitar, o Símbolo Nacional. Até os fins dos anos oitenta, haviam matérias dedicadas à formação cívica e cidadã da população: Educação Moral e Cívica, no então Primeiro Grau, e Organização Social e Política Brasileira, no Segundo Grau. Sob o argumento de que eram, ou ao menos foram, ferramentas do regime ditatorial que havíamos passado, extirparam-nas doscurrículos de nossos alunos. Mas nenhuma matéria foi inserida para suprir o vácuo que ficou em razão da extração dessas disciplinas. :: LEIA MAIS »

LEMBRANÇAS DA EXTENSÃO RURAL (12)

O número anterior dessas Lembranças….,(o 11) tratou de modo breve da passagem do extensionista ceplaqueano Eneias Dórea com o escritor peruano Vargas Llosa em Queimadas, sertão da Bahia, quando este –depois de haver lido ‘Os Sertões’, famoso livro de Euclides da Cunha– realizava pesquisas sobre a terrível guerra de Canudos e que envolveu o Exército Brasileiro. Nas assessórias fez referências às verdades extensionistas do ontem e do hoje ao citar a orientação da Ceplac de eliminar o cupuaçuzeiro das fazendas como prevenção à Vassoura de Bruxa, doença que continua dando pano pra manga quanto à introdução na Região Cacaueira da Bahia: se de forma natural ou pela ação do homem.

Endêmica da Bacia Amazônica suspeitou-se a princípio tratar-se de sabotagem agrícola por parte de Costa do Marfim e Gana, países produtores de cacau. Dezessete anos depois dos primeiros focos serem descobertos (em 1989) a Veja reportou em 2006 –matéria recebida como uma ‘bomba’ no sul da Bahia– a autoincriminação do cidadão Luís Timóteo e, o envolvimento por ele feito de quatro ceplaqueanos. Num dos relatos afirmara que pegaram ramos infectados das cidades rondonienses de Ouro Preto do Oeste, Jaru, Cacoal e Ariquemes e espalharam em fazendas ‘sulbaianas’ adjacentes à Br-101 entre 1987 e 1991. Essas suspeitas foram investigadas pela Polícia Federal sem haver definições por –parece–, falta de provas. O então pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do Projeto Genoma da Vassoura-de-Bruxa, Gonçalo Pereira, em exposição também na impressa em 2006, declarou, baseado em estudos genéticos –publicado na revista cientifica Mycological Research– que não descartava a ação do homem, mas que a história como fora contada ao citado periódico era altamente improvável, porque a comparação genética de amostras de fungos de várias localidades do Brasil e do Equador ao mostrarem uma variabilidade muito grande do Moniliophtora (antes Crinipellis) Perniciosa, patógeno causador da Vassoura de Bruxa, não encaixava com os dois tipos –apenas– de fungos que causaram o crescimento epidêmico no Sul da Bahia. O filme “O Nó: Ato Humano Deliberado” de 2012 direcionando a causa como criminosa, botava novamente lenha na fogueira. :: LEIA MAIS »

O HOMEM “VISGADO” PELO CACAU

Luiz Ferreira da Silva

[email protected]

Ao se adentrar numa roça de cacau pela primeira vez, sobretudo num momento de floração e frutificação, tem-se um deslumbramento ante ao belo cenário da Natureza. Pegando-se no fruto-ouro se sente a energia emanada e, ato contínuo, ao saborear as mucilagens e lamber a sua sibila, irremediavelmente está dominado peço visgo do cacau.

Desde menino, JOSÉ HAROLDO viveu nesse ambiente. Foi “visgado”, com certeza.

Portanto, caro leitor, vivendo e sonhando cacau – visgo entranhado -, dedicou-se de corpo e alma à lavoura e seus conexos, com muitos frutos, apenas destacados: o soerguimento da cacauicultura; a criação de uma Instituição Agrícola sem igual e a formação de uma mão-de-obra de excelência, desde o PhD ao humilde auxiliar de campo das Estações Experimentais, facultando a todas as oportunidades de crescimento.

Enfrentava com destemor os problemas da lavoura do cacau, colocando-se sempre na vanguarda em defesa da planta que viceja, do homem que labuta a terra e da região que os agrega.

Como reconhecimento a ele, seus colegas que o ajudaram na sua obstinação pela lavoura cacaueira, resolveram contar essa sua epopeia através das mãos de Lício Fontes e Luiz Ferreira, consubstanciada no livro – JOSÉ HAROLDO, O HOMEM “VISGADO” PELO CACAU.

No dia 05 de abril, no restaurante do Clube Espanhol, véspera do seu aniversário se estivesse entre nós (91 anos), os CEPLAQUEANOS da velha guarda, realizarão o ENCONTRO-II, cujo enfoque é o lançamento da obra, em um jantar a partir das 19;30 horas.

Além do livro, a reunião vai proporcionar belas recordações de significativos tempos vividos.

Aqueles que ainda não se inscreveram e tem interesse na participação, poderão fazê-lo através de meu e-mail.

PERDAS HISTÓRICAS DA LAVOURA CACAUEIRA BAIANA

Luiz Ferreira da Silva, 81

Pesquisador aposentado, ex-Diretor do CEPEC

[email protected]

A cada ano, o processo de degradação da lavoura cacaueira baiana se agrava ainda mais, num processo contínuo, seja pelo envelhecimento das plantações, seja pela falta de controle em termos abrangentes da vassoura-de-bruxa, proporcionando fragilidade ante as variações climáticas, como aconteceu em 2016/2017.

Pelo outro lado, não há nenhuma política pública para reverter o atual cenário catastrófico, pois sem a solução das dívidas e novos recursos não há alternativa para o cacau no Sul da Bahia. É fundo do poço mesmo, sem nenhuma luz a clarear.

É preciso se ter a consciência, por mais catastrófica que seja que a cacauicultura baiana caminha a passos largos para a sua deterioração “one way” (sem retorno) – técnica e econômica -, podendo se tornar no primeiro exemplo triste da exterminação de um cultivo perene.

As informações (Bahia Rural), fim de 2017, dão conta da queda vertiginosa da produção e redução ainda mais da produtividade média das plantações.

Isso significa não só a perda da hegemonia baiana, pois o Estado do Pará deverá assumir a liderança nacional do cacau, tanto em produção como em produtividade, mas também a inviabilidade do cultivo com o atual índice produtivo de menos de 30 arrobas por hectare.

Esse cenário se traduz por perdas históricas, desmoronando a importância econômica, quando antes era pujante a Região Cacaueira da Bahia, cantada em versos e prosas, que, ademais, já fora sustentáculo econômico-social do Sudeste da Bahia – Vale do Rio Jequiriçá/Vale do Rio Pardo. :: LEIA MAIS »

PSICOMUNDO <> O MILAGRE DA INDEPENDÊNCIA FÍSICA <>

Observamos a salutar vida de pessoas que alcançam o milagre da independência física. Mesmo estando em qualquer deficiência que a vida lhe atribuiu de forma inesperada, indesejada, causada quem sabe, de uma falta de sorte, pois existem seres humanos que não mereciam esse destinado percurso. Surge a imensa necessidade da espécie humana de criar uma modalidade de acontecimentos bons na sua existência, buscando outro caminho. Afinal, onde há vida existem sempre novas esperanças! É nesse fundamento que verificamos os deficientes físicos transformados em agentes da confiança plena e no exemplo que busca a majestosa manifestação da fé que remove montanhas.

Na prestação de serviços e pela tecnologia assistiva, podemos verificar as diferenças entre dependência e independência, quando vemos mais ainda, muitas pessoas sem deficiências físicas nada fazer em beneficio da sociedade em que vive! Quantos atletas em diversas modalidades de esportes, profissionais liberais, administradores de empresas, em várias outras atividades, estão tendo continuidade em sua vida trabalhando e trazendo benefícios ao mundo.

Segundo a concepção atual – denominada “modelo social da deficiência”- a incapacidade não está nas pessoas, mas, sim, decorre dos obstáculos existentes nos ambientes físico e humano que as rodeiam. A família deve olhar para um deficiente com força de expressão imaginando um ser humano capaz de viver em novas oportunidades, desenvolver outras atividades e ser feliz. Existem pessoas com deficiências, tornando sua vida possível, independente, ligadas ao bom senso como verdadeiros cidadãos, dignas e lutando por um mundo melhor. Elas continuam buscando os reais objetivos, pelos quais, muita gente vive lutando. E sabemos que nessa arrancada de tantos caminhos a percorrer, a vida é um majestoso encontro, muito embora, existam vários desencontros na vida. :: LEIA MAIS »

























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